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I- para vacinas de mRNA, contém o precursor do antígeno, mas não o antígeno proteico final.
II- medições analíticas da integridade do RNA seriam formas diretas de monitorar a estabilidade das vacinas de RNAm.
III- as vacinas de RNAm são menos sensíveis à variação de temperatura e às RNASES.
IV- ensaios analíticos in vitro, incluindo potência, são ferramentas essenciais para apoiar o desenvolvimento de formulações de vacinas de RNAm.
De cima para baixo, a sequência correta é:
I- elaborar teste de identificação do antígeno viral utilizando anticorpos específicos neutralizantes para o vírus (teste de neutralização) em cultivo de células suscetíveis e permissíveis.
II- realizar ensaios físico-químicos visando determinar umidade residual cujo limite máximo deve garantir que o produto (vacina) mantenha sua estabilidade, de acordo com o registro submetido à autoridade regulatória nacional.
III- testar a segurança biológica.
IV- na dosagem da potência as linhagens celulares e antissoros específicos não permitem que a potência do vírus vacinal seja determinada.
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente
I- o objetivo principal dos ensaios de potência em combinações de antígeno-adjuvante é determinar se a antigenicidade ou imunocompetência do antígeno está comprometida pela interação com o adjuvante.
II- o(s) sítio(s) ou epítopo(s) antigénico(s) podem ser mascarados por uma interação física ou química de alta afinidade com o adjuvante impedindo a ligação do anticorpo num imunoensaio de potência.
III- a interação antígeno-adjuvante impediria a interação do antígeno vacinal com o anticorpo num imunoensaio de potência e poderia ter um impacto negativo na indução da resposta do anticorpo in vivo.
IV- tais interações também podem afetar a estabilidade de armazenamento de um produto vacinal final contendo adjuvante.
V- os efeitos imunoestimulantes de um adjuvante não podem ser avaliados por um ensaio de potência puramente in vitro que seja desprovido de um sistema funcionalmente vivo.
É correto afirmar que:
I- A cultura de células de animais é uma ferramenta aplicada em diversas áreas da pesquisa, desde a pesquisa básica até as aplicações na medicina reparativa.
II- Culturas de células primárias são oriundas de tecido humano, animal ou de plantas e devem ser consideradas como carreadoras de possíveis vírus adventícios.
III- A caracterização ou certificação de bancos de células é baseada na determinação da identidade, da pureza e estabilidade das células.
IV- As culturas de células são oriundas de tecido nãotumoral ou tumoral heteroploide.
V- Células não-tumorais mantêm suas características diploides, geralmente são dependentes de aderência (ou ancoragem) a um suporte a fim de se acomodarem e dividirem.
As afirmativas acima:
I- a intenção destas diretrizes da OMS com relação à avaliação da estabilidade de vacinas é discutir questões específicas das vacinas e facilitar o desenvolvimento de procedimentos de avaliação de estabilidade “adaptados às vacinas.”
II- as diretrizes não incluem a sensibilidade inerente das substâncias biológicas às mudanças nas condições ambientais.
III- as diretrizes levam em consideração a importância dos testes que refletem a potência e seu grau de incerteza.
IV- na realidade em geral, um único parâmetro é insuficiente para documentar a estabilidade e que um perfil de estabilidade tem que ser estabelecido.
V- podem ser abordados aspectos microbiológicos, como carga microbiana, esterilidade dos intermediários ou produtos finais e eficácia de agentes antimicrobianos.
De cima para baixo, a sequência correta é:
I- produção da vacina é baseada no sistema de lote-semente de vírus atenuados, inativados, substâncias produzidas por eles e frações antigênicas.
II- a cepa de vírus utilizada deve demonstrar imunogenicidade adequada.
III- a cepa deve ter eficácia e segurança comprovadas por meio de estudos aprovados por autoridade nacional de controle de qualidade.
IV- a replicação da cepa viral vacinal é obtida em sistema hospedeiro (animais, embriões de aves ou cultura de células) apropriados e a suspensão viral é identificada e controlada quanto a esterilidade.
V- os métodos empregados para preparação de vacinas dependem de cada tipo de produto e devem obedecer às normas de boas práticas de fabricação de produtos farmacêuticos.
Pode-se dizer que:
I- NB1 - Classe de risco 1: (baixo risco individual e para a coletividade). Inclui os agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças em pessoas ou animais adultos sadios.
II- NB2 - Classe de risco 2: (moderado risco individual para o trabalhador e com limitado risco para a comunidade e para o meio ambiente). Podem causar doenças ao ser humano, para as quais existem medidas terapêuticas e profiláticas eficazes.
III- NB3 - Classe de risco 3: (alto risco individual e alto risco para a comunidade). Apresenta grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro por via respiratória. Podem causar doenças graves e morte ao ser humano, para as quais não existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento. Nesta classe inclui principalmente os vírus.
IV- NB4 - Classe de risco 4: (alto risco individual e moderado risco para a comunidade) inclui os agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão por via respiratória e que causam patologias humanas ou animais potencialmente letais e para as quais existem usualmente medidas de tratamento e/ou de prevenção. Representam risco se disseminados na comunidade e no meio ambiente, propagar-se por contato direto de pessoa para pessoa.
De cima para baixo, a sequência correta é:
São considerados agentes biológicos
: I- os microrganismos (bactéria, vírus, fungos, geneticamente modificados ou não).
II- amostras coletadas de plantas, animais, seres humanos, peças cirúrgicas.
III- as culturas de células bidimensional e tridimensional.
IV- os parasitas.
V- as toxinas de microrganismos e os príons.
Das afirmativas acima, pode-se afirmar que: