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Q3899088 Direito Sanitário

A Legislação do Sistema Único de Saúde inicia na Constituição Federal 1988 que institui:


“A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.



No contexto da Legislação do Sistema Único de Saúde temos: Decreto; Leis, Normatização pelas NOBs; Pacto pela Saúde.



I - A lei Orgânica 8080, de 19 de setembro de 1990, dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. (L8080 (planalto.gov.br))


II - A lei Orgânica 8.142, de 28 de dezembro de 1990, dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. (L8142 (planalto.gov.br))


III - As Normas Operacionais Básicas, por sua vez, a partir da avaliação do estágio de implantação e desempenho do SUS, se voltam, mais direta e imediatamente, para a definição de estratégias e movimentos táticos, que orientam a operacionalidade deste Sistema (SUS). (NOB - SUS (saude.gov.br)


IV - O Pacto pela Saúde é um conjunto de reformas institucionais do SUS pactuado entre as três esferas de gestão (União, Estados e Municípios) com o objetivo de promover inovações nos processos e instrumentos de gestão, visando alcançar maior eficiência e qualidade das respostas do Sistema Único de Saúde. Ao mesmo tempo, o Pacto pela Saúde redefine as responsabilidades de cada gestor em função das necessidades de saúde da população e na busca da equidade social.



Marque a série que está em conformidade com a Legislação do SUS.

Alternativas
Q3899086 Legislação Municipal
Analise o Art. 12 da Lei Orgânica do Município de Barra da Estiva Baia. Após análise, marque o inciso incorreto.
Alternativas
Q3899085 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia

A Lei Orgânica do Município de Barra da Estiva - TÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO DO MUNICÍPIO - CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS, institui: ART. 4º – O Município de Barra da Estiva, unidade territorial do Estado da Bahia, pessoa jurídica de direito público interno, com autonomia política, administrativa e financeira, é organizado e regido pela presente Lei Orgânica e demais leis que adotar na forma da Constituição Federal e da Constituição Estadual.



Marque a alternativa com o “Parágrafo” que está incorreto.

Alternativas
Q3899084 Geografia

Sobre o Município de Barra da Estiva, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - Os principais rebanhos do Município de Barra da Estiva são de: bovinos, caprinos, equinos, ovinos e suínos.


II - O Município de Barra da Estiva possui um clima tropical de altitude.


III - O Município de Barra da Estiva apresenta um verão úmido e fresco causado pelas chuvas de verão e frentes frias vindas do sul do Brasil e invernos relativamente frios e mais secos.

Alternativas
Q3899083 História e Geografia de Estados e Municípios

Sobre o Município de Barra da Estiva, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - A lei Estadual nº 726, de 1º de maio de 1909, criou na povoação da Barra da Estiva um distrito de paz, figurando o município, em 1911, com os distritos de Jussiape, Sincorá e Barra da Estiva.


II - A história da emancipação de Barra da Estiva está intimamente ligada ao município de Jussiape devido às alternâncias na mudança de sede do município.


III -Os nativos de Barra da Estiva do estado da Bahia só tiveram sua emancipação oficializada no ano de 2010.

Alternativas
Q3899082 História e Geografia de Estados e Municípios

Sobre o Município de Barra da Estiva, localizado no Estado da-Bahia, analise as informações com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - A origem do Município de Barra da Estiva tem relação com o sertanista Sebastião da Rocha Pinto tomou posse de uma porção de terras, nas margens do rio das contas, denominando-as Brejo Grande e Fazenda Carneiro.


II - De acordo com o site oficial de Barra da Estiva-Bahia, o Município se estende por 1. 346,6 km².


III - Os habitantes são chamados pelo gentílico de barrestivenses.



Estão corretas:

Alternativas
Q3899071 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.



I - No trecho: “a única leitura que jamais me cansa” - temos, respectivamente: um pronome relativo; e um pronome em posição de próclise.


