Questões de Concurso Comentadas para instituto consulplan

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Q2574719 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
A Lei Orgânica Municipal tem o papel de regular temas essenciais ligados à Administração Pública e aos servidores que a integram. Dentre as disposições a seguir, de acordo com a referida legislação, assinale a INCORRETA.
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Q2574718 Direito Administrativo
O atual pátio para depósito de materiais, máquina e veículos da Prefeitura de Iúna não está comportando o volume de bens. A municipalidade tem interesse em locar o terreno de 1.000 m² que confronta com o atual pátio, visto que o imóvel possui características de instalações e de localização indispensáveis para a continuidade do serviço público e eficiência. De acordo com a Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), sobre o processo licitatório, considerando o caso hipotético proposto, assinale a afirmativa correta.
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Q2574717 Direito Administrativo
A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) prevê a possibilidade de acordo de não persecução civil, que tem por finalidade impedir o início ou por fim a uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa, sendo necessário algumas condições; analise-as.

I. O integral ressarcimento do dano.
II. A reversão à pessoa jurídica lesada da vantagem indevida obtida, ainda que oriunda de agentes privados.
III. A proposta de acordo de não persecução civil que deve ocorrer antes de proferida a sentença do juízo de origem.
IV. A proposta acordo de não persecução civil deve partir do Ministério Público e, em caso de ressarcimento integral do dano, é dispensada a oitiva do ente federativo lesado.

Está correto o que se afirma apenas em 
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Q2574716 Direito Constitucional
A Constituição Federal afirma que a ordem social tem como base o primado do trabalho, e como objetivo o bem-estar e a justiça sociais. Assinale a alternativa que NÃO é uma política de ordem social prevista na Constituição. 
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Q2574715 Direito Administrativo
Sobre as autarquias, assinale a afirmativa correta.
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Q2574714 Direito Administrativo
A Constituição da República tece sobre a responsabilidade civil das pessoas de jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos quando causarem danos a terceiros. Sobre o exposto, assinale a afirmativa correta.
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Q2574713 Noções de Informática
No Sistema Operacional Windows 10, a área de trabalho é um espaço central para a interação com o sistema. Sobre os componentes-padrão encontrados na área de trabalho, analise as afirmativas a seguir.

I. A barra de tarefas exibe apenas os ícones dos aplicativos abertos, sem oferecer atalhos para programas.
II. O ícone da Lixeira é um componente fixo na área de trabalho e não pode ser removido com o botão “Delete” e nem com o menu de contexto quando clicado com o botão direito do mouse.
III. A barra de pesquisa na barra de tarefas é uma funcionalidade opcional que pode ser ocultada de acordo com a preferência do usuário.
IV. O menu Iniciar é um elemento da área de trabalho que fornece acesso rápido aos aplicativos instalados e a outros recursos do sistema.

Está correto o que se afirma apenas em
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Q2574712 Noções de Informática
Observe a seguinte tabela criada no Excel 2019:

Imagem associada para resolução da questão


A fórmula que calcula a Média, a Maior e a Menor nota de cada disciplina é:
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Q2574706 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
    
    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Releia: “As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia.” (5º§). Quanto ao uso da crase no trecho em destaque, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2574705 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
    
    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Em “Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual [...]” (3º§) a palavra em destaque é um pronome. Sobre ela, assinale a alternativa correta quanto à classificação pronominal. 
Alternativas
Q2574704 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
    
    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
No trecho “Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, [...]” (2º§) a palavra em destaque, trata-se de um verbo
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Q2574702 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?

Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.

    Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
    Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por homens.

(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
Em “[...] a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de ‘gorda’ e ‘fora de forma’.” (1º§) Assinale a afirmativa que indica a concordância verbal correta dos verbos em destaque.
Alternativas
Q2574701 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?

Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.

    Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
    Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por homens.

(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
Releia o fragmento “Um deles chegou a usar outro termo: ‘Braço de merendeira’, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.” (1º§) O processo de escrita envolve estratégias que visam relacionar informações, atribuindo sentido a elas sem que haja repetição exaustiva de um mesmo termo ou expressão. Este processo denomina-se de coesão. Ela influencia e define diretamente a produção de coerência textual. A partir dessas informações, analise as afirmativas a seguir.

I. A expressão “um deles” e o vocábulo “outro” da expressão “enquanto outro” foram usados anaforicamente. Ambos retomam a informação “usuário”.
II. A expressão “um deles” foi usada anaforicamente, retomando a informação “comentário” e as expressões “outro termo” e “enquanto outro” foram usados cataforicamente, ambos antecipando a informação “termo”.
III. As expressões “um deles” e “outro termo” foram usados, ambos, anaforicamente, retomando a informação “comentário” e a expressão “enquanto outro” foi usada cataforicamente, antecipando a informação “usuário”.
IV. O termo “outro” da expressão “outro termo” foi usado cataforicamente, antecipando a informação “termo”.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q2574700 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?

Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.

    Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
    Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por homens.

(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
No trecho “Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz.” (1º§), os dois pontos são utilizados para introduzir:
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Q2573477 Medicina
É vedado ao médico revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente. Em qual situação a seguir a obrigação de sigilo está INCORRETA?
Alternativas
Q2573472 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 78 anos, com demência de Alzheimer moderada, dependente para atividades básicas de vida diária e câncer de mama avançado, evolui em classe funcional IV, com edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Realizou ecocardiograma, que detectou estenose aórtica importante. 

Qual a melhor opção terapêutica para o caso? 
Alternativas
Q2573471 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 78 anos, com demência de Alzheimer moderada, dependente para atividades básicas de vida diária e câncer de mama avançado, evolui em classe funcional IV, com edema de membros inferiores e dispneia paroxística noturna. Realizou ecocardiograma, que detectou estenose aórtica importante. 

Qual dos critérios ecocardiográficos relacionados corresponde ao diagnóstico em questão? 
Alternativas
Q2573470 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 45 anos, com antecedentes de hipercolesterolemia familiar e miocardiopatia isquêmica, FEVE 33%, em atual classe funcional NYHA II, em tratamento clínico otimizado. 

Caso confirmada a deficiência de ferro, qual a medicação com maior benefício para a reposição de ferro em pacientes com insuficiência cardíaca? 
Alternativas
Q2573469 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Mulher, 45 anos, com antecedentes de hipercolesterolemia familiar e miocardiopatia isquêmica, FEVE 33%, em atual classe funcional NYHA II, em tratamento clínico otimizado. 

Trata-se de indicação de reposição de ferro na paciente em questão:
Alternativas
Q2573468 Medicina

O caso clínico hipotético contextualiza as questão. Leia-o atentamente.


Homem, 57 anos, com miocardiopatia chagásica, FEVE 33%, em uso de CDI por profilaxia secundária, atualmente assintomático, com tratamento clínico otimizado, sob reabilitação cardíaca. Diagnóstico há dois anos; foi internado em classe funcional NYHA IV. 

Confirma o diagnóstico de insuficiência cardíaca, conforme os critérios de Framingham, a presença de:
Alternativas
Respostas
13061: A
13062: B
13063: A
13064: C
13065: B
13066: B
13067: D
13068: D
13069: B
13070: D
13071: C
13072: A
13073: B
13074: B
13075: D
13076: C
13077: D
13078: C
13079: D
13080: C