Questões de Concurso
Para ufsc
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I. O ensino de Artes Visuais e outras áreas, em creches para crianças de até três anos, está dispensado da presença de profissional da Educação Especial, devendo iniciar na etapa da préescola, com as crianças de quatro a cinco anos de idade.
II. Um dos primeiros marcos políticos em relação à educação das pessoas com deficiência foi previsto na Constituição Federal de 1988.
III. Em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva propõe que seja garantida a Transversalidade da Educação Especial desde a Educação Infantil até a Educação Superior.
IV.Entre tantos avanços na implementação das políticas públicas para a Educação Especial no Brasil, na etapa da Educação Infantil, ainda não é reconhecida legalmente a necessidade da presença de profissional da Educação Especial.
V. O princípio inclusivo básico, que se articula com todos os demais inerentes à proposta curricular do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), volta-se a todos os alunos matriculados na instituição, não só aos alunos com deficiência.
Coluna 1
I. Ensino
II. Pesquisa
III. Extensão
Coluna 2
( ) Promove a ampliação do espaço da universidade em direção à sociedade.
( ) É a possibilidade de investigar a relação das crianças com as produções artísticas, bem como seu processo de aprendizado e desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor mediante os processos de ensino.
( ) Relaciona-se com as possibilidades de desenvolvimento de processos educativos na sociedade, estágios curriculares supervisionados, desenvolvimento de práticas formativas para professores da rede pública de ensino, desenvolvimento de oficinas de arte para crianças da rede pública, relacionamento e desenvolvimento de propostas conjuntas com crianças de comunidades indígenas e do campo.
( ) É aquilo que envolve tanto a aprendizagem da arte enquanto produção cultural e produção de conhecimento quanto a apropriação do conteúdo de arte historicamente produzido.
( ) Consiste na produção de novos conhecimentos que retornam para a sociedade, baseados em problemas emergentes a partir de situações e repertórios particulares das crianças envolvidas.
“A docência na Educação Infantil é ainda, em grande parte, o terreno do improviso. Usa-se a ‘intuição feminina’, muitas vezes ligada a um pressuposto instinto materno, que faria parte de uma ‘essência’ característica de todas as mulheres. Cuidar, trocar fraldas, velar o sono, alimentar, deixar brincar à vontade fazem parte da rotina diária das escolas infantis. A arte infantil nem sempre é entendida ou se destina um espaço privilegiado para ela. Ou melhor, justamente pela ansiedade em entender ou descobrir a ‘verdade’ dos desenhos infantis é que há pouco espaço para eles” (LOPONTE, Luciana Grupelli. Arte e Metáforas Contemporâneas para Pensar Infância e Educação. Revista Brasileira de Educação, v.13, n.37, jan./abr. Rio de Janeiro, 2008).
I. Victor Lowenfeld analisa o desenvolvimento mental da criança em paralelo ao seu desenvolvimento criativo e aos estágios de seu desenvolvimento artístico.
II. Rhoda Kellog acredita na mediação com imagens externas, na influência positiva da cultura visual no desenvolvimento gráfico da criança e no princípio da boa forma segundo a Gestalt.
III. A Escola Tecnicista entende que a expressão das crianças é resultante da compreensão que elas têm de mundo e de seu desenvolvimento intelectual.
IV. A Escola Nova valoriza a autoexpressão da criança, sendo o professor o estimulador para que a criança possa explorar livremente materiais e criações.
V. Para Rudolf Arnheim, não há relação entre a idade e o estágio dos desenhos das crianças, as quais apreendem as estruturas globais/gestálticas das coisas.
I. O desenvolvimento intelectual das crianças não prescinde das interações sociais e condições de vida do sujeito.
II. A atividade criadora da imaginação se encontra em relação direta com a riqueza e variedade de experiências acumuladas pelo homem.
III. São momentos do desenvolvimento do desenho infantil a representação esquemática, o sentimento da forma e da linha, a representação verossímil e a representação plástica.