II - Na frase: “O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos” - temos em destaque: o mesmo pronome possessivo usado em duas ocorrências antes de palavras que são antônimas; e um substantivo polissílabo proparoxítono.


III - A frase: “Recordo certa página em que ele esbanjou” - inicia com verbo no presente do modo indicativo e termina com verbo no pretérito perfeito do modo indicativo.


IV - Os pronomes: “tudo” e “outros” são indefinidos.

Alternativas
Q3899070 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

A palavra “Riqueza” termina com “ZA” diferentemente da última sílaba da palavra escrita na alternativa:
Alternativas
Q3899069 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q3899068 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque o parágrafo que inicia com verbo de primeira conjugação no modo imperativo afirmativo escrito com exemplo de pronome oblíquo exemplificando uma ênclise.
Alternativas
Q3899067 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com o parágrafo que inicia com verbo de segunda conjugação, usado de forma impessoal no presente do modo indicativo.
Alternativas
Q3899066 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa que identifica corretamente o tempo em que está conjugado o verbo: “Orgulhávamo-nos”.
Alternativas
Q3899065 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com a série formada, respectivamente, por: um monossílabo tônico e um monossílabo átono; um dissílabo oxítono; um dissílabo paroxítono e um trissílabo proparoxítono. 
Alternativas
Q3899064 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com uma palavra escrita com um encontro consonantal e um hiato; e uma palavra escrita com ditongo nasal, respectivamente.
Alternativas
Q3899063 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque a alternativa com um exemplo de dífono e um exemplo de dígrafo, respectivamente.
Alternativas
Q3899062 Português

DICIONÁRIOS E A RIQUEZA DO LÉXICO



(1º§) Embora o meu vocabulário seja voluntariamente pobre – uma espécie de Brasileiro Básico – a única leitura que jamais me cansa é a dos dicionários. Variados, sugestivos, atraentes, não são como os outros livros, que contam a mesma estopada do princípio ao fim. Meu trato com eles é puramente desinteressado, um modo disperso de estar atento.

(2º§) E esse meu vício é, antes de tudo, inócuo para o leitor. Mas entendo que gosto de me apropriar do léxico de minha língua pátria. Na minha adolescência, todo e qualquer escritor se presumia de estilista, e isso, na época, significava riqueza vocabular.

(3º§) Imagine-se o mal que deve ter causado a autores novos e inocentes o grande estilista Coelho Netto; grande infanticida, isto é o que ele foi.

(4º§) Orgulhávamo-nos, como das nossas riquezas naturais, da opulência verbal de Ruy Barbosa. O seu fraco, ou seu forte, eram os sinônimos.

(5º§) Recordo certa página em que ele esbanjou seus haveres com as pobres mulheres da vida, chamando-as de todos os nomes, menos um.

(6º§) Há palavras que ninguém emprega. Apenas se encontram nos dicionários como velhas caducas num asilo. Às vezes uma que outra vem luzir-se desdentadamente, em público, nalguma oração de paraninfo. Pobres velhinhas... Pobre velhinho!



(QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p.176) – (Adaptado)

Marque o que não se comprova na frase nominal que dá título ao texto, escrita a seguir:


“Dicionários e a riqueza do léxico”

Alternativas
Q3893161 Psicologia
De fato, Freud não estava inteiramente livre do preconceito do homo rationalis. Prova disso é que adscreveu a uma ‘outra lógica’, que não a lógica racional e consciente, os mecanismos que descobriu na formação dos sonhos: o deslocamento, a condensação e a transformação em imagens.
(FREUD, S. (1901/1972). Sobre os sonhos. Ed. Standard Brasileira, vol. V. Rio de Janeiro - Imago. (1925/1976) As resistências à psicanálise. Ed. Standard, vol.XIX. Rio:Imago.) - Texto adaptado.

