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Q2493088 Pedagogia
Os novos paradigmas da educação nacional encaminham a questão de ordem prática: são desafios que colocam o Inspetor Escolar (IE) para a observância da legislação da educação junto às escolas, pelo seu papel de legítimo representante da administração central e regional do sistema. Uma leitura mais atenta da Lei de Diretrizes e Bases de alguns de seus artigos remete a algumas competências que o IE pode exercer, em ação solidária com as escolas e seus diretores, pedagogos e professores e em interação com setores das secretarias estaduais e municipais e dos órgãos regionais de educação.
(Disponível em: http://www.redemebox.com.br/. Acesso em: janeiro de 2024.)
A Inspeção Escolar é correção, auditoria, orientação e assistência técnica. Esses profissionais “são os olhos e os ouvidos do poder público na escola”. Considerando que o perfil desse profissional deve ter algumas funções básicas, relacione-as adequadamente às suas respectivas características.

1. Corretiva.
2. Avaliadora.
3. Orientadora.
4. Verificadora.
5. Realimentadora.

( ) Está relacionada à segurança e à postura pedagógica.
( ) Consiste em comparar a situação concreta, real com a ideal, e teórica.
( ) Compromete-se com a sintonia entre os conteúdos normativos, as ações educativas e com a adequação de uns e outros ao contexto sociopolítico da realidade onde acontece a educação.
( ) Consiste em conduzir ao conhecimento e à aplicação correta da norma, tendo em vista a unidade do sistema, bem como sua coerência interna e externa. Utiliza a competência da comunicação oral e escrita.
( ) Trata-se do exame para o cumprimento das normas que se aplicam à organização e funcionamento da escola e do ensino, nos campos administrativos e pedagógicos. Deve possuir domínio da legislação, ser pesquisador e observador.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2493087 Pedagogia
Segundo Sousa (2013), a administração de empresas desenvolve teorias sobre a organização do trabalho das empresas capitalistas, enquanto a administração escolar formula proposições teóricas sobre a organização do trabalho na escola e no sistema escolar. Em função de terem sido criadas para as empresas, as teorias administrativas apresentam alguns conceitos que precisam ser repensados, quando tentamos aplicá-los à realidade da escola, pois essa é uma instituição que possui certa especificidade em relação às demais organizações sociais. Considerando três das principais teorias que fazem parte das abordagens prescritivas e normativas: administração científica, teoria clássica das organizações, e escola das relações humanas, trata-se se um dos principais aspectos no que se refere à “escola das relações humanas”:
Alternativas
Q2493086 Pedagogia
A educação no Brasil foi implantada para fins evangélicos e dominação de maneira gradativa e lenta. Durante quatro séculos a educação ficou restrita sobre o domínio da elite e deixada em segundo plano pelos os governantes que nunca se preocupavam em desenvolver políticas sérias de educação. (Nascimento, et al. 2012.)
Sobre a história da educação no Brasil e, ainda, considerando a Reforma Pombalina de 1759, infere-se que:
Alternativas
Q2493085 Português

 Texto para responder à questão.   


     A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?

    É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.

    É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.

   Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.

    Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.

    Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.


(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.) 

Com base no texto e considerando as competências e habilidades propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) quanto aos aspectos avaliativos que deveriam ser enfatizados pela professora Juliana em suas aulas, analise as afirmativas a seguir.


I. Avaliação da capacidade dos alunos de utilizar corretamente as regras gramaticais e ortográficas em seus textos, independente do meio digital ou tradicional.

II. Avaliação baseada exclusivamente no conteúdo final dos textos produzidos pelos alunos, sem considerar o processo de criação e revisão mediado pela tecnologia.

III. Avaliação da habilidade dos alunos em integrar diferentes linguagens (visual, verbal, sonora) em suas apresentações de análise literária, usando plataformas de vídeo.

IV. Avaliação da competência dos alunos em expressar opiniões críticas e analíticas em blogs, demonstrando compreensão de diferentes gêneros textuais e digitais.

V. Avaliação da capacidade dos alunos de interagir de forma construtiva e colaborativa em projetos de grupo, utilizando ferramentas digitais para comunicação e compartilhamento de ideias.


Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q2493084 Pedagogia

 Texto para responder à questão.   


