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Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.
Analisar os itens.
I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.
II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.
III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.
Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção.
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).
Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que:
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.
I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.
II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.
III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.
IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.
Está CORRETO o que se afirma:
O filósofo, médico, psicólogo e político francês Henri Wallon, amplamente reconhecido por seu trabalho científico na área da Psicologia do Desenvolvimento — com foco especial na infância —, concebia o desenvolvimento humano como um processo contínuo de construção. Para ele, esse processo era caracterizado pela alternância de fases em que predominam, de forma sucessiva, os aspectos afetivos e cognitivos. Cada uma dessas fases possui características singulares e uma coesão interna, determinada pelo tipo de atividade que se sobressai. Essas atividades predominantes, por sua vez, refletem os recursos disponíveis para a criança em cada momento, capacitando-a a interagir com o ambiente. Para ilustrar essa concepção de forma mais tangível, Wallon detalhou as peculiaridades centrais de cada um dos cinco estágios propostos em sua teoria. Sobre um dos cincos estágios da psicogenética walloniana, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
Por volta dos seis anos, inicia-se o estágio ___________, que, graças à consolidação da função simbólica e à diferenciação da personalidade realizadas no estágio anterior, traz importantes avanços no plano da inteligência. Os progressos intelectuais dirigem o interesse da criança para as coisas, para o conhecimento e a conquista do mundo exterior, imprimindo às suas relações com o meio preponderância do aspecto cognitivo.
Com base na psicoterapia dinâmica, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
As interpretações raramente levam a revelações súbitas ou curas imediatas, sendo frequentemente rejeitadas pela resistência do paciente. Por isso, exigem repetição constante por parte do terapeuta em diversos cenários. A repetição dessa interpretação da transferência e da resistência, até que a compreensão se integre completamente à consciência do paciente, é um processo chamado de ________.
A respeito do distúrbio de eliminação enurese, analisar os itens.
I. Repetição de episódios de urina na cama ou na roupa, de forma involuntária ou proposital.
II. A idade cronológica é de no mínimo 3 anos, ou o nível de desenvolvimento correspondente.
III. O problema não é causado por substâncias (como medicamentos) ou outra condição médica.
Está CORRETO o que se afirma:
Em relação aos processos que envolvem o psicodiagnóstico, analisar os itens.
I. Testes projetivos se configuram como ferramentas bastante satisfatórias para aplicação em pacientes com comprometimento acentuado das funções do ego.
II. A história clínica pretende caracterizar a emergência de sintomas ou de mudanças comportamentais numa determinada época e a sua evolução até o momento atual.
III. No caso da primeira infância, é essencial saber o quanto o ambiente foi estimulante para o desenvolvimento e o quanto oferecia um clima de afeto.
Está CORRETO o que se afirma:
Em relação ao estresse, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
O termo “estresse” surgiu para designar as forças envolvidas em uma situação que ameaça a homeostase. Em resposta, o corpo ativa um complexo repertório de reações comportamentais e fisiológicas, conhecidas como respostas de “luta ou fuga”. Dentro desse contexto, o ____________ é a via mais estudada em relação ao estresse e aos transtornos psiquiátricos. Um estresse físico ou psicológico desencadeia diversas reações fisiológicas, sendo a principal delas a liberação de cortisol pelas glândulas adrenais.
A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Em conformidade com a Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente, analisar os itens.
I. O direito à liberdade compreende, entre outros aspectos, o direito da criança e do adolescente de escolher livremente, em qualquer idade, a execução de exercer trabalho remunerado ou não.
II. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.
Está CORRETO o que se afirma:
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) oferece orientações e recomendações a psicólogos(as) para a atuação profissional em ambientes escolares que enfrentam situações de violência. Com base nas diretrizes do CFP sobre a resposta e a pós-prevenção em casos de violência, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Para uma atuação eficaz e eticamente fundamentada, o(a) psicólogo(a) deve empregar técnicas cientificamente reconhecidas que considerem as necessidades essenciais de crianças e adolescentes.
( ) A estratégia de cuidados deve abraçar não apenas os estudantes, mas também professores e colaboradores das escolas afetadas. É igualmente crucial desenvolver um fluxo de cuidado para os profissionais que atuam na comunidade escolar. Isso pode ser feito por meio da construção e execução intersetorial, pelo setor público, de um plano de proteção e segurança para crianças e adolescentes.
( ) Nesse contexto, o(a) psicólogo(a) deve considerar isoladamente a presença do sofrimento ou a violência em si. Os diagnósticos precisam seguir os parâmetros científicos estabelecidos pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo, e sua realização deve ser feita com celeridade, considerando o ambiente escolar, que é um contexto de desenvolvimento.
A Declaração de Alma Ata reuniu pela primeira vez governos de diversos países para firmar o compromisso de fortalecer a APS no mundo, inclusive financeiramente, em especial nas regiões em desenvolvimento. Sobre essa Declaração, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
A Declaração de Alma Ata passou a ser uma referência mundial para as pessoas que se preocupam com a saúde e, quando alguém se refere à Alma Ata, está se referindo ao compromisso de _________, uma meta a ser alcançada por meio da _________ à saúde e da participação comunitária.
Considerando-se o Código de Ética Profissional do Psicólogo, sobre a promoção pública de serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Fará previsão taxativa de resultados.
( ) Utilizará o preço do serviço como forma de propaganda.
( ) Informará o seu nome completo, o CRP e o seu número de registro.
( ) Não fará divulgação sensacionalista das atividades profissionais.
Com base na Lei nº 8.080/1990 – Lei Orgânica da Saúde, as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde obedecem aos seguintes princípios:
I. Capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência à saúde da população.
II. Direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde.
III. Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos, garantindo todos os privilégios necessários.
Está CORRETO o que se afirma:
Dadas as funções f(x) = x2 + 6x + 9 e g(x) = -3x + 4, assinalar a alternativa que corresponde à f(g(x)).