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Em Mota et al. (Soroban: manual de técnicas operatórias para pessoas com deficiência visual, 2012), consta que o uso do Soroban contribui para o desenvolvimento do raciocínio e de habilidades mentais, permitindo o registro das operações que só serão realizadas com sucesso caso o operador tenha o domínio e a compreensão do conceito de número e das bases lógicas do sistema de numeração decimal.
Para tanto, os autores esclarecem ser indispensável que, na Educação Infantil,
Mendes et al. (Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial, 2014), com base em Argueles, Hughes & Schumm (2000), apresentam os sete fatores considerados importantes para o sucesso do ensino colaborativo.
Considerando a definição dos fatores para o sucesso do coensino, a definição correta para o sucesso do tempo para o planejamento em comum é a de que o tempo para o planejamento em comum é
Sobre o ensino da orientação, Mazzaro (em Machado et al., Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão do deficiente visual, 2003) assinala que, primeiramente, deve-se ensinar ao aluno com deficiência visual que o processo de orientação tem como princípio três questões básicas.
Assinale a alternativa que expressa sequencialmente essas questões conforme o autor.
Leia, a seguir, o excerto sobre o AEE no processo de inclusão:
No atendimento educacional especializado, o professor identifica, elabora e organiza _________________. De oferta obrigatória, cabe atuar __________________________.
(Ropoli et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar: a escola comum inclusiva, 2010. Adaptado)
As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Helena, 9 anos, é cega e ingressou no 4º ano. A escola tem AEE duas vezes por semana. Nas primeiras semanas, há barreiras: materiais só visuais, pouca descrição oral e tarefas dependentes de cópia do quadro. A família quer colaborar.
À luz da escola comum inclusiva (Ropoli et al., A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar, 2010), qual é a ação pedagógica mais adequada e tempestiva para garantir participação e aprendizagem de Helena?
Domingues et al., no texto “Características da baixa visão” (em A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar, 2010), discutem o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) como apoio ao aluno com baixa visão e ao professor do AEE.
Considerando essas orientações, para o uso das TICs na produção de materiais e nas atividades propostas, os autores indicam
Maria Lúcia Amiralian (2004), no artigo “Sou cego ou enxergo? As questões da baixa visão”, indica que parece não existir uma compreensão clara do que sejam pessoas com baixa visão. Em sua pesquisa, qualitativa, ela analisou fenômenos específicos desse grupo.
Assinale a alternativa que está em consonância com um dos fenômenos citados pela autora.
Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, apresenta um breve delineamento histórico, apresentando instituições que foram criadas para atendimento à pessoa com deficiência visual.
Assinale a alternativa que corresponde ao nome original da primeira instituição voltada a esse público no Brasil.
No documento Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), as autoras – Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria de Campos e Myriam Beatriz Campolina Silva – destacam que a linguagem, a comunicação e as múltiplas formas de expressão cultural e artística envolvem imagens e apelos visuais cada vez mais complexos e sofisticados.
Diante dessa realidade, as autoras propõem uma reflexão sobre as propostas pedagógicas inclusivas voltadas a estudantes cegos e com baixa visão, indicando que é necessário
Trentin (2018) expõe o seguinte caso: Maria é professora do 3º ano do ensino fundamental, recebeu em sua turma um aluno com deficiência intelectual. No decorrer do ano, o aluno esteve inserido em sala de aula, no entanto, não participou das atividades realizadas na turma. O aluno não tem nada escrito no livro e muito menos no caderno. Na escola, nem o lápis ele pega. A turma, assim como a professora, o ignora, não havendo interações sociais.
O ambiente limitador e a ausência de relações sociais
Nunes (2013) apresenta a seguinte situação: uma criança com deficiência intelectual imita uma ação que observou alguém realizando, pode ser escrevendo, falando, manipulando objetos etc.
Nesse caso, segundo a autora, a criança
Nunes (2013) enfatiza (…) para que uma situação de ensino inclusivo seja caracterizada, é preciso que estejam garantidas as três premissas: inserção, participação e aprendizagem acadêmica.
Dessa forma, o planejamento de ações pedagógicas direcionadas a alunos com deficiência intelectual na escola comum precisa
Omote e Cabral (2022) reforçam que a inclusão passou, nos últimos anos, a ser a nova palavra de ordem na Educação Especial brasileira. Há os defensores apaixonados da nova ideia, e há outros reticentes, um tanto descrentes ou até desconfiados.
No Brasil, a ideia da inclusão passou a fazer parte do vocabulário da maioria dos educadores especiais e demais profissionais da área, a partir, principalmente,
Ropoli et al. (2010) salientam que as parcerias intersetoriais e com a comunidade onde a escola está inserida estão entre as prioridades do Projeto Político-Pedagógico, pois a educação não é apenas uma área restrita aos órgãos do sistema educacional.
Nesse sentido, é correto afirmar:
O trabalho do professor de atendimento educacional especializado, voltado para o aluno com deficiência intelectual (DI), caracteriza-se essencialmente pela realização de ações específicas sobre os mecanismos de aprendizagem e desenvolvimento desses alunos.
Nesse sentido, o professor deve
Trentin (2018) apresenta um texto sobre a intervenção em estimulação precoce no processo de desenvolvimento da criança com deficiência.
Em relação a esse tema, é correto afirmar: