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Questões Discursivas

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Q3129406 Estatística
Fernanda está fazendo uma dieta e, para acompanhar o seu consumo de calorias diárias, elaborou a seguinte tabela para a primeira semana de dieta:

Captura_de tela 2025-01-02 104845.png (767×48)

Após verificar o primeiro resultado, Fernanda decidiu consultar um nutricionista, que lhe prescreveu uma dieta composta por uma quantidade de calorias dada pela seguinte indicação:

Captura_de tela 2025-01-02 104853.png (130×50)

Tendo em vista que Cd é a quantidade de calorias diárias, Captura_de tela 2025-01-02 104925.png (19×25) e Me são, respectivamente, a média e a mediana das calorias anotadas por Fernanda na primeira semana de dieta, pode-se concluir que a quantidade aproximada de calorias que ela deverá consumir por dia é:
Alternativas
Q3129405 Matemática
José e Maria estão brincando de lançar dados, sendo que cada um inventou o seu próprio dado. O dado de José apresenta números de 1 a 8 e o dado de Maria possui números pares de 2 a 12. Depois de muito tempo jogando, os dois decidiram que parariam na rodada em que a soma dos valores obtidos no lançamento dos dois dados resultar em um número inferior a 5. De acordo com a situação hipotética, a probabilidade de que José e Maria parem de jogar em uma única rodada é um valor:
Alternativas
Q3129404 Matemática Financeira
João tem uma dívida bancária no valor de R$ 15.000,00, que vence no prazo de 3 meses. Ao consultar seu gerente, negociou uma antecipação do pagamento da dívida, podendo quitá-la com um desconto comercial composto de 5% ao mês. Caso João quite essa dívida 2 meses antes do seu vencimento, o valor que ele deverá pagar ao banco será reduzido em:
Alternativas
Q3129403 Matemática
Uma escola preparou um simulado para os alunos composto por 20 questões, contando com disciplinas conforme a tabela a seguir:

Captura_de tela 2025-01-02 104704.png (704×72)

Considerando que o desempenho de um aluno no simulado é dado pela média ponderada entre notas de cada disciplina, um aluno que acertar 5 questões de português, 4 de matemática, 3 de ciências da natureza e 3 de ciências humanas terá uma nota compreendida entre:
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Q3129402 Matemática
Túlio estava devendo uma quantia em dinheiro que pegou emprestado seu cunhado, sob taxa de juros simples no valor de 7% ao mês. Quando finalmente quitou a dívida, o valor pago por Túlio ao cunhado foi de R$ 1.248,00. Sabendo-se que Túlio levou 4 meses realizar o pagamento, qual foi o valor que ele pegou emprestado com seu cunhado? 
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Q3129401 Matemática Financeira
Gustavo deseja financiar uma moto cujo preço é R$ 20.000,00. Ao negociar com o vendedor, ele conseguiu as seguintes condições: entrada de 10% do preço da moto e financiamento do valor restante em 10 parcelas com taxa de juros de 5% ao mês no sistema de amortização constante. De acordo com essas informações, a quantia que Gustavo irá pagar na 5ª parcela da moto é um valor:
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Q3129400 Matemática
José foi a uma loja de celulares e consultou o preço de um aparelho do modelo X, que estava tabelado no valor de R$ 1.650,00. Ao negociar com o vendedor, descobriu que se pagasse à vista receberia um desconto 8% sobre o valor do produto. Quando foi olhar seu saldo bancário, José percebeu que faltava R$ 120,00 para obter o valor para pagamento à vista e decidiu solicitar um adiantamento salarial junto ao banco, devendo pagar, no dia em que recebesse seu próximo salário, um acréscimo sobre o valor solicitado de 15%. Com base nessas informações, caso José opte por pegar o empréstimo no banco para comprar o aparelho à vista, pode-se afirmar que ele fez uma escolha: 
Alternativas
Q3129399 Matemática
Juliana é uma excelente aluna e já ganhou 5 medalhas em olimpíadas de matemática, todas com aparências diferentes entre si. Na parede de seu quarto, ela fixou 5 posições para distribuir suas medalhas, conforme exemplo a seguir:

Captura_de tela 2025-01-02 104157.png (371×97)

