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Q4035232 Pedagogia
No contexto educacional, o processo avaliativo deve ser compreendido como um instrumento complexo que vai além da simples análise do desempenho dos alunos. Para que a avaliação seja eficaz, ela precisa considerar múltiplos fatores que envolvem tanto as metodologias e práticas de ensino dentro da sala de aula quanto os aspectos organizacionais e estruturais da escola. Tais fatores estão relacionados à forma como o currículo é implementado, às condições ambientais e à interação entre os diversos sujeitos da escola, incluindo professores, alunos e comunidade. Com base nesse conceito ampliado de avaliação, assinale a alternativa que melhor descreve a abordagem adequada para o processo avaliativo no contexto escolar: 
Alternativas
Q4035225 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
A iniciativa se estende "às" Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis.
Em relação ao uso do acento indicativo de crase no termo destacado, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4035224 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores.
Considerando a pontuação e a ordem dos termos, assinale a alternativa em que a reescrita da frase mantém a correção e o sentido originais.
Alternativas
Q4035223 Português
A revolução discreta da cidade italiana que virou alternativa ao turismo excessivo de Veneza

O ar está impregnado de sal e manteiga quando uma tigela de tagliatelle com anchovas e ovas de bacalhau chega à mesa junto ao canal. A garçonete serve vinho branco e elogia a Primiero Botìro, manteiga alpina feita com leite cru, "mais saborosa nesta época".

É setembro em Treviso, cidade encantadora e discreta do norte da Itália, muitas vezes apenas ponto de passagem rumo à vizinha Veneza. Cercada por muralhas e cortada por canais, é berço do tiramissu e símbolo do vinho pró seco.

Recentemente, Treviso tornou-se a primeira cidade italiana a conquistar o European Green Leaf Award, da União Europeia, que reconhece o compromisso ambiental de cidades médias. Com cerca de noventa e quatro mil habitantes, transformou um aterro em parque solar, recuperou canais e criou projetos de biodiversidade que melhoraram a qualidade do ar.

A iniciativa se estende às Colinas de Prosecco, tombadas pela Unesco, onde produtores adotam práticas sustentáveis. O contraste com Veneza é evidente: enquanto a vizinha ainda sofre com turismo excessivo e poluição, Treviso cresce com equilíbrio. A taxa cobrada de visitantes em Veneza arrecada milhões, mas não reduziu significativamente o fluxo diário de turistas.

"Temos muito orgulho da nossa cidade", afirma o vice-prefeito Alessandro Manera. "O prêmio mostra quem está melhorando, não quem é mais bonita." Desde o início da missão sustentável, há sete anos, Treviso ampliou ciclovias, implantou reciclagem escolar e plantou seis mil árvores — essenciais para purificar o ar do Vale do Pó. O sistema de esgoto, antes restrito a 27% da população, já atende 64% e deve alcançar 80%.

Conhecida como "pequena Veneza", Treviso tem nos canais sua alma. "Eles são os protagonistas", diz a guia Ilaria Barbon. "A água moldou a cidade desde o século 16." Hoje, a qualidade hídrica é excelente, e o aplicativo Free Aqua permite monitorar o abastecimento. A prefeitura distribui garrafas de alumínio nas escolas para atingir a meta de plástico zero.

Antigos moinhos do século 16 voltaram a gerar energia, e um deles abastece o mercado central de peixes. Outro projeto, de vinte e cinco milhões de euros, substituirá toda a iluminação pública por LED, reduzindo o consumo em 70%.

A guia Annalisa De Martin conduz passeios de bicicleta pelos canais e termina com tiramissu, sobremesa criada ali no século 18. Treviso também é famosa pelo radicchio, usado em risotos, molhos, doces e até em uma versão inusitada da sobremesa durante a "Copa do Mundo do Tiramissu".

Nas colinas de Prosecco, o enólogo Sandro Bottega relata os efeitos das mudanças climáticas: verões secos e granizo fora de época reduziram as colheitas. Para reagir, os produtores adotam adubação verde, energia solar e climatização geotérmica.

