Questões de Concurso Comentadas para instituto consulplan

Foram encontradas 38.080 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4223849 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com o sentido produzido, no contexto, pelos vocábulos destacados, assinale a sugestão de substituição que não resultaria em comprometimento do sentido original.
Alternativas
Q4223848 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Dentre os termos destacados a seguir, apresentam função sintática equivalente, EXCETO:
Alternativas
Q4223847 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Analise o trecho “Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.” (3º§), e assinale a reescrita que constitui em INCORREÇÃO, seja em função de prejuízo quanto ao sentido, ou quanto à adequação de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4223846 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Considerando que as escolhas linguísticas são intencionais, assinale o trecho em que o termo que indica quem ou o que executa a ação não é apresentado ou referenciado para que determinada intenção linguística seja atendida. 
Alternativas
Q4223845 Português
A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa


      Durante séculos, a velhice foi tratada como uma espécie de exílio silencioso. A sociedade recorria aos idosos quando precisava de memória, mas raramente quando precisava decidir o futuro. O avanço da idade costumava vir acompanhado da redução dos espaços de influência, da perda gradual de autonomia e da sensação de que o mundo seguia adiante sem consultar aqueles que ajudaram a construí-lo. Agora, uma transformação inesperada começa a alterar esse cenário: a inteligência artificial está devolvendo voz, capacidade de ação e protagonismo a milhões de pessoas na terceira idade.

    Não se trata de uma revolução feita por robôs humanoides nem de cenários futuristas inspirados pelo cinema. O que está acontecendo é muito mais simples e, justamente por isso, mais relevante. Durante muito tempo, a revolução digital foi como uma festa realizada atrás de uma porta fechada. Os idosos ouviam a música, percebiam a movimentação, mas raramente recebiam um convite para entrar. A inteligência artificial começa a mudar essa cena ao transformar códigos, comandos e interfaces em linguagem humana.

    A população mundial está envelhecendo em ritmo acelerado. Segundo estimativas das Nações Unidas, o número de pessoas com mais de 65 anos deverá ultrapassar 1,6 bilhão até meados deste século. Paralelamente, a solidão tornou-se um dos grandes desafios sociais contemporâneos. Pesquisas realizadas em diversos países associam o isolamento prolongado ao aumento de casos de depressão, declínio cognitivo, doenças cardiovasculares e redução da qualidade de vida.

      É nesse contexto que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço inesperado.

     Para uma parcela crescente da terceira idade, ela se transformou numa assistente disponível vinte e quatro horas por dia. Ajuda a organizar medicamentos, agenda compromissos, esclarece dúvidas sobre benefícios previdenciários, traduz documentos, explica notícias complexas e orienta o uso de serviços digitais que antes pareciam reservados a especialistas.

   Mas seus efeitos mais profundos não aparecem nas estatísticas.

    Muitos idosos descobriram que podem dialogar com sistemas de inteligência artificial sem receio de julgamento. Diferentemente de ambientes onde perguntas básicas costumam ser recebidas com impaciência ou ironia, a interação ocorre em ritmo próprio. A tecnologia não demonstra pressa nem constrangimento. Para quem passou anos ouvindo que não acompanhava as mudanças do mundo, essa experiência produz um efeito frequentemente subestimado: a recuperação da confiança intelectual.

    Os benefícios alcançam também a área da saúde. Ferramentas baseadas em inteligência artificial auxiliam no monitoramento de doenças crônicas, identificam sinais de risco, analisam grandes volumes de dados clínicos e apoiam decisões médicas. Em regiões onde especialistas são escassos, essas soluções ampliam o acesso a cuidados que antes exigiam longos deslocamentos ou meses de espera.

     A educação constitui outra fronteira em rápida transformação. Nunca foi tão simples estudar um novo idioma, aprofundar conhecimentos em História, Filosofia, Literatura ou explorar temas que permaneceram adormecidos durante décadas de trabalho e responsabilidades familiares. O conhecimento deixou de depender exclusivamente de instituições formais e passou a responder diretamente à curiosidade individual.

    Os efeitos começam a aparecer também no campo da cidadania. Tarefas que antes exigiam auxílio constante de parentes ou conhecidos – preencher formulários, compreender documentos públicos, acessar serviços governamentais ou comparar informações contraditórias – tornam-se mais acessíveis. A consequência não é apenas praticidade. É independência. E independência continua sendo uma das expressões mais concretas da dignidade humana em qualquer idade.

    Isso não significa ignorar riscos. Questões relacionadas à privacidade, fraudes digitais e uso indevido de dados exigem vigilância permanente. Também existe o desafio de evitar que interações artificiais substituam vínculos humanos reais. Nenhuma tecnologia merece adesão automática apenas por ser nova.

     Ainda assim, algo historicamente significativo está acontecendo.

    Talvez estejamos diante de uma das inversões mais surpreendentes produzidas pela revolução digital. A tecnologia que muitos acreditavam destinada exclusivamente aos jovens está se revelando uma poderosa aliada de quem acumulou décadas de experiência humana. Num planeta que frequentemente mede valor pela velocidade, pela produtividade e pela capacidade de adaptação permanente, a inteligência artificial oferece aos idosos algo mais importante do que conveniência tecnológica: devolve presença. Presença na circulação do conhecimento, nas decisões cotidianas, no acesso a oportunidades e na compreensão das transformações que moldam o século XXI. Não se trata apenas de inovação. Trata-se de garantir que milhões de pessoas continuem ocupando o lugar que lhes pertence na vida pública, cultural e intelectual das sociedades.

   Em uma época saturada pela novidade, talvez a maior contribuição da inteligência artificial seja lembrar que experiência continua sendo uma das formas mais valiosas de inteligência já produzidas pela humanidade.


