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Q3334117 Raciocínio Lógico
No livro Lógica e Conjuntos, o autor Francisco Cunha defende o uso de parênteses na simbolização das proposições para evitar ambiguidades, mas concorda que a notação pode ser simplificada (supressão de parênteses) desde que não venham a ocorrer ambiguidades. Para essa simplificação é definida uma ordem de precedência das operações lógicas, de maneira a permitir identificar o conectivo principal de uma proposição, de modo a poder nomeá-la.
De acordo com a ordem estabelecida no livro, dadas as proposições simples, p, q, r e s, a proposição

∼∼pq → r ∧ (s ↔ ∼q ∨ ∼p)

é uma
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Q3334116 Pedagogia
Michel Fayol, autor do livro Numeramento, afirma no capítulo 2 que “quantificar é responder à pergunta: quantos são?”.
Nesse capítulo, ele lista cinco princípios fundamentais da contagem, entre eles o princípio de ordem estável que enuncia que
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Q3334115 Matemática
Em uma cidade, as escolas funcionam em dois períodos, matutino e vespertino. As turmas dessas escolas são de dois tipos, M e H, sendo que as turmas do tipo M são formadas por 12 meninos e 18 meninas, e as turmas do tipo H por 10 meninas e 15 meninos. No período vespertino, as escolas têm um total de 75 turmas do tipo M e 40 turmas do tipo H. Considerando todos os alunos que estudam nas escolas dessa cidade, a razão entre o número de meninos e o número de meninas é igual a 8/9 e, considerando apenas os alunos do período matutino, essa razão é igual a 9/10.
Nessa cidade, o total de turmas do tipo H é igual a
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Q3334113 Matemática
Uma escola só atende em período integral, e todas as suas salas de aula, que são numeradas consecutivamente de 1 em diante, são ocupadas diariamente. Considerando os 42 alunos da sala número 1, a média aritmética de suas idades é igual a 18 anos. Em cada outra sala de aula estudam 38 alunos, e a média aritmética das idades de todos os alunos dessas outras salas é igual a 14 anos.
Considerando todos os alunos da escola, a média aritmética das suas idades é igual a 14,2 anos, logo o número de alunos dessa escola é 
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Q3334112 Pedagogia
No último capítulo do livro A Rainha das Ciências, intitulado As Mulheres e a Matemática, Gilberto Garbi comenta que “é incontestável que as mulheres, durante quase toda a história da humanidade, foram não apenas desestimuladas, mas abertamente proibidas de se dedicarem às ciências exatas. Várias das melhores escolas científicas da Europa, até o século XIX, simplesmente não permitiam o ingresso de alunas”. Garbi apresenta a história de uma dessas mulheres, que se interessou muito cedo pela matemática, foi proibida por seus pais de estudar essa área, inclusive por meio de castigos, o que não a impediu de estudar todos os livros matemáticos que conseguisse obter e assistir às aulas na universidade ouvindo pelas janelas e portas entreabertas. Quando começou a fazer suas próprias descobertas, passou a assinar seus trabalhos sob o pseudônimo masculino Antoine LeBlanc.
O nome dessa mulher matemática é
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Q3334111 Pedagogia
Na conclusão de seu livro Educação Matemática: da teoria à prática, Ubiratan D’Ambrosio resume que sua proposta é “a adoção de uma nova postura educacional, a busca de um novo paradigma de educação que substitua o já desgastado ensino-aprendizagem baseado numa relação obsoleta de causa-efeito”.
O autor ainda enfatiza que sua proposta é uma educação universal e que tem implícita uma ética, a qual D’Ambrosio chamou de ética da
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Q3334029 Pedagogia
Ao escreverem sobre o coensino e suas possibilidades na prática, Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que implantar o coensino é algo desafiador, mas possível. Ele implica em sair de um modelo de atendimento educacional especializado centrado na criança para um modelo de colaboração.

Na visão das autoras, para o trabalho dos professores em equipe, são requeridas
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Q3334028 Pedagogia
Joana é professora de Educação Especial e atua no atendimento educacional especializado, e Marcia é professora de sala regular do 4° ano de uma escola pública. Ambas conhecem os estágios do coensino segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), de acordo com as quais, em um dos estágios acontece a comunicação mais frequente, abertura para o diálogo, construção de nível de confiança necessário para a colaboração, da forma como Joana e Márcia já têm atuado pelo processo de coensino.

Com base nos componentes do coensino, referenciado pelas autoras, Joana e Marcia atuam no estágio
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Q3334027 Pedagogia
A avaliação de pessoas com deficiência visual pode se dar nos aspectos clínicos, médicos e funcionais.

Pezzuto e Camargo (2012) afirmam que a avaliação funcional dos alunos com deficiência visual está baseada na observação
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Q3334026 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Algumas pessoas com cegueira precisam de auxílio de outra pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais às pessoas cegas no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.

Esse auxílio está previsto na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, Capítulo I, art. 3° , no papel de
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Q3334025 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Legalmente, a deficiência visual é definida de acordo com a acuidade visual (quantidade de visão) encontrada na mensuração realizada com testes quantitativos para longe (Lima, 2018).

Portanto, a definição legal de cegueira é acuidade visual
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Q3334024 Braille
De acordo com Sampaio et al (2010), para alunos com baixa visão, o aumento da quantidade de imagens no material didático é um obstáculo que precisa ser enfrentado pelo professor, que deverá encontrar formas de torná-la acessível.

Com base nesses autores, para que o livro se torne acessível, tem-se como sugestão:
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Q3334023 Patologia
Larissa, estudante do Ensino Fundamental com 9 anos de idade, começou a relatar dificuldades para enxergar a lousa verde, mesmo com o uso de giz contrastante. Em sala com quadro branco, ela visualiza melhor a escrita quando está em preto. Por isso, tem pedido para sentar-se na primeira fileira. O professor notou que, durante as atividades de leitura e escrita, Larissa aproxima o rosto do caderno, embora consiga realizar as tarefas e não apresente problemas ao usar o aparelho celular. Ela também faz atividades de pintura, desenho e artes sem dificuldade. Larissa queixa-se nas atividades de Educação Física que exigem jogos a distância. Apesar de seus olhos aparentarem normalidade, esses sinais levaram o professor a sugerir uma consulta com um oftalmologista.

Muito provavelmente, segundo Lima (2018), Larissa estaria desenvolvendo
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Q3334022 Braille
Com base na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, art. 3° , uma lupa manual que permite o posicionamento adequado para o uso eficiente da visão e um sintetizador de voz que possibilita a leitura de um texto são exemplos, respectivamente, de
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Q3334021 Pedagogia
Embora o tamanho da fonte e o tipo do lápis ou caneta não sejam parâmetros fixos para os alunos com baixa visão, por conta das especificidades de cada um, Lima (2018) indica que um determinado tamanho de fonte e tipos de lápis e canetas atendem às necessidades visuais da maioria de alunos com baixa visão.

Assinale a alternativa que menciona, correta e respectivamente, o tamanho de fonte e o tipo de lápis ou caneta que atendem à maioria dos alunos com baixa visão, segundo a sugestão da autora.
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Q3334020 Pedagogia
Lima (2018) traz exemplos de recursos ópticos eletrônicos e recursos tecnológicos.

Assinale a alternativa que exemplifica um recurso eletrônico para alunos com deficiência visual, com base na autora.
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Q3334019 Pedagogia
De acordo com Sampaio at al (2010), a iluminação natural é a preferida para a maioria dos alunos com baixa visão, no entanto, em determinados momentos, é necessária uma iluminação controlada. Nesse sentido, é importante considerar que existem alguns tipos de lâmpadas que, por emitirem uma luz de tonalidade azul, oferecem menor contraste e aumentam o ofuscamento, embora não gerem calor, por isso não são adequadas para aqueles que necessitam de alto contraste.

Essa descrição refere-se às lâmpadas
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Q3334018 Pedagogia
Segundo Sampaio et al (2010), um auxílio não óptico para alunos com baixa visão cuja função é diminuir a luz refletida sobre o papel branco (que pode levar ao ofuscamento), aumentar o contraste da linha a ser lida com o fundo e facilitar a localização e o seguimento é
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Q3334017 Pedagogia
Matheus, um adolescente de 12 anos de idade, apresenta baixa visão decorrente de restrição do campo visual periférico. Além disso, ele enfrenta dificuldades de coordenação motora, especialmente no braço e na mão direita. Em função do seu campo visual restrito, Matheus poderia se beneficiar de um auxílio óptico para visão de perto, que facilitaria a observação de detalhes e a ampliação de letras. Entretanto, considerando suas limitações motoras, esse recurso óptico deve ser posicionado em um plano inclinado para otimizar seu uso.

Com base na análise das necessidades visuais e motoras de Matheus e em Sampaio et al. (2010), o auxílio óptico para visão de perto mais adequado seria
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Q3334016 Pedagogia
Quanto à importância do Soroban para as pessoas com deficiência visual, com base em Sampaio et al (2010), é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
16781: C
16782: D
16783: B
16784: E
16785: D
16786: B
16787: B
16788: E
16789: C
16790: B
16791: A
16792: D
16793: C
16794: E
16795: B
16796: C
16797: E
16798: A
16799: C
16800: B