Para não se cansar de uma única configuração possível para suas medalhas, Juliana decidiu que irá alterar a distribuição dessas medalhas a cada 5 dias, alterando apenas a ordem em que as 5 medalhas aparecem nessa exposição. De acordo com essa situação, qual é o número máximo de dias que Juliana poderá expor suas medalhas sem repetir uma configuração da exposição?
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Q3129398 Estatística
Jéssica é professora de matemática e gosta de investir na bolsa de valores. Para analisar o seu desempenho, ela retirou uma amostra de 6 meses de rendimentos líquidos com os investimentos, obtendo a seguinte tabela:

Captura_de tela 2025-01-02 104150.png (761×48)

De acordo com essa tabela, qual é o valor do desvio médio dos rendimentos líquidos de Jéssica nesse período?
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Q3129397 Matemática
Marcus foi nomeado para ser professor de matemática na rede pública do Paraná. Em comemoração por essa conquista, decidiu que irá iniciar uma coleção de carros, começando com a compra de 5 unidades, todas distintas entre si, que serão escolhidas com as seguintes características:

Cores: branco, preto, prata, azul ou vermelho;
Categorias: sedã ou SUV;
Modelos: 2023, 2024 ou 2025.

De acordo com esses critérios, o total de maneiras distintas que Marcus poderá começar sua coleção de carros é um número:
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Q3129396 Matemática
Um corretor de imóveis possui 5 apartamentos à venda em um novo empreendimento imobiliário e, ao consultar sua esposa, que é professora de matemática, constatou que a probabilidade de vender cada apartamento desse empreendimento imobiliário dentro de 1 mês é de 20%, sendo que as vendas de cada unidade são eventos independentes. Dessa forma, se tal corretor tiver como meta vender pelo menos 2 apartamentos dentro de 1 mês, a probabilidade de que ele consiga cumprir essa meta é um valor:
Alternativas
Q3128894 Português

Texto para responder à questão.


(MEIRELES, Cecília. Motivo. In: Poemas escolhidos. São Paulo: Global Editora, 2002.)

No trecho “Sei que canto. E a canção é tudo.”, a palavra “tudo” exerce, morfossintaticamente, a função de:
Alternativas
Q3128893 Português

Texto para responder à questão.


(MEIRELES, Cecília. Motivo. In: Poemas escolhidos. São Paulo: Global Editora, 2002.)

Em “Atravesso noites e dias no vento”, o termo “no vento” indica:
Alternativas
Q3128892 Português

Texto para responder à questão.


(MEIRELES, Cecília. Motivo. In: Poemas escolhidos. São Paulo: Global Editora, 2002.)

No trecho “Não sou alegre nem sou triste”, as palavras “alegre” e “triste” classificam-se como:
Alternativas
Q3128891 Português

Texto para responder à questão.


(MEIRELES, Cecília. Motivo. In: Poemas escolhidos. São Paulo: Global Editora, 2002.)

O verso “Sei que canto. E a canção é tudo.” revela que o eu lírico:
Alternativas
Q3128890 Português

Texto para responder à questão.


(MEIRELES, Cecília. Motivo. In: Poemas escolhidos. São Paulo: Global Editora, 2002.)

Ao afirmar “não sou alegre nem sou triste: sou poeta”, o eu lírico sugere que: 
Alternativas
Q3128889 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente.” (1º§), o uso da expressão “um homem modesto” para descrever o padeiro provoca o seguinte efeito de sentido:
Alternativas
Q3128888 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho [...] acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.” (1º§), a oração em destaque exerce a função de: 
Alternativas
Q3128887 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
No trecho “Ele abriu um sorriso largo.” (5º§), a palavra “sorriso” possui:
Alternativas
Q3128886 Português
Texto para responder à questão.

O padeiro

    Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
   – Não é ninguém, é o padeiro!
   Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  “Então você não é ninguém?”
  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...
  Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.
  E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989.)
A expressão “Não é ninguém, é o padeiro!” (2º§) reflete um uso popular característico de:
Alternativas
Respostas
10301: C
10302: A
10303: C
10304: C
10305: C
10306: D
10307: D
10308: D
10309: A
10310: A
10311: A
10312: D
10313: B
10314: B
10315: B
10316: D
10317: A
10318: C
10319: B
10320: A