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Q3831090 Radiologia
Sobre a Fibrose Sistêmica Nefrogênica (FSN), é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q3831089 Radiologia
Sobre a injeção do meio de contraste (MC) iodado através de acesso venoso, NÃO podemos afirmar que 
Alternativas
Q3831088 Radiologia
Com o objetivo de se medir a energia depositada por um feixe de fótons de alta energia em um tecido biológico e os seus efeitos sobre este tecido, foi criada a grandeza "dose absorvida”.
Assinale a alternativa que indica a unidade que expressa essa grandeza.
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Q3831087 Radiologia
Qual material apresenta número atômico efetivo mais alto, contribuindo para maior contraste em radiografia?
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Q3985427 Matemática
Uma loja de eletrônicos está fazendo uma promoção. Um televisor, que custava originalmente R$ 1.000,00, foi colocado à venda com um acréscimo de 20%. No entanto, um cliente decide pagar o valor à vista e recebe um desconto de 25% sobre o novo preço.

Em relação ao preço original do televisor, qual o valor e a diferença do preço final?
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Q3985426 Matemática
Um agricultor deseja construir um galinheiro retangular cuja área seja de 80 m². Ele planeja que o comprimento seja 8 metros maior que a largura. Para determinar as dimensões, o agricultor precisa resolver uma equação do 2º grau.

Seja x a largura do galinheiro (em metros), a equação CORRETA que representa essa situação é:
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Q3985425 Matemática
Uma nova espécie de microrganismo foi descoberta em um lago e, em condições ideais de temperatura e alimentação, a população dessa espécie dobra a cada hora. Cientistas observaram que, no início do experimento, havia 25 microrganismos.

Considerando que as condições ideais foram mantidas, quantos microrganismos existirão após 3 horas de observação? 
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Q3985424 Matemática
Um agricultor possui um canteiro triangular em sua horta cujos lados medem 13 m, 14 m e 15 m. Ele precisa comprar adubo à razão de R$ 0,50 por metro quadrado, portanto precisa saber a área do canteiro para estimar o gasto.

Qual é o gasto estimado para o agricultor adubar esse canteiro?
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Q3985423 Matemática
Um atleta está treinando para uma prova de corrida de cinco quilômetros. Durante o treino, ele utiliza um aplicativo de celular que mede a distância percorrida em metros. O aplicativo mostra que o atleta já percorreu 3.500 metros.

Para atingir a marca total de cinco quilômetros, quantos metros o atleta ainda precisa correr? 
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Q3985422 Matemática
Em um concurso público, as provas de Redação, Matemática e Conhecimentos Gerais têm pesos diferentes na nota final. A tabela a seguir mostra a pontuação de um candidato em cada uma das provas, bem como o peso atribuído a cada uma delas. 


Para ser classificado, o candidato precisa obter uma nota final, calculada pela média aritmética ponderada de suas pontuações, de, no mínimo, 8,0. Caso o candidato não atinja essa pontuação mínima, a banca examinadora aplica uma prova de Raciocínio Lógico (com peso 1) para desempate, e a nota final é recalculada com a inclusão dessa nova prova. A prova de Raciocínio Lógico foi aplicada, e o candidato obteve 5,0.

Qual a nova nota final desse candidato?

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Q3985421 Matemática
Uma decoradora está projetando uma parede com um padrão de azulejos em forma de pentágonos regulares. Para que o encaixe seja perfeito, ela precisa garantir que a soma dos ângulos internos de cada pentágono seja adequada ao desenho. Ela planeja colocar os azulejos de forma que um dos ângulos internos de cada peça se encaixe perfeitamente com um ângulo interno de outra peça, e assim por diante.

Para o padrão de azulejos que a decoradora escolheu, qual é a medida da soma dos ângulos internos de cada peça? 
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Q3985420 Matemática
Um arquiteto planeja construir um piso quadrado em um pátio, mas deseja ampliar esse espaço adicionando uma faixa de ladrilhos de 2 metros de largura em toda a volta do quadrado. Se o lado do piso inicial mede x metros, a área total do novo piso pode ser representada pela seguinte expressão: (x+4)2
Com base nessa situação, qual é a expressão algébrica que representa apenas a área da faixa de ladrilhos adicionada? 
Alternativas
Q3985419 Matemática
Uma fábrica de cadernos, operando com 4 máquinas de mesmo rendimento, é capaz de produzir 12.000 unidades em 8 horas de trabalho. Para atender a uma nova demanda, a gerência da fábrica precisa produzir 18.000 unidades do mesmo caderno. Para isso, a equipe de manutenção disponibilizou mais duas máquinas idênticas às já existentes, e todas as máquinas deverão operar juntas, mantendo a mesma eficiência. Considerando-se essas informações, qual será o tempo total necessário, em horas, para que essa nova produção seja concluída? 
Alternativas
Q3985418 Matemática
Uma pequena comunidade decidiu revitalizar uma praça e um campo de futebol. Para o paisagismo da praça, foram adquiridas 120 mudas de árvores e 240 mudas de arbustos. Para garantir a organização e a estética, a equipe responsável planeja dispor as mudas em canteiros, todos com o mesmo número de plantas, de forma que cada canteiro contenha apenas árvores ou apenas arbustos. O objetivo é utilizar o maior número possível de mudas por canteiro. Para o campo de futebol, a equipe de manutenção decidiu instalar luminárias ao longo das duas laterais mais longas. Uma das laterais tem 90 metros de comprimento, e a outra tem 108 metros. As luminárias serão instaladas a intervalos regulares, começando e terminando nos pontos extremos de cada lateral, e o espaçamento deve ser o mesmo em ambas. Para economizar, a equipe deseja que o espaçamento entre as luminárias seja o maior possível.

Considerando as duas situações, qual a soma do número total de canteiros da praça com o espaçamento em metros das luminárias do campo de futebol?
Alternativas
Q3985417 Português

Texto 4 


Q._10 , txt 4.png (526×383)


Disponível em: https://portuguesenois.wordpress.com/2014/06/22/charges-sobre-a-lingua-portuguesa/. Acesso em: 16 set. 2025.

A charge (Texto 4) faz uma crítica bem-humorada à linguagem da internet e à última Reforma Ortográfica.
Em um contexto de maior monitoramento, como deveria ter sido escrita a parte final do enunciado do garoto? 
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Q3985416 Português

Texto 3


Língua


Esta língua é como um elástico

que espicharam pelo mundo.

No início era tensa,

de tão clássica.



Com o tempo, se foi amaciando,

foi-se tornando romântica,

incorporando os termos nativos

e amolecendo nas folhas de bananeira

as expressões mais sisudas.



Um elástico que já não se pode

mais trocar, de tão gasto;

nem se arrebenta mais, de tão forte.



Um elástico assim como é a vida

que nunca volta ao ponto de partida.



TELES, Gilberto Mendonça.

Disponível em: https://ciberduvidas.iscte

iul.pt/outros/antologia/lingua/2907.

Acesso em:16 set. 2025. 


No Texto 3, encontram-se trechos utilizados para caracterizar a língua portuguesa, em suas fases de mudança histórica.


Assinale a alternativa em que os dois trechos assumem essa caracterização e, ainda, marcam um valor de oposição entre si. 


Alternativas
Q3985415 Português

Texto 3


Língua


Esta língua é como um elástico

que espicharam pelo mundo.

No início era tensa,

de tão clássica.



Com o tempo, se foi amaciando,

foi-se tornando romântica,

incorporando os termos nativos

e amolecendo nas folhas de bananeira

as expressões mais sisudas.



Um elástico que já não se pode

mais trocar, de tão gasto;

nem se arrebenta mais, de tão forte.



Um elástico assim como é a vida

que nunca volta ao ponto de partida.



TELES, Gilberto Mendonça.

Disponível em: https://ciberduvidas.iscte

iul.pt/outros/antologia/lingua/2907.

Acesso em:16 set. 2025. 


O Texto 3 é um poema narrativo, com uma cronologia de eventos. No entanto, alguns de seus versos expressam tempo universal, indicando simultaneidade com todos os demais acontecimentos do poema.
Assinale a alternativa em que os pares de versos apresentam essa característica. 
Alternativas
Q3985414 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 
No processo de variação, alguns pares de palavras são diferenciados principalmente por um processo morfológico de troca de sufixo.
Em que caso isso ocorre? 
Alternativas
Q3985413 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 
O Texto 2 registra o fenômeno da variação linguística no português brasileiro. Essa variação se realiza no nível lexical e pelo fator regional porque 
Alternativas
Q3985412 Português
Texto 2

O carioquês e os paulistas


       Quem quer ser imediatamente identificado no Rio como paulistano fala em semáforo. Ou farol, como vulgarmente se diz em São Paulo. Lá, a designação que prevalece é sinal luminoso.

              E as diferenças estão longe de ficar nisso.

            Aqui, um simples encanador é convocado quando se trata de reparar vazamento ou infiltração; já no Rio, o profissional chamado é nada menos que um grandiloquente bombeiro. Os zeladores de edifício, como cá os denominamos, lá são os porteiros. No Rio não há manobristas de automóvel, pois no balneário os que exercem essas funções às portas dos restaurantes, teatros, hotéis e afins são chamados de manobreiros. Pivete é a tradução carioca dos nossos trombadinhas. Já os nossos guardadores lá são carinhosamente alcunhados de flanelinhas. E, com relação ao próprio estacionamento na rua junto à calçada, como se diz aqui, ou ao passeio, como se prefere no Rio, a manobra é feita da mesma maneira, mas lá se estaciona junto ao composto meio-fio, ao passo que aqui alinhamos o veículo a uma prosaica guia.


          E em caso de trombada, com danos à lataria? Em São Paulo, o jeito é procurar um funileiro, ao passo que no balneário o procurado deve ser um lanterneiro, ainda que um e outro nada tenham a ver com a fabricação de funis ou de lanternas.

        A paulistana carta de motorista no balneário vira carteira. Já a carteira de cigarros, lá vendida, aqui é um simples maço.

        Também é inútil procurar no Rio presunto para o lanche – ou para a merenda, como lá se chama. Deve-se pedir fiambre. Presunto fica restrito no balneário aos que partem desta para melhor, abandonados na rua indevidamente.


BRANCO, Frederico. Carioquês e paulistas. Jornal da Tarde, Rio de Janeiro, p.4, 8 jan.1992. Adaptado. 

O Texto 2 é uma crônica porque


Alternativas
Respostas
3541: D
3542: C
3543: C
3544: D
3545: D
3546: E
3547: A
3548: C
3549: E
3550: D
3551: A
3552: C
3553: B
3554: B
3555: B
3556: B
3557: E
3558: C
3559: E
3560: E