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O Green Building Council Brasil é o órgão responsável pelo sistema de certificação LEED® (Leadership in Energy and Environmental Design®) adaptado à realidade brasileira. Sobre os critérios para certificação LEED, considere as seguintes afirmativas:
1. Edificações existentes e reformas não podem ser certificadas.
2. O local de implantação do empreendimento é considerado na pontuação. Imóveis ganham pontos caso sejam levantados em áreas já consolidadas, contribuindo para o adensamento das cidades.
3. A certificação só será efetivada após a construção do prédio e a confirmação de que os pré-requisitos foram atendidos.
4. Para conservar a certificação, o edifício deve ser reavaliado, em termos de operação sustentável dos sistemas, a cada cinco anos.
Assinale a alternativa correta.
Com o levantamento topográfico altimétrico são obtidos diversos pontos com cotas/altitudes conhecidas. Com relação à representação do relevo, é correto afirmar:
Para cada região climática existem princípios de desenho que favorecem o conforto e o desempenho dos espaços construídos. Em relação a isso, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a da esquerda.
1. Regiões tropicais de clima quente-seco sem inverno com baixas temperaturas.
2. Regiões tropicais de clima quente-úmido.
3. Regiões tropicais de clima tropical de altitude ou planaltos.
( ) Traçado compacto que proteja contra excessiva radiação diurna e atenue as perdas noturnas.
( ) Tecido urbano disperso, aberto e extenso para permitir a ventilação das formas construídas.
( ) Forma compacta com poucas superfícies expostas à radiação solar.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
A Lei Federal n° 10.257, de 2001, denominada Estatuto da Cidade, oferece aos municípios um conjunto de instrumentos de política urbana e institui vários instrumentos de gestão urbana e fundiária. O instrumento que institui o direito de utilizar o solo, o subsolo ou o espaço aéreo relativo ao terreno, na forma estabelecida no contrato respectivo, atendida a legislação urbanística, é chamado de:
Identifique os elementos componentes da estrutura de madeira e numere a coluna da direita de acordo com o diagrama à esquerda.
( ) Pendural
( ) Caibros
( ) Cumeeira
( ) Terça
( ) Frechal
( ) Ripas
( ) Escora
( ) Linha
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
Nos jardins em sítios de topografia acidentada, é frequente a construção de terraços definidos por muros de contenção. Sobre os muros de contenção, é correto afirmar:
Numere a coluna da direita (arquiteto) de acordo com sua correspondência com a da esquerda (obra e local).
1. Naoshima Contemporary Art Museum, Japão.
2. Museu de Arte Romana, Mérida.
3. Tjibaou Cultural Center, Nova Caledônia.
4. Rolex Learning Center, Lausanne.
5. Fundação Cartier de Arte Contemporânea, Paris.
( ) Jean Nouvel.
( ) Renzo Piano.
( ) Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa.
( ) Rafael Moneo.
( ) Tadao Ando.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
O texto a seguir é referência para as questões 14 e 15.
William Penn (1644-1718), founder of Pennsylvania. Son of an admiral, he was sent to a Puritan school and was expelled from Oxford as a dissenter in 1660. Sent to Ireland to manage the family estates, he regularly attended the Quaker meeting at Cork, and on his return to England he was twice imprisoned for proselytizing, but nonetheless retained connections with the court. In 1681, Charles II repaid a debt owed to Penn’s father by granting him a large province on the west bank of the Delaware river in North America. Penn drew up a frame of government providing for religious toleration in the new colony, which he named Pennsylvania. After he had supervised the building of Philadelphia (1682-4), he returned to England and, on James II’s accession, secured the release of some 1,200 Quaker prisoners. Out of favour after the Glorious Revolution, he returned to America in 1699, but financial mismanagement forced him to mortgage his rights as proprietor of the colony.
(Gardiner, J., & Wenborn, N. (eds.) (1995). The History Today Companion to British History. London: Collins & Brown.)
Penn was imprisoned in England:
O texto a seguir é referência para as questões de 11 a 13.