     A aproximação do Dia Nacional da Língua Portuguesa, que é celebrado em 5 de novembro, data essa instituída no Brasil em 2006 em homenagem ao aniversário do escritor e defensor da Língua Portuguesa Rui Barbosa, leva-nos a refletir: como devem ser as práticas do ensino da nossa língua materna em sala de aula?

    É inquestionável a importância de que a aprendizagem e o uso da Língua Portuguesa se deem de forma significativa e atendam as reais necessidades dos estudantes quanto à prática comunicativa, em que se mescle a oralidade, a leitura e a produção de diferentes gêneros textuais e digitais.

    É também imprescindível que ferramentas digitais, as quais fazem parte da rotina dos estudantes e que estão cada vez mais presentes no cotidiano educacional, proporcionem facilidade na comunicação na interação social e também no processo de ensino e aprendizagem, pois os recursos tecnológicos, gamificados e audiovisuais mudam gradativamente o sistema educacional, colocando a escola em sintonia com as novas metodologias de ensino e aprendizagem, tornam a aprendizagem mais significativa, diminuem a distância entre o professor e estudantes, permitem adequação e modificação nas práticas pedagógicas, por meio de atividades diversificadas e contextualizadas.

   Com ferramentas tecnológicas é possível ressignificar o ensino da Língua Portuguesa, fazer uso dos conhecimentos curriculares de forma adequada às diferentes situações comunicacionais, às novas mídias e às inovações nas rotinas impostas pelo uso da internet. Isso porque a tecnologia deixou de ser apenas mecanismos de descontração e entretenimento, apresenta recursos didáticos que situam os educandos no contexto atual da educação midiática. Da mesma forma, os novos gêneros textuais possibilitam o multiletramento e o uso de múltiplas linguagens, como a visual, verbal, sonora, espacial, entre outras.

    Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos, visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa.

    Tendo em vista que muitos estudantes já têm contato diariamente com gêneros digitais, não podemos nos esquecer de que a tecnologia dá mais voz ao estudante, envolve-o a cada dia mais no processo de aprendizagem, o que é essencial para dar sentido às atividades escolares e aos conteúdos curriculares.


(PRENDIN, Luciane Danylczuk. Interações e tecnologia nas aulas de Língua portuguesa. Em: janeiro de 2024.) 

Considere o seguinte cenário hipotético: a professora Juliana planeja integrar tecnologias digitais em suas aulas para enriquecer o processo de aprendizagem. Ela propõe um projeto em que os alunos usarão aplicativos de edição de texto para criar e revisar suas redações, blogs para publicar resenhas literárias e plataformas de vídeo para apresentações de análises literárias. Qual dos seguintes objetivos a professora Juliana está mais provavelmente buscando alcançar com essa integração de tecnologias digitais? 
Alternativas
Q2493083 Português
Texto para responder à questão.

Qual romance você está lendo?

    Sempre pensei que fosse sábio desconfiar de quem não lê literatura. Ler ou não ler romances é para mim um critério. Quer saber se tal político merece seu voto? Verifique se ele lê literatura. Quer escolher um psicanalista ou um psicoterapeuta? Mesma sugestão.
    E, cuidado, o hábito de ler, em geral, pode ser melhor do que o de não ler, mas não me basta: o critério que vale para mim é ler especificamente literatura – ficção literária.
    Você dirá que estou apenas exigindo dos outros que eles sejam parecidos comigo. E eu teria que concordar, salvo que acabo de aprender que minha confiança nos leitores de ficção literária é justificada.
    Algo que eu acreditava intuitivamente foi confirmado em pesquisa que acaba de ser publicada pela revista Science (migre.me/gkK9J), Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind (ler ficção literária melhora a teoria da mente), de David C. Kidd e Emanuele Castano.
    Uma explicação. Na expressão “teoria da mente”, “teoria” significa “visão” (esse é o sentido originário da palavra). Em psicologia, a “teoria da mente” é nossa capacidade de enxergar os outros e de lhes atribuir de maneira correta crenças, ideias, intenções, afetos e sentimentos.
    A teoria da mente emocional é a capacidade de reconhecer o que os outros sentem e, portanto, de experimentar empatia e compaixão por eles; a teoria da mente cognitiva é a capacidade de reconhecer o que os outros pensam e sabem e, portanto, de dialogar e de negociar soluções racionais. Obviamente, enxergar o que os outros sentem e pensam é uma condição para ter uma vida social ativa e interessante.
 (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 17/10/2013.)
O texto “Qual romance você está lendo?” destaca a importância da literatura na formação da teoria da mente e como reflexo da cultura. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor aborda as especificidades do discurso literário, a relação entre gêneros literários clássicos e modernos e os processos de canonização na tradição literária. 
Alternativas
Q2493082 Português
Texto para responder à questão.

Qual romance você está lendo?

    Sempre pensei que fosse sábio desconfiar de quem não lê literatura. Ler ou não ler romances é para mim um critério. Quer saber se tal político merece seu voto? Verifique se ele lê literatura. Quer escolher um psicanalista ou um psicoterapeuta? Mesma sugestão.
    E, cuidado, o hábito de ler, em geral, pode ser melhor do que o de não ler, mas não me basta: o critério que vale para mim é ler especificamente literatura – ficção literária.
    Você dirá que estou apenas exigindo dos outros que eles sejam parecidos comigo. E eu teria que concordar, salvo que acabo de aprender que minha confiança nos leitores de ficção literária é justificada.
    Algo que eu acreditava intuitivamente foi confirmado em pesquisa que acaba de ser publicada pela revista Science (migre.me/gkK9J), Reading Literary Fiction Improves Theory of Mind (ler ficção literária melhora a teoria da mente), de David C. Kidd e Emanuele Castano.
    Uma explicação. Na expressão “teoria da mente”, “teoria” significa “visão” (esse é o sentido originário da palavra). Em psicologia, a “teoria da mente” é nossa capacidade de enxergar os outros e de lhes atribuir de maneira correta crenças, ideias, intenções, afetos e sentimentos.
    A teoria da mente emocional é a capacidade de reconhecer o que os outros sentem e, portanto, de experimentar empatia e compaixão por eles; a teoria da mente cognitiva é a capacidade de reconhecer o que os outros pensam e sabem e, portanto, de dialogar e de negociar soluções racionais. Obviamente, enxergar o que os outros sentem e pensam é uma condição para ter uma vida social ativa e interessante.
 (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 17/10/2013.)

Refletindo sobre o papel da literatura na formação do leitor jovem, analise as afirmativas a seguir.


I. A literatura infanto-juvenil, ao apresentar narrativas complexas em um formato acessível, auxilia os jovens leitores a desenvolverem uma melhor compreensão das emoções e pensamentos alheios, fomentando a empatia.

II. Embora a literatura infanto-juvenil introduza os jovens a diferentes perspectivas, seu impacto no desenvolvimento da teoria da mente é limitado, sendo mais eficaz em estágios mais avançados de leitura.

III. A literatura infanto-juvenil contribui para o desenvolvimento da teoria da mente ao encorajar os jovens leitores a explorarem diversos cenários e personagens, embora a profundidade dessa contribuição possa variar.


Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q2493081 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)

Leia atentamente os seguintes fragmentos do texto e assinale a alternativa que identifica corretamente as classes de palavras e as suas respectivas funções sintáticas nos fragmentos apresentados:


Fragmento 1: “As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si.”

Fragmento 2: “É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar.”

Alternativas
Q2493080 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)

Considere o seguinte cenário hipotético: a professora Laura decide aplicar uma sequência didática para aprimorar as habilidades dos alunos em identificar relações discursivo-argumentativas, lógico-semânticas e modalizações enunciativas em textos.

Qual das seguintes atividades propostas por ela seria mais eficaz para alcançar esses objetivos educacionais?

Alternativas
Q2493079 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)
Com base nas informações sobre sequência didática e utilizando a teoria de Roman Jakobson sobre as funções da linguagem, considere o seguinte cenário hipotético: o professor Antônio planeja utilizar uma sequência didática para ensinar sobre as funções da linguagem, baseando-se na teoria de Jakobson. Ele também quer integrar aspectos avaliativos relevantes. Qual das seguintes atividades propostas por ele alinha-se melhor com a teoria de Jakobson e com a avaliação eficaz no ensino de Língua Portuguesa? 
Alternativas
Q2493078 Português
Texto para responder à questão.

