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“NORMALMENTE, quando as pessoas falam em gramática, desconhecem que podem estar falando não de uma coisa só, mas de coisas bem diferentes. Essa falsa impressão é também decorrente daquela já referida redução que os fatos linguísticos têm sofrido.”
falando não de uma coisa só, mas de coisas bem diferentes. Essa falsa impressão é também
decorrente daquela já referida redução que os fatos linguísticos têm sofrido.
Na verdade, quando se fala em gramática, pode-se estar falando:
a) das regras que definem o funcionamento de determinada língua, como em: “a gramática do
português”; nessa acepção, a gramática corresponde ao saber intuitivo que todo falante
tem de sua própria língua, a qual tem sido chamada de ‘gramática internalizada”;
b) das regras que definem o funcionamento de determinada norma, como em: “a gramática
da norma culta”, por exemplo;
c) de uma perspectiva de estudo, como em: “a gramática gerativa”, “a gramática
estruturalista”, a “gramática funcionalista”; ou de uma tendência histórica de abordagem,
como em: “a gramática tradicional”, por exemplo;
d) de uma disciplina escolar, como em: “aulas de gramática”;
e) de um livro, como em: “a gramática de Celso Cunha”.
Cada uma dessas acepções se refere a uma coisa diferente. Todas, na verdade, coexistem.
Sem problemas, mas precisam ser percebidas nas suas particularidades, nas suas funções e
nos seus limites.”
ANTUNES, Irandé. Que gramáticas existem?. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. P. 25-26.
Acerca das ideias apresentadas no texto, analise as seguintes afirmativas e assinale a que estiver CORRETA:
Língua em funcionamento
Uma das razões, entre tantas, que explicam os resultados pífios de doze anos de escola, especialmente em testes de leitura, é que muitas práticas escolares são irrelevantes ou banais. Estudos de livros didáticos mostram que ainda se discutem ou analisam frases como “O
menino leu o livro” ou que as atividades de leitura param nas perguntas e respostas óbvias:
“Era uma vez um rapaz que gostava de rock” etc. Responda: Do que gostava o rapaz?
Podem-se fazer coisas mais interessantes. A primeira é analisar textos que ofereçam
verdadeiros problemas, e não nenhum problema, como o exemplificado acima. Se, em vez de
ler “o pato nada na lagoa” (gerações fizeram isso…), os alunos lessem “o pato nada com duas
patas”, o trabalho poderia render um pouco mais, sem cansar ninguém. Ao contrário, até pode
divertir. Se os alunos não sacarem, explica-se que “duas patas” pode designar tanto os membros que o pato movimenta para ir em frente quanto duas fêmeas da mesma espécie que o
acompanham nessa atividade corriqueira. Mas que não se mande, logo em seguida, fazer uma
lista de femininos. Seria deprimente (na verdade, deveria escrever outra palavra).
Espero que ninguém diga que um texto como esse insinua algum tipo de imoralidade ou
que é uma defesa sub-reptícia da poligamia ou da infidelidade matrimonial…
Frases curtas são bons materiais para este tipo de análise [...], porque o controle do
texto pode ser facilitado. Atividades aparentemente banais como esta aguçam a mente dos alunos, e os deixam atentos para ver coisas similares nos textos que devem ler continuamente.
Autor defunto / defunto autor logo deixa de exigir longas explicações.
O poeta é um fingidor (finge dor?) /finge tão completamente (mente?) /que chega a fingir que é dor (fingidor, finge dor) etc. Pode não ser uma leitura a ser defendida em um congresso, mas não ver esses jogos no texto é muito pouco.
Piadinhas oferecem “detalhes” que desenvolvem o ouvido e o cérebro: – O que a célula
disse ao barbeiro? – Mitose. Diversas coisas são interessantes (mas não se trata de nada
transversal…). Mas olhe-se de perto “mitose”. Pode-se sacar a forma “me tose”, que não é
mais uma só palavra nem se escreve com “i”. Claro, pode-se ver também que, se “me tose”
gera uma piada, “tose-me” a impede… Lição de sintaxe do português vivo?
