Questões de Concurso
Para iv - ufg
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Homem de 76 anos, hipertenso e portador de doença renal crônica estágio 4 (TFG estimada em 22 mL/min/1,73m²), foi internado há 12 dias após queda com fratura de fêmur direito, tendo sido submetido a osteossíntese. Encontra-se em recuperação no pós-operatório, com deambulação restrita. No 10º dia de internação, passou a apresentar dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e taquicardia (FC 108 bpm), sem febre ou tosse produtiva. No momento, a saturação de oxigênio em ar ambiente é de 90%, e, à ausculta pulmonar, mostra murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco, qual é o exame complementar indicado para investigação diagnóstica?
Homem de 68 anos é ex-tabagista de 60 maços-ano, hipertenso de longa data, portador de DPOC grupo E, em uso regular de broncodilatadores de longa ação e corticoide inalado. Comparece em consulta com resultados de exames complementares solicitados em avaliação anterior devido a observação de queda na saturação periférica de oxigênio basal mesmo após otimização do manejo clínico.
Considerando esse caso, há necessidade de iniciar oxigenoterapia domiciliar prolongada (ODP) quando os resultados dos exames indicam
Uma mulher de 38 anos foi diagnosticada recentemente com tuberculose pulmonar bacilífera, iniciando tratamento supervisionado na unidade de saúde. Seu esposo, de 42 anos, comparece ao serviço de referência como contactante domiciliar, relatando nenhum sintoma respiratório e bom estado geral. Ele não possui comorbidades, teste para HIV negativo e apresenta vacinação BCG na infância.
Qual é a conduta para esse contactante?
Paciente do sexo masculino, 19 anos, procura o pronto atendimento de urgência devido a quadro de dispneia, tosse seca e chiado no peito progressivos há quatro dias, com piora noturna. Nega febre ou expectoração purulenta. Há uma semana, iniciou o uso diário de dispositivo eletrônico de vaporização (POD) com nicotina 5% (50 mg/mL). Refere ter tido “bronquite” na infância, com melhora completa na adolescência. Ao exame físico, apresenta sibilos difusos bilaterais, fala entrecortada, saturação de O₂ = 94% em ar ambiente.
Considerando a hipótese diagnóstica de asma brônquica em crise, qual deve ser a conduta medicamentosa inicial?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente:
Paciente masculino de 60 anos, hipertenso e diabético, apresenta quadro súbito de dificuldade para manusear seu celular, não conseguindo ler as mensagens. O exame clínico demonstrou uma acuidade visual normal, sem defeitos de campos aparentes, sem déficits sensitivos ou motores, com o único achado de alexia, sem agrafia.
Nesse caso, a TC e a RM cranianas demonstraram a presença de uma lesão isquêmica acometendo