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Q3456239 Literatura
Quanto aos gêneros literários, analise os itens e assinale a alternativa correta.

I- O gênero narrativo é um gênero literário moderno em prosa, que tem como intuito narrar uma história. Para um texto ser considerado narrativo, ele precisa conter esses elementos: Enredo - história que narra uma sucessão dos acontecimentos; Narrador - aquele que narra a história; Personagens - pessoas que estão presentes na história; Tempo - o período em que acontece a história; Espaço - local onde se passa a história.

II- O gênero lírico é um gênero literário escrito em versos que tem como foco mostrar as emoções, sensações, sentimentos e impressões pessoais do poeta. Ele é marcado pela subjetividade, onde o poeta expressa sua opinião, por isso, eles são escritos na primeira pessoa (eu). O gênero lírico recebe esse nome, pois faz referência ao instrumento musical, a lira, que acompanhava a declamação de poesias na antiguidade.

III- Gênero Narrativo: em sua origem, o gênero narrativo era chamado de “gênero épico”, pois incluía as narrativas histórico-literárias de grandes acontecimentos, chamados de epopeias.

IV- Alguns subgêneros de textos narrativos são: Epopeia - narrativa longa sobre fatos grandiosos de um herói ou de um povo; Romance - narrativa extensa escrita em prosa que revela ações de personagens dentro de uma história; Novela - escrita em prosa, é uma narrativa longa, porém mais breve e mais dinâmica que o romance; Conto - escrito em prosa, é uma narrativa mais objetiva e curta que a novela e o romance; Crônica - narrativa breve que focam em acontecimentos do cotidiano; Fábula - narrativa fantasiosa que procura ensinar sobre algo. 
Alternativas
Q3456238 Português
Sobre tipologias textuais, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) Veja exemplos das descrições objetiva e subjetiva: Descrição objetiva: A Basílica de São Marcos, localizada em Veneza, é repleta de mosaicos. (não há uma opinião sobre o que está sendo observado). Descrição subjetiva: A deslumbrante Basílica de São Marcos, localizada em Veneza, é repleta de belíssimos mosaicos. (pelo uso dos adjetivos, nota-se as impressões do autor).

( ) Características da tipologia descritiva: aponta os principais atributos e aspectos de algo; realiza um retrato verbal sobre algo; valoriza os detalhes, os pormenores e as minúcias; utiliza muitos adjetivos para detalhar o objeto descrito; usa verbos de ligação (ser, estar, parecer) para demostrar o objeto descrito; presença de verbos no pretérito imperfeito e no presente do indicativo para descrever cenas; recorre às metáforas e comparações que permitem uma melhor imagem mental do que está sendo descrito.

( ) Os principais exemplos de textos descritivos são: manuais de instruções; retratos falados; diários; notícias; biografias. Todos eles são textos descritivos, em que há um retrato verbal realizado pelo autor (emissor).

( ) Tipologia dissertativa (dissertação): é, de maneira geral, um tipo textual opinativo e argumentativo. Além disso, pode ser persuasivo, já que tem como intuito defender uma ideia, ou um conceito sobre determinado assunto, através de argumentações pautadas em dados, estatísticas e exemplos concretos.

( ) Tipologia dissertativa (dissertação): os autores que fazem uso dessa tipologia textual, pretendem convencer seus leitores a partir de suas opiniões e juízos de valor fundamentados em pesquisas que realizaram ou em conhecimentos que possuem sobre o tema. Vale ressaltar que a opinião deve ser apresentada na terceira pessoa do plural (nós, eles) e não na primeira pessoa do singular (eu). Embora em sua maioria os textos dissertativos sejam argumentativos, há também outra subcategoria denominada de textos dissertativos-expositivos. Nesse caso, as ideias, conclusões e conceitos apresentados são expostos de maneira neutra e imparcial, sem que o autor se posicione mostrando sua opinião. 
Alternativas
Q3456237 Português
Referindo-se à Língua falada e língua escrita, assinale (V) verdadeiro ou (F) e marque a alternativa devida.

( ) NÍVEIS DA FALA: Nível formal-culto: língua padrão, ou norma culta. Utilizada em situações formais (que exigem cuidado vocabular); obediência às regras e para ter maior prestígio social.

( ) NÍVEIS DA FALA: Nível coloquial-popular: uso no dia a dia, de caráter informal e espontâneo. Há pouca preocupação com as regras formais e possui variantes, como gírias, jargões e linguagens regionais.

( ) ESCRITA: Não é apenas a representação da língua falada. Trata-se de um sistema mais disciplinado e rígido, que não tem mímica (gestos), tom de voz ou fisionomia. Além disso, a escrita usa a gramática como base.

( ) As línguas podem se manifestar na modalidade falada ou escrita, lembrando que há línguas que não possuem sistema de escrita. São as chamadas línguas ágrafas.

( ) A escrita não é mera reprodução da fala. Língua falada e língua escrita são sistemas diferentes, cada qual com características próprias. Na fala, há recursos que não existem na escrita, como a gesticulação e as expressões faciais, que podem alterar o sentido daquilo que é falado. Por serem sistemas diferentes, não tem sentido falar que um seja melhor que o outro. Embora sejam modalidades diferentes de uso da língua, as fronteiras entre fala e escrita, muitas vezes, não são precisas. Quando trocamos mensagens via WhatsApp, usamos a língua escrita; mas, muitas vezes, estamos de fato conversando. Nesse caso, o escrito e o oral se mesclam. 
Alternativas
Q3456236 Português
Referindo-se a pronomes indefinidos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente.  
( ) Os pronomes indefinidos alguém, ninguém, outrem, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos algum, alguma, nenhum, nenhuma, são variáveis. ( ) Os pronomes indefinidos tudo, nada, algo, cada, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos todo, toda, muito, muita, são variáveis. 
Alternativas
Q3456235 Português
Remetendo-se a termos da oração, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Predicado. B- Objeto indireto. C- Vocativo. D- Aposto.
Coluna II.
1- Termo colocado junto a um nome, com a função de explicá-lo, especificá-lo, resumi-lo.
2- É a parte da oração na qual se declara algo.
3- Termo usado com o objetivo de chamar, ou interpelar alguém. 
4- Termo que completa o significado de um verbo transitivo indireto, com auxílio de preposição. 
Alternativas
Q3456234 Português
Aludindo-se a vozes verbais, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I- A criança pede esmola no semáforo. O fato expresso pelo verbo é praticado pelo sujeito, (sujeito agente).
II- Propagandas (sujeito paciente) são entregues pela moça (agente da passiva). Voz passiva sintética, ou pronominal.
III- Entrega-se gás (sujeito paciente) em domicílio. Voz passiva analítica.
IV- O assassino (sujeito agente e paciente) finalmente se entregou. Voz reflexiva.
Alternativas
Q3456233 Português

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No que se refere à colocação pronominal, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correspondente.


( ) A mesóclise ocorre apenas com os verbos no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo. O pronome é introduzido antes de suas terminações.


( ) A próclise ocorre no início de frases do imperativo afirmativo.


( ) A ênclise ocorre quando antes do verbo vier uma palavra que atraia o pronome como advérbio.


( ) Os pronomes átonos o, a, os, as, lhe, lhes, me, te, se, nos, vos, apoiam-se na tonicidade de outra palavra em relação ao verbo, eles podem ser colocados depois (enclítico), antes (proclítico) ou no meio (mesoclítico) dele. 

Alternativas
Q3456232 Português
Assinale a única alternativa, onde não temos um vocativo.
Alternativas
Q3456231 Português

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Ao expor o correto uso, ou não da crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.


( ) Reportou-se à garota da escola.

( ) Gosta de pintura à óleo.

( ) Estivemos frente a frente e ela não disse nada.

( ) Não vou à festas.

( ) Vou a Brasília todos os anos. 

