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Texto 1
Carta aberta à Educação
Olá! Quero abordar uma temática muito presente em nossa vida, uma vez que estamos falando de um espaço de educação em ensino superior e hoje, 28 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Educação, data instituída durante o Fórum Mundial da Educação, realizado em 2000, em Senegal, África, com a participação de 164 países.
Desejamos, aqui, resgatar um pouco de memória e fazer referência ao modo como a educação teve que se reinventar no decorrer deste último ano. Sim, há um ano e um mês, mudamos de aulas presenciais para o remoto. Ou seja, o que era real passou a ser virtual. E, neste contexto, professores, alunos, familiares e instituições tiveram que se reinventar, descobrir novas formas de ensinar, aprender e ensinar.
Nesta trajetória, passamos a exercer a educação numa perspectiva de trocas de conhecimentos, de uma forma muito mais ativa do que anteriormente. Aprendemos juntos, realizamos momentos que antes não seriam possíveis, com lives que, apesar das distâncias territoriais, no virtual tornaram-se reais.
O caminho tem sido longo, difícil, desafiador, mas conseguimos fazer o que foi e é possível e, com o apoio de vocês, professores e alunos, conseguimos muito.
Reconhecemos o quanto o contexto da pandemia adicionou novas camadas de dificuldades à missão da educação. Mas, apesar dos muitos desafios já enfrentados e pelos que ainda teremos pela frente, estamos no caminho certo e precisamos acreditar que, com mais valorização, a educação pode transformar a nossa sociedade.
E, nesta semana especial, agradecemos aos professores de nossa instituição que, desde março de 2020, acreditaram na proposta e/ou alternativa do que, a princípio, pensávamos ser provisoriamente possível de garantir a continuidade por meio das aulas remotas, mas, que no decorrer dos meses, tem-se tornado o novo meio de se fazer educação.
Muito obrigado!
Disponível em:<https://novomilenio.br/2021/04/28/carta-aberta-a-educacao/>
Leia o Texto 03 a seguir, para responder à questão.
Texto 03
A população da cidade de Turvânia (GO) chegou a 4.480 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -7,34% em relação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% se comparado ao Censo anterior.
No ranking de população dos municípios, Turvânia está: na 154ª colocação no estado; na 341ª colocação na região Centro-Oeste; e na 4.452ª colocação no Brasil. A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Turvânia tem uma densidade demográfica de 9,29 habitantes por km² e uma média de 2,47 moradores por residência.
Disponível em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-deturvania-g. Acesso em: 30 nov. 2023. [Adaptado].
Leia o Texto 03 a seguir, para responder à questão.
Texto 03
A população da cidade de Turvânia (GO) chegou a 4.480 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -7,34% em relação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% se comparado ao Censo anterior.
No ranking de população dos municípios, Turvânia está: na 154ª colocação no estado; na 341ª colocação na região Centro-Oeste; e na 4.452ª colocação no Brasil. A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Turvânia tem uma densidade demográfica de 9,29 habitantes por km² e uma média de 2,47 moradores por residência.
Disponível em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-deturvania-g. Acesso em: 30 nov. 2023. [Adaptado].
Leia o Texto 01 a seguir, para responder à questão.
Texto 01
Etarismo: que bicho é esse? Preconceito por idade prejudica saúde de idosos
Chegar à terceira idade com saúde e disposição é um privilégio, mas é comum que quem tenha mais de 50 anos já comece a sentir discriminação por estar envelhecendo. Ouvir frases como: "Você está velho demais para isso!", "Lugar de velho é em casa" ou "Está ficando gagá" começa a fazer parte do cotidiano de muitos idosos.
A discriminação por idade pode ser velada e explícita. O idoso costuma ouvir comentários desagradáveis, como se fossem "brincadeiras" sobre o envelhecimento, ou sente que não foi chamado para uma entrevista de emprego por causa da idade.
Essa discriminação passou a ser chamada de etarismo — mas também é conhecida como idadismo ou ageísmo — e é bastante comum: de acordo com um relatório elaborado pela Organização Mundial de Saúde, uma em cada duas pessoas no mundo já praticou ações discriminatórias que pioram a saúde física e mental dos idosos.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/08/20/etarismo-quebicho-e-esse-preconceito-por-idade-prejudica-saude-de-idosos.htm. Acesso em: 30 de nov. 2023. [Adaptado].
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Texto 01
Etarismo: que bicho é esse? Preconceito por idade prejudica saúde de idosos
Chegar à terceira idade com saúde e disposição é um privilégio, mas é comum que quem tenha mais de 50 anos já comece a sentir discriminação por estar envelhecendo. Ouvir frases como: "Você está velho demais para isso!", "Lugar de velho é em casa" ou "Está ficando gagá" começa a fazer parte do cotidiano de muitos idosos.
A discriminação por idade pode ser velada e explícita. O idoso costuma ouvir comentários desagradáveis, como se fossem "brincadeiras" sobre o envelhecimento, ou sente que não foi chamado para uma entrevista de emprego por causa da idade.
Essa discriminação passou a ser chamada de etarismo — mas também é conhecida como idadismo ou ageísmo — e é bastante comum: de acordo com um relatório elaborado pela Organização Mundial de Saúde, uma em cada duas pessoas no mundo já praticou ações discriminatórias que pioram a saúde física e mental dos idosos.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/08/20/etarismo-quebicho-e-esse-preconceito-por-idade-prejudica-saude-de-idosos.htm. Acesso em: 30 de nov. 2023. [Adaptado].
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Texto 01
Etarismo: que bicho é esse? Preconceito por idade prejudica saúde de idosos
Chegar à terceira idade com saúde e disposição é um privilégio, mas é comum que quem tenha mais de 50 anos já comece a sentir discriminação por estar envelhecendo. Ouvir frases como: "Você está velho demais para isso!", "Lugar de velho é em casa" ou "Está ficando gagá" começa a fazer parte do cotidiano de muitos idosos.
A discriminação por idade pode ser velada e explícita. O idoso costuma ouvir comentários desagradáveis, como se fossem "brincadeiras" sobre o envelhecimento, ou sente que não foi chamado para uma entrevista de emprego por causa da idade.
Essa discriminação passou a ser chamada de etarismo — mas também é conhecida como idadismo ou ageísmo — e é bastante comum: de acordo com um relatório elaborado pela Organização Mundial de Saúde, uma em cada duas pessoas no mundo já praticou ações discriminatórias que pioram a saúde física e mental dos idosos.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/08/20/etarismo-quebicho-e-esse-preconceito-por-idade-prejudica-saude-de-idosos.htm. Acesso em: 30 de nov. 2023. [Adaptado].