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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.



Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder à questão.
Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio.
Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz
rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de
tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à
França.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital)
A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse (2º parágrafo)
No contexto, o trecho sublinhado acima exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:
Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder à questão.
Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio.
Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz
rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de
tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à
França.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital)
Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder à questão.
Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio.
Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz
rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de
tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à
França.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital)
O coordenador, como todo educador, vive esta eterna tensão entre a necessidade de dirigir, orientar, decidir, limitar, e a necessidade de abrir, possibilitar, deixar correr, ouvir, acatar, modificar-se. Todavia, o dirigir, o orientar, mais do que o sentido restritivo, tem o objetivo de provocar, despertar para a caminhada, para a travessia, para abandonar o aconchego do já sabido, do já vivido.
(VASCONCELLOS, 2011, p. 3)
Considerando esses indicativos, são ações esperadas do coordenador pedagógico:
O processo de elaboração da proposta pedagógica da escola deve:
I. O processo de planejamento do ensino deve incorporar diferentes dimensões, abarcando desde o planejamento de metas definidas em documentos nacionais, como o Plano Nacional de Educação, até as indicações do Plano Municipal de Educação e da Proposta Pedagógica da Escola. II. Em geral, o planejamento docente contempla uma lista de conteúdos a serem ensinados, mas não necessariamente exige a apresentação dos objetivos e das atividades a serem utilizados no seu ensino. III. É função do coordenador pedagógico acompanhar e subsidiar os professores no processo de planejamento de ensino. IV. A realidade da sala de aula e o cotidiano imprevisível com que os professores se deparam no dia a dia são um empecilho para que exerçam a atividade de planejar a prática.
A sequência correta que classifica a veracidade das assertivas acima é, respectivamente:
I. Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (BRASIL, 1996)
II. Devem ser fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais. (BRASIL, 1988)
III. Faz-se necessário estabelecer e implantar, mediante pactuação interfederativa, diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos(as) alunos(as) para cada ano do Ensino Fundamental e Médio, respeitadas as diversidades regional, estadual e local. (BRASIL, 2014)
Os diversos documentos oficiais que tratam do currículo da Educação Básica, em seu conjunto,
I. Solicitar aprovação dos órgãos centrais da rede de ensino antes de colocar em prática as decisões da comunidade escolar. II. Discutir com os estudantes como foram as vivências no período fora da escola e produzir cartazes sobre os sentimentos, medos e ansiedades envolvidos nesse retorno, a fim de valorizar e ressignificar o espaço escolar. III. Apresentar o plano de trabalho elaborado pela Secretaria de Educação, para que os professores ensinem todos os conteúdos que haviam sido previstos no currículo em 2020 e 2021. IV. Realizar campanhas de arrecadação de alimentos e materiais escolares para distribuição aos membros da comunidade mais atingidos pelos efeitos da pandemia, como desemprego e problemas financeiros.
São atividades concernentes com as concepções de escola produtora de conhecimento e de vivências democráticas o que se afirma APENAS em
Nesse caso, o melhor encaminhamento do pedagogo, que reflete a preocupação com um clima escolar adequado, seria dizer à professora:
Ideb da escola: 5,8.
Ao questionar a diretora sobre o significado daquele aviso, recebeu a seguinte explicação:
O texto abaixo representa uma concepção de currículo, defendida por Lucíola Santos.
Currículo [são] as experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio a relações sociais, e que contribuem para a construção das identidades de nossos/as estudantes. Currículo associa-se, assim, ao conjunto de esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas.
Desse excerto depreende-se que o currículo
1. No planejamento do professor de História, havia uma forte preocupação com a compreensão de que os interesses das classes dominantes influenciam os acontecimentos históricos. 2. A professora de Língua Portuguesa do EFI procurava ampliar o repertório literário dos estudantes, incluindo livros de literatura afrodescendente e de literatura indígena no canto da leitura. 3. A professora de Matemática focava em listas de exercícios e no trabalho com todos os conteúdos consolidados da área, atenta à cobertura curricular e à garantia de que todos os estudantes tivessem acesso aos conteúdos consagrados da Matemática.
A pedagoga concluiu que os professores, ao proporem suas atividades, estavam embasados (em 1, 2 e 3), respectivamente, pelas seguintes teorias curriculares: