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Texto III
SUJEITO DE SORTE

BELCHIOR. Disponível em: https://www.letras.mus.br. Acesso em: 04 abr. 2022 (adaptado)
“Porque apesar de muito moço, me sinto são e salvo e forte” (verso 2)
Em relação ao verso acima, o conectivo destacado expressa o valor lógico-semântico de
Texto III
SUJEITO DE SORTE

BELCHIOR. Disponível em: https://www.letras.mus.br. Acesso em: 04 abr. 2022 (adaptado)
O verso em que melhor se explicita a disposição do sujeito poético para seguir em frente e deixar para trás o que já havia sido superado é
Texto II

CURY, C. Téo e o mini mundo. Disponível em: www.teoeominimundo.com.br. Acesso em: 04 abr. 2022.
É possível afirmar que a resposta da borboleta reforça a necessidade de
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
O trecho sublinhado imprime ao contexto a ideia de
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
Na frase acima, os parênteses são empregados para
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
No trecho acima, o pronome demonstrativo destacado é um elemento de coesão que
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
“(...) roubaram a nossa rotina e tivemos que aceitar uma outra, imposta ‘goela abaixo’”. (linhas 5-6)
A vírgula usada no trecho em destaque serve para
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
Os elementos destacados no fragmento acima apresentam a mesma classificação de
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
Com base no trecho destacado, é possível inferir uma
Texto I
ESPERANÇAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: RELATO DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA DE BELO HORIZONTE




TAKAHASHI, A. M. Disponível em: https://www.revistaponte.org. Acesso em: 04 abr. 2022
(adaptado)
Nas alternativas abaixo, aquela que, segundo a autora, representaria uma possibilidade de “ponte”, no sentido do “esperançar”, é
A educação é um processo amplo e complexo de construção de saberes culturais e sociais que constituem o ser humano. Por isso, é preciso pensar e repensar constantemente as relações étnico-raciais e sociais, bem como as práticas pedagógicas. Esse processo dialoga com os currículos que, cada vez mais, são provocados a mudar. Nesse sentido, Gomes (2019) aborda a questão da descolonização dos currículos brasileiros.
GOMES, N. L. O Movimento Negro e a intelectualidade negra descolonizando os currículos. In:
BERNARDINO-COSTA, J.; MALDONADO-TORRES, N.; GROSFOGUEL, R.
(Org.).Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
Essa vertente de estudo apresenta como perspectiva
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 18 ago. 2022.
É uma prática pedagógica convergente com o compromisso de desenvolver o letramento matemático nos anos iniciais do ensino fundamental
Leia a tirinha a seguir:

QUINO. Toda Mafalda.
Com base no texto e no trabalho de alfabetização na perspectiva discursiva, é correto afirmar que
Analise o fragmento de texto apresentado a seguir:
“Devia ter 1,80 por 2 metros. Dá o quê? [...]”, ele calcula, enquanto risca o papel. “Cabia um beliche, um armário pequeno e a máquina de lavar da família. E não tinha janela, só um basculante”.
Considere as dimensões do aposento que João Miguel dividiu com sua mãe por 20 anos. A área e
o perímetro desse quarto são, respectivamente:
A Revista Piauí, no ano do Bicentenário da Independência do país, revisita a história brasileira de acordo com uma perspectiva afrocentrada. O trecho da reportagem a seguir integra o Projeto Querino, liderado pelo jornalista Tiago Rogero.
Durante décadas, milhões de mulheres, sobretudo negras, viveram nos quartos de empregadas no Brasil, às vezes com um filho ou uma filha. Muitas ainda vivem. [...]
O quarto da revolta
folha de papel branco sobre a mesa da sala de uma casa simples na Baixada Fluminense, João Miguel Araújo, de 41 anos, desenha de memória o quartinho de empregada em que viveu por quase vinte anos com a mãe. “Devia ter 1,80 por 2 metros. Dá o quê? [...]”, ele calcula, enquanto risca o papel. “Cabia um beliche, um armário pequeno e a máquina de lavar da família.
E não tinha janela, só um basculante”, conta, agora desenhando o mobiliário. [...] À medida que o garoto crescia, o quartinho ficava menor. Ainda hoje, Araújo se lembra de quando ficava sentado entre a cozinha e a área de serviço, vendo a mãe trabalhar. “Sempre que sinto cheiro de água sanitária, eu me lembro de minha mãe. Ela estava sempre com esse cheirinho”. No pedaço de chão que sobrava para circular no quartinho, ele se divertia com os brinquedos que tinha: pedaços de madeira, caixas de fósforo vazias e outros materiais descartados na casa.
Piauí, ed. 191, ago. 2022 (fragmento).
Com base no texto apresentado, é correto afirmar que
Assinale a alternativa cujo registro da história da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro pertença ao século indicado.
TEXTO 5
Centenário da Semana de Arte Moderna
Há cem anos, acontecia a Semana de Arte Moderna e o Brasil discute agora sua relevância, seus desdobramentos e seu legado. Nessa vertente, o MAM Rio anuncia a exposição “Nakoada” (com curadoria de Denilson Baniwa e Beatriz Lemos) que pretende apresentar pontos de partida alternativos para pensar o que poderia ser uma produção artística que se engaja com alguns dos ideais modernos, mas que escapa de suas armadilhas.
“A mostra pretende somar às atuais discussões que visam a leitura histórica dos discursos de legitimação e centralidade de um ideal modernista no país, cuja construção insiste na invisibilidade de pessoas, criações e narrativas localizadas fora dos grandes centros e originárias de outras visões de mundo”, afirma Beatriz Lemos, curadora adjunta do MAM Rio. “Buscamos, por um lado, evidenciar os mecanismos de estratificação cultural exercidos pelos eixos geográficos de poder, e, ao mesmo tempo, afirmar a existência de outras experimentações e criações ocorridas no mesmo período ou até mesmo muito antes do inventado marco moderno, em temporalidades que escapam à história linear das vanguardas.
Um dos principais nomes da arte indígena contemporânea e do campo de suas articulações por meio da arte e da comunicação, Denilson Baniwa, co-curador de “Nakoada”, procura em sua pesquisa evidenciar algumas das contradições que balizam o percurso das histórias da arte, especialmente o do modernismo brasileiro e de sua dívida às cosmologias indígenas
Nakoada é parte do conjunto de éticas de guerra Baniwa. Em seu vasto campo de significados, Nakoada seria o estudo e profundo entendimento de outra cultura para exercer a habilidade de capturar conhecimentos não-indígenas e construir narrativas que sejam radicais na continuidade da vida e dos saberes indígenas. “Em outras palavras, uma contra-antropofagia ou re-antropofagia”, explica Beatriz Lemos. [...] Disponível em:
Disponível em: https://mam.rio. Acesso em 24 set. 2022. Modificado.
Assinale a alternativa em que o fragmento do texto apresenta uma contradição ao conceito de
Modernismo.


TEXTO 4

Adão Iturrusgarai
Considere os Textos 2, 3 e 4. Em cada um deles, é possível perceber diferentes significados para catar.
A sequência de palavras que se relaciona com o vocábulo em questão, na ordem de cada texto, sem perda semântica, é
MELO NETO, J. C. A educação pela pedra. São Paulo: Alfaguara, 2008.
As palavras marcadas em negrito
TEXTO 3
Catar feijão
Catar feijão se limita com escrever:
jogam-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na da folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.
2.
Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a com o risco.
MELO NETO, J. C. A educação pela pedra. São Paulo: Alfaguara, 2008.
O texto de João Cabral de Melo Neto é