Sequência didática e ensino de gêneros textuais 

O que são sequências didáticas?


    As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvematividades de aprendizagem e de avaliação.

As sequências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?

    Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar sequências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?  

    Para ensinar os alunos a dominarem um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma sequência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.
    Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar sequências didáticas para os diferentes gêneros textuais? 

    É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
    Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma sequência didática de gêneros textuais? 

Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática: 

1. Apresentação da proposta.
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos.
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo.
4. Produção do texto inicial.
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero.
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva.
8. Produção individual.
9. Revisão e reescrita.

(AMARAL, Heloísa. Sequência didática e ensino de gêneros textuais. Em: janeiro de 2024.)
Tendo em vista as informações do texto, avalie o seguinte caso hipotético: a professora Marina, ensinando língua portuguesa em uma escola secundária, decide utilizar sequências didáticas para abordar gêneros discursivos não literários. Ela planeja uma série de atividades centradas em um gênero específico. Assinale a afirmativa cuja proposta de gênero discursivo não literário seria mais apropriada para desenvolver a compreensão dos alunos sobre as práticas histórico-sociais e domínios discursivos. 
Alternativas
Q2493077 Português

Texto para responder à questão.


    Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:


      I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

    II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

    III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

    IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

    § 1º É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.

  § 2º Os estabelecimentos que utilizam progressão regular por série podem adotar no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de ensino.

   § 3º O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.

   § 4º O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.

  § 5º O currículo do ensino fundamental incluirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo como diretriz a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observada a produção e distribuição de material didático adequado.

   § 6º O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do ensino fundamental.


(BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017. Fragmento.)

Na Escola Arco-Íris, que atende a uma diversa comunidade estudantil, incluindo muitos alunos de origem indígena, a equipe pedagógica está explorando maneiras de integrar efetivamente a cultura e as línguas indígenas no currículo. Assinale, a seguir, a iniciativa mais eficaz para promover a inclusão e o respeito pela diversidade cultural e linguística.
Alternativas
Q2493076 Pedagogia

Texto para responder à questão.


    Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:


      I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

    II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

    III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

    IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

    § 1º É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.

  § 2º Os estabelecimentos que utilizam progressão regular por série podem adotar no ensino fundamental o regime de progressão continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de ensino.

   § 3º O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.

   § 4º O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.

  § 5º O currículo do ensino fundamental incluirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes, tendo como diretriz a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observada a produção e distribuição de material didático adequado.

   § 6º O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do ensino fundamental.


(BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017. Fragmento.)

Considerando o fragmento do texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, avalie a seguinte situação hipotética: o professor Carlos está entusiasmado em melhorar as habilidades de leitura e escrita de seus alunos de uma maneira que seja inovadora e envolvente. Para isso, ele faz uma lista de possíveis atividades. Qual delas parece ser a mais eficaz para atingir esse objetivo, considerando a criatividade e o engajamento dos alunos?
Alternativas
Q2493025 História
A 200 anos atrás, acontecia a “Batalha de Ayacucho” – o último grande confronto dentro das campanhas terrestres das guerras de independência hispanoamericanas (1809-1826), o que significava o final definitivo do domínio colonial espanhol na América do Sul. A batalha desenvolveu-se na pampa da Quinua no Departamento de Ayacucho, Peru, em 9 de dezembro de 1824. A vitória dos independentistas supõe o desaparecimento do contingente militar realista mais importante que seguia em pé, selando a independência do Peru com uma capitulação militar que pôs fim ao seu vice-reinado. A independência do Peru foi finalmente reconhecida pela Espanha mediante um tratado assinado em Paris, em 14 de agosto de 1879.

(Disponível em: https://www.pucsp.br/ Em: 02/2024.)


