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Q3083849 Direito Constitucional
A Constituição do Estado de São Paulo, de 5 de outubro de 1989, promulgada pela Assembleia Legislativa do Estado, possui dispositivos que disciplinam as regras do processo legislativo em âmbito estadual. Faz previsão expressa da possibilidade de edição de emenda à Constituição, cuja proposta deverá ser discutida e votada em dois turnos, considerando-se aprovada quando obtiver, em ambas as votações, o voto favorável de três quintos dos membros da Casa Legislativa. Justificam a edição da Constituição do Estado de São Paulo e a previsão sobre o processo legislativo de emenda à Constituição, o exercício do poder constituinte ___________ e a obrigatoriedade de observância dos princípios _____________________. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
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Q3083848 Direito Constitucional
Determinado Estado soberano decidiu adotar um novo texto constitucional, com normas compiladas em um único documento. Definiu-se que o seu texto poderá ser alterado pelo procedimento legislativo comum, à exceção dos dispositivos que estabelecem direitos e garantias fundamentais, que só poderão ser alterados por processo legislativo específico. Além disso, está permeada de normas programáticas que estipulam metas a serem alcançadas pelo Estado para a garantia do bem comum. Essa Constituição pode ser classificada como: 
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Q3083847 Direito Constitucional
O partido político LMN, que conta com um senador eleito, por meio de seu Diretório Regional em São Paulo, ingressou por meio próprio com uma ação direta de inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal em face da Lei Estadual nº 456. Considerando o fato narrado e a sistemática que envolve o controle concentrado de constitucionalidade, é correto afirmar que o partido LMN:
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Q3083846 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Resolução nº 7/2019 dispõe sobre a estrutura administrativa da Câmara Municipal de Cotia, a qual é constituída pelos seguintes órgãos administrativos: a) Mesa Diretora; b) Gabinetes; c) Diretorias; d) Setores; e) Consultoria Legislativa, Procuradoria Legislativa e Coordenadoria da Procuradoria Legislativa; f) Escola do Parlamento. Com o advento da Resolução nº 4/2024, NÃO se trata-se de uma diretoria subordinada à Diretoria Geral:
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Q3083845 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
À luz da Lei Orgânica do Município de Cotia, a Câmara Municipal terá comissões permanentes e temporárias, constituídas na forma e com as atribuições previstas no Regimento Interno ou do Ato de que resultar sua criação. Em cada Comissão será assegurada, quanto possível, a representação proporcional dos partidos com assento na Câmara. Às comissões, em razão da matéria, compete, EXCETO:
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Q3083844 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Lei Orgânica do Município de Cotia é inaugurada normativamente com a afirmação de que o Município de Cotia é uma unidade territorial do estado de São Paulo, parte integrante da República Federativa do Brasil, com personalidade de direito público interno e autonomia política, administrativa e financeira, nos termos assegurados pela Constituição da República. Ao Município de Cotia compete prover a tudo quanto respeite a seu interesse local, tendo como objetivo o pleno desenvolvimento de suas funções sociais e garantindo o bem-estar de seus habitantes, cabendo-lhe privativamente, entre outras, as seguintes atribuições, EXCETO:
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Q3083843 Raciocínio Lógico
Gustavo pretende comprar uma cortina para a sala de sua casa. Sabe-se que a cortina deverá ter um tamanho retangular cujo perímetro será 12,4 metros. Adicionalmente, o comprimento da cortina deverá ter 2,2 metros a mais que a largura. Após consultar diferentes tipos de cortina, ele optou por uma cujo metro quadrado do tecido custa R$ 66,00. De acordo com as especificações da cortina, qual será o valor pago por Gustavo?
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Q3083841 Raciocínio Lógico
Para a exposição dos quadros de um renomado pintor, foram exclusivamente reservadas quatro salas de um museu: A, B, C e D. Conforme a ordem alfabética, a quantidade de quadros de cada sala é 4 unidades a mais que a quantidade de quadros da sala cuja letra é imediatamente anterior. Se, ao total, foram expostos 104 quadros desse pintor no museu, quantos quadros foram expostos na sala C?
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Q3083839 Matemática
Renata produz trufas caseiras em sua casa nas horas vagas. Ela recebeu recentemente uma grande demanda e decidiu, conforme sua disponibilidade, conduzi-la em dois ritmos diferentes. Com um ritmo de 240 trufas por semana, a primeira metade da demanda será concluída. Já a outra metade será produzida com um ritmo de 400 trufas por semana. Considerando a confecção inteira dessa demanda, qual será o ritmo médio de produção de trufas caseiras por semana?
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Q3083836 Português

Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais


Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.



