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Considere a seguinte afirmação “A percepção estética é a chave da comunicação artística”. Partindo dessa premissa, atente para o que se diz a seguir sobre estética e seu conceito, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) No processo de apreciação de uma obra de arte, as questões de natureza estética, dependem exclusivamente dos conhecimentos técnicos do expetador sobre o processo de produção naquela linguagem artística.
( ) A construção do conhecimento em arte depende de relações significativas, a partir da percepção de elementos estéticos como a qualidade de linhas, texturas, cores, sons e movimentos.
( ) Os elementos básicos da comunicação e expressão da pintura abstrata são linha, cor e formas concretas do cotidiano.
( ) A qualidade estética da obra de arte depende unicamente da sensibilidade do artista.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Considerando que os códigos são elementos das estruturas das diversas linguagens artísticas e é através deles que produzimos e interpretamos processos de comunicação em arte, analise as seguintes afirmações sobre estética e códigos em artes visuais:
I. São estruturas morfológicas: ponto, linha, forma, plano, textura, cores (primária, secundária, complementar, quente, fria), entre outras.
II. As estruturas sintáticas são as seguintes: efeitos de movimento, ritmo, peso e direção visual, efeitos de volume, profundidade espacial, representação em perspectiva, entre outras.
III. Os fundamentos da linguagem visual formam o conteúdo do ensino de artes visuais dos currículos de ensino superior, com base nos quais são montados os de ensinos fundamental e médio.
Está correto o que se afirma em
No que diz respeito à linguagem artística como comunicação e expressão no âmbito da música, considere as seguintes atividades que podem ser exploradas pelo professor de arte:
I. interpretações de músicas populares e eruditas vivenciando um processo de expressão individual ou grupal, com os alunos dentro e fora da escola;
II. trabalhos com arranjos, improvisações e composições dos próprios alunos baseadas nos elementos da linguagem musical, em atividades que valorizem seus processos pessoais em conexões com suas identidades culturais;
III. experiências com seleção e utilização de instrumentos, materiais sonoros, equipamentos e tecnologias disponíveis em arranjos, composições e improvisações.
Pode ser explorado pelo professor de arte o que consta em
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Considerando os pronomes destacados em “...o Brasil é contra eles (ou os ignora ou só aparece para se meter onde não devia...)” (linhas 53-54), é correto afirmar que possuem referentes
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Assinale a opção cujos termos sublinhados funcionam como sujeito da oração.
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Em “A violência em Roraima é contra a imagem no espelho”, os termos sublinhados são classificados sintaticamente como
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Considerando a justificativa para a acentuação da palavra “pôde” em “... mas que nunca pôde ser totalmente esquecida” (linhas 26-27), assinale a opção em que a acentuação do termo destacado é justificada pelo mesmo motivo.
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Analise as seguintes orações:
I. “...a população não indígena de Roraima é formada por migrantes recentes...” (linhas 07-08)
II. “... mas antes tentaram pertencer a outros pontos do mapa....”(linhas 13-15)
III. “Talvez o que um brasileiro de Roraima vislumbre num venezuelano desesperado e sem lugar seja o retrato de si mesmo.” (linhas 21-24)
IV. “A angústia de não pertencer rugia dentro da maioria das pessoas que entrevistei em Roraima, em diferentes momentos.” (linhas 34-36)
V. “...o desejo de apagar as populações nativas, ainda que pela assimilação ou pela supressão de direitos.” (linhas 46-49)
VI. “A identidade roraimense é fomentada na população por velhas e novas elites locais a partir da ideia de que o Brasil é contra eles...” (linhas 20-52)
No que diz respeito à função sintática dos termos sublinhados, é correto afirmar que em
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Assinale a opção em que a palavra “mapa” está empregada em um sentido metafórico e abstrato mais saliente.
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Considerando a tipologia do texto, é correto afirmar que ele é predominantemente
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Considerando-se os atributos do solo para avaliar áreas degradadas, analise as seguintes afirmações:
I. A densidade de partículas é uma propriedade física importante para avaliar a compactação de substratos degradados que pode comprometer o desenvolvimento radicular.
II. O teor de matéria orgânica do solo é um indicador químico de qualidade do solo, que é sensível ao manejo e ao clima, e que se correlaciona com as funções do solo nos agrossistemas.
III. A biomassa microbiana é uma variável biológica para avaliação de áreas degradadas que se refere à parte viva da matéria orgânica do solo, excluindo raízes e animais maiores que 5 mm.
É correto o que se afirma em
Atente ao que diz a seguir sobre as técnicas de recuperação de áreas degradadas:
I. Poleiros artificiais constituem estratégia que visa revegetar áreas degradadas com espécies pioneiras.
II. O retorno da camada superficial do solo em áreas de mineração é favorável à recuperação porque representa a memória biológica do ambiente local.
III. A revegetação com plantas que possuem simbiose com fungos micorrízicos arbusculares é favorável devido à fixação biológica de nitrogênio.
É correto o que se afirma somente em
No que diz respeito à conceituação de áreas degradadas, considere as seguintes afirmações:
I. O conceito de degradação ou qualidade do solo depende da finalidade de uso atribuído ao solo.
II. Desertificação é a degradação das terras em áreas áridas, semiáridas e subúmidas secas.
III. As formas de degradação estão relacionadas com atmosfera, vegetação, solo e hidrologia.
É correto o que se afirma em
Levando-se em consideração a caracterização que o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (Embrapa, 2013) adota para solos com problemas de sais e sódio, escreva V na afirmativa verdadeira e F na falsa.
( ) A avaliação de sais no solo, levando em consideração os sais mais solúveis em água fria que o sulfato de cálcio, é feita pela análise da condutividade elétrica (CE) no extrato de saturação.
( ) A saturação por sódio é avaliada pela percentagem de sódio trocável (PST) em relação à soma das bases.
( ) O caráter sódico é usado para horizontes ou camadas que apresentem saturação por sódio maior ou igual a 15%.
( ) O caráter sálico é indicado pela condutividade elétrica do extrato de saturação igual ou maior que 4 dS/m e menor que 7 dS/m (a 25 °C).
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: