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A soberania popular nos termos da Constituição Federal é exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos. De acordo com a Lei Orgânica do Município de Campo Novo do Parecis, por sua vez, o exercício direto do poder pelo povo no Município se dá mediante as mesmas formas previstas expressamente pelo constituinte originário, além da seguinte:
Na década de 1970, a ocupação efetiva da região que abarca o município de Campo Novo do Parecis, se deu a partir da:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
“a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado” (5º parágrafo). À luz da norma-padrão, na voz passiva, esse trecho seria reescrito da seguinte forma as:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho” (4º parágrafo). Uma possível reescrita desse trecho, à luz da norma-padrão, seria:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários” (2º parágrafo), o termo destacado classifica-se sintaticamente como:
Numa escola pública, um menino de nove anos apresentava dificuldades em relação à leitura e à escrita. Preocupada com o desempenho apresentado pelo estudante, sua professora passou a conversar com ele constantemente, buscando juntos possiblidades de superar os desafios cotidianos. Após essa aproximação e trabalho conjunto, o menino conseguiu avançar. Essa situação demonstra a necessidade de compreender que a relação entre professor-aluno influencia o processo ensino-aprendizagem. Com base nesse exemplo, uma dimensão importante nessa relação é a:
Segundo Lima (2005), a contribuição de uma educação crítica para a cidadania democrática só será relevante se ampliar a participação dos sujeitos nela envolvidos. Sobre a cidadania e a educação crítica para a democracia, de acordo com o autor, pode-se afirmar que:
A educação lança mão de teorias e estudos das mais diferentes áreas do conhecimento. Dentre elas, destaca-se aquela que, segundo Carvalho (2021, p.10), “tem como questão central compreender a dimensão subjetiva da educação (subjetividades que são constituídas no contexto educacional), tendo como base teórica principal as teorias que explicam os processos de desenvolvimento e de aprendizagem humana”. A autora refere-se à:
Paro (2007) discute a importância da escola na vida das pessoas, apontando a necessidade de repensar e reformular a escola autoritária, com o objetivo de transformá-la em uma instituição voltada para a emancipação e a participação democrática. Quanto à gestão democrática, o autor destaca que:
De acordo com Guimarães (2005, p.37-38), “(...) a preocupação máxima da função supervisora é a valorização do coletivo, como forma de pensar, descobrir e trabalhar, tanto sob o aspecto formal, quanto das relações. A supervisão estruturada para valorizar o professor surge como um apoio à ação docente, contribuindo para sua autonomia e objetivando a qualidade do processo ensino-aprendizagem.” Nesse sentido, cabe ao supervisor escolar:
De acordo com Boff (2009), as práticas educativas precisam se articular ao conjunto de ideias e valores que fundamentam as ações relacionadas à conexão entre ser humano e natureza. Permeado pelo entendimento e pelo sentimento de pertencimento mútuo que une o ser humano à sua origem e destino comum, a Terra. Tal perspectiva representa a ligação entre o ser humano e o ambiente que sustenta a vida no planeta Terra. O autor refere-se ao conceito de:
As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais apresentam orientações para as etapas e modalidades da Educação Básica, apoiando-se no direito ao desenvolvimento integral, à formação cidadã e à capacitação para o mercado de trabalho, valorizando a experiência de aprendizagem. Elas fundamentam-se no dever do Estado, das famílias e da comunidade de garantir o acesso democrático à educação, promovendo inclusão, continuidade e sucesso educacional. No artigo 9.º, afirmam que o estudante e a aprendizagem são elementos centrais para a escola de qualidade e apresentam alguns requisitos, dentre eles, destaca-se a:
Devido ao avanço tecnológico observado nos últimos anos, alguns especialistas afirmam que as escolas que oferecem uma formação de maior qualidade são aquelas que se fundamentam nas novas habilidades que surgem na era da Sociedade da Informação. Sobre o conceito de "aprendizado on-line colaborativo", podemos afirmar que se trata de um/a:
Segundo Libâneo (1996), o pedagogo desempenha papéis em duas áreas distintas: a escolar e a extraescolar. Na escola, pode atuar como professor e também como pedagogo que assume funções em diferentes níveis do sistema de ensino, incluindo orientação, gestão, supervisão e outras atividades relacionadas à educação, além de colaborar em atividades paradidáticas. Nesse contexto, pode-se considerar o supervisor escolar como:
No § 2.º, do art. 14, da Lei de Diretrizes e Bases de 1996, foi incluído pela Lei n.º 14.644/2023, um colegiado de caráter deliberativo, com vistas ao fortalecimento do “processo democrático nas unidades educacionais e nas diferentes instâncias decisórias, com vistas a melhorar a qualidade da educação”. Tal artigo institui o fórum do Conselho:
A constituição das ciências humanas ou sociais é uma conquista recente, pois tal campo se fortalece apenas no século XIX. Essas ciências estudam áreas da realidade social extremamente diversas. Um cientista social é capaz de refletir sobre qualquer aspecto da sociedade, fazendo-se necessário que cada um se concentre em um determinado fator da vida das sociedades, para fazer dele uma especialidade. De acordo com Chaui (1999, p. 271), o termo “ciências humanas (ou sociais)” refere-se àquelas que:
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei n.º 8.069/1990, os Entes Federativos devem, conforme texto do artigo 70, “atuar de forma articulada na elaboração de políticas públicas e na execução de ações destinadas a coibir o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante e difundir formas não violentas de educação de crianças e de adolescentes”. Das ações elencadas, destaca-se a:
O planejamento é um instrumento essencial para o trabalho docente. Segundo Libâneo (1994), é um processo que está para além do preenchimento de formulários, pois se trata de prever ações que se fundamentam em escolhas e diretrizes pedagógicas e políticas. Para tanto, sugere que o planejar tenha como referência “situações didáticas concretas”, que são:
Conforme estabelecido na Portaria n.º 267, de 21 de junho de 2023, o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) consiste em um sistema de avaliação externa de grande escala, compreendendo uma série de ferramentas, implementado periodicamente pelo INEP desde a década de 1990. O Saeb tem como um de seus objetivos:
Luckesi (1994) ressalta que a Filosofia da Educação desempenha um papel crucial ao definir a finalidade da educação. Segundo o autor, é por meio dela que os objetivos educacionais são estabelecidos, pois a educação não deve ser vista como um fim em si mesma. Em vez disso, ela deve estar integrada a um propósito maior, que é orientado pela reflexão filosófica sobre os valores, princípios e significados. Para o autor, a educação pode ser compreendida como um/a: