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Q4303066 Matemática
Durante uma aula de reforço, o professor Marcelo pediu que seu aluno Lucas praticasse operações sucessivas usando um número inicial igual a 15. As instruções foram: primeiro, subtrair 5 do valor inicial; depois, multiplicar o resultado por 4; em seguida, somar 10 ao novo valor; e, por fim, dividir o resultado final por 5. Assinale a alternativa que indica o valor obtido ao final das operações.
Alternativas
Q4303064 Matemática
Durante um exercício de lógica simbólica, а professora Debora apresentou três símbolos que representavam valores numéricos distintos. Ela informou que o símbolo ♦ tinha valor igual a 8 e que o símbolo ♣ correspondia a 13. Em seguida, mostrou que o valor do símbolo ✦ era determinado pela expressão:

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Com  base nessa relação e nos valores atribuídos, determine o valor de . Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4303063 Redação Oficial
Em relação ao e-mail como recurso de comunicação oficial, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4303062 Redação Oficial
Assinale a alternativa cuja palavra destacada apresenta concordância de acordo as normas da redação oficial.
Alternativas
Q4303061 Português
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BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DW9H7IzlssC/>.

A expressão “Faz anos", empregada na fala do personagem da tirinha acima, pode ser reescrita corretamente através das seguintes formas:
Alternativas
Q4303060 Português
"A diferença entre ficção e realidade? A ficção tem que ter senso." (Tom Clancy)

Em relação à palavra destacada no pensamento acima, trata-se de uma:
Alternativas
Q4303059 Português
Estabeleça a relação entre as colunas abaixo, identificando a função exercida por cada elemento destacado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(1) função substantiva
(2) função adjetiva
(3) função adverbial

( ) Aflitos, os alunos chamaram o diretor.
( ) As pessoas entraram rápido no recinto.
( ) O time foi incentivado pela torcida.
( ) Os raios de sol atravessavam a janela.
Alternativas
Q4303058 Português
"Acredito que, toda vez que saímos de um livro, saímos diferentes, mesmo que não o notemos." (Caio Riter)

O elemento destacado no pensamento acima retoma o conteúdo de(a):
Alternativas
Q4303057 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4303056 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na época do episódio com o banco, que (...) dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha”

A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação:
Alternativas
Q4303055 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia"

A palavra destacada no trecho acima indica uma situação que caracteriza algo como:
Alternativas
Q4303054 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão 'de próprio punho'."

Na passagem acima, correspondente ao início do texto "De próprio punho", ocorre:
Alternativas
Q4293674 Psicologia
Segundo a perspectiva da Gestalt-terapia, um terapeuta iniciante afirmou que acolher o cliente significa apenas ouvir atentamente, sem que sua própria experiência seja mobilizada durante a sessão. A supervisora esclareceu que o cuidado gestáltico pressupõe uma forma específica de presença na relação terapêutica.

À luz dos princípios da Gestalt-terapia, a orientação da supervisora está corretamente representada pela seguinte afirmação:
Alternativas
Q4293673 Psicologia
Ao longo do desenvolvimento de algumas abordagens psicoterapêuticas, surgiu a compreensão de que experiências emocionais intensas e conflitos psíquicos não elaborados podem produzir alterações persistentes no funcionamento corporal. Segundo essa perspectiva, os mecanismos defensivos não se expressam apenas no plano psicológico, mas também por meio de padrões crônicos de contração muscular, denominados "couraças musculares", que restringem a expressão afetiva e interferem no livre fluxo da energia do organismo. As intervenções terapêuticas propostas por esse modelo incluem técnicas corporais destinadas a flexibilizar tais bloqueios.

A concepção teórica descrita foi desenvolvida por:
Alternativas
Q4293672 Psicologia
Em um seminário sobre fatores comuns às diferentes modalidades de psicoterapia, um grupo de pesquisadores discutiu o papel da aliança terapêutica no processo de mudança psicológica. Durante o debate, foram apresentadas as seguintes afirmações:

I. A aliança terapêutica constitui um elemento compartilhado por diferentes abordagens psicoterapêuticas, sendo reconhecida como um dos fatores que favorecem o desenvolvimento do processo terapêutico.
II. A qualidade da aliança terapêutica pode repercutir no vínculo estabelecido entre terapeuta e cliente, no engajamento, na adesão ao tratamento, na permanência em tratamento e nos resultados alcançados.
III. O conceito de aliança terapêutica é exclusivo das abordagens psicanalíticas, não sendo empregado para compreender o processo terapêutico em outras orientações teóricas.

Após analisar as afirmações, conclui-se que:
Alternativas
Q4293671 Psicologia
Durante o acompanhamento de uma cliente, uma gestalt-terapeuta procura estabelecer uma relação pautada na presença, no diálogo e no respeito à forma singular como a cliente percebe a si mesma, os outros e o ambiente. Ao longo das sessões, busca favorecer a ampliação da awareness, estimular a autonomia e apoiar a construção de novas possibilidades de contato, sem impor interpretações ou modelos pré-definidos de funcionamento.

Considerando os fundamentos da Gestalt-terapia, qual das condutas abaixo NÃO é compatível com a prática descrita?
Alternativas
Q4293670 Psicologia
A consolidação da atenção psicossocial no Brasil deslocou o cuidado em saúde mental para uma perspectiva baseada na garantia de direitos, na inserção social e na atuação integrada dos serviços, em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica e com os referenciais éticos da Psicologia.

À luz desse modelo de atenção, analise as proposições a seguir.

1. A prática da(o) psicóloga(o) deve estimular o protagonismo dos usuários, respeitando sua singularidade e fortalecendo sua participação nos diferentes espaços da vida social.
2. A organização do cuidado em saúde mental pressupõe a articulação entre os diversos pontos da rede de atenção e outras políticas públicas, valorizando o trabalho intersetorial e os mecanismos de participação da comunidade.
3. A assistência em saúde mental deve estruturar-se prioritariamente em modelos institucionais de longa permanência e na padronização das intervenções, de modo a ampliar o controle sobre o cotidiano dos usuários.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4293669 Psicologia
Em um seminário sobre práticas em saúde mental, cinco psicólogos apresentaram suas concepções acerca da atuação nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Considerando os princípios da atenção psicossocial e da Reforma Psiquiátrica brasileira, qual posicionamento está de acordo com as diretrizes que orientam esse modelo de cuidado?
Alternativas
Q4293668 Psicologia
Durante o acompanhamento de uma paciente, o terapeuta observa que ela interpreta repetidamente situações cotidianas de forma negativa, concluindo, por exemplo, que um simples atraso na resposta de um colega significa rejeição ou desinteresse. Em vez de confirmar ou refutar diretamente essa interpretação, o profissional propõe perguntas que levem a paciente a examinar as evidências disponíveis, considerar explicações alternativas e avaliar se sua conclusão corresponde aos fatos.

A intervenção descrita é compatível com qual procedimento característico da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)?
Alternativas
Q4293667 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990 estabelece princípios e diretrizes que orientam a organização e o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com a literalidade do art. 7º da referida lei, assinale a alternativa que apresenta apenas princípios expressamente previstos. 
Alternativas
Respostas
1881: A
1882: D
1883: C
1884: D
1885: E
1886: A
1887: C
1888: A
1889: B
1890: D
1891: E
1892: B
1893: A
1894: E
1895: A
1896: C
1897: A
1898: B
1899: C
1900: B