O desmantelamento dos impérios espanhol e português é objeto de abrangente bibliografia. A independência das colônias americanas é um dos temas de estudo marcado por uma infinidade de debates historiográficos importantes. Especificamente sobre o processo dessas independências, é correto afirmar que: 
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Q2493024 História
O ensino de história é um fenômeno social; não somente um fenômeno da educação formal. É integrado por todos os esforços por estabelecer sentidos para o tempo experienciado pela coletividade. Assim definido, parece um objeto excessivamente amplo. Independe da historiografia até. De fato, é ampla a definição de história como tempo significado, mas ela tem o condão de nos permitir entender que o ensino de história pode ser encarado como um processo de constituição de identidade, que é uma constante antropológica. Dentro dessa visão ampla da história, torna-se importante pensarmos como será conduzido o ensino da própria história. Nesse caso: 
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Q2493023 História
Sérgio Buarque de Holanda afirma em “Raízes do Brasil”, que a democracia, enquanto ideal ou como prática política, já nasceu aqui como um lamentável mal-entendido. “A democracia que nasceu aqui em um mal-entendido percorreu em nossa história um caminho inusitado.”

(HOLANDA, 1976.)


A democracia tem adquirido, no Brasil, desde remotos tempos, um significado singular. Sobre a democracia e sua trajetória em nosso país, é correto afirmar que: 
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Q2493022 História
Ao tomar posse como Presidente da República, em janeiro de 1951, Vargas deparou-se com uma conjuntura econômica que emitia sinais de agravamento de um quadro de dificuldades. Os indicadores não eram alarmantes, mas já passara o clima de euforia dos últimos anos da II Guerra e do início do Governo Dutra. Este, possivelmente interpretando que o estrangulamento externo verificado na década de 1930 era coisa do passado, optou por uma política de liberalização no mercado cambial, a qual, em poucos meses, trouxe de volta o problema crônico deparado pelas autoridades econômicas desde a Grande Depressão: o fechamento das contas do balanço de pagamentos.”

(Fausto Saretta, 2000.)

Além das características apontadas anteriormente, o segundo governo de Vargas foi marcado, dentre outros fatos: 
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Q2493021 História
O debate ora proposto auxilia no entendimento de alguns movimentos existentes na América Latina. Nos anos de 1970, a Igreja Católica Apostólica Romana deu início a uma discussão que representa um avanço histórico. Mobilizada pelo Vaticano II (1962- 1965), há uma mudança de paradigma, de uma igreja exclusivamente hierárquica, para uma estrutura sinodal – ainda que tímida.

(Rahner, 1989.)


A religião, como crença e manifestação cultural, é uma dimensão universal e inerente à natureza humana, que não pode ser eliminada. No excerto anterior, o que se fala de uma estrutura sinodal e de um avanço histórico da Igreja trata-se de: 
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Q2493020 Pedagogia
A disciplina de História deve possibilitar ao educando que tome contato com uma forma de pensamento esclarecedor com relação à classe social a que pertence, e de posse desses conhecimentos cabe ao aluno interferir na sociedade, como sujeito histórico, contribuindo para a sua transformação. Qualitativamente, nesse caso, se estaria oportunizando o conhecimento de “níveis mais elaborados de abstração, o que é um dos requisitos para o exercício da cidadania”.

(CAINELLI, 2007.)


No que diz respeito ao ensino de História, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs):
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Q2493019 História
“Foi a partir das visitas de diplomatas americanos ao continente sul-americano, como a efetuada pelo vice-presidente Richard Nixon e a sua tumultuada recepção, que os Estados Unidos refletiram sobre a sua imagem perante esses países e resolveram voltar-se para a América, além da sua preocupação em relação aos combates ocorridos entre Fidel Castro e os seus guerrilheiros ao governo de Fulgêncio Batista, em Cuba. As atenções americanas, a partir disso, se voltariam pela percepção da necessidade aumentar suas relações de assistências econômicas, e um meio importante para concretizá-las seria a Operação Pan-Americana, criada pelo presidente brasileiro Juscelino Kubitschek, em 1958.”

(VIZENTINI, 2000. p. 195-226.)


No contexto da Guerra Fria, a bipolaridade capitalismo-socialismo ficou muito patente e influenciou direta ou indiretamente os rumos de várias histórias pelo mundo. Em relação à implantação de governos militares na América, por exemplo, é correto afirmar que:
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Respostas
19721: B
19722: A
19723: A
19724: D
19725: D
19726: B
19727: A
19728: D
19729: B
19730: C
19731: D
19732: D
19733: B
19734: C
19735: D
19736: A
19737: D
19738: B
19739: B
19740: D