Assim, Treviso consolida-se como exemplo de harmonia entre tradição e inovação — uma cidade que une história, sustentabilidade e os prazeres simples da boa comida, da água limpa e da consciência ambiental.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgk71mjnz2o.adaptado.
O texto apresenta Treviso como exemplo de cidade que alia desenvolvimento e sustentabilidade, mostrando como políticas locais e tradições culturais podem conviver em harmonia.
Com base nas informações e ideias do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4035065 Saúde Pública
 O HumanizaSUS busca colocar em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, promovendo o acolhimento, a escuta qualificada e o respeito à dignidade das pessoas. Essa política propõe a valorização dos trabalhadores e usuários, fortalecendo vínculos solidários e corresponsáveis. A Política Nacional de Humanização (PNH) trabalha com dispositivos que são modos de fazer e organizar o trabalho. Assinale a alternativa que descreve corretamente um dos dispositivos da PNH.
Alternativas
Q4035062 Gestão de Pessoas
Para que o trabalho em equipe em uma farmácia seja produtivo e harmonioso, é necessário que seus membros compartilhem objetivos comuns e compreendam seus papéis e responsabilidades, colaborando para a segurança do paciente e a qualidade do serviço. No entanto, conflitos interpessoais podem surgir, prejudicando o ambiente de trabalho. Acerca da gestão de conflitos no trabalho em equipe, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Ignorar um conflito interpessoal entre dois membros da equipe é uma estratégia eficaz a longo prazo, pois permite que os envolvidos resolvam suas diferenças sozinhos, sem a interferência de um gestor.

(__)A mediação de conflitos deve focar na busca por culpados, expondo o erro de um dos lados para que sirva de exemplo aos demais membros da equipe e evite a repetição do problema.

(__)Uma abordagem construtiva para a gestão de conflitos envolve ouvir ativamente as partes envolvidas, promover um diálogo focado no problema e não nas pessoas, e buscar uma solução colaborativa que atenda aos objetivos da equipe.

(__)Conflitos de ideias ou de tarefas, quando bem gerenciados, podem ser benéficos para a equipe, pois estimulam a discussão de diferentes pontos de vista, a criatividade e a busca por melhores soluções para os problemas.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4035061 Farmácia
A segurança no ambiente de trabalho da farmácia é primordial, especialmente quando há manipulação de substâncias químicas e aplicação de injetáveis. O uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é uma medida de barreira essencial para prevenir acidentes e a exposição a riscos químicos e biológicos. Acerca do uso de EPIs em farmácia, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O jaleco de mangas longas, confeccionado em tecido resistente, é um EPI de uso obrigatório nas áreas técnicas da farmácia, devendo ser utilizado fechado para proteger a pele e a roupa do profissional.

(__)Luvas de procedimento são necessárias para a aplicação de medicamentos injetáveis, devendo ser trocadas a cada paciente e descartadas imediatamente após o uso em lixo apropriado para resíduo biológico.

(__)O uso de máscaras cirúrgicas e óculos de proteção é obrigatório durante a manipulação de pós, como na reconstituição de suspensões ou no preparo de cápsulas, para evitar a inalação de partículas e a exposição da mucosa ocular.

(__)As luvas de procedimento podem ser lavadas e reutilizadas até três vezes se não apresentarem furos ou rasgos visíveis, como forma de reduzir custos e o impacto ambiental.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4035059 Saúde Pública
Os indicadores de saúde são ferramentas essenciais em epidemiologia para medir a ocorrência de doenças e avaliar o estado de saúde de uma população. Dentre eles, os coeficientes de incidência e de prevalência são fundamentais, porém medem aspectos distintos do processo saúde-doença. Assinale a alternativa que descreve corretamente a principal diferença entre prevalência e incidência. 
Alternativas
Q4035054 Saúde Pública
A organização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil é fundamentada em um conjunto de princípios e diretrizes que norteiam todas as ações e serviços de saúde, buscando garantir o direito universal à saúde conforme previsto na Constituição Federal de 1988. A compreensão aprofundada desses princípios é essencial para a atuação de qualquer profissional de saúde inserido no sistema, pois eles definem a lógica de funcionamento desde a atenção primária até os serviços de alta complexidade. Diante do exposto, assinale a alternativa que descreve corretamente um dos princípios doutrinários do SUS.
Alternativas
Q4035052 Segurança e Saúde no Trabalho
Os protocolos institucionais devem incluir medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, garantindo condições adequadas de trabalho e prevenção de riscos ocupacionais. Dentre suas exigências, está a obrigatoriedade da vacinação dos trabalhadores para garantir sua proteção contra riscos biológicos. Considerando as disposições da NR-32 sobre imunização, analise as afirmativas a seguir.

I.A NR-32 torna obrigatória a vacinação contra tétano, difteria, hepatite B e outras doenças, conforme o risco de exposição do trabalhador, devendo o empregador fornecer as vacinas gratuitamente.

II.O trabalhador tem o direito de recusar a vacinação, desde que apresente um termo de responsabilidade assinado, isentando o empregador de qualquer responsabilidade em caso de adoecimento.

III.O empregador deve manter um registro do controle de saúde dos trabalhadores, incluindo a comprovação das doses de vacinas recebidas, e assegurar que todos estejam com seus esquemas vacinais atualizados.



Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035049 Comunicação Social
A comunicação eficaz no ambiente de trabalho é um pilar para o bom funcionamento das equipes, a segurança dos processos e a qualidade do atendimento ao público. No contexto de uma farmácia, falhas na comunicação podem levar a erros graves. Considerando os elementos e as barreiras do processo de comunicação, analise as afirmativas a seguir:


I.O ruído, no processo de comunicação, refere-se exclusivamente a sons ou barulhos ambientais que dificultam a audição da mensagem, não abrangendo fatores psicológicos ou semânticos.

II.O feedback é o elemento que fecha o ciclo da comunicação, permitindo ao emissor verificar se o receptor compreendeu a mensagem conforme o pretendido, sendo essencial para a confirmação de instruções e procedimentos.

III.A comunicação não verbal, que inclui postura, gestos e expressões faciais, frequentemente transmite mais informações sobre atitudes e sentimentos do que a comunicação verbal, impactando significativamente o relacionamento interpessoal.


Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4035047 Relações Humanas
O relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho de uma farmácia é crucial para a colaboração em equipe e para a construção de uma relação de confiança com os pacientes. A empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender seus sentimentos e perspectivas, é uma habilidade fundamental para um atendimento humanizado. Considerando a importância da empatia no atendimento farmacêutico, analise as afirmativas a seguir.

I.A empatia envolve ouvir atentamente as preocupações do paciente, validar seus sentimentos mesmo que não se concorde com suas opiniões, e responder de forma a demonstrar compreensão e apoio.

II.Ser empático significa concordar com tudo o que o paciente diz e atender a todas as suas solicitações, inclusive aquelas que contrariam as normas sanitárias, como a venda de antibióticos sem receita.

III.Demonstrar empatia pode melhorar a adesão do paciente ao tratamento, pois, ao se sentir compreendido e acolhido, o paciente tende a confiar mais nas orientações do profissional de saúde e a se engajar mais no seu autocuidado.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4035036 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
Outros locais iranianos, "como Pasárgada, Yazd e Isfahan", também estão em risco.
Sintaticamente, a expressão destacada na frase trata-se de:
Alternativas
Q4035035 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio.
A alternativa que contém um termo formado por adjetivo e substantivo é, respectivamente:
Alternativas
Q4035031 Português
O afundamento do solo em mais de vinte e cinco centímetros por ano ameaça relíquias do Império Persa



As colunas e escadas de pedra de Persépolis, antiga capital cerimonial do Império Persa, resistiram por mais de dois milênios e meio. Hoje, porém, o solo ao redor do sítio arqueológico — Patrimônio Mundial da Unesco — cede rapidamente.

O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, afundam dezenas de centímetros por ano.

Fundada em 518 a.C. por Dario I, Persépolis é descrita pela Unesco como um testemunho único de uma das civilizações mais antigas do mundo. No auge, o Império Persa se estendia da Líbia à Índia, e suas ruínas monumentais permanecem entre os maiores tesouros arqueológicos da humanidade.

Outros locais iranianos, como Pasárgada, Yazd e Isfahan, também estão em risco. A Ferrovia Transiraniana, com mais de mil quilômetros, atravessa áreas instáveis e sofre deformações. O fenômeno, quase imperceptível, só se torna visível quando surgem rachaduras nas construções. Pesquisadores já detectaram, por radar, um corte atravessando o Cubo de Zoroastro em Naqsh-e Rostam.

A principal causa do afundamento é a extração excessiva de águas subterrâneas. O bombeamento intenso esvazia os aquíferos, compacta o solo e provoca o rebaixamento permanente da superfície. A seca e o aumento das temperaturas agravam o problema. Desde a década de 1970, mais da metade das reservas de água subterrânea do Irã foram consumidas, sobretudo pela agricultura.

Atualmente, cerca de cinquenta e seis mil quilômetros quadrados do território iraniano sofrem afundamento — o equivalente a 3,5% do país. Em algumas áreas de Teerã, o solo afunda vinte e cinco centímetros por ano. Estradas, tubulações e construções já apresentam distorções e danos estruturais.

Embora o problema também atinja regiões como a Cidade do México, Jacarta e o Vale Central da Califórnia, a situação iraniana é mais crítica pela velocidade do processo e pela concentração de sítios históricos ameaçados.

Especialistas afirmam que, uma vez iniciado, o afundamento é praticamente irreversível. A solução passa pela gestão sustentável da água, mas o país enfrenta entraves políticos, econômicos e sociais. Cortes abruptos no consumo afetariam gravemente a agricultura.

Ainda assim, exemplos como o de Bangkok — que reduziu o afundamento após limitar o bombeamento e monitorar os aquíferos — mostram que políticas de gestão funcionam. O Irã promete diminuir o consumo anual em quarenta e cinco bilhões de metros cúbicos, mas sanções e burocracia retardam as ações.

Preservar Persépolis e outros marcos históricos depende de unir ciência, engenharia e políticas públicas. A esperança é que o país consiga salvar, ao mesmo tempo, sua água e seu passado.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m4391l0kxo.adaptado.
O terraço de rocha permanece estável, mas as planícies vizinhas, formadas por sedimentos, "afundam" dezenas de centímetros por ano.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q4034936 Segurança e Transporte

Considerando as práticas de organização do local de trabalho e processos de trabalho, analise as afirmativas a seguir:


I.A inspeção diária do veículo antes da operação é uma prática dispensável se o veículo estiver em bom estado aparente.


II.Armazenar cargas de forma adequada é fundamental para prevenir acidentes durante o transporte.


III.Planejar rotas e verificar documentação antes da viagem é uma medida que contribui para a eficiência e segurança do trabalho.


IV.Improvisos na carga ou nos procedimentos operacionais podem comprometer a segurança de todos os envolvidos.


Assinale a alternativa correta:


Alternativas
Q4034935 Legislação de Trânsito
O condutor deverá, a todo momento, ter domínio do veículo, dirigir com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito, sendo proibido realizar qualquer manobra que coloque em risco a segurança de pedestres ou outros veículos. Além das normas legais, o trânsito exige educação, cortesia e respeito aos demais usuários, visando reduzir conflitos e acidentes.

Durante o trajeto para o trabalho, um motorista observa que outro condutor está tentando se inserir na via à sua frente. Qual é a conduta adequada, seguindo boas maneiras e normas do CTB?
Alternativas
Q4034933 Legislação de Trânsito
Os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias têm prioridade de trânsito, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos sonoros e iluminação vermelha intermitente. Os veículos de transporte coletivo gozam de prioridade no embarque e desembarque de passageiros.

Qual deve ser a conduta do condutor que transporta cargas perigosas diante de um ônibus em embarque de passageiros e de uma ambulância em serviço de urgência?
Alternativas
Q4034930 Legislação de Trânsito
Constitui infração gravíssima deixar o condutor, envolvido em acidente com vítima, de prestar socorro, podendo fazê-lo, ou de adotar providências para evitar perigo para o trânsito no local.

Em um acidente de trânsito com vítima, qual deve ser a conduta correta do condutor envolvido, segundo o CTB e os princípios básicos de primeiros socorros?
Alternativas
Q4034928 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB - Art. 143) define as categorias de habilitação (A, B, C, D e E) com base no tipo de veículo e no seu Peso Bruto Total (PBT), capacidade de lotação e tipo de engate. A correta compreensão dessas categorias é fundamental para o exercício legal da profissão e para a segurança viária.

Correlacione a Categoria de Habilitação (Coluna I) com a correta abrangência de veículos que ela permite conduzir (Coluna II), e assinale a opção que apresenta a sequência correta:

Coluna I - Categoria da CNH

1.Categoria A

2.Categoria B

3.Categoria C

4.Categoria D

5.Categoria E


Coluna II - Abrangência de Veículos (CTB - Art. 143)

(__)Veículo motorizado, não abrangido pela Categoria A, cujo PBT não exceda a 3.500 kg E cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do condutor.

(__)Veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do condutor, podendo conduzir todos os veículos das categorias B e C.

(__)Combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada (reboque, semirreboque, trailer) tenha 6.000 kg ou mais de PBT.

(__)Veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo PBT exceda a 3.500 kg, podendo conduzir todos os veículos abrangidos pela categoria B.

(__)Veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral. Assinale a sequência correta de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
1781: B
1782: C
1783: B
1784: C
1785: A
1786: D
1787: B
1788: B
1789: D
1790: B
1791: C
1792: B
1793: A
1794: D
1795: D
1796: C
1797: C
1798: C
1799: D
1800: A