Foram encontradas 11.867 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“Em certas ocasiões, um tema pode ser mais enfatizado, (por exemplo, uma festa das bruxas). Em outras, são as regras o principal elemento de __________. Mas é sempre fundamental para a criança envolver-se com o __________, isso depende de ela se sentir __________ bem na relação com o entorno humano: os professores e as outras crianças”.
Segundo a autora, assinale a alternativa que complete, corretamente, as lacunas.
Conforme a referida autora, atribua (V) para verdadeiro e (F) para falso, depois assinale a alternativa com a sequência correta.
(_) Muitas propostas pedagógicas para creches e pré-escolas baseiam-se na brincadeira. O jogo infantil tem sido defendido na Educação Infantil como recurso para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças.
(_) Os que trabalham com a educação de crianças até 5 anos, falam muitas vezes em jogo simbólico, sem, contudo, dar mostras de terem elaborado de um modo mais científico como ele ocorre e qual sua função no desenvolvimento humano.
(_) Chega-se a propor, como metodologia da Educação Infantil, o “dar o jogo simbólico às crianças”, ignorando ser o jogo uma disposição pessoal delas para agir de modo simbólico em algumas situações.
(_) O jogo é, precisamente, uma atividade que tem que ver com conteúdos e habilidades trabalhados pela criança em seu desenvolvimento no interior de uma cultura concreta.
“A década de 90 assistiu a alguns novos marcos. Um deles foi a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 1990, que concretizou as conquistas dos direitos das crianças promulgados pela Constituição. Na área de Educação Infantil ...”
“Na quarta última parte dos anos 1900, _______________ brasileira vive intensas transformações. É durante o _______________, que tantos prejuízos trouxe para a sociedade e para a educação brasileiras, que se inicia esta nova fase, que terá seus marcos de consolidação nas definições da Constituição de 1988 e na tardia Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996. A legislação nacional passa a reconhecer que as creches e pré-escolas, para crianças de 0 a 6 anos, são parte do sistema educacional, primeira etapa da educação básica”.
De acordo com o referido autor, assinale a alternativa que complete, corretamente, as lacunas.
Sobre as características dessa educação, assinale a alternativa correta.
Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa correta.
Com base nessas perspectivas, marque a alternativa correta.
O art. 3º da referida lei dispõe sobre os princípios que orientam a Política. Atribua (V) verdadeiro ou (F) falso às afirmações conforme o texto legal e aponte a alternativa que apresente a sequência correta.
(_) Equidade das condições entre as escolas públicas da Educação Básica para o uso pedagógico da tecnologia.
(_) Colaboração entre os entes federativos.
(_) Acesso à internet restrito a escolas urbanas, com prioridade para capitais e regiões metropolitanas.
(_) Incentivo à formação dos professores e gestores apenas para o uso técnico dos equipamentos digitais.
(_) Autonomia dos professores quanto à adoção da tecnologia para a educação.
O documento estabelece dez competências gerais que, ao longo da Educação Básica, devem assegurar aos estudantes o desenvolvimento de aprendizagens essenciais que consubstanciam os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Com base na redação oficial da BNCC, assinale a alternativa que não corresponde, em sentido ou forma, a uma de suas dez competências gerais.
I- Cabe à União elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, além de exercer função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.
II- Compete aos Estados assegurar o Ensino Fundamental e oferecer, com prioridade, o Ensino Médio a todos que o demandarem, podendo atuar também na Educação Infantil quando houver recursos financeiros disponíveis.
III- Aos Municípios compete oferecer a Educação Infantil em creches e pré-escolas e, com prioridade, o Ensino Fundamental, podendo atuar em outros níveis de ensino somente quando plenamente atendidas as necessidades de sua área de competência.
IV- A organização dos sistemas de ensino deverá ocorrer de forma independente, sem articulação entre os entes federativos, a fim de garantir autonomia administrativa e pedagógica.
V- O Distrito Federal acumula as competências atribuídas aos Estados e aos Municípios no âmbito da organização e manutenção dos sistemas de ensino.
É verdadeiro o que se afirma em:
Assinale a alternativa que apresente, corretamente, o lema desse Currículo.
(_) Com base no conto, podemos dizer que Simão Bacamarte não resolve o problema da loucura como deseja, sua maior dificuldade é saber onde termina a loucura e começa a normalidade.
(_) Como se vê no conto, todos os comportamentos caem dentro de algum conceito de loucura, mas nenhum conceito chega a explicar o fenômeno em termos absolutos. Não se sabe já quem estava são nem quem estava doido: as fronteiras entre normalidade e anormalidade ficam radicalmente relativizadas.
(_) A segunda metade do século XIX, momento em que foi escrita a obra de Machado de Assis, caracteriza-se por uma grande confiança na capacidade da Ciência da época para explicar os problemas do homem e da natureza. Entretanto, o conto não contribui para reforçar essa visão, ao contrário, ele satiriza a crença nos poderes ilimitados da Ciência.
(_) A ação do barbeiro Porfírio Caetano das Neves, é motivada inicialmente pelo desejo de dissolver a Casa de Orates, respondendo aos interesses da população de Itaguaí, a quem lidera em sua revolta e em nome de quem age. O corpo de dragões encarregado de restabelecer a ordem, acaba por atender aos anseios da população, apoiando a revolta,
(_) Num segundo momento, quando se configura a vitória popular, o Canjica passa a desejar o poder, agindo em benefício de si mesmo: “a dignidade do governo começava a enrijar-lhe os quadris.”
I- Verso livre é aquele que não obedece a nenhuma exigência métrica, apesar de ter o seu ritmo.
II- Refrão ou estribilho é o verso ou conjunto de versos que se repete ao final de cada estrofe. A balada e o rondó são tipos de poesia que têm refrão.
III- Nos poemas, os versos podem formar apenas um grupo ou vários grupos. Cada grupo de versos forma uma estrofe.
IV- Estrofe é o conjunto de versos.
(_) Variação regional, (diatópica): Como o próprio nome já diz, trata-se de uma variação linguística relacionada à localização regional do indivíduo: cidades, estados, áreas urbanas e rurais, que vão desde o sotaque, léxico, dialetos, pronúncia até a construção de diferentes palavras para um mesmo conceito. Um exemplo clássico é a famosa discussão sobre o uso de biscoito x bolacha em diferentes estados brasileiros.
(_) Variação social, (diastrática): Essa variação linguística se refere aos hábitos e culturas de diferentes grupos sociais, e isso inclui gírias próprias, como por exemplo, um grupo de skatistas, que utiliza jargões e gírias como irado, maneiro, insano, a fim de representar algo legal.
(_) Variação estilísticas, (diafásica): A variação estilística, ou situacional, diz respeito ao contexto de comunicação, isto é, às mudanças linguísticas de acordo com a situação em que o falante se encontra. Ela ocorre porque, em certos momentos, é necessário usar de registros mais formais para se comunicar, enquanto em outras ocasiões, a informalidade pode ser usada, como gírias em um grupo de amigos, por exemplo.
(_) Variações linguísticas que existem no Brasil: Por se tratar de um país com grande proporção territorial, o Brasil é bastante diverso, com muitas expressões e variações linguísticas, que vão desde o sotaque até a construção de jargões. No entanto, nem mesmo os próprios brasileiros conhecem todas elas.
(_) As variações linguísticas mais usadas na região Norte são: Moleque doido, que significa pessoa maluca; Moscô, quer dizer que a pessoa foi pega em flagrante; Égua, usado para indicar espanto ou admiração; Borogodó, quando uma pessoa entende, ou é especialista em determinado assunto.
Leia o texto para responder às próximas duas questões.
Caro Freud. (Juliano Martinz).
Resolvi lhe escrever uma carta porque o senhor anda muito ocupado e eu demoro muito para me fazer compreender verbalmente. Aqui, nesta carta, acho que consigo ser franco e direto. E franqueza é algo que me escapa pelos dedos, especialmente quando estou diante de alguém tão mal-encarado como o senhor (sem ofensas, por favor). Mas se pelo menos o senhor desse um sorrisinho de vez em quando, ajudaria muito nas nossas consultas. Mas enfim…
Hoje resolvi aplicar alguns dos seus conselhos. E outros do Facebook. A propósito, já lhe contei que meu mural parece um livro de autoajuda? Desse jeito, acho que o senhor vai precisar mudar de profissão.
Bom, voltando aos conselhos. O senhor mencionou que eu precisava encontrar prazer no meu trabalho. Pois bem, resolvi espalhar chocolate em todas as mesas, pias, balcões e até no banheiro. Preciso admitir que o senhor estava com toda a razão. De fato, todo o ambiente está mais prazeroso e há docilidade por todos os lados. As formigas também acham.
Romanticamente, a história é mais complicada. Sempre que nos encontramos, o senhor pergunta: “E as namoradas, como vão?”. Realmente, doutor Freud, nunca entendi o porquê do plural. Mas já que tocamos no assunto, acho que precisarei de um pouco mais do que chocolate para resolver este problema.
O senhor disse que o segredo do sucesso é fazer as mulheres rirem. Mas rir de mim também conta? E aquela história de conversar com a garota sobre assuntos que a interessam? Conheci uma garota e já fui puxando assunto sobre rímel, blush, cílios postiços e batom. Não sei não, Freud, mas tem certeza de que esse conselho funciona? A garota soltou um “ihhh” e saiu de perto. Sabe esses “ihs” que podem significar um milhão de coisas e todas elas péssimas para a nossa reputação?
O senhor também mencionou que eu não poderia deixar as garotas me encararem como amigo, não foi? “Mulheres nunca se apaixonam por amigos”. Tentei aplicar este conselho. Uma amiga minha, a Miriam, uma ruiva de um metro e setenta, dois imensos olhos caramelo, dois lábios carnudos que são pura covardia. Pois bem, ela me disse que precisava contar um segredo. Sacou, né? Coisa de amigos, papo de segredos, essas coisas. Não hesitei. Já soltei um: “Nem vem com essas fofoquinhas tolas que me dão nos nervos. Se quiser algo de verdade, te dou um beijo de desentupir pia. Agora se quiser ficar nessas conversinhas frívolas e inúteis, vai procurar tua turma de tagarelas descerebrados”. O senhor poderia ler esta frase novamente e me dizer onde errei? Porque acho que errei em algum ponto, levando-se em consideração o peso do tapa na minha cara.
Ah, meu amigo Sigmund. A vida não é nada fácil. Pela expressão fechada em seu rosto, o senhor deve me entender. Talvez o senhor devesse parar um pouco com esses assuntos melancólicos e se dedicar um tempo a escrever alguns textos humorísticos. Além disso, precisamos conversar mais. Mas não dentro daquele seu consultório mórbido. Podíamos sair para tomar umas cervejas. Ver luzes, ouvir pessoas, essas coisas. Acho que lhe faria bem, também.
Quando quiser, só me avisar. Mas o senhor paga. E não vem com história de que está sem dinheiro, porque aí quem vai dizer “ihhh” sou eu.