    O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA), é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.

    É possível resumir a Inteligência Artificial a um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.

    Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais e pode oferecer riscos, caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos.

Vantagens e desvantagens da IA

    “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.

    Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar fake news e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa); manipular a sociedade; utilizar para fins militares e até mesmo para a morte de pessoas.

    Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”

Perda de empregos para a tecnologia não deve acontecer

    Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.

    Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”

Riscos de concentração de poder controlados com regras e leis

    Um grande problema dessa tecnologia é que seu domínio está nas mãos de poucas grandes empresas e até mesmo governos, lembra o professor, afirmando ser necessário democratizar a Inteligência Artificial e os conhecimentos dela advindos para evitar o monopólio. Osório destaca o poder do conhecimento aberto para compreender melhor os riscos e as formas de defesa contra ameaças tecnológicas.

     Para que isso aconteça, o professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”.

    O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”


(Robert Siqueira. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ Acesso em:setembro de 2024.)

No subtítulo “Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias”, a vírgula antes de “e alerta” é utilizada para:
Alternativas
Q3083835 Português

Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais


Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.



    O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA), é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.

    É possível resumir a Inteligência Artificial a um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.

    Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais e pode oferecer riscos, caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos.

Vantagens e desvantagens da IA

    “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.

    Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar fake news e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa); manipular a sociedade; utilizar para fins militares e até mesmo para a morte de pessoas.

    Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”

Perda de empregos para a tecnologia não deve acontecer

    Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.

    Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”

Riscos de concentração de poder controlados com regras e leis

    Um grande problema dessa tecnologia é que seu domínio está nas mãos de poucas grandes empresas e até mesmo governos, lembra o professor, afirmando ser necessário democratizar a Inteligência Artificial e os conhecimentos dela advindos para evitar o monopólio. Osório destaca o poder do conhecimento aberto para compreender melhor os riscos e as formas de defesa contra ameaças tecnológicas.

     Para que isso aconteça, o professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”.

    O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”


(Robert Siqueira. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ Acesso em:setembro de 2024.)

Na frase “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; [...]” o termo “se for mal utilizada” (4º§) é um exemplo de:
Alternativas
Q3083834 Português

Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais


Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.



    O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA), é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.

    É possível resumir a Inteligência Artificial a um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.

    Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais e pode oferecer riscos, caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos.

Vantagens e desvantagens da IA

    “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.

    Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar fake news e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa); manipular a sociedade; utilizar para fins militares e até mesmo para a morte de pessoas.

    Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”

Perda de empregos para a tecnologia não deve acontecer

    Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.

    Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”

Riscos de concentração de poder controlados com regras e leis

    Um grande problema dessa tecnologia é que seu domínio está nas mãos de poucas grandes empresas e até mesmo governos, lembra o professor, afirmando ser necessário democratizar a Inteligência Artificial e os conhecimentos dela advindos para evitar o monopólio. Osório destaca o poder do conhecimento aberto para compreender melhor os riscos e as formas de defesa contra ameaças tecnológicas.

     Para que isso aconteça, o professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”.

    O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”


(Robert Siqueira. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ Acesso em:setembro de 2024.)

No texto, a expressão “[...] essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, [...]” (7º§) é usada para ilustrar que:
Alternativas
Q3083833 Português

Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais


Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.



    O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA), é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.

    É possível resumir a Inteligência Artificial a um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.

    Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais e pode oferecer riscos, caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos.

Vantagens e desvantagens da IA

    “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.

    Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar fake news e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa); manipular a sociedade; utilizar para fins militares e até mesmo para a morte de pessoas.

    Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”

Perda de empregos para a tecnologia não deve acontecer

    Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.

    Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”

Riscos de concentração de poder controlados com regras e leis

    Um grande problema dessa tecnologia é que seu domínio está nas mãos de poucas grandes empresas e até mesmo governos, lembra o professor, afirmando ser necessário democratizar a Inteligência Artificial e os conhecimentos dela advindos para evitar o monopólio. Osório destaca o poder do conhecimento aberto para compreender melhor os riscos e as formas de defesa contra ameaças tecnológicas.

     Para que isso aconteça, o professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”.

    O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”


(Robert Siqueira. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ Acesso em:setembro de 2024.)

Fernando Osório compara os riscos da Inteligência Artificial com quais outras tecnologias?
Alternativas
Q3083832 Português

Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais


Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia, e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.



    O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA), é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.

    É possível resumir a Inteligência Artificial a um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.

    Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais e pode oferecer riscos, caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos.

Vantagens e desvantagens da IA

    “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.

    Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar fake news e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa); manipular a sociedade; utilizar para fins militares e até mesmo para a morte de pessoas.

    Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”

Perda de empregos para a tecnologia não deve acontecer

    Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.

    Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”

Riscos de concentração de poder controlados com regras e leis

    Um grande problema dessa tecnologia é que seu domínio está nas mãos de poucas grandes empresas e até mesmo governos, lembra o professor, afirmando ser necessário democratizar a Inteligência Artificial e os conhecimentos dela advindos para evitar o monopólio. Osório destaca o poder do conhecimento aberto para compreender melhor os riscos e as formas de defesa contra ameaças tecnológicas.

     Para que isso aconteça, o professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”.

    O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”


(Robert Siqueira. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/ Acesso em:setembro de 2024.)

De acordo com Fernando Osório, qual é uma das principais preocupações associadas ao avanço da Inteligência Artificial?
Alternativas
Q3083621 Inglês

According to text clues, the compatible answer is:


 Language teaching in a multilingual world


    To discuss the complexity of language teaching, we adopt an ecological perspective. This helps us to appreciate the significant challenges for language teachers and language teacher educators at different contextual levels (macro, meso, and micro) (Chong, Issacs & McKinley, 2022). This perspective enables us to assess a variety of challenges relating to macrocontextual conditions, such as cultural traditions, political ideologies, demographic changes, shifting cultural values, and uncertain socioeconomic conditions. The impact of macro-contextual conditions is usually sifted through the mediation of institutional policies and practices at the meso or micro levels before causing changes in language teachers' practice and/or incurring resistance. The ecological perspective also highlights the roles individual teachers play in developing professional practice in response to the mediation of contextual conditions at different levels (e.g., Tao & Gao, 2017, 2018, 2021). It is also important to note that language teachers’ professional practice evolves over time under changing contextual conditions. 

    Shifting geo-political conditions and the values the public attaches to language learning have been found to profoundly impact language teaching, as they lead to the emergence of new languages, new curricula and the promotion of new pedagogical approaches in educational systems (Gao & Zheng, 2019). For instance, following the government's Belt and Road initiative, universities on the Chinese mainland have launched programs in various languages other than English (LOTE) to provide university graduates with the competences needed to engage with the expanding trade opportunities and frequent sociopolitical exchanges between the People's Republic of China and the countries that speak these LOTEs (e.g., Arabic, Persian).The implementation of these top-down educational initiatives requires language teachers to develop new knowledge and skills, which may enable them to develop new pedagogical practices while engendering a process of ‘deskilling,’ as teachers are told that their well-honed teaching practices are no longer valued. Consequently, the initiatives present new challenges for language teachers, who may not be well-prepared for the task of helping national governments achieve their aspirations. 

    An increasingly deep engagement with multilingualism in second language acquisition research has had a profound impact on language teacher education, as scholars have been critically examining, identifying, and redressing the deeply entrenched influences of monolingualism, especially English monolingualism, in language education (Li Wei, 2018). The vision of sustaining a multilingual, multicultural world means that LOTEs should be promoted in any educational system as “linguistic diversity is both critical in sustaining cultural diversity and instrumental in supporting vibrant exchanges of knowledge and understanding.


(Available in: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0346251X23001495. Adapted.) 

Alternativas
Q3083620 Inglês

Shonto Begay, artist, writer, poet, and filmmaker, was born into the Navajo nation, USA. “In My Mother’s Kitchen”, introduced for reading and exam below, displays some clues of Native American culture that are especifically connected to word choices represented by:


Fragrance of fresh tortillas and corn stew

Fills my mother’s kitchen

Sparsely furnished

Crowded with

warmth

Soot-grayed walls, secretive and blank

She moves gently in and out of light

Like a dream just out of reach

The morning light gives her a

halo 

That plays upon her crown of dark hair

Strong brown hands caress soft mounds of

dough She gazes out into the warming day

Past sagebrush hills, out towards the foot of Black

Mesa How far would she let the goats wander today

Before it rains

Childhood dreams and warmth

Tight in my throat, tears in my eyes

The radio softly tuned to a local AM station

News of ceremonies and chapter meetings

And funerals 

Flows into the peaceful kitchen

Lines upon her face, features carved of hard

times Lines around her eyes, creases of happy

times Bittersweet tears and ringing silvery

laughter

I ache in my heart

My mother’s gentle movements light up dark

corners Her gentle smiles recall childhood dreams still

so alive

My mother moves in and out of

light Like clouds on days of

promising rain 


 (Available in: https://www.coursehero.com. Acess in: August 2024.) 

Alternativas
Q3083619 Inglês
The different natures of contents that make up a teacher’s plan equip practice, and cover distinct categories integrating reality and understanding. Some kinds of contents refer to knowing how to do things, and are straightforward connected to the possibility of building instruments by establishing ways that enable the performance of actions. Far from being mechanical and deprived from meaning, these contents constitute: key components in child development for they relate to a making decision path; command of human culture tools which are necessary to live; answers to immediate needs for the insertion in a universe that is closer; the base for conquering independence. Dispose oneself to questioning is a fundamental behavior in the learning process, the same way cooperation and respect, for example, are, as well as to learn sets of steps and systems related to essential forms of contributing to the group, ask for help, and help out. The characterization offered refers to content which is: 
Alternativas
Q3083618 Inglês

Read the text, and analyse the assertives that are introduced.


    The field of English language instruction for non-native speakers, commonly referred to as Teaching English as a Second Language (ESL), has experienced significant changes in recent times, due to the emergence of technology and the use of novel pedagogical methods. Conventional approaches, characterised by a focus on memorization and repeated grammar drills, are being replaced by dynamic and interactive methodologies that accommodate a wide range of learning preferences. 

    The integration of technology has emerged as a prominent transformation in the field of ESL instruction. Digital platforms, such language learning applications and online courses, provide customised learning experiences that may adjust to the unique pace and skill level of each individual learner. The utilisation of gamification is employed to transform the process of language acquisition into an enjoyable and captivating endeavour. In addition, the utilisation of online forums and virtual classrooms enables individuals to engage in real-time communication with native speakers, therefore providing them with valuable opportunities for meaningful language practise. 

    Content-Based Instruction (CBI) is an increasingly prominent pedagogical technique that has garnered significant attention and recognition. This approach facilitates the integration of English language acquisition with content-based instruction, so students acquire English proficiency by actively interacting with academic topics such as science, history, or literature. The implementation of contextual learning not only enhances the relevance and engagement of the language learning process, but also facilitates the organic acquisition of intricate vocabulary and concepts by students.

    Task-Based Learning (TBL) places emphasis on the utilisation of language as a means to achieve certain objectives. Within Task-Based Language (TBL) classes, the conventional approach of introducing a language element followed by practise and production is substituted with the use of activities that require students to employ English in a genuine manner. This may encompass the resolution of problems, the execution of tasks, or the enactment of role-playing scenarios. These activities possess a high level of motivation and accurately reflect the usage of language in real-world contexts.

    Flipped Classrooms is a pedagogical approach that combines online and in-person learning, wherein students are assigned to review instructional materials, often in the form of video courses, outside of the classroom, and subsequently participate in interactive activities during class time to consolidate their understanding. This technique facilitates increased engagement during classroom sessions and affords educators the chance to deliver focused assistance in areas requiring the greatest attention.

    Cultural Immersion programmes, which involve placing students in English-speaking situations, have been demonstrated to significantly enhance language competence. This approach facilitates learners' exposure to the language within authentic contexts, fostering the acquisition of colloquial idioms and idiomatic use, which are frequently omitted in conventional instructional materials.

    In summary, the contemporary approaches to ESL instruction are distinguished by a transition towards enhanced authenticity, interactivity, and individualization in the learning process. Through the use of technology and the implementation of novel pedagogical approaches, educators have enhanced capabilities to adequately equip students for practical English communication in real-life scenarios, making the learning experience more efficacious and pleasant, and at the same time recognising the cultural context meaning in the process of language acquisition.


(Available in: https://www.skylineuniversity.ac.ae/knowledge-update/from-different-corners/. Adapted.)

I. Students’ learning precedences have substantiated and pinpointed the emergence of novel pedagogic methods.


II. Flipped Classrooms foster student independence and also promote undertaking responsibility for their learning process.


III. Cultural Immersion programmes proffer great scope for native-like acquisition.


There is accuracy in what is stated in 

Alternativas
Q3083617 Inglês

Having as reference what is disposed in the Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional-LDB concerning the teaching and learning of the English language, it is truthfull that: 

Alternativas
Q3083616 Inglês

The sentence in the image bears: 


Imagem associada para resolução da questão


 (Available in: https://tenor.com/pt-BR/search/god-save-the-queen-gifs. Acess in: August 2024.) 

Alternativas
Respostas
12041: D
12042: C
12043: E
12044: C
12045: C
12046: A
12047: A
12048: E
12049: B
12050: E
12051: E
12052: E
12053: A
12054: E
12055: C
12056: C
12057: B
12058: D
12059: C
12060: A