Alternativas
Q3456230 Português
Tratando-se de discurso, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) – Aluna, fique sentada, não vá incomodar ninguém – ordenou a professora. (Discurso direto).
( ) A professora ordenou que a aluna ficasse ali e não fosse incomodar ninguém. (Discurso indireto).
( ) Como aquela aluna tinha a ousadia de falar daquele jeito? Era muito desaforamento! Pois não era? (Discurso indireto livre).
( ) O advogado disse: — Vocês estão julgando esta moça sem saber da história toda! (Discurso direto).  
Alternativas
Q3456229 Português
Referindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Metonímia. B- Perífrase. C- Hipérbole. D- Eufemismo.
Coluna II.
1- É uma expressão que designa os seres por meio de algum de seus atributos, ou de um fato que os celebrizou.
2- Corresponde ao exagero de uma ideia feito de maneira intencional.
3- É utilizado para suavizar o discurso.
4- É a transposição de significados considerando parte pelo todo, autor pela obra. 
Alternativas
Q3456228 Português
Aludindo-se à versificação, leia os itens e assinale a alternativa devida.

I- A versificação é o início da produção poética. Trata-se da arte de escrever versos. Eles são frases curtas, as linhas que constituem um poema. Quando essas linhas se juntam, formam as estrofes.

II- Tipos de versos: regulares (com métrica e rima); brancos (com métrica e sem rima); livres (podem ser sem métrica e sem rima).

III- As métricas dos poemas são feitas a partir da contagem das sílabas poéticas. Os versos são classificados em: Monossílabo – verso que possui uma sílaba poética; Dissílabo – verso que possui duas sílabas poéticas; Trissílabo – verso que possui três sílabas poéticas; Tetrassílabo – verso que possui quatro sílabas poéticas; Pentassílabo – verso que possui cinco sílabas poéticas; Hexassílabo – verso que possui seis sílabas poéticas; Heptassílabo – verso que possui sete sílabas poéticas; Octossílabo – verso que possui oito sílabas poéticas; Eneassílabo – verso que possui nove sílabas poéticas; Decassílabo – verso que possui dez sílabas poéticas; Hendecassílabo – verso que possui onze sílabas poéticas; Dodecassílabo – verso que possui doze sílabas poéticas.

IV- O ato de contar as sílabas poéticas de um poema, chama-se escansão. 
Alternativas
Q3456227 Português

Versos simples. (Armandinho). 



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Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo,

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples,

Mas que fiz de coração.

Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo.

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração. 


De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “riqueza” significa:  
Alternativas
Q3456226 Português

Versos simples. (Armandinho). 



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Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo,

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples,

Mas que fiz de coração.

Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo.

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração. 


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Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (peito, ainda, chão).

Alternativas
Q3456225 Português

Versos simples. (Armandinho). 



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Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo,

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples,

Mas que fiz de coração.

Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo.

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração. 


No período do texto “Não te trago flores / Porque elas secam e caem ao chão”. A oração grifada é: 
Alternativas
Q3456224 Português

Versos simples. (Armandinho). 



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Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo,

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples,

Mas que fiz de coração.

Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo.

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração. 


Em se tratando de encontros vocálicos, as palavras do texto (coisas, ouro, céu) são respectivamente: 
Alternativas
Q3456223 Português

Versos simples. (Armandinho). 



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Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo,

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples,

Mas que fiz de coração.

Sabe, já faz tempo

Que eu queria te falar

Das coisas que trago no peito

Saudade, já não sei se é

A palavra certa para usar

Ainda lembro do seu jeito.

Não te trago ouro

Porque ele não entra no céu

E nenhuma riqueza deste mundo.

Não te trago flores

Porque elas secam e caem ao chão.

Te trago os meus versos simples

Mas que fiz de coração. 


Com base na leitura do texto, marque a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q3435565 Sociologia
A partir de 2007, o IDH brasileiro chegou a 0,800, o que representou um avanço e colocou o Brasil, pela primeira vez, entre os países com alto desenvolvimento humano, apesar desse avanço o país ainda mantém alguns indicadores típicos do subdesenvolvimento.
Assinale a alternativa em desacordo com a afirmação.
Alternativas
Q3435564 Sociologia
Foi antropólogo, educador e romancista, nasceu em Montes Claros, (MG), em 26 de outubro de 1922, faleceu em Brasília, DF, em 17 de fevereiro de 1997. Eleito em 8 de outubro de 1992, para a Cadeira n.º 11, sucedendo a Deolindo Couto, foi recebido em 15 de abril de 1993, pelo acadêmico Candido Mendes de Almeida.
Diplomou-se em Ciências Sociais pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo, (1946), com especialização em Antropologia. Etnólogo do Serviço de Proteção aos Índios, dedicou os primeiros anos de vida profissional, (1947-56), ao estudo dos índios de várias tribos do país. Fundou o Museu do Índio, que dirigiu até 1947, colaborou na criação do Parque Indígena do Xingu. Escreveu uma vasta obra etnográfica e de defesa da causa indígena. Elaborou para a UNESCO um estudo do impacto da civilização sobre os grupos indígenas brasileiros no século XX, colaborou com a Organização Internacional do Trabalho na preparação de um manual sobre os povos aborígenes de todo o mundo. Organizou e dirigiu o primeiro curso de pós-graduação em Antropologia, foi professor de Etnologia da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, (1955-56).
Diretor de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais do MEC, (1957- 61); presidente da Associação Brasileira de Antropologia. Participou com Anísio Teixeira, da defesa da escola pública por ocasião da discussão de Lei de Diretrizes e Bases da Educação; criou a Universidade de Brasília, de que foi o primeiro reitor; foi Ministro da Educação e chefe da Casa Civil do Governo João Goulart. Com o golpe militar de 64, teve os direitos políticos cassados e se exilou.
Em 1995, lançou seu mais recente livro, "O povo brasileiro", que encerra a coleção de seus Estudos de Antropologia da Civilização, além de uma compilação de seus discursos e ensaios intitulada O Brasil como problema. Lançou, ainda, um livro para adolescentes, Noções das coisas, com ilustrações de Ziraldo, considerado, em 1996, como altamente recomendável pela  Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Em 1996, entregou à Editora Companhia das Letras, seus Diários índios, em que reproduziu anotações que fez durante dois anos de convívio e de estudo dos índios Urubu-Kaapor, da Amazônia. Seu primeiro romance, Maíra, recebeu uma edição comemorativa de seus 20 anos, incluindo resenhas e críticas de Antônio Callado, Alfredo Bosi, Antônio Houaiss, Maria Luíza Ramos e de outros especialistas em Literatura e Antropologia. Ainda nesse ano, recebeu o Prêmio Interamericano de Educação Andrés Bello, concedido pela OEA.
(In: https://www.academia.org.br/academicos/darcy-ribeiro/biografia - acessado em 18/11/2024).

O texto refere-se ao grande intelectual brasileiro: 
Alternativas
Q3435563 Sociologia
“(...) em 11 de julho de 1972, morria uma pioneira: a professora potiguar que entrou para a história como a primeira eleitora mulher registrada, a votar no país. Mas não foi só pela participação nas urnas que Celina Guimarães Viana, (1890-1972), demonstrava ser uma cidadã à frente do seu tempo.
‘Ela exerceu protagonismo ativista em seu trabalho, sendo uma professora que, naquele início de século, praticava uma educação progressista’, comenta a socióloga e cientista política Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ).
Ela foi pioneira por trabalhar no espaço público, por dedicar-se ao conhecimento, por defender o voto das mulheres, por ter sido também juíza de futebol", acrescenta Martins. "Ela foi influenciada pelo movimento feminista daquela época, por Bertha Lutz, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Mas é complicado dizer que se tornou 'uma ativista feminista' quando olhamos o termo com os olhos de hoje. O feminismo naquela época tinha outras preocupações. Lutava pelo mínimo: para que as mulheres fossem consideradas gente, para que fossem percebidas como sujeitos de direito.”
(VEIGA, Edison. Celina Guimarães: a história da primeira brasileira a votar. In: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62100807 - acessado em 18/11/2024).

O Direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado a partir da:
Alternativas
Respostas
3401: D
3402: B
3403: A
3404: B
3405: C
3406: A
3407: C
3408: A
3409: C
3410: C
3411: D
3412: B
3413: D
3414: A
3415: C
3416: B
3417: D
3418: B
3419: A
3420: D