IV. O desenho é entendido como forma de representação do mundo, ainda que desvinculado das interações sociais.
V. O desenho é entendido como forma de expressão do mundo, é produto da imaginação e criação.
A
I. Georges Henri Luquet
II. Roda Kellog
III. Viktor Lowenfeld
IV. Rosa Iavelberg
B
( ) Realismo Fortuito, Realismo Fracassado, Realismo Intelectual, Realismo Virtual.
( ) Embasada na teoria da Gestalt, aponta estruturas de padrões no desenho infantil: Figuras, Proposição, Pictórico.
( ) Desenho Cultivado: Imaginação I, Imaginação II, Apropriação, Proposição.
( ) Garatuja, Garatuja nomeada, Pré-Esquema, Esquema, Etapa inicial do realismo, Pseudorrealismo, Etapa de decisão.
Coluna 1
I. Ligia Clark
II. Hélio Oiticica
III. Rosana Bortolin
IV. Abraham Palatnik
Coluna 2
( ) Organismos
( ) Objeto Cinético
( ) Cabeça Coletiva
( ) Parangolés
A alcunha de Ilha da Magia para Florianópolis encontra ressonância na obra de alguns artistas visuais catarinenses, que utilizam um repertório imagético simbólico e fantástico, tais como:
( ) Artistas de qualquer período da História da Arte podem ser abordados na Educação Infantil visando à formação do repertório artístico-cultural da criança pequena.
( ) Visitas monitoradas a espaços expositivos devem ser evitadas, pois podem restringir o olhar da criança sobre a obra.
( ) Espaços expositivos como museus e galerias são os únicos locais competentes, além da escola, para ampliar o repertório artístico-cultural da criança.
( ) A apresentação de obras contemporâneas deve ser evitada na Educação Infantil, a fim de preservar o imaginário e preparar a formação do repertório artístico-cultural da criança.
( ) Feiras de artesanato e festas tradicionais são espaços formais que contribuem para a formação do repertório visual das crianças.
Regina Silveira, Mundus Admirabilis, 2019.
Disponível em: https://reginasilveira.com/MUNDUS-ADMIRABILIS-1. ( ) No contexto do ensino de Arte na Educação Infantil, a abordagem triangular não é indicada, pois as crianças são muito pequenas para compreender os eixos da proposta.
( ) Para essa abordagem, a construção do conhecimento ocorre quando há o cruzamento entre experimentação, codificação e informação.
( ) O mais importante durante o desenvolvimento da proposta é incentivar apenas a expressão da criança sem nenhum interesse pela maneira como ela recebe, aprecia e usufrui a arte.
( ) No fazer artístico, leva-se em conta o processo criativo como sinônimo de interpretação e representação pessoal, por meio de interações com a linguagem plástica. O fazer, entretanto, não pode restringir-se à releitura de obras.
( ) Tendo em vista o alcance e aplicabilidade dessa proposta nas escolas brasileiras, Ana Mae Barbosa optou por nomear sua teoria como Metodologia Triangular.
“Aqueles que defendem a arte na escola meramente para libertar a emoção devem lembrar que podemos aprender muito pouco sobre nossas emoções se não formos capazes de refletir sobre elas. Na educação, o subjetivo, a vida interior e a vida emocional devem progredir, mas não ao acaso. Se a arte não é tratada como um conhecimento, mas somente como um ‘grito da alma’, não estamos oferecendo nem educação cognitiva, nem educação emocional” (BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos. Tópicos utópicos. Belo Horizonte: C/ Arte, 1998).
I. Tendência Tradicional.
II. Tendência Escolanovista.
III. Tendência Tecnicista.
( ) “[...] a prática de colocar arte (desenho, colagem, modelagem etc.) no final de uma experiência, ligando-se a ela por meio de conteúdo, vem sendo utilizada ainda hoje na Escola Fundamental no Brasil, e está baseada na ideia de que a arte pode ajudar a compreensão dos conceitos, porque há elementos afetivos na cognição que são por ela mobilizados” (BARBOSA, Ana Mae Tavares Bastos. Ensino da arte: memória e história. São Paulo: Perspectiva, 2008).
( ) “[...] o processo de aquisição dos conhecimentos é proposto através de elaborações intelectuais e com base nos modelos de pensamento desenvolvidos pelos adultos, tais como análise lógica, abstrata” (FERRAZ, Maria Heloísa; FUSARI, Maria Filisminda. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1991).
