Médico do trabalho é acionado para inspeção em uma
marcenaria municipal após aumento de queixas respira
tórias e dermatológicas entre trabalhadores. Constata níveis elevados de poeira de madeira (média de 8 mg/m3) e
formaldeído (2,5 ppm). A vigilância ambiental informa que
moradores do entorno apresentam sintomas semelhantes
e medições externas de formaldeído acima do padrão de
qualidade do ar. A gestão municipal orienta que a atuação
do serviço se restrinja ao ambiente laboral.