Sobre a injeção do meio de contraste (MC) iodado através de ...

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Q3831089 Radiologia
Sobre a injeção do meio de contraste (MC) iodado através de acesso venoso, NÃO podemos afirmar que 
Alternativas

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: A diretriz do ACR para segurança na injeção de contraste em cateter venoso central/PICC não estabelece um limite universal fixo de 3,5 mL/s para todos os acessos centrais; o uso por injetora depende de o cateter ser certificado para power injection e de seguir o limite específico do fabricante. Por isso, a alternativa C não pode ser afirmada.

Tema central: Segurança do contraste venoso
Análise das alternativas
A
Errada
A afirmação é compatível com prática segura. A base informa que, para injeção pressurizada de contraste iodado, prefere-se acesso venoso periférico de bom calibre, idealmente em veia antecubital ou veia calibrosa de antebraço, com cateter 18G ou 20G quando se deseja fluxo elevado. O termo “preferencialmente” torna a alternativa adequada do ponto de vista técnico.
B
Errada
A alternativa descreve riscos reais do uso de contraste por acesso venoso central. A base explicita que esse cenário pode cursar com dano ao cateter quando submetido à injeção sob pressão, complicações por extravasamento em compartimentos centrais, hematoma mediastinal e arritmias relacionadas à ponta mal posicionada.
C
Certa
A alternativa C é o gabarito porque tenta impor um teto numérico absoluto para todo uso de contraste por acesso venoso central, o que não é sustentado pela base técnica. A recomendação decisiva é verificar se o cateter central é próprio para power injection e respeitar o limite de fluxo/pressão do dispositivo; assim, 3,5 mL/s não é um valor universal aplicável a todos os casos. Portanto, essa é a única assertiva que não pode ser afirmada.
D
Errada
A alternativa está de acordo com o critério de segurança para acesso venoso central. A base sustenta que, antes de usar o cateter central para contraste, deve-se confirmar posicionamento adequado da ponta, porque mau posicionamento aumenta risco de extravasamento, lesão vascular e arritmias.
E
Errada
A alternativa também está correta tecnicamente. A base informa que testar o acesso com soro fisiológico é recomendado tanto em acessos periféricos quanto centrais para avaliar permeabilidade, resistência anormal e possível infiltração. Esse flush não substitui a verificação da compatibilidade do dispositivo com power injection.
Pegadinha da questão
A banca explorou a confusão entre protocolo seguro e valor numérico fixo: muitos candidatos aceitam um fluxo máximo absoluto para todo cateter venoso central, quando o ponto correto é que o limite depende da certificação do dispositivo e da especificação do fabricante.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a alternativa trouxer um número absoluto para acesso venoso central, confira se a base técnica exige individualização pelo tipo de cateter e pelo fabricante.
  • Em contraste iodado com power injection, acesso periférico calibroso é a regra preferencial; acesso central exige checagem adicional de compatibilidade e posição da ponta.
  • Flush com soro fisiológico serve para testar permeabilidade, mas não autoriza ignorar limites técnicos do dispositivo.
  • Em alternativas sobre acesso central, leve a sério complicações mecânicas e por mau posicionamento da ponta, mesmo que não sejam as mais frequentes.

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