Questões de Concurso Sobre português

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Q3879288 Português
Assinale a alternativa em que o primeiro termo é a causa e o segundo, o efeito. 
Alternativas
Q3879287 Português
Com sustentação somente no texto, entre os elementos seguintes, qual é aquele que corresponde à ideia-chave? 
Alternativas
Q3879259 Português

Para responder à questão


Texto III

Fonte: @abaixadaegua. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOlTOixkbkD/?img_index=5.Acesso em: 23 out. 2025

O personagem tenta decidir qual forma usar ao fazerseu pedido na padaria:


“5 pães franceses? Muitoformal. 5 pão francês? Oxe, e eu numsei portuguêsnão, é?”

Com base na leitura e na análise da situação comunicativa, avalie as afirmativas.

I- O personagem reflete sobre qual registro da língua é mais adequado à situação, demonstrando insegurança diante da norma padrão.

II- O humor da tirinha decorre do conflito entre o uso espontâneo da linguagem oral e a rigidez da norma culta, evidenciando a reflexão sobre o uso da língua numa situação cotidiana.

III- Afala do atendente (“De qual, senhor?”) demonstra o uso de um registro informal, inadequado à relação de atendimento.


É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3879254 Português

Texto II- Filho do dono


Desigualdade rima com hipocrisia

Não tem verso nem poesia

Que console um cantador

A natureza na fumaça se mistura

Morre a criatura e o planeta sente a dor

O desespero no olhar de uma criança

A humanidade fecha os olhos pra não ver

Televisão de fantasia e violência

Aumenta o crime, cresce a fome do poder


Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/.Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]



Com basena leitura e na compreensão dos sentidos expressos no Texto II, é CORRETO afirmar que o eu lírico:
Alternativas
Q3879252 Português

Leia o Texto I para responder à questão


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar?


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


“Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.

O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na , que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.

Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no , observou a empresa onde LinkedInele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.

“Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).

O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.

Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.

A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.

Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.

Fonte: Ferrari, Wanessa. . Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

No trecho do Texto I: “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm  se utilizando de   artificios químicos e medicamentos..." identifique CORRETAMENTE as classes das palavras destacadas.
Alternativas
Q3879250 Português

Leia o Texto I para responder à questão


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar?


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


“Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.

O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na , que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.

Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no , observou a empresa onde LinkedInele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.

“Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).

O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.

Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.

A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.

Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.

Fonte: Ferrari, Wanessa. . Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

A partir dessa leitura do Texto I, quanto às características específicas da situação sociocomunicativa em que foi produzido, avalie as proposições a seguir e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3879174 Português
Marque com um X a palavra que está escrita INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q3879058 Português
 Assinale a alternativa que apresenta a palavra que deve ser grafada com a letra “z”.
Alternativas
Q3879057 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas.
Alternativas
Q3879056 Português
 Assinale a alternativa que indica a correta correspondência entre o número de letras e fonemas da palavra apresentada.
Alternativas
Q3879055 Português
 Na palavra “excesso”, observa-se uma relação específica entre grafia e fonema. Sobre o vocábulo em questão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3879054 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta colocação do pronome átono, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3879053 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Assinale a alternativa que apresenta uma oração na voz passiva.
Alternativas
Q3879052 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “O ‘muito pouco’ e o ‘muito’ estão associados a mais problemas emocionais, enquanto o meio-termo pareceu mais protetor”, retirado do texto, a conjunção destacada estabelece relação de: 
Alternativas
Q3879051 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 No trecho “Um estudo recente, que acompanhou cerca de 170 mil pessoas por mais de 10 anos, trouxe nuances importantes sobre como diferentes tipos de açúcar se relacionam com depressão, ansiedade e comportamentos de autoagressão”, retirado do texto, ao flexionar a palavra sublinhada no plural, quantas outras alterações devem ser obrigatoriamente feitas no fragmento para manter a correta concordância verbo-nominal?
Alternativas
Q3879050 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 05, 13 e 17 do texto. 
Alternativas
Q3879049 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “O perigo, ao que tudo indica, mora nos extremos”, retirado do texto, o emprego das vírgulas justifica-se por:
Alternativas
Q3879048 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Considerando o trecho “Afinal, falar em proteção associada ao açúcar não combina com a visão tradicional, de que ele é um vilão absoluto”, retirado do texto, assinale a alternativa que indica corretamente a figura de linguagem utilizada no excerto sublinhado.
Alternativas
Q3879047 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
 Na oração “Restrições severas podem elevar hormônios de estresse”, retirada do texto, a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido no trecho, por:
Alternativas
Q3879046 Português
Nem oito, nem 80: extremos no consumo de açúcar prejudicam a saúde mental

Por Lara Natacci 

(Disponível em: https://saude.abril.com.br/coluna/alimente-se/nem-oito-nem-80-extremos-no-consumo-deacucar-prejudicam-a-saude-mental/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 13, os termos “isso” e “Afinal” indicam, respectivamente, relações de:
Alternativas
Respostas
15681: C
15682: D
15683: B
15684: E
15685: B
15686: E
15687: A
15688: C
15689: A
15690: D
15691: A
15692: A
15693: E
15694: C
15695: D
15696: D
15697: E
15698: B
15699: D
15700: C