Sobre Freud, é incorreto afirmar.
Alternativas
Q3893160 Pedagogia
Julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I - No Brasil, a inclusão beneficia não somente o aluno incluído, pois toda a comunidade é beneficiada, o que quer dizer que tem que haver respeito para todas as pessoas portadoras de deficiência de qualquer tipo. A inclusão exige uma disposição para encarar o ensino com respeito às diferenças de aprendizagem de cada aluno. Deve-se ressaltar que cada pessoa aprende de uma maneira diferente.
II - O Currículo escolar abrange as experiências de aprendizagens implementadas pelas instituições escolares e que deverão ser vivenciadas pelos estudantes. No currículo, estão contidos os conteúdos que deverão ser abordados no processo de ensinoaprendizagem e a metodologia utilizada para os diferentes níveis de ensino.
III - A função da teoria curricular é compreender e descrever fenômenos da prática curricular, através dela, teremos a compreensão do objeto e intenções de um determinado grupo social. 
IV - O modelo biopsicossocial é encontrado no campo da psicologia, até mesmo da psicoterapia. É uma abordagem que afirma que vários fatores influenciam o desenvolvimento e o bem-estar de uma pessoa, no contexto de uma doença, distúrbio ou deficiência. Nesse contexto, há os tipos: 1. Biológico (genético, de herança...). 2. Psicológico (comportamentos, emoções, pensamentos ...). 3. Social (oportunidades de educação, pobreza, desemprego ...).
Alternativas
Q3893159 Pedagogia
Para Vygotsky (1994), o prazer não pode ser considerado a característica definidora do brinquedo, como muitos pensam. Na verdade, o brinquedo preenche necessidades, entendendo-se estas necessidades como motivos que impelem a criança à ação, pois essas necessidades são exatamente as que fazem a criança avançar em seu desenvolvimento. Para Vygotsky, a “Zona de desenvolvimento proximal” é a distância entre nível real e proximal (o que hoje o sujeito realiza com ajuda e logo realizará sozinho). E Aprendizagem representa a conquista social que impulsiona o desenvolvimento.

Há muitos conceitos que podem ser relacionados ao trabalho científico de Vygotsky, entre eles analise:

I - Internalização – as formas de comportamento interpessoais (entre as pessoas) se tornam intrapessoais (de cada uma), abrindo espaço para a criação singular a partir dos referenciais coletivos.
II - Mediação simbólica – é na relação com o outro que a criança (o sujeito humano) internaliza as formas culturais de sua sociedade (linguagem, símbolos, gestos etc.).
III - Nível de desenvolvimento real – o que o sujeito realiza sozinho, sem ajuda.
IV - Nível de desenvolvimento potencial – o que o sujeito é capaz de realizar com auxílio de alguém mais experiente.

Marque a série correta.
Alternativas
Q3893158 Pedagogia
No âmbito artístico, o Construtivismo é um movimento de vanguarda que se interessa pela organização dos planos e pela expressão do volume utilizando materiais da época industrial.

Sobre “Construtivismo” julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa correta.

I – O Construtivismo foi uma invenção da vanguarda russa que encontrou adeptos em todo o continente; representa o movimento das artes plásticas, do cinema e do teatro que ocorre basicamente na Rússia, com importante papel no apoio Revolução Russa de 1917.
II - Construtivismo é um movimento defensor da arte funcional, que deve atender as necessidades do povo.
III - Construtivismo é o nome de várias correntes surgidas na arte, na psicologia, na filosofia, na pedagogia e nas ciências sociais em geral.
IV - Na psicologia, o Construtivismo tem por base os postulados de Jean Piaget; segundo este psicólogo, o desenvolvimento da inteligência é construído pelo próprio indivíduo através da interação com o meio.
Alternativas
Respostas
881: E
882: B
883: C
884: D
885: E
886: A
887: A
888: B
889: A
890: C
891: E
892: B
893: E
894: C
895: A
896: D
897: A
898: B
899: A
900: D