Questões de Concurso Para ps concursos

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Q1870928 Pedagogia

Na BNCC, o Ensino Fundamental está organizado em áreas do conhecimento, que favorecem a comunicação entre os conhecimentos e saberes dos diferentes componentes curriculares.

Marque a alternativa CORRETA em relação as áreas do conhecimento:

Alternativas
Q1870927 Português

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante


Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte

Em teu seio, ó liberdade

Desafia o nosso peito a própria morte!


Ó Pátria amada

Idolatrada

Salve! Salve!


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce

Se em teu formoso céu, risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece


Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávido colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza


Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada

Brasil!

Supondo que o hino estivesse se referindo aos estados em vez de dirigir-se ao país como um todo, ou seja, usando um tratamento no plural, quantas alterações seriam feitas no trecho abaixo a título de concordância verbal e nominal?


Gigante pela própria natureza           

 És belo, és forte, impávido colosso    

 E o teu futuro espelha essa grandeza


Alternativas: 

Alternativas
Q1870926 Português

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante


Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte

Em teu seio, ó liberdade

Desafia o nosso peito a própria morte!


Ó Pátria amada

Idolatrada

Salve! Salve!


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce

Se em teu formoso céu, risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece


Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávido colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza


Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada

Brasil!

A palavra “heroico” que aparece na letra do hino sofreu uma alteração ortográfica motivada pela última reforma ortográfica da língua portuguesa, perdendo seu acento.

Assinale a alternativa que apresente palavra que NÃO sofreu modificação motivada pela reforma:

Alternativas
Q1870925 Português

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante


Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte

Em teu seio, ó liberdade

Desafia o nosso peito a própria morte!


Ó Pátria amada

Idolatrada

Salve! Salve!


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce

Se em teu formoso céu, risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece


Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávido colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza


Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada

Brasil!

O hino é construído em sua maioria em ordem inversa, ou seja, as orações são organizadas em uma ordem diferente da habitual para a língua portuguesa. Isso pode ocasionar dificuldades de interpretação em algumas ocasiões.

Levando isso em consideração, o que “desce” no trecho abaixo?

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce


Alternativas:

Alternativas
Q1870924 Português

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante


Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte

Em teu seio, ó liberdade

Desafia o nosso peito a própria morte!


Ó Pátria amada

Idolatrada

Salve! Salve!


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce

Se em teu formoso céu, risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece


Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávido colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza


Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada

Brasil!

O hino nacional brasileiro em sua primeira estrofe descreve a cena em que se deu a independência do Brasil de Portugal, fato que ficou conhecido como o “grito do Ipiranga”. Nesta estrofe, qual é o sujeito da forma verbal “ouviram”?


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

Alternativas
Q1870923 Português

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante

E o sol da liberdade, em raios fúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante


Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte

Em teu seio, ó liberdade

Desafia o nosso peito a própria morte!


Ó Pátria amada

Idolatrada

Salve! Salve!


Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança à terra desce

Se em teu formoso céu, risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece


Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávido colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza


Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada

Brasil!

A respeito da linguagem e do conteúdo do hino nacional brasileiro, é possível afirmar que:
Alternativas
Q2424073 Nutrição

A terminologia “interação fármaco-nutriente” diz respeito à ação produzida após o consumo conjugado de um alimento e de um ou mais remédios, o que pode causar alterações nos efeitos farmacológicos esperados ou até mesmo biotransformação dos elementos químicos envolvidos. Estes efeitos das drogas–nutrientes sobre os alimentos podem ocorrer durante várias etapas do processo digestivo, sendo estas, EXCETO:

Alternativas
Q2424071 Nutrição

Geralmente ao estudar sobre a anatomia humana na escola, os educadores concentram-se em ensinar aos alunos sobre a ANATOMIA SISTÊMICA. E os sistemas que são estudados pelos alunos geralmente são:


I. O sistema tegumentar, o sistema esquelético, sistema digestivo.

II. O sistema muscular, o sistema nervoso, o sistema hipotálamo.

III. O sistema respiratório, o sistema cardiovascular, sistema de tireoide.

IV. O sistema urinário, o sistema endócrino, sistema reprodutor.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2424070 Nutrição

A obesidade é um mal cada vez mais constante, que tem preocupado muito as autoridades da saúde. Ela desencadeia uma série de enfermidades consideradas crônicas e que causam prejuízo à qualidade de vida, como diabetes mellitus, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. Além dessas patologias crônicas, ela pode provocar problemas como, EXCETO:

Alternativas
Q2424069 Nutrição

A Antropologia da Alimentação é uma área de pesquisa da antropologia. Não obstante ser parte fundamental da manutenção da vida, a alimentação só passou a ser tema da pesquisa das ciências sociais a partir do século passado (séc. XX). Entre os autores clássicos da antropologia, destaca-se Claude Lévi-Strauss que, em "O Cru e o Cozido", fundamentou as pesquisas sobre o simbolismo do processo de cozimento como manifestação arquetípica da passagem da natureza para a cultura.


A antropologia da alimentação inclui os seguintes temas principais:


I. Simbolismo da alimentação

II. Alimentação e processos de interação social

III. Alimentação e Saúde mental

IV. Alimentação e Saúde física


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2424063 História e Geografia de Estados e Municípios

Conforme descrito no site oficial do município, São João do Sul, antigo Passo do Sertão, foi elevado para a categoria de município, com esta denominação, em 20/12/1961, desmembrando-se de Sombrio, conforme fazia parte desde 1953. Qual foi a lei estadual utilizada para emancipação de São João do Sul?

Alternativas
Q2424058 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Pai não entende nada


A filha de 14 anos chega para o pai e diz:

- Pai, preciso comprar um biquíni novo.

- Mas filha, você comprou um biquíni no ano passado.

- Ah pai, quero um biquíni novo.

- Filha, teu biquíni é novo. E você nem cresceu tanto assim.

- Mas eu quero, pai.

- Tá bom, filha. Pegue esse dinheiro e compre um biquíni maior.

- Maior não, pai. Menor.

Pai não entende nada mesmo!


Luís Fernando Veríssimo

Assinale a alternativa em que a mudança da ordem das palavras do excerto abaixo provoque mudança de sentido, mas não comprometa a correção gramatical:


Pai não entende nada mesmo!


Alternativas:

Alternativas
Q2423904 Geografia

O raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade. Sendo assim, relacione as colunas abaixo:

-

Coluna 1

1. Analogia

2. Conexão

3. Ordem

-

Coluna 2

( ) É o princípio geográfico de maior complexidade. Referese ao modo de estruturação do espaço de acordo com as regras da própria sociedade que o produziu.

( ) Um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.

( ) Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.

-

Assinale a sequência CORRETA:

Alternativas
Q2423902 Pedagogia

Tendo em vista a articulação dos Temas Transversais com a Matemática, algumas considerações devem ser ponderadas. Os conteúdos matemáticos estabelecidos no bloco Tratamento da Informação fornecem instrumentos necessários para obter e organizar as informações, interpretá-las, fazer cálculos e desse modo produzir argumentos para fundamentar conclusões sobre elas. Por outro lado, as questões e situações práticas vinculadas aos temas fornecem os contextos que possibilitam explorar de modo significativo conceitos e procedimentos matemáticos.


De acordo com os PCNs de Matemática – Terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundametal, os temas transversais são:

Alternativas
Q2423797 Nutrição

A nutrição enteral é um tipo de alimentação que permite administrar todos os nutrientes, ou parte deles, através do sistema gastrointestinal, quando a pessoa não pode consumir uma dieta normal, seja porque é necessário ingerir mais calorias, seja porque há perda de nutrientes, ou porque é necessário deixar o sistema digestivo de repouso.


Existem várias formas de administrar a nutrição enteral através da sonda, que incluem, EXCETO:

Alternativas
Q2423783 Português

Analise a tirinha abaixo para responder a próxima questão:

Ao comparar seu amor no segundo parágrafo o ratinho está fazendo uso de uma:

Alternativas
Q2423779 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões

Como despertar o gosto pela leitura –

dicas para professores

Quando o assunto é o gosto pela leitura, eu sempre pensei – apesar de nunca ter comprovado através de bibliografia específica – que dois tipos de atitudes do professor são necessários: um passivo, outro ativo.

Atitudes passivas

Julgo como atitudes passivas todas aquelas que tenham como objetivo criar um ambiente no qual o aluno sinta-se envolvido pelo mundo dos livros e da literatura sem, contudo, ver isso como uma imposição. A seguir, explico algumas delas.

Na sala de aula, reservar um lugar (ou vários) para colocar livros

O professor como exemplo de leitor

Durante meus anos de escola (e até de universidade), vi vários professores falando sobre os benefícios da leitura, afirmando que devemos ler livros clássicos e ressaltando suas qualidades.

Muitos deles, no entanto, nunca foram vistos com um livro embaixo do braço.

Essa atitude de mostrar que “eu sou o professor e leio, olhem aqui meu livro” me parece ser uma das mais importantes para estimular os alunos a ler, pelo simples fato de que isso desperta curiosidade. Muitas pessoas leem, e começam a ler depois de ficarem curiosos sobre aquele best seller que viram na revista. Tudo bem, estimular a leitura de best sellers não é exatamente nosso objetivo, mas começar diretamente pelos clássicos será, no mínimo, traumatizante.

Em síntese, creio que o professor deve mostrar amor pela leitura. Não gosto, nem hábito, mas amor. Esse é o tópico imprescindível.

Atitudes ativas

Chamo de atitudes ativas aquelas efetivamente desempenhadas pelo professor de forma a criar uma interação entre os alunos e a leitura. Acredito que o resultado das atitudes ativas é altamente influenciado pelas atitudes passivas, daí a importância dessas últimas. A seguir, falo de algumas atitudes ativas que eu busco praticar com meus alunos.

Apresentar textos de interesse dos alunos e destacar a utilidade da literatura

Óbvio. Os alunos não terão interesse em textos que não tenham nada a ver com suas realidades ou que não despertem algum tipo de sentimento. Ninguém, mesmo um apaixonado por leitura, lê por ler. É preciso um motivo. É preciso gostar. É preciso ter necessidade.

Organizar atividades a partir da leitura e fazer relações internas e externas

Em abril de 2008, publiquei um texto no extinto blog Bravus.net, no qual faço sugestões de atividades para trabalhar com o clássico de Miguel de Cervantes, Dom Quixote.

Muitas das atividades sugeridas podem ser adaptadas e utilizadas para quaisquer livros, então transcrevo-as abaixo:

1. Fazer a leitura em voz alta de alguns capítulos da obra: alunos e professor intercalando a leitura e criando curiosidade quanto ao resto da história. É muito mais divertido que uma leitura solitária;

2. Jogo de incorporação à leitura: escolhemos um capítulo ou trecho e fazemos algumas marcas no texto (a cada duas ou três linhas). Um aluno inicia a leitura em voz alta e, seguindo uma ordem estabelecida antecipadamente, um novo aluno começa a ler a cada marca do texto, até que todos estejam lendo juntos;

3. Feira de leitura: o grupo encarregado da atividade anunciará — como faziam os leiloeiros antigamente — que em determinada hora e lugar será feita a leitura de certo trecho do livro. Também farão cartazes anunciando o grande acontecimento;

4. Leitura dramatizada: um grupo prepara a narração de algum capítulo da obra para contar aos outros (ao ar livre), utilizando imagens sequenciais dos fatos. Os narradores podem vestir-se conforme o estilo da época e pode-se encenar alguns personagens;

5. Leitura musical: cada grupo fica responsável por um capítulo e escolhe uma música que combine com o trecho a ser lido. Durante a leitura podem ser feitas pausas para ouvir a música, que ficará de fundo para os narradores.

6. Brincar com personagens:

Imaginar como são, desenhá-los, descrevê-los;

Procurar fotos dos personagens na internet e montar um mural. Depois ler em voz alta algumas falas para ver se os alunos descobrem de que personagem são;

“Quem é quem?” com os personagens do mural. Dividir a sala em dois grupos pode ser divertido aqui.

Desfile de modelos: entregamos a foto de um personagem e os alunos devem descrevê-lo utilizando comentários como se fosse um desfile de moda;

7. Escolher um capítulo e adaptá-lo para linguagem teatral.

Enfim, muitas outras podem ser pensadas.

Para terminar, o que quero dizer com “relações internas e externas”?

Chamo de relações internas aquelas feitas entre a literatura e a própria literatura. Se um livro faz menção a outro, comentar sobre esse outro. Se um autor tem alguma relação com outro (Luis Fernando Veríssimo com Érico Veríssimo, por exemplo), comentar sobre essa relação, estabelecer diferenças, destacar influências, tornar a questão humana, não só objeto de estudo.

Chamo de relações externas aquelas estabelecidas entre a literatura e outras áreas do conhecimento. Se falamos de Dom Quixote, podemos fazer uma atividade de procurar em um mapa onde fica o “Canal da Mancha” — uma relação entre literatura e geografia. Se lemos Cíntia Moscovich e seus personagens judeus, podemos explicar um pouco sobre esse povo e as atrocidades que viveram na Segunda Guerra — uma relação entre literatura e história. Se lemos Jane Austen e suas heroínas perspicazes que recusam-se a um casamento arranjado, podemos comentar esse tipo de situação que ocorria até fins do século XIX — uma relação entre literatura, história, sociologia e antropologia. E assim por diante.

Enfim, essas são algumas ideias que acredito serem eficazes para estimular o gosto pela leitura. Sei que cada contexto exige posturas diferentes por parte do professor, mas espero que você possa aplicar ao menos algumas dessas sugestões com seus alunos.

Por André Gazola - Retirado do site lendo.org

Observe o trecho abaixo retirado da Base Nacional Comum Curricular:

Os conhecimentos sobre a língua, as demais semioses e a norma-padrão não devem ser tomados como uma lista de conteúdos dissociados das práticas de linguagem, mas como propiciadores de reflexão a respeito do funcionamento da língua no contexto dessas práticas. A seleção de habilidades na BNCC está relacionada com aqueles conhecimentos fundamentais para que o estudante possa apropriar-se do sistema linguístico que organiza o português brasileiro. (p. 137)

O trecho acima apresenta uma visão desse texto sobre linguagem que:

Alternativas
Q2423775 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões

Como despertar o gosto pela leitura –

dicas para professores

Quando o assunto é o gosto pela leitura, eu sempre pensei – apesar de nunca ter comprovado através de bibliografia específica – que dois tipos de atitudes do professor são necessários: um passivo, outro ativo.

Atitudes passivas

Julgo como atitudes passivas todas aquelas que tenham como objetivo criar um ambiente no qual o aluno sinta-se envolvido pelo mundo dos livros e da literatura sem, contudo, ver isso como uma imposição. A seguir, explico algumas delas.

Na sala de aula, reservar um lugar (ou vários) para colocar livros

O professor como exemplo de leitor

Durante meus anos de escola (e até de universidade), vi vários professores falando sobre os benefícios da leitura, afirmando que devemos ler livros clássicos e ressaltando suas qualidades.

Muitos deles, no entanto, nunca foram vistos com um livro embaixo do braço.

Essa atitude de mostrar que “eu sou o professor e leio, olhem aqui meu livro” me parece ser uma das mais importantes para estimular os alunos a ler, pelo simples fato de que isso desperta curiosidade. Muitas pessoas leem, e começam a ler depois de ficarem curiosos sobre aquele best seller que viram na revista. Tudo bem, estimular a leitura de best sellers não é exatamente nosso objetivo, mas começar diretamente pelos clássicos será, no mínimo, traumatizante.

Em síntese, creio que o professor deve mostrar amor pela leitura. Não gosto, nem hábito, mas amor. Esse é o tópico imprescindível.

Atitudes ativas

Chamo de atitudes ativas aquelas efetivamente desempenhadas pelo professor de forma a criar uma interação entre os alunos e a leitura. Acredito que o resultado das atitudes ativas é altamente influenciado pelas atitudes passivas, daí a importância dessas últimas. A seguir, falo de algumas atitudes ativas que eu busco praticar com meus alunos.

Apresentar textos de interesse dos alunos e destacar a utilidade da literatura

Óbvio. Os alunos não terão interesse em textos que não tenham nada a ver com suas realidades ou que não despertem algum tipo de sentimento. Ninguém, mesmo um apaixonado por leitura, lê por ler. É preciso um motivo. É preciso gostar. É preciso ter necessidade.

Organizar atividades a partir da leitura e fazer relações internas e externas

Em abril de 2008, publiquei um texto no extinto blog Bravus.net, no qual faço sugestões de atividades para trabalhar com o clássico de Miguel de Cervantes, Dom Quixote.

Muitas das atividades sugeridas podem ser adaptadas e utilizadas para quaisquer livros, então transcrevo-as abaixo:

1. Fazer a leitura em voz alta de alguns capítulos da obra: alunos e professor intercalando a leitura e criando curiosidade quanto ao resto da história. É muito mais divertido que uma leitura solitária;

2. Jogo de incorporação à leitura: escolhemos um capítulo ou trecho e fazemos algumas marcas no texto (a cada duas ou três linhas). Um aluno inicia a leitura em voz alta e, seguindo uma ordem estabelecida antecipadamente, um novo aluno começa a ler a cada marca do texto, até que todos estejam lendo juntos;

3. Feira de leitura: o grupo encarregado da atividade anunciará — como faziam os leiloeiros antigamente — que em determinada hora e lugar será feita a leitura de certo trecho do livro. Também farão cartazes anunciando o grande acontecimento;

4. Leitura dramatizada: um grupo prepara a narração de algum capítulo da obra para contar aos outros (ao ar livre), utilizando imagens sequenciais dos fatos. Os narradores podem vestir-se conforme o estilo da época e pode-se encenar alguns personagens;

5. Leitura musical: cada grupo fica responsável por um capítulo e escolhe uma música que combine com o trecho a ser lido. Durante a leitura podem ser feitas pausas para ouvir a música, que ficará de fundo para os narradores.

6. Brincar com personagens:

Imaginar como são, desenhá-los, descrevê-los;

Procurar fotos dos personagens na internet e montar um mural. Depois ler em voz alta algumas falas para ver se os alunos descobrem de que personagem são;

“Quem é quem?” com os personagens do mural. Dividir a sala em dois grupos pode ser divertido aqui.

Desfile de modelos: entregamos a foto de um personagem e os alunos devem descrevê-lo utilizando comentários como se fosse um desfile de moda;

7. Escolher um capítulo e adaptá-lo para linguagem teatral.

Enfim, muitas outras podem ser pensadas.

Para terminar, o que quero dizer com “relações internas e externas”?

Chamo de relações internas aquelas feitas entre a literatura e a própria literatura. Se um livro faz menção a outro, comentar sobre esse outro. Se um autor tem alguma relação com outro (Luis Fernando Veríssimo com Érico Veríssimo, por exemplo), comentar sobre essa relação, estabelecer diferenças, destacar influências, tornar a questão humana, não só objeto de estudo.

Chamo de relações externas aquelas estabelecidas entre a literatura e outras áreas do conhecimento. Se falamos de Dom Quixote, podemos fazer uma atividade de procurar em um mapa onde fica o “Canal da Mancha” — uma relação entre literatura e geografia. Se lemos Cíntia Moscovich e seus personagens judeus, podemos explicar um pouco sobre esse povo e as atrocidades que viveram na Segunda Guerra — uma relação entre literatura e história. Se lemos Jane Austen e suas heroínas perspicazes que recusam-se a um casamento arranjado, podemos comentar esse tipo de situação que ocorria até fins do século XIX — uma relação entre literatura, história, sociologia e antropologia. E assim por diante.

Enfim, essas são algumas ideias que acredito serem eficazes para estimular o gosto pela leitura. Sei que cada contexto exige posturas diferentes por parte do professor, mas espero que você possa aplicar ao menos algumas dessas sugestões com seus alunos.

Por André Gazola - Retirado do site lendo.org

Apesar de seu caráter informativo, todo e qualquer texto sempre apresenta, mesmo que de forma velada, tendências opinativas de seu autor. No texto acima, pode-se inferir que seu autor pensa que:

Alternativas
Q2423771 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões

Como despertar o gosto pela leitura –

dicas para professores

Quando o assunto é o gosto pela leitura, eu sempre pensei – apesar de nunca ter comprovado através de bibliografia específica – que dois tipos de atitudes do professor são necessários: um passivo, outro ativo.

Atitudes passivas

Julgo como atitudes passivas todas aquelas que tenham como objetivo criar um ambiente no qual o aluno sinta-se envolvido pelo mundo dos livros e da literatura sem, contudo, ver isso como uma imposição. A seguir, explico algumas delas.

Na sala de aula, reservar um lugar (ou vários) para colocar livros

O professor como exemplo de leitor

Durante meus anos de escola (e até de universidade), vi vários professores falando sobre os benefícios da leitura, afirmando que devemos ler livros clássicos e ressaltando suas qualidades.

Muitos deles, no entanto, nunca foram vistos com um livro embaixo do braço.

Essa atitude de mostrar que “eu sou o professor e leio, olhem aqui meu livro” me parece ser uma das mais importantes para estimular os alunos a ler, pelo simples fato de que isso desperta curiosidade. Muitas pessoas leem, e começam a ler depois de ficarem curiosos sobre aquele best seller que viram na revista. Tudo bem, estimular a leitura de best sellers não é exatamente nosso objetivo, mas começar diretamente pelos clássicos será, no mínimo, traumatizante.

Em síntese, creio que o professor deve mostrar amor pela leitura. Não gosto, nem hábito, mas amor. Esse é o tópico imprescindível.

Atitudes ativas

Chamo de atitudes ativas aquelas efetivamente desempenhadas pelo professor de forma a criar uma interação entre os alunos e a leitura. Acredito que o resultado das atitudes ativas é altamente influenciado pelas atitudes passivas, daí a importância dessas últimas. A seguir, falo de algumas atitudes ativas que eu busco praticar com meus alunos.

Apresentar textos de interesse dos alunos e destacar a utilidade da literatura

Óbvio. Os alunos não terão interesse em textos que não tenham nada a ver com suas realidades ou que não despertem algum tipo de sentimento. Ninguém, mesmo um apaixonado por leitura, lê por ler. É preciso um motivo. É preciso gostar. É preciso ter necessidade.

Organizar atividades a partir da leitura e fazer relações internas e externas

Em abril de 2008, publiquei um texto no extinto blog Bravus.net, no qual faço sugestões de atividades para trabalhar com o clássico de Miguel de Cervantes, Dom Quixote.

Muitas das atividades sugeridas podem ser adaptadas e utilizadas para quaisquer livros, então transcrevo-as abaixo:

1. Fazer a leitura em voz alta de alguns capítulos da obra: alunos e professor intercalando a leitura e criando curiosidade quanto ao resto da história. É muito mais divertido que uma leitura solitária;

2. Jogo de incorporação à leitura: escolhemos um capítulo ou trecho e fazemos algumas marcas no texto (a cada duas ou três linhas). Um aluno inicia a leitura em voz alta e, seguindo uma ordem estabelecida antecipadamente, um novo aluno começa a ler a cada marca do texto, até que todos estejam lendo juntos;

3. Feira de leitura: o grupo encarregado da atividade anunciará — como faziam os leiloeiros antigamente — que em determinada hora e lugar será feita a leitura de certo trecho do livro. Também farão cartazes anunciando o grande acontecimento;

4. Leitura dramatizada: um grupo prepara a narração de algum capítulo da obra para contar aos outros (ao ar livre), utilizando imagens sequenciais dos fatos. Os narradores podem vestir-se conforme o estilo da época e pode-se encenar alguns personagens;

5. Leitura musical: cada grupo fica responsável por um capítulo e escolhe uma música que combine com o trecho a ser lido. Durante a leitura podem ser feitas pausas para ouvir a música, que ficará de fundo para os narradores.

6. Brincar com personagens:

Imaginar como são, desenhá-los, descrevê-los;

Procurar fotos dos personagens na internet e montar um mural. Depois ler em voz alta algumas falas para ver se os alunos descobrem de que personagem são;

“Quem é quem?” com os personagens do mural. Dividir a sala em dois grupos pode ser divertido aqui.

Desfile de modelos: entregamos a foto de um personagem e os alunos devem descrevê-lo utilizando comentários como se fosse um desfile de moda;

7. Escolher um capítulo e adaptá-lo para linguagem teatral.

Enfim, muitas outras podem ser pensadas.

Para terminar, o que quero dizer com “relações internas e externas”?

Chamo de relações internas aquelas feitas entre a literatura e a própria literatura. Se um livro faz menção a outro, comentar sobre esse outro. Se um autor tem alguma relação com outro (Luis Fernando Veríssimo com Érico Veríssimo, por exemplo), comentar sobre essa relação, estabelecer diferenças, destacar influências, tornar a questão humana, não só objeto de estudo.

Chamo de relações externas aquelas estabelecidas entre a literatura e outras áreas do conhecimento. Se falamos de Dom Quixote, podemos fazer uma atividade de procurar em um mapa onde fica o “Canal da Mancha” — uma relação entre literatura e geografia. Se lemos Cíntia Moscovich e seus personagens judeus, podemos explicar um pouco sobre esse povo e as atrocidades que viveram na Segunda Guerra — uma relação entre literatura e história. Se lemos Jane Austen e suas heroínas perspicazes que recusam-se a um casamento arranjado, podemos comentar esse tipo de situação que ocorria até fins do século XIX — uma relação entre literatura, história, sociologia e antropologia. E assim por diante.

Enfim, essas são algumas ideias que acredito serem eficazes para estimular o gosto pela leitura. Sei que cada contexto exige posturas diferentes por parte do professor, mas espero que você possa aplicar ao menos algumas dessas sugestões com seus alunos.

Por André Gazola - Retirado do site lendo.org

O texto acima é muito produtivo ao apontar caminhos para a leitura em sala de aula. Qual das alternativas abaixo não apresenta uma dica apontada para o trabalho com leitura escolar pelo autor?

Alternativas
Q2423748 Inglês

In what phrase below we don’t use the preposition “on”?

Alternativas
Respostas
1761: A
1762: E
1763: D
1764: A
1765: D
1766: B
1767: D
1768: C
1769: E
1770: A
1771: D
1772: E
1773: B
1774: B
1775: C
1776: B
1777: C
1778: C
1779: E
1780: A