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Q3236050 Arquivologia
João Batista é auxiliar administrativo em um município mineiro e recebeu a incumbência de revisar os documentos armazenados na Câmara Municipal. Durante esse processo, ele identificou diferentes tipos de arquivos, cada um com uma destinação específica. Entre os documentos, encontrou:

1. Correspondências relacionadas a reuniões e deliberações do ano anterior, ainda em uso frequente pelos setores administrativos;
2. Relatórios financeiros de cinco anos atrás, que estão sendo mantidos apenas para atender a possíveis auditorias;
3. Livros de atas das primeiras reuniões da Câmara Municipal, datados de 1901, contendo informações sobre a fundação do município e as primeiras decisões legislativas, com um importante valor histórico.

Com base nesse cenário, João Batista deverá classificar adequadamente os tipos de arquivos encontrados. Qual opção indica corretamente a classificação do livro de atas?
Alternativas
Q3236049 Atendimento ao Público
Determinada servidora da Câmara Municipal de um município mineiro realiza diversas atividades relacionadas à comunicação interna. Em um contexto organizacional, existem três tipos de comunicação: ascendente, descendente e horizontal. Nesse sentido, para bem desenvolver suas atividades, é necessário compreender cada um desses tipos e as formas de comunicação inerentes a eles. Com base nesse cenário hipotético, NÃO corresponde a um exemplo de comunicação descendente:
Alternativas
Q3236048 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Sobre o Processo Legislativo previsto na Lei Orgânica do Município de Patrocínio do Muriaé, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3236047 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Mesa da Câmara Municipal de Patrocínio do Muriaé propôs projeto de lei que trata sobre matéria orçamentária do município. Inconformado com a situação, o prefeito do município recorreu aos meios legais cabíveis, informando que projetos de lei que tratem sobre matéria orçamentária do município são de sua competência privativa, não tendo a Câmara Municipal competência para propor o projeto de lei. O órgão competente para analisar a questão não reconheceu como válidas as alegações do prefeito e determinou a continuidade do projeto de lei proposto pela Câmara Municipal. Tendo como base apenas os fatos hipotéticos narrados e a Lei Orgânica do Município de Patrocínio do Muriaé, pode-se afirmar que a decisão do órgão competente para analisar a questão foi: 
Alternativas
Q3236046 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais

Analise as afirmativas a seguir.

I. Solicitar a intervenção do estado no município.

II. Elaborar o orçamento anual e plurianual de investimentos.

III. Organizar o quadro e estabelecer o regime jurídico único dos servidores públicos.

IV. Registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios.


Sobre as competências privativas do município, previstas na Lei Orgânica do Município de Patrocínio do Muriaé, está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Q3236045 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Lei Orgânica do Município de Patrocínio do Muriaé prevê em artigo próprio quais impostos são de competência do município. Trata-se de um imposto de competência do município:
Alternativas
Q3236044 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Carlos, Manuel, Patrícia e Maria estavam discutindo sobre uma notícia que vinha sendo vinculada em todas as mídias sociais da cidade e região, que informava sobre a deflagração de uma operação policial, que ocorreu naquele dia, visando a apuração de possíveis crimes de responsabilidade previstos em Lei Federal, cometidos pelo prefeito de determinada cidade. Carlos disse: “o prefeito seria julgado pela Câmara dos Vereadores, tendo em vista seu foro privilegiado”. Já Manuel discordou dizendo que: “o prefeito seria julgado pela Justiça Federal, por previsão expressa na Constituição Federal”. Por sua vez, Patrícia afirmou que: “o prefeito seria julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado que ele pertence”. Maria disse que: “o Prefeito seria julgado pelo Tribunal de Contas do Estado, por não se tratar de crime comum”. Com base na Lei Orgânica do Município de Patrocínio do Muriaé e, ainda, considerando a situação hipotética narrada, quem respondeu corretamente sobre a competência para julgar o prefeito que comete crimes de responsabilidade previstos em Lei Federal foi: 
Alternativas
Q3236043 Matemática

Considere que o regimento interno da Câmara Municipal X é composto por n artigos. Gabriela, nova servidora em exercício nessa Câmara, decidiu dominar o conteúdo de todos os artigos do regimento interno em 4 semanas, e planejou estudá-los da seguinte forma:

• Na primeira semana, irá estudar metade dos artigos;

• Na segunda semana, irá estudar 1/3 dos artigos que lhe faltaram estudar após a primeira semana;

• Na terceira semana, irá estudar 1/2 dos artigos que restaram para estudar após a segunda semana; e

• Na quarta semana, irá estudar os últimos 8 artigosrestantes, completando todos os artigos do regimento interno da Câmara.