We are accustomed to thinking of military success as determined by quality of weaponry, rather than by food supply. But a clear example of how improvements in food supply may decisively increase military success comes from the history of Maori New Zealand. The Maori are the Polynesian people who were the first to settle New Zealand. Traditionally, they fought frequent fierce wars against each other, but only against closely neighboring tribes. Those wars were limited by the modest productivity of their agriculture, whose staple crop was sweet potatoes. It was not possible to grow enough sweet potatoes to feed an army in the field for a long time or on distant marches. When Europeans arrived in New Zealand, they brought potatoes, which beginning around 1815 considerably increased Maori crop yields. Maori could now grow enough food to supply armies in the field for many weeks. The result was a 15-year period in Maori history, from 1818 until 1833, when Maori tribes that had acquired potatoes and guns from the English sent armies out on raids to attack tribes hundreds of miles away that had not yet acquired potatoes and guns. Thus, the potato’s productivity relieved previous limitations on Maori warfare, similar to the limitations that low-productivity corn agriculture imposed on Maya warfare.
(Diamond, J. (2006). Collapse. London: Penguin.)
Which of the following sentences is NOT true, according to the text?
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 05.
Darwin: o super-herói
Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904-1987) verificou que os heróis de todas as culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de “monomito”. No livro O herói de mil faces, ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção de espécimes biológicos. Retorno: Darwin completa sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita – não é de se surpreender que Darwin tenha se tornado um super-herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única: ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica-se com enorme rapidez e também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural.
Quando um medicamento anti-HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente, o que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente simultaneamente com vários medicamentos anti-HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do HIV havia evoluído de um estado de resistência a todos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação, nasceu o chamado “tratamento de interrupções estruturadas” da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!
(PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line – 12 jan. 2007 – adaptado.)
“A partir dessa constatação, nasceu o chamado ‘tratamento de interrupções estruturadas’ da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!”.
As palavras grifadas acima poderiam ser substituídas, mantendo-se as mesmas relações de sentido original, por:
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 05.
Darwin: o super-herói
Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904-1987) verificou que os heróis de todas as culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de “monomito”. No livro O herói de mil faces, ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção de espécimes biológicos. Retorno: Darwin completa sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita – não é de se surpreender que Darwin tenha se tornado um super-herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única: ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica-se com enorme rapidez e também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural.
Quando um medicamento anti-HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente, o que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente simultaneamente com vários medicamentos anti-HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do HIV havia evoluído de um estado de resistência a todos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação, nasceu o chamado “tratamento de interrupções estruturadas” da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!
(PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line – 12 jan. 2007 – adaptado.)
No livro O herói de mil faces, Campbell descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
Assinale a alternativa que reescreve a frase acima sem alterar o sentido.
1. Disseminar normas relativas à gestão de documentos de arquivo.
2. Preservar o patrimônio documental arquivístico do Arquivo Nacional.
3. Aumentar a produção da documentação arquivística pública.
4. Integrar e coordenar as atividades de gestão de documentos de arquivos desenvolvidas pelos órgãos setoriais e seccionais que o integram.
5. Articular-se com os demais sistemas que atuam direta ou indiretamente na gestão da informação pública federal.
São finalidades do SIGA:
( ) O estímulo ao conflito é utilizado para aumentar a competição entre indivíduos e equipes.
( ) Uma das formas de se diminuir o conflito é reduzir a base de recursos humanos e materiais disponíveis.
( ) O ato de evitar o conflito estabelecido pode ser efetivo, do ponto de vista pessoal, no curto prazo; porém tem pouca probabilidade de resolver o conflito persistente ou crônico.
( ) Os conflitos precisam ser discutidos para que sejam construtivos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
1. Colocar gelo no local do dente fraturado. 2. Encaminhar o caso para atendimento especializado. 3. Deitar a criança no chão para evitar hemorragia ou edema. 4. Preservar adequadamente o dente em água, soro, leite ou saliva, para posterior encaminhamento ao dentista. 5. Atender a criança, acalmando-a e verificando se não houve outros traumas ou machucaduras além da perda (de parte) do dente. As alternativas que expressam um atendimento correto são (não necessariamente na ordem disposta):
Você percebe que, em um grupo de crianças de 4 anos de idade, há muitas dificuldades de expressão oral. Assinale a alternativa que NÃO representa uma boa estratégia pedagógica para enfrentar esse problema nessa faixa etária.