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Q3591911 Português
Leia a tira a seguir:

Captura_de tela 2025-09-10 080933.png (419×493)

(Charle M. Schulz, Minduim. Disponível em: www.estadao.com.br)

As lacunas do 1º e 2º quadros da tira devem ser preenchidas, corretamente e na ordem em que aparecem, por:
Alternativas
Q3591910 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pelo termo entre colchetes, respeitando-se a norma-padrão.
Alternativas
Q3591909 Português
Leia o texto para responder à questão:


    Em um passado não tão distante, os mais novos se divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de carne e osso. No avançar da segunda década do século 21, no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes à vida real.
    Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava crianças a sentar menos e brincar mais.


(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto está corretamente reescrito, respeitando a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3591908 Português
Leia o texto para responder à questão:


    Em um passado não tão distante, os mais novos se divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de carne e osso. No avançar da segunda década do século 21, no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes à vida real.
    Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava crianças a sentar menos e brincar mais.


(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a adição de uma vírgula ao trecho do último parágrafo manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3591907 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana… (2º parágrafo)
•  Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. (2º parágrafo)
•  Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade. (2º parágrafo)
•  E o fracasso apavora. (3º parágrafo)

A alternativa em que todos os verbos expressam ações ocorridas no passado é:
Alternativas
Q3591906 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
A palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido, pela expressão entre colchetes no trecho:
Alternativas
Q3591905 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3591904 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Considere o seguinte trecho:

•  … os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos… (1º parágrafo)

A palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido, por:
Alternativas
Q3591903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
É correto afirmar que, no 1º parágrafo do texto, a autora demonstra ter 
Alternativas
Q3591902 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto às reflexões feitas pela autora.
Alternativas
Q3591841 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Senhora recebeu a incumbência de cuidar de sua sobrinha de sete anos durante a ausência de seus pais, que precisaram viajar a trabalho. A criança, porque estava muito assustada na nova casa, à noite, urinou na cama. A tia ficou chateada com o fato e, para chamar a atenção da sobrinha, disse que ela parecia um bebezinho e que iria colocar fraldas nela. A menina se sentiu muito humilhada, e passou o resto do dia chorando.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, a conduta dessa senhora caracteriza
Alternativas
Q3591840 Psicologia
Durante a realização de um atendimento com uma psicóloga, um idoso relata que enfrenta situações em seu contexto familiar que caracterizam, inequivocamente, maus-tratos e, possivelmente, violência.

Nesse caso, a psicóloga
Alternativas
Q3591839 Psicologia
Jovem, diagnosticado com um transtorno por abuso de substâncias, após uma tentativa de suicídio, pediu para ser internado em uma instituição psiquiátrica.

De acordo com as diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental, esse pedido
Alternativas
Q3591838 Psicologia
O sucesso do movimento da Reforma Psiquiátrica no Brasil é inegável, mas ele ainda enfrenta desafios, que podem ser identificados na oposição em relação às propostas que o caracterizam.

Essa oposição pode ser identificada na
Alternativas
Q3591837 Psicologia
As Oficinas Abrigadas de Trabalho
Alternativas
Q3591836 Psicologia
Segundo Carl Rogers, algumas atitudes são facilitadoras do processo terapêutico, e possibilitam o aparecimento das condições necessárias e suficientes para que ocorra uma mudança construtiva na personalidade de um cliente.

Entre essas condições, pode ser citada a 
Alternativas
Q3591835 Psicologia
A realização de trabalhos em equipes multiprofissionais nos serviços de atendimento em saúde e saúde mental pressupõe a
Alternativas
Q3591834 Psicologia
Pacientes com quadro demencial, déficit cognitivo ou em estado psicótico grave, durante um processo de avaliação psicológica, por vezes não conseguem informar dados claros sobre a sua condição, o que torna fundamental a realização de entrevistas com seus acompanhantes e familiares.

As informações oferecidas sobre o caso por essas pessoas 
Alternativas
Q3591833 Psicologia
Utilizada inicialmente como estratégia para trabalhar com pacientes com dor crônica, a abordagem mindfulness (atenção plena) despertou o interesse de alguns clínicos, e possibilitou o surgimento de abordagens psicoterapêuticas baseadas em seus princípios, principalmente na área da saúde.

As psicoterapias baseadas em mindfulness
Alternativas
Q3591832 Psicologia
Mulher de 30 anos procurou um terapeuta após uma tentativa fracassada de suicídio. Relatou que isso ocorreu após o anúncio de seu marido de que queria se separar, o que a teria deixado muito desesperada e fora de si. Durante as entrevistas iniciais, ela informou que o marido se queixa de que ela gasta dinheiro de forma irresponsável, que é instável e que fica furiosa diante de situações banais, como, por exemplo, quando ele se atrasa para algum compromisso, o que para ela indica falta de cuidado e de amor por parte dele.

A descrição apresentada revela sinais e sintomas típicos de um transtorno
Alternativas
Respostas
7681: E
7682: C
7683: C
7684: D
7685: D
7686: D
7687: C
7688: B
7689: A
7690: C
7691: B
7692: E
7693: A
7694: D
7695: C
7696: E
7697: C
7698: B
7699: D
7700: C