Uma charada como “adora regiões” (dica: estado brasileiro), cuja resposta é Amazonas
revela uma questão semelhante: como saber se “amazonas” é uma palavra ou se são duas?
Se estivermos lendo textos que tratam do Brasil, de seus estados etc., por mais que, ao ler
“amazonas”, o demônio do duplo sentido nos assalte, temos que reprimir esta tentação e ler
uma palavra só. Mas se estamos jogando e não descobrimos que “gosta de” é igual a “ama” e
“regiões” é igual a “zonas”, então estamos ficando com a cabeça seca…
A verdadeira língua não diz sempre “o gato mia” ou “Eva viu a uva” (essa até que é boa,
comparada com a outra), mas é (seria) muito melhor poder ler
- Ave, Eva!
- Ave, Adão”
dividindo as palavras de outra forma na resposta de Eva. No Éden se falava português? Pode
ser que não, mas no reino das piadas, pode ser que sim. E o casal parecia bem humorado, antes de a cobra se meter (epa!).
(POSSENTI, Sírio. Língua em funcionamento. Disponível em: <
http://terramagazine.terra.com.br/blogdosirio/blog/2011/10/20/lingua-em-funcionamento/>. Acesso em 14 fev. 2014).
( ) Sírio Possenti compreende a língua como se fosse um código, um conjunto de signos que se constituem a partir de determinadas regras e deve ser dominado pelos emissores e receptores, em diferentes situações e contextos, para que ocorra a comunicação.
( ) O linguista atenta para a importância de um ensino de língua voltado para seus usos e reflexões e critica atividades que têm aparecido por muito tempo em livros didáticos, que se restringiam à localização e/ou repetição de informações.
( ) Possenti procura chamar atenção para a relevância de determinados gêneros discursivos no ensino de Português e para as frases que, embora curtas, fortalecem a aprendizagem da nomenclatura e da colocação pronominal.
( ) O autor defende que o ensino de Português pode ser feito também com piadas, porque, além de oferecerem divertimento, desenvolvem a percepção e colaboram para um olhar polissêmico a respeito do léxico e da língua.
( ) O pesquisador, apesar de valorizar a gramática normativa, reforça o ensino de língua por meio de textos escritos, os quais são compreendidos como um processo, porque dependem da participação do leitor – aquele que, recriando, vai completar as lacunas.
Assinale a opção que contém a sequência CORRETA de cima para baixo.

( ) Embora informe objetivamente os benefícios dos alimentos para o organismo e para a saúde, o texto é classificado como literário.
( ) As batatas, fritas, e os legumes, esquartejados são assassinados pelo eu-lírico, sem demonstração de remorso, o que justifica o título do poema.
( ) Em “Como um selvagem” e “alfaces desmaiam ao molho de limão-mostarda- azeite,/cebolas soluçam sobre a pia”, há ambiguidade e prosopopeia, respectivamente.
( ) O eu-lírico, no poema, posiciona-se como um vegetariano que observa, em uma refeição, o sofrimento de legumes, frutas e verduras, por ele devorados.
( ) Nos versos, “Como tapando o ouvido, fechando os olhos” e “de quem mata para viver”, há, respectivamente, antítese e paradoxo.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
(1) Francisco Rodrigues Lobo
(2) Sóror Mariana Alcoforado
(3) Ricardo Reis
(4) Mário de Sá-Carneiro
(5) Almeida Garrett
( ) Poeta do modernismo português e um dos fundadores, ao lado de Fernando Pessoa, da Revista Orpheu, publicada em 1915. Uma de suas principais obras é A confissão de Lúcio.
( ) Escreveu Cartas portuguesas, em 1669, destinadas a uma paixão violenta, insana, superior às inibições e convenções, bem como ao impulso da consciência moral.
( ) Seus poemas possuem um estilo densamente trabalhado e revelam tributo à tradição clássica. José Saramago dedicou-lhe um romance em cujo título lhe faz referência.
( ) De influência camoniana, escreveu Romanceiro e um poema sobre o Tejo; é considerado um poeta do período literário Barroco Português.
( ) A publicação do seu poema “Camões”, em 1825, inaugura, de acordo com a historiografia literária, o Romantismo Português; dedicou-se ao teatro, à prosa e à poesia.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
( ) No período do Romantismo brasileiro, observa-se na obra de alguns autores a influência de alguns preceitos religiosos. Tais preceitos, quando levados ao extremo, geraram conflitos que acabaram se refletindo na linguagem rebuscada – repleta de antíteses, paradoxos e inversões sintáticas – e também na temática voltada, principalmente, a questões religiosas.
( ) No período do Pré-Modernismo brasileiro, surgiram vários movimentos de vanguarda que influenciaram o movimento Modernista. Dentre eles, estão o Cubismo e o Dadaísmo. O primeiro influenciou, entre outros aspectos, na disposição gráfica dos poemas; o segundo defendia, entre outras ideias, que os autores não seguissem nenhuma regra.
( ) O Barroco brasileiro, que tem como um de seus autores mais importantes Gregório de Matos Guerra, foi época de grande produção literária e era costume as obras serem distribuídas nas casas em forma de folhetins. Devido à temática desenvolvida nos textos – amor e religião –, elas eram consideradas histórias para serem lidas pelas “moças de família” da época.
( ) Cruz e Sousa, poeta catarinense e um dos maiores representantes da poesia Simbolista no Brasil, produziu obras cujas características envolvem, entre outras, o subjetivismo e a musicalidade. É comum, na obra do poeta, o emprego de figuras de linguagem, a exemplo da aliteração, assonância e sinestesia.
( ) O Parnasianismo, também conhecido como Neoclassicismo, tinha como um dos princípios básicos a “arte pela arte”, segundo o qual a preocupação maior do poeta deveria ser atingir a perfeição formal. Para tanto, eram adotados recursos como o emprego de rimas raras, uso de vocabulário erudito e rigor na métrica, entre outros.
( ) A literatura realista do século XIX rejeitava o objetivismo, exigindo que as artes tivessem uma função social. A representação idealizada da realidade foi o motivo pelo qual a literatura do realismo começou a ser reconhecida como “literatura engajada”, já que representava a maneira como a realidade poderia ser transformada.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
Julgando os crimes, nunca voto dava mais duro ou pio do que a lei pedia; mas devendo salvar ao justo, ria, e devendo punir ao réu, chorava.
Não foram, Vila Rica, os meus projetos meter em férreo cofre cópia d'oiro que farte aos filhos e que chegue aos netos;
Outras são as fortunas que me agoiro: ganhei saudades, adquiri afetos, vou fazer destes bens melhor tesoiro.
(GONZAGA, Tomás Antônio. In: Marília de Dirceu e Cartas Chilenas. São Paulo: Editora Ática, 1997, p. 80).
Tomás Antônio Gonzaga, também conhecido pelo nome poético de Dirceu, é classificado, pela historiografia da literatura brasileira, como um escritor pertencente ao Arcadismo. Tendo em vista a leitura do poema acima, a afirmação em destaque pode ser comprovada por quê? Assinale a resposta CORRETA.
ou se ensinou, ou se fez ambas as coisas, como eu. É o que contarei no outro capítulo. Neste
direi somente que, passados alguns dias do ajuste com o agregado, fui ver a minha amiga;
eram dez horas da manhã. D. Fortunata, que estava no quintal, nem esperou que eu lhe
perguntasse pela filha.
- Está na sala penteando o cabelo, disse-me; vá devagarzinho para lhe pregar um susto.”
MACHADO DE ASSIS. Dom Casmurro. São Paulo: editora Ática, 1989. P.45
“Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham
caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas
como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas.
Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através
dos galhos pelados da catinga rala.”
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. São Paulo: Record, 1982. P. 9.
“------ estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o
que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi,
tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me
alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria
chamar de desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para
onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero
me confirmar no que vivi – na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei
que não tenho capacidade para outro.”
LISPECTOR, Clarice. A paixão segundo G.H.. Rio de Janeiro: Francisco Alves Editora, 1990.p.15.
Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
Você é um número
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante
em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um
número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente
falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No
Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu
número de apartamento – tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade,
também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de
Letras tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas.
Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso
saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número.
Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um
avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma
companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de
batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E
quando a gente morre, no jazigo, tem um número.
E a certidão de óbito também. Não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E
vai ver meu protesto também é um número.
Uma amiga minha me contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava
com filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro
do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o
número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa
metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-
mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um
número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7.
Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando
com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número
e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de
genuinidade.
Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
(LISPECTOR, Clarice. Você é um número. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1999).
( ) O professor deverá considerar as soluções erradas ou incompletas dos alunos, pois não se pode deixar de levar em conta os diferentes estágios de desenvolvimento.
( ) O aluno assume responsabilidade pelas formas de controle de sua aprendizagem.
( ) A avaliação é elemento constituinte da própria aprendizagem, pois fornece dados para o próximo comportamento a ser modelado.
( ) A avaliação é realizada visando à reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula.
( ) A avaliação consiste na autoavaliação ou avaliação mútua da prática educativa por professor e alunos.
1. Abordagem Tradicional
2. Abordagem Comportamentalista
3. Abordagem Humanista
4. Abordagem Cognitivista
5. Abordagem Sociocultural.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
( ) Trata-se de explicações detalhadas apresentadas aos alunos sobre as funções e ferramentas da plataforma que abriga o ambiente virtual de aprendizagem.
( ) Deve ocorrer entre professores – alunos e alunos – tutores, caracterizada por uma comunicação bidirecional.
( ) Os atores participantes na educação a distância têm possibilidades de estabelecer um processo comunicacional interativo e colaborativo em tempo real (online).
( ) Constitui atividade assíncrona e permite aos alunos construir o conhecimento sobre uma temática de forma colaborativa.
( ) Trata-se de uma atividade online que permite uma discussão textual por escrito em tempo real entre vários participantes.
(1) Fórum de discussão
(2) Linguagem dialógica
(3) Atividade síncrona
(4) Chat
(5) Ambientação
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que as apresenta CORRETAMENTE.
( ) Constitui a previsão do desenvolvimento do conteúdo.
( ) Expressa a ligação da instituição de ensino com o sistema escolar.
( ) Constitui a previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente.
( ) É um guia de orientação para o planejamento do processo de ensino.
( ) Constitui um documento escrito que, além de orientar as ações do professor, possibilita revisões e aprimoramentos.
1. Plano da escola.
2. Plano de ensino.
3. Plano de aula.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
De acordo com o texto acima assinale a alternativa CORRETA que expressa o significado do termo “inacabamento” utilizado pelo autor.
( ) Constitui um dos princípios consagrados pela Constituição vigente e abrange as dimensões pedagógica, administrativa e financeira.
( ) Está associado à ideia de autonomia.
( ) Esse princípio possibilita o acesso e a permanência na escola.
( ) Não pode ser privilégio de minorias econômicas e sociais.
( ) Relacionam-se às condições de trabalho e à formação inicial e continuada dos professores.
1. Gestão Democrática.
2. Qualidade.
3. Igualdade de Condições.
4. Valorização do Magistério.
5. Liberdade.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
Escolha entre as alternativas abaixo, aquela que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
I. Caracteriza-se como uma das regras deontológicas mencionadas no Decreto nº 1.171/94: “A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo”.
II. Caracteriza-se como um dos principais deveres do servidor público, conforme mencionado no Decreto nº 1.171/94: “Resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las ao Poder Judiciário”.
III. Caracteriza-se como vedação ao servidor público, conforme o Decreto nº 1.171/94: “Permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores”.
IV. Caracteriza-se como atuação da Comissão de Ética, como previsto no Decreto nº 1.171/94: “A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e advertência e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso”.
V. A Comissão de Ética constituída nos termos do Decreto nº 6.029, de 1º de fevereiro de 2007, que alterou o Decreto nº 1.171/94 será assim constituída: “Cada Comissão de Ética de que trata o Decreto nº 1.171, de 1994 será integrada por três membros titulares e três suplentes, escolhidos entre servidores e empregados do seu quadro permanente e designados pelo dirigente máximo da respectiva entidade ou órgão, para mandatos não coincidentes de três anos”.
Assinale a alternativa que contém a resposta CORRETA.