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As concepções teóricas acerca do desenvolvimento do aluno têm trazido grandes contribuições na forma como o professor entende e media os processos de construção do conhecimento dos seus alunos. O trecho a seguir, representa uma dessas concepções:
“A zona de desenvolvimento proximal é a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes.”
Essa definição é elaborada e defendida pelo teórico:
Em uma escola de Ensino Médio, no Rio de Janeiro, os professores decidiram trabalhar a questão ambiental associada às transformações sociais causadas pelas obras para a Copa e Olimpíadas. Cada disciplina se organizará buscando fazer associações significativas com sua matriz curricular, de modo que o tema do projeto perpasse por todas elas.
A definição dessa forma de trabalho coletivo está associada à concepção de um currículo:
“Todo ser humano nasce com capacidade para aprender. No entanto, para que esta capacidade se desenvolva é preciso que o indivíduo interaja de forma ampla com o mundo, experimentando, refletindo, participando ativa e concretamente na criação deste conhecimento.”
Assinale a qual perspectiva teórica este pensamento remete.
De acordo com Silva (2009) “[...] uma teoria define-se pelos conceitos que utiliza para conceber a ‘realidade’. Os conceitos de uma teoria dirigem nossa atenção para certas coisas que, sem elas, não ‘veríamos’. Os conceitos de uma teoria organizam e estruturam nossa forma de ver a ‘realidade’.”
Dessa forma, é correto afirmar que o deslocamento causado pelas teorias críticas de currículo em relação às teorias tradicionais de currículo foi a de:
Machado Pais (1993) indica que “a juventude possui duas tendências de análise. Uma delas está relacionada a uma fase da vida, de caráter transitório que parece responder de maneira uniforme e homogênea às questões que se apresentam para a sociedade. É o sujeito que será sem nunca ter sido. Corresponde a um período de preparação, de gestação do ser adulto, por onde todos deverão necessariamente passar para ter direito a uma nova vida – o mundo adulto. Desse modo, pode-se crer que a juventude seria o mais longo rito de passagem que o homem estaria destinado a vivenciar. A outra possibilidade está relacionada ao fato de que cada grupo juvenil pode ser constituído a partir das diferentes realidades sociais nas quais estão submetidos. O desenho de cada cultura juvenil poderá ter não só o contorno como também as cores determinadas pelas questões de classe, relações de poder, diferentes inserções sociais, econômicas, políticas e culturais assim como pelos interesses específicos de cada grupo”.
Essas questões estão postas no espaço escolar e precisam ser enfrentadas para que o jovem se torne sujeito no processo educacional e sinta-se como parte importante nesse contexto. Para isso, torna-se necessário que a escola, como instituição de formação: