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Q3404841 Direito Administrativo
A administração pública deseja contratar um serviço de manutenção de móveis cujo valor de mercado não ultrapassa R$ 50 mil. Foi verificado, ainda, que não há ata de registro de preços para aderir. Considerando o exposto e pretendendo dar maior celeridade a essa contratação, o poder público utilizará
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Q3404840 Direito Administrativo
Uma entidade da administração pública busca a(s) melhor(es) solução(ões) capaz(es) de atender às suas necessidades a partir de discussões prévias com os licitantes, que deverão apresentar suas propostas finais em momento oportuno. Nesse caso, a modalidade de licitação a ser adotada é
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Q3404839 Direito Administrativo
As entidades da administração pública indireta estão vinculadas a ministérios ou a secretarias e sujeitam-se ao controle finalístico de suas atividades por esses órgãos com base no princípio da
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Q3404838 Direito Administrativo
Na organização administrativa brasileira, associações públicas e agências reguladoras são, em regra e respectivamente, espécies de
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Q3404837 Direito Administrativo
Alonso, servidor público recém-ingresso nos quadros da Administração Pública, recebeu uma ordem manifestamente ilegal de sua chefia imediata. De acordo com os preceitos éticos da Administração Pública brasileira, é uma atitude correta cabível a Alonso:
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Q3404836 Noções de Informática
Um usuário acessa frequentemente alguns endereços contendo regulamentações importantes. Para cadastrar tais endereços para agilizar o acesso nas próximas vezes que precisar, pode utilizar o recurso do Google Chrome denominado
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Q3404835 Noções de Informática
Utilizando o MS-Outlook 2016, em sua configuração padrão, um usuário enviou o seguinte e-mail:
De: Carlos Para: Sara Cc: Roberto Cco: Marcos Assunto: Regiane
Roberto, ao receber o e-mail, escolheu Responder a Todos e enviou o e-mail. Carlos, ao receber o e-mail de Roberto, escolheu Responder a Todos e enviou o e-mail.
Após os 3 e-mails descritos terem sido enviados e, considerando que todos os e-mails foram enviados e recebidos corretamente pelo MS-Outlook 2016, o número de e-mails recebidos por Carlos, Roberto e Marcos são, respectivamente,
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Q3404834 Noções de Informática
Um usuário preparou uma apresentação por meio do MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, contendo um único slide com 3 AutoFormas. As 3 AutoFormas estão em região visível do slide. Cada AutoForma tem uma animação configurada. Cada animação é disparada com um clique de mouse, ou seja, serão necessários 3 cliques de mouse para que todas as animações sejam executadas.
A primeira AutoForma (Forma1) tem uma animação de Entrada. A segunda AutoForma (Forma2) tem uma animação de Saída. E a terceira AutoForma (Forma3) tem uma animação de Entrada.
A apresentação foi iniciada pelo atalho F5 e, neste momento apenas a(s) AutoForma(s) _________________ é(são) visível(veis). Após os 3 cliques de mouse necessários para percorrer todas as animações, apenas a(s) AutoForma(s)_______________ é(são) visível(veis).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do enunciado.
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Q3404830 Noções de Informática
Um assistente administrativo, com o intuito de preparar um texto sem erros de ortografia, deseja utilizar a funcionalidade de verificação ortográfica do MS-Word 2016, em sua configuração padrão.
Assinale a alternativa que apresenta o atalho por teclado que pode ser utilizado para acionar a funcionalidade citada no enunciado.
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Q3404829 Noções de Informática
Observe as seguintes ações de um usuário, realizadas a partir de um documento novo, vazio, criado por meio do MS-Word 2016, em sua configuração padrão, inicialmente sem nenhuma formatação ativa.
1 – Digitou a palavra Agência. 2 – Pressionou o botão Negrito. 3 – Pressionou o botão Sublinhado. 4 – Pressionou Enter. 5 – Digitou a palavra Reguladora. 6 – Pressionou o botão Negrito. 7 – Pressionou Enter. 8 – Pressionou o botão Itálico. 9 – Digitou a palavra Dos. 10 – Pressionou Enter. 11 – Pressionou o botão Sublinhado. 12 – Digitou a palavra Serviços. 13 – Pressionou o botão Negrito. 14 – Digitou a palavra Saneamento.

Considerando as formatações negrito, itálico e sublinhado, assinale a alternativa que apresenta o número de palavras que, após todas as ações anteriormente descritas, estão formatadas com, pelo menos, duas formatações simultaneamente.
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Q3404828 Noções de Informática
Um assistente administrativo precisa fazer uma edição simples em um arquivo no formato PNG de seu computador local com MS-Windows 10, em sua configuração padrão, trocando a cor de uma palavra em um logotipo que será enviado para uma gráfica para fazer um timbre para seu órgão de trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta o programa aplicativo padrão do Windows 10 que permite fazer edições simples em arquivos no formato PNG.
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Q3404827 Noções de Informática
Por meio do Explorador de Arquivos do MS-Windows 10, ambos em configuração padrão, um usuário consultou o conteúdo de duas pastas locais de seu computador, conforme descrito a seguir.
– Pasta PastaA, contendo 4 arquivos: arquivo2.txt, arquivo3.txt, arquivo4.txt e arquivo5.txt.
– Pasta PastaB, contendo 3 arquivos: arquivo1.txt, arquivo3.txt e arquivo4.txt.
O usuário selecionou os arquivos arquivo3.txt e arquivo5.txt da pasta PastaA e pressionou o atalho por teclado Ctrl + C. Em seguida, selecionou os arquivos arquivo2.txt e arquivo4.txt da pasta PastaA e pressionou o atalho por teclado Ctrl + C. Por fim, acessou a pasta PastaB, selecionou o arquivo arquivo4.txt e pressionou o atalho por teclado Ctrl + V.

Considerando que o usuário tem todas as permissões e confirmou todas as mensagens substituindo arquivos em caso de necessidade, o número de arquivos que estão na pasta PastaB, após todas as ações descritas, é
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Q3404816 Português
A facilidade __________ se escrever poemas quando se é jovem contrasta ____ incapacidade de ser criativo quando envelhecemos, levando-nos __________ cumprir apenas as responsabilidades cotidianas da vida, sob o risco de deixarmos de lado ___________ que nos faz feliz.

As lacunas do texto devem ser prenchidas, correta e respectivamente, por:
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Q3404815 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pela que está entre colchetes, preservando-se a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3404814 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
A frase reescrita a partir de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal e verbal em:
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Q3404813 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
O trecho “… apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente…” (7o parágrafo), pode ser assim reescrito, preservando-se o sentido e a norma-padrão: 
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Q3404812 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que a relação da autora com a escritora Marina Colasanti
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Q3404811 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Paulo Leminski estava certo quando disse que escrever poesia aos 17 anos é fácil, e o difícil é continuar acreditando na poesia com o passar dos anos, com a idade, com os deveres, as contas, os desejos de consumo.

        Deve haver um pedacinho do cérebro em que a criança e a jovem que fomos estão intactas, com nossos sonhos, certezas e poesias escritas em cadernos. No meu caso, a palavra tem um poder inestimável, e as páginas do conto A moça tecelã, de Marina Colasanti, me lembram nitidamente de quando as li.

        Arrependo-me um tanto de não ter escrito este texto antes, quando Marina Colasanti ainda estava viva. Eu queria contar que conheci uma história sua aos 14 anos no meu livro da 8ª série e, naquela época, os livros didáticos eram também os meus livros literários. Juro que guardei este livro por muitos anos e acho que só me desfiz dele quando mudei para Luanda. Era uma relíquia para mim, assim como quase tudo que li naquela época.

        Eu me lembro da emoção da sala de aula e depois das releituras em casa, e depois de contar o próprio conto como contadora de história. Eu era uma menina que sabia tão pouco e aquela história me deu pistas importantes sobre o que esperar da vida de uma mulher.

        A moça tinha o superpoder de criar a própria vida e influenciar o mundo ao redor com o trabalho dela e, mais importante, “nada lhe faltava”. Segundo Marina, era possível ser mulher e nada lhe faltar, e ela escrevia isso para jovens como eu. “Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao lado.” 

        Foi com Marina e a moça, aos 14 anos, no livro didático da escola, que aprendi que eu poderia tecer a vida que quisesse e que poderia inclusive desistir dessa vida inventada, se ela deixasse de me agradar.

        Um dos textos sobre a morte da escritora a chamava de autora de livros infantojuvenis e, apesar de eu ter conhecido seus contos quando era adolescente, sempre achei que aquilo não era para a minha idade. Eu me sentia uma mulher adulta lendo e contando os contos de Marina Colasanti.

(Ana Paula Lisboa. A moça tecelã. https://oglobo.globo.com, 05.02.2025. Adaptado)
Com base nas informações apresentadas no 1o e 2o parágrafos, é correto afirmar que
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Q3394199 Meio Ambiente
O ambiente fornece para a humanidade todos os meios necessários para a sua sobrevivência. Eles constituem os recursos naturais do nosso planeta. Alguns recursos naturais são os bens e as soluções que a natureza oferece ao homem para a sua sobrevivência (1). Recursos naturais podem ser repostos na natureza pelo homem (2), enquanto outros recursos naturais, após extraídos, não podem mais ser repostos (3).

Exemplos relativos aos recursos naturais 1, 2 e 3, são, respectivamente,
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Q3394198 Química
Quando água oxigenada é colocada em um ferimento, verifica-se a produção de bolhas, devido à liberação de oxigênio durante a decomposição dessa substância, conforme reação a seguir:

2 H2O2 → 2 H2O + O2

Essa reação é catalisada por uma enzima chamada catalase, presente em células humanas, que atua decompondo a água oxigenada. Esse tipo de reação está representada por meio do gráfico a seguir: 

Q49.png (317×249)
(Disponível em: https://qi-epitacio-ensino-medio.blogspot.com/ 2012/09/catalise-enzimatica.html/Adaptada)

Com base nessas informações, em uma reação como a representada pelo gráfico
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Respostas
18141: B
18142: D
18143: B
18144: E
18145: C
18146: E
18147: A
18148: B
18149: B
18150: C
18151: C
18152: D
18153: C
18154: E
18155: B
18156: B
18157: A
18158: C
18159: C
18160: E