( ) “Sua mesa ficava sobre uma plataforma mais alta, para marcar bem a ‘diferença’ [...]. Ensinava-se a copiar modelos – a classe toda apresentava o mesmo desenho – e o objetivo do professor era que seus alunos tivessem boa coordenação motora, precisão, aprendessem técnicas, adquirissem hábitos de limpeza e ordem nos trabalhos [...]” (MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria Terezinha Telles. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998).
( ) “[...] implicou a veiculação de cada vez mais sentidos e valores alienígenas, visando a criação de uma forma de pensar e de viver baseada nos valores de consumo dos bens produzidos pelas modernas indústrias que aqui se implantaram [...]” (DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. São Paulo: Papirus, 2002).
( ) “[...] os elementos curriculares essenciais – objetivos, conteúdos, estratégias, técnicas, avaliação – apresentam-se interligados. No entanto, o que está em destaque é a própria organização racional, mecânica, desses elementos curriculares [...]” (FERRAZ, Maria Heloísa; FUSARI, Maria Filisminda. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1991).
“A Lei, determinando que nessa disciplina fossem abordados conteúdos de música, teatro, dança e artes plásticas nos cursos de 1º e 2º graus, acabou criando a figura de um professor único que deveria dominar todas estas linguagens de forma competente. De fato, uma série de desvios vem comprometendo o ensino da arte. Ainda é muito comum as aulas de arte serem confundidas com lazer, terapia, descanso das aulas ‘sérias’ [...]. Memorizam-se algumas ‘musiquinhas’ para fixar o conteúdo de ciências, faz-se ‘teatrinho’ para entender os conteúdos de história e ‘desenhos’ para aprender a contar”.
(MARTINS, M. C.; PICOSQUE, G.; GUERRA, M. T. T. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998 p. 12.)
“Sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura” (Brasil, 2009).
De acordo com a definição acima, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Tal concepção de criança como ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos e assimila valores e que constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo.
II. Nesse contexto, as creches e pré-escolas, ao acolherem as vivências e os conhecimentos construídos pelas crianças no ambiente da família e no contexto de sua comunidade, bem como ao articularem esses elementos em suas propostas pedagógicas, têm o objetivo de ampliar o universo de experiências, conhecimentos e habilidades dos professores.
III. Para potencializar as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças, a prática do diálogo e o compartilhamento de responsabilidades entre a instituição de Educação Infantil e a família são essenciais. Além disso, a instituição precisa conhecer e trabalhar com as culturas plurais, dialogando com a riqueza/diversidade cultural das famílias e da comunidade.
IV. As interações e a brincadeira – experiências nas quais as crianças podem construir e apropriar-se de conhecimentos por meio de suas ações e interações com seus pares e com os adultos – possibilitam aprendizagens, desenvolvimento e socialização.
V. Para que ocorra o desenvolvimento integral das crianças na Educação Infantil, a intencionalidade educativa ocorrerá através da organização e proposição de experiências que objetivem somente a livre expressão.
“Devir-infantil [...]. Não mais a ‘criança’ empírica idealizada, essencial, dotada de características comuns a um certo número de indivíduos; não mais a forma ‘criança’, destinada a entrar em oposição ou complementariedade, a vir-a-ser ou a deixar-de-ser cada uma das outras formas – recém-nascido, bebê, púbere, adolescente, jovem, adulto, ancião... Daqui para a frente, apenas um pensamento impessoal, inconsciente e involuntário, que pensa o infantil como paradoxo, acontecimento, devir” (CORAZZA, Sandra Mara. Uma vida de professora. Ijuí, RS: UNIJUÍ, 2005).
Sobre o assunto, é correto afirmar que a criança na Educação Infantil:
( ) A carga horária mínima anual será de 800 (oitocentas) horas, distribuídas por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho educacional.
( ) A avaliação ocorrerá mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, com o objetivo de promoção para o acesso ao Ensino Fundamental.
( ) Haverá controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas.
( ) O atendimento à criança será de, no mínimo, 4 (quatro) horas diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada integral.