De acordo com essasinformações, pode-se concluir que o regimento interno da Câmara Municipal X possui:

Alternativas
Q3236042 Matemática

Considere a seguinte proposição lógica:


“Se a Câmara aprovou o projeto e a escola não foi tombada, então os vereadores foram assertivos ou a proposta era falha”.


Tendo em vista que o valor lógico dessa proposição é FALSO, qual das proposições relacionadas a seguir é verdadeira?

Alternativas
Q3236041 Matemática
Considerando que uma quadrada Imagem associada para resolução da questão cujo determinante é igual à raiz positiva da equação: x2 + 5x − 14 = 0, qual é o valorde k?
Alternativas
Q3236040 Matemática
Um terreno pertencente à Câmara Municipaltem formato retangular com asseguintes medidas: 23 metros por 22 metros. Após uma negociação de ampliação, a Câmara conseguiu o aumento de x metros na largura e na profundidade do terreno, conforme a figura a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

Considerando que a área do terreno final é de 1.056 metros quadrados, pode-se concluir que x equivale a:
Alternativas
Q3236039 Matemática
Considere que a probabilidade de um patrocinense ganhar um prêmio na loteria seja de 20%. Assim, se um grupo de 4 patrocinenses jogar na loteria de maneira individual e com resultados estatisticamente independentes, a probabilidade de que pelo menos 2 ganhem um prêmio está compreendida entre: 
Alternativas
Q3236038 Matemática

Considere a seguinte sequência lógica:


 (Z, 108, 144, 192, 256)


Sabendo que Z é um número dessa sequência, qual é o valor de √Z + Z?


Alternativas
Q3236037 Matemática
Humberto comprou uma adega de vinhos com capacidade para 8 unidades. Para utilizar a adega, ele decidiu comprar 8 vinhos, todos distintos entre si e distribuídos da seguinte forma: 3 carbenet sauvignon, 3 merlot e 2 tannat. Ao acessar o site para comprar os vinhos, descobriu que havia 8 opções de carbenetsauvignon, 6 de merlot e 7 de tannat. SeHumberto realizar a compra dos 8 vinhos para sua adega nesse site, a quantidade de maneiras distintas que ele poderá escolher os vinhos é um número compreendido entre:
Alternativas
Q3236036 Matemática

Considere os conjuntos numéricos A e B:


A = {x ∈ N|1 < x < 8} e B = {y ∈ Z|y < 5}. 


A soma dos elementos do conjunto AB é um número:

Alternativas
Q3236035 Matemática

Considere os seguintes argumentos lógicos:


A1. Todos os patrocinenses são mineiros. João não é mineiro. Logo, João não é patrocinense.


A2. Nenhuma pessoa vitoriosa dorme até tarde. Jéssica não dorme até tarde. Logo, Jéssica é uma pessoa vitoriosa.


A respeito desses argumentos lógicos, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3236034 Matemática
No ano de 2024, o número de servidores de determinado setor de uma Câmara Municipal representava 4/5 do número de servidores desse setor no ano de 2025. Para atingir o total de servidores em 2025, foram contratados 15 servidores. Quantos servidores havia no setor no ano de 2024?
Alternativas
Q3236033 Português
Vênus

    Há seis anos, ele estava apaixonado por ela. Perdidamente. O problema – um dos problemas, porque havia outros, bem mais graves –, o problema inicial, pelo menos, é que era cedo demais. Quando se tem vinte ou trinta anos, seis anos de paixão pode ser muito (ou pouco, vai saber) tempo. Mas acontece que ele só tinha doze anos. Ela, um a mais. Estavam ambos naquela faixa intermediária em que ficou cedo demais para algumas coisas, e demasiado tarde para a maioria das outras.
Ela chamava-se Beatriz. Ele chamava-se – não vem ao caso. Mas não era Dante, ainda não. Anos mais tarde, tentaria lembrar-se de como tudo começou. E não conseguia. Não conseguiria, claramente. Voltavam sempre cenas confusas na memória. Misturavam-se, sem cronologia, sem que ele conseguisse determinar o que teria vindo antes ou depois daquele momento em que, tão perdidamente, apaixonou-se por Beatriz.
    Voltavam principalmente duas cenas. A primeira, num aniversário, não saberia dizer de quem. Dessas festas de verão, janelas da casa todas abertas, deixando entrar uma luz bem clara que depois empalideceria aos poucos, tingindo o céu de vermelho, porque entardecia. Ele lembrava de um copo de guaraná, da saia de veludo da mãe – sempre ficava enroscado na mãe, nas festas, espiando de longe os outros, os da idade dele. Lembrava do copo de guaraná, da saia de veludo (seria verde musgo?) e do balão de gás que segurava. Então a mãe perguntou, de repente, qual a menina da festa que ele achava mais bonita. Sem precisar pensar, respondeu:
    – Beatriz.
     A mãe riu, jogou para trás os cabelos – uns cabelos dourados, que nem o guaraná e a luz de verão – e disse assim:
    – Credo, aquele estrelete?
     Anos mais tarde, não encontraria no dicionário o significado da palavra estrelete. Mas naquele momento, ali com o balão em uma das mãos, o guaraná na outra, cotovelos fincados no veludo (seria azul-marinho?) da saia da mãe, pensou primeiro em estrela. Talvez por causa do movimento dos cabelos da mãe, quando tudo brilhou, ele pensou em estrela. Uma pequena estrela. Uma estrela magrinha, meio nervosa. Beatriz tinha um pescoço longo de bailarina que a fazia mais alta que as outras meninas, e um jeito lindo de brilhar quando movia as costas muito retas, olhando adulta em volta.
    Estrelete estrelete estrelete estrelete – repetiu e repetiu até que a palavra perdesse o sentido e, reduzida a faíscas, saísse voando junto com o balão que ele soltou, escondido atrás do taquareiro. Bem na hora que o sol sumia e uma primeira estrela apareceu. Estrela-d’Alva, Vésper, Vênus, diziam. Diziam muitas coisas que ele ainda não entendia.


(Caio Fernando Abreu. Além do ponto e outros contos. Editora Ática. 2019.) 


Adjetivo é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, defeito, estado, condição. Assinale a afirmativa transcrita do texto que NÃO apresenta tal classe gramatical em destaque. 
Alternativas
Q3236032 Português
Vênus

    Há seis anos, ele estava apaixonado por ela. Perdidamente. O problema – um dos problemas, porque havia outros, bem mais graves –, o problema inicial, pelo menos, é que era cedo demais. Quando se tem vinte ou trinta anos, seis anos de paixão pode ser muito (ou pouco, vai saber) tempo. Mas acontece que ele só tinha doze anos. Ela, um a mais. Estavam ambos naquela faixa intermediária em que ficou cedo demais para algumas coisas, e demasiado tarde para a maioria das outras.
Ela chamava-se Beatriz. Ele chamava-se – não vem ao caso. Mas não era Dante, ainda não. Anos mais tarde, tentaria lembrar-se de como tudo começou. E não conseguia. Não conseguiria, claramente. Voltavam sempre cenas confusas na memória. Misturavam-se, sem cronologia, sem que ele conseguisse determinar o que teria vindo antes ou depois daquele momento em que, tão perdidamente, apaixonou-se por Beatriz.
    Voltavam principalmente duas cenas. A primeira, num aniversário, não saberia dizer de quem. Dessas festas de verão, janelas da casa todas abertas, deixando entrar uma luz bem clara que depois empalideceria aos poucos, tingindo o céu de vermelho, porque entardecia. Ele lembrava de um copo de guaraná, da saia de veludo da mãe – sempre ficava enroscado na mãe, nas festas, espiando de longe os outros, os da idade dele. Lembrava do copo de guaraná, da saia de veludo (seria verde musgo?) e do balão de gás que segurava. Então a mãe perguntou, de repente, qual a menina da festa que ele achava mais bonita. Sem precisar pensar, respondeu:
    – Beatriz.
     A mãe riu, jogou para trás os cabelos – uns cabelos dourados, que nem o guaraná e a luz de verão – e disse assim:
    – Credo, aquele estrelete?
     Anos mais tarde, não encontraria no dicionário o significado da palavra estrelete. Mas naquele momento, ali com o balão em uma das mãos, o guaraná na outra, cotovelos fincados no veludo (seria azul-marinho?) da saia da mãe, pensou primeiro em estrela. Talvez por causa do movimento dos cabelos da mãe, quando tudo brilhou, ele pensou em estrela. Uma pequena estrela. Uma estrela magrinha, meio nervosa. Beatriz tinha um pescoço longo de bailarina que a fazia mais alta que as outras meninas, e um jeito lindo de brilhar quando movia as costas muito retas, olhando adulta em volta.
    Estrelete estrelete estrelete estrelete – repetiu e repetiu até que a palavra perdesse o sentido e, reduzida a faíscas, saísse voando junto com o balão que ele soltou, escondido atrás do taquareiro. Bem na hora que o sol sumia e uma primeira estrela apareceu. Estrela-d’Alva, Vésper, Vênus, diziam. Diziam muitas coisas que ele ainda não entendia.