(Disponível em: https://revistaforum.com.br/opiniao. Acesso em: junho de 2026.)
Em “A terceira idade encontrou um novo companheiro de conversa” (título), é possível observar que: 
Alternativas
Q4213465 Engenharia de Software
Durante a fase de homologação de um assistente baseado em IA generativa contratado por determinada prefeitura municipal, a ferramenta foi integrada ao portal interno para auxiliar servidores na consulta a normas, procedimentos administrativos e abertura de chamados. Em uma simulação de uso, o assistente informou a um servidor que certo requerimento poderia ser deferido com base em uma portaria revogada e apresentou como vigente um procedimento que não constava na base normativa atualizada. O contrato previa apoio à consulta e organização de informações, mas não autorizava decisão administrativa automatizada nem dispensa de validação humana. Após o registro da ocorrência, a equipe responsável precisou avaliar o episódio sob três perspectivas: gestão do projeto; fiscalização da contratação de TI; e riscos próprios de modelos de linguagem de grande porte. Considerando fundamentos de gerenciamento de projetos, contratação pública de TI e riscos de IA generativa, assinale a providência tecnicamente correta.
Alternativas
Q4213464 Direito Digital
No desenvolvimento de um serviço digital para atendimento ao cidadão, determinada prefeitura municipal tratará dados pessoais de usuários autenticados, armazenará documentos enviados eletronicamente e permitirá a assinatura digital de requerimentos administrativos. Além de empregar criptografia, certificados digitais e registros de auditoria, a equipe técnica avaliou a possibilidade de conferir documentos assinados por meio de serviço público de validação de assinaturas eletrônicas, como o validador de assinaturas do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, para verificar aspectos técnicos da assinatura e do documento. A assessoria jurídica, contudo, alertou que esses recursos não bastam para demonstrar conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Nesse sentido, assinale a alternativa cujo parágrafo complementa corretamente o enunciado, estabelecendo relação adequada entre LGPD, agentes de tratamento, bases legais, princípios, segurança, criptografia, certificados digitais e validação técnica de assinaturas.
Alternativas
Q4213463 Segurança da Informação
Durante a revisão de segurança do sistema web de protocolo eletrônico da prefeitura municipal, a equipe de infraestrutura constatou que a aplicação é acessada pela internet, embora o servidor de aplicação permaneça em uma rede interna com endereçamento privado. A publicação do serviço ocorre na borda da rede, onde são aplicadas as regras de filtragem para controlar o tráfego autorizado. Como o sistema passou a receber maior volume de acessos externos, a equipe avaliou a inclusão de uma camada específica para examinar requisições HTTP/HTTPS e reduzir a exposição a ataques direcionados à aplicação web. O relatório técnico também recomendou a centralização dos registros de autenticação, bloqueios, alterações de privilégio e acessos administrativos, de modo a apoiar auditorias e investigações de incidentes. Os riscos identificados na revisão deverão ser registrados, classificados, tratados e acompanhados dentro do processo institucional de governança, riscos e conformidade. Considerando o cenário hipotético descrito, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4213462 Sistemas Operacionais
Um analista de infraestrutura e suporte recebeu a tarefa de revisar procedimentos de administração de usuários e permissões em servidores Windows Server integrados ao Microsoft Active Directory e em servidores Linux utilizados por sistemas internos da prefeitura municipal. Considerando que, para padronizar os acessos, a equipe definiu que os usuários administrativos seriam associados a grupos institucionais, como Infraestrutura_TI no domínio e adm_ti nos servidores Linux, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O comando New-LocalUser -Name "ana.silva" cria uma conta de usuário no domínio do Microsoft Active Directory, permitindo sua posterior inclusão em grupos de domínio por meio de Add-ADGroupMember.
( ) O comando Set-ADAccountPassword -Identity "ana.silva" -Reset -NewPassword $senha pode ser utilizado para redefinir a senha de uma conta existente no Active Directory, desde que o valor informado em $senha seja compatível com o parâmetro esperado.
( ) O comando usermod -G adm_ti ana acrescenta o usuário ana ao grupo suplementar adm_ti, preservando automaticamente os demais grupos suplementares aos quais o usuário já pertencia.
( ) O comando usermod -aG adm_ti ana acrescenta o usuário ana ao grupo suplementar adm_ti, desde que o grupo exista, preservando a lista atual de grupos suplementares do usuário.
( ) O comando chmod -R ana:adm_ti /srv/app altera, de forma recursiva, o proprietário para ana e o grupo para adm_ti nos arquivos e diretórios localizados em /srv/app.
A sequência está correta em
Alternativas
Q4213461 Sistemas Operacionais
Durante uma perícia técnica interna sobre o ambiente computacional de determinada prefeitura municipal, o demandante relatou ao analista responsável:
“– Temos estações de trabalho Windows, servidores Windows Server e alguns servidores Linux utilizados por sistemas internos. O problema é que há contas locais espalhadas em vários equipamentos, grupos criados sem padrão e dificuldade para saber quem realmente possui acesso a cada recurso. O perito questionou: – A prefeitura pretende centralizar a administração das contas e permissões? O demandante respondeu: – Sim. Precisamos administrar usuários e grupos no Microsoft Active Directory e vincular determinados servidores e permissões a grupos institucionais, em vez de depender de cadastros isolados em cada equipamento. O perito prosseguiu: – E quanto aos servidores Linux? O demandante esclareceu: – Neles, a equipe técnica precisa executar tarefas administrativas, mas queremos que a concessão de privilégios seja feita por grupo e com uso controlado de elevação de privilégio, evitando o uso cotidiano da conta root”.
Considerando o diálogo e os comandos usuais de administração em ambientes Windows Server com Microsoft Active Directory e Linux Server, assinale uma sequência compatível com as necessidades relatadas.
Alternativas
Q4213460 Sistemas Operacionais
Considere que determinada prefeitura municipal mantém um portal de serviços digitais utilizado para emissão de certidões, abertura de solicitações administrativas e acompanhamento de processos internos. O serviço é executado em máquinas virtuais hospedadas em dois servidores físicos no datacenter institucional. Após uma falha de hardware em um dos servidores, parte das máquinas virtuais ficou indisponível até que a equipe técnica realizasse intervenção manual para restaurar os serviços em outro host. Em reunião técnica, foi proposta a reformulação da arquitetura para reduzir o tempo de indisponibilidade, aumentar a tolerância a falhas e permitir a continuidade dos serviços essenciais mesmo diante de falhas em componentes físicos. A solução deverá considerar virtualização, clusterização, redundância e plano de recuperação. Considerando o cenário hipotético apresentado, assinale a medida tecnicamente correta para elevar a disponibilidade do serviço.
Alternativas
Q4213459 Redes de Computadores
Considere que determinada prefeitura municipal mantém um portal de serviços digitais acessado por cidadãos e servidores internos. Após a implantação de novos módulos no sistema, a equipe de tecnologia da informação identificou aumento intermitente no tempo de resposta, erros HTTP em determinados horários e dificuldade para determinar se a origem das falhas estava na resolução de nomes, no encaminhamento das requisições, no servidor de aplicação ou em componentes internos, como banco de dados e serviço de autenticação. Para aprimorar a operação do ambiente, foram definidos os seguintes requisitos técnicos: resolver o nome lógico do portal para o endereço de rede correspondente; receber requisições HTTP/HTTPS em uma camada intermediária antes do encaminhamento aos servidores internos; monitorar o desempenho da aplicação por indicadores como tempo de resposta, erros e disponibilidade; e centralizar registros e eventos técnicos para apoiar a análise temporal de ocorrências oriundas de diferentes componentes. Com base nos requisitos descritos, assinale a alternativa que associa corretamente os componentes técnicos às suas respectivas funções.
Alternativas
Q4213458 Redes de Computadores
A equipe de tecnologia da informação de determinada prefeitura municipal está definindo um modelo tecnológico de armazenamento para atender a diferentes necessidades institucionais. O ambiente deverá contemplar: volumes em bloco para servidores que executam bancos de dados transacionais; compartilhamento de arquivos em rede para setores administrativos; arranjos de discos que possam empregar espelhamento, distribuição de dados ou paridade; armazenamento de objetos acessível por interface compatível com S3, organizado em buckets; e estratégia de recuperação de desastres baseada em backup, replicação, testes de restauração e metas de continuidade. “Nesse contexto, soluções do tipo _____ são associadas ao fornecimento de armazenamento em bloco para servidores, frequentemente por meio de unidades lógicas apresentadas como _____. Soluções do tipo _____ disponibilizam compartilhamento de arquivos em rede, por protocolos como SMB ou NFS. Arranjos _____ combinam discos conforme níveis definidos para desempenho, tolerância a falhas ou ambos. Em planos de recuperação de desastres, o parâmetro _____ indica a perda máxima aceitável de dados medida em tempo.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente o texto.
Alternativas
Q4213457 Programação
A adoção do YAML 1.2.2 (Configuração Padrão) pelo setor de DevOps da Prefeitura Municipal de Vitória representa um avanço na padronização, automação e modernização da infraestrutura tecnológica municipal. Amplamente utilizado em ambientes de integração contínua, entrega contínua (CI/CD), conteinerização e orquestração de serviços, o YAML permite descrever configurações de sistemas de forma estruturada, legível e de fácil manutenção, melhorando a governança dos recursos de TI e alinhando as práticas da Administração Pública aos modelos modernos de gestão tecnológica. Sobre um node YAML, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4213456 Noções de Informática
Durante uma auditoria em ambiente Windows, o analista de infraestrutura e suporte revisa um script de inventário e diagnóstico utilizado pela equipe de administração para coleta de informações do sistema. Em determinado trecho, o script executa o seguinte comando:
Get-ChildItem -Path C:\Windows –Force
Considerando que o comando está corretamente escrito e será executado no PowerShell, pode-se afirmar que ele:
Alternativas
Q4213455 Segurança da Informação
Considere que a Prefeitura Municipal Vitória sofreu um ataque de ransomware que resultou na indisponibilidade de sistemas críticos e na criptografia de arquivos em diversos computadores e servidores. Relatórios preliminares da equipe de segurança da informação indicam que, antes da criptografia, houve acesso não autorizado ao ambiente, com indícios de movimentação lateral e possível exfiltração de dados sensíveis. Após o incidente, uma mensagem foi exibida nos sistemas comprometidos, exigindo pagamento para a recuperação dos dados. Considerando que a situação já ocorreu e, ainda, que é necessário restabelecer o ambiente, são consideradas técnicas eficazes de serem adotadas pelo corpo técnico, EXCETO: 
Alternativas
Q4213454 Sistemas de Informação
Na Prefeitura Municipal de Vitória, a equipe de infraestrutura instalou e configurou a aplicação VitoriaISS em um container Docker. Após um mês de operação estável, o setor de ouvidoria do departamento fiscal reportou que a página parou de responder. Ao analisar o problema, a equipe técnica verificou que, embora o container permanecesse em execução, o back-end retornava erro 500 e o serviço estava inoperante. Durante a investigação via Docker CLI, os analistas identificaram mensagens indicando que a conexão com o banco de dados foi recusada e que houve uma falha fatal ao conectar-se ao PostgreSQL. Considerando que essas informações foram extraídas diretamente das saídas padrão STDOUT e STDERR do processo, o comando do Docker CLI utilizado para obter esse retorno foi: 
Alternativas
Q4213453 Redes de Computadores
O endereçamento IP é considerado um dos pilares do funcionamento de redes de computadores, sendo responsável pela identificação lógica de dispositivos conectados e pelo encaminhamento de pacotes entre diferentesredes. No protocolo IP, cada equipamento de rede recebe um endereço único dentro de um determinado segmento lógico, permitindo comunicação local ou remota, sendo amplamente empregado em ambientes corporativos. Sobre o endereçamento IP, analise as afirmativas a seguir.
I. No IPv4, os endereços utilizam notação decimal pontuada, com quatro bytes escritos em decimal e separados por pontos.
II. Uma sub-rede de classe B (/16) suporta até 65.643 hospedeiros utilizáveis dentro do endereçamento IPv4.
III. No IPv6, não é permitido omitir zeros à esquerda em cada bloco hexadecimal e é permitido utilizar o :: mais de uma vez no mesmo endereço.
Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q4213452 Segurança da Informação
A criptografia é um dos pilares fundamentais da segurança da informação, sendo responsável por garantir a confidencialidade, a integridade e a autenticidade dos dados em sistemas computacionais e redes. No contexto das comunicações digitais, são utilizadas técnicas matemáticas para transformar informações legíveis em formatos indecifráveis para terceiros não autorizados, permitindo que apenas entidades legítimas tenham acesso ao conteúdo original. Os mecanismos criptográficos modernos baseiam-se, principalmente, em dois modelos: a criptografia simétrica, que utiliza uma única chave compartilhada para cifrar e decifrar dados; e a criptografia assimétrica, que emprega pares de chaves pública e privada para viabilizar autenticação e troca segura de informações. Sobre esses modelos, analise as afirmativas a seguir.
I. O RSA faz uso extensivo das operações aritméticas usando a aritmética de módulo-n. II. A cifra monoalfabética realiza uma substituição fixa e biunívoca entre os símbolos do texto claro e cifrado. III. Na cifra de bloco, a criptografia de um bloco de k bits é realizada por meio de uma função bijetiva parametrizada por chave, que mapeia unicamente cada bloco de texto claro em um bloco de texto cifrado de mesmo tamanho.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4213451 Noções de Informática
A Prefeitura Municipal de Vitória adquiriu servidores consolidados no mercado para sustentar sua expansão tecnológica, mas logo surgiu a necessidade de garantir que os dados armazenados fossem rápidos de acessar e, ao mesmo tempo, protegidos contra falhas. Nesse cenário, entra o conceito de RAID como uma estratégia de organização de múltiplos discos, que busca equilibrar o desempenho, a segurança e a eficiência no uso do armazenamento. A escolha dessa configuração exige análise cuidadosa das demandas do sistema, considerando os trade-offs entre velocidade, tolerância a falhas e custo, para definir a melhor opção para o cenário. Sobre a tecnologia RAID, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
541: A
542: D
543: B
544: A
545: C
546: D
547: D
548: D
549: D
550: D
551: D
552: D
553: A
554: D
555: A
556: D
557: A
558: A
559: A
560: D