(Caio Fernando Abreu. Além do ponto e outros contos. Editora Ática. 2019.) 


As conjunções podem estabelecer relações semânticas entre orações e sinalizar o sentido de um parágrafo. Considerando a indicação do valor semântico da conjunção em destaque, assinale a associação INDEVIDA.
Alternativas
Q3236031 Português
Vênus

    Há seis anos, ele estava apaixonado por ela. Perdidamente. O problema – um dos problemas, porque havia outros, bem mais graves –, o problema inicial, pelo menos, é que era cedo demais. Quando se tem vinte ou trinta anos, seis anos de paixão pode ser muito (ou pouco, vai saber) tempo. Mas acontece que ele só tinha doze anos. Ela, um a mais. Estavam ambos naquela faixa intermediária em que ficou cedo demais para algumas coisas, e demasiado tarde para a maioria das outras.
Ela chamava-se Beatriz. Ele chamava-se – não vem ao caso. Mas não era Dante, ainda não. Anos mais tarde, tentaria lembrar-se de como tudo começou. E não conseguia. Não conseguiria, claramente. Voltavam sempre cenas confusas na memória. Misturavam-se, sem cronologia, sem que ele conseguisse determinar o que teria vindo antes ou depois daquele momento em que, tão perdidamente, apaixonou-se por Beatriz.
    Voltavam principalmente duas cenas. A primeira, num aniversário, não saberia dizer de quem. Dessas festas de verão, janelas da casa todas abertas, deixando entrar uma luz bem clara que depois empalideceria aos poucos, tingindo o céu de vermelho, porque entardecia. Ele lembrava de um copo de guaraná, da saia de veludo da mãe – sempre ficava enroscado na mãe, nas festas, espiando de longe os outros, os da idade dele. Lembrava do copo de guaraná, da saia de veludo (seria verde musgo?) e do balão de gás que segurava. Então a mãe perguntou, de repente, qual a menina da festa que ele achava mais bonita. Sem precisar pensar, respondeu:
    – Beatriz.
     A mãe riu, jogou para trás os cabelos – uns cabelos dourados, que nem o guaraná e a luz de verão – e disse assim:
    – Credo, aquele estrelete?
     Anos mais tarde, não encontraria no dicionário o significado da palavra estrelete. Mas naquele momento, ali com o balão em uma das mãos, o guaraná na outra, cotovelos fincados no veludo (seria azul-marinho?) da saia da mãe, pensou primeiro em estrela. Talvez por causa do movimento dos cabelos da mãe, quando tudo brilhou, ele pensou em estrela. Uma pequena estrela. Uma estrela magrinha, meio nervosa. Beatriz tinha um pescoço longo de bailarina que a fazia mais alta que as outras meninas, e um jeito lindo de brilhar quando movia as costas muito retas, olhando adulta em volta.
    Estrelete estrelete estrelete estrelete – repetiu e repetiu até que a palavra perdesse o sentido e, reduzida a faíscas, saísse voando junto com o balão que ele soltou, escondido atrás do taquareiro. Bem na hora que o sol sumia e uma primeira estrela apareceu. Estrela-d’Alva, Vésper, Vênus, diziam. Diziam muitas coisas que ele ainda não entendia.


(Caio Fernando Abreu. Além do ponto e outros contos. Editora Ática. 2019.) 


Considerando o significado contextual das palavras, é correto afirmar que o termo “taquareiro”, no 8º§ do texto, apresenta a acepção de:
Alternativas
Respostas
6061: C
6062: B
6063: B
6064: A
6065: C
6066: A
6067: D
6068: D
6069: B
6070: A
6071: C
6072: B
6073: D
6074: C
6075: A
6076: C
6077: B
6078: B
6079: B
6080: D