Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q4229498 Português

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas:


“Durante uma reunião da equipe, o coordenador fez um comunicado aos colaboradores: os novos procedimentos já foram apresentados, e toda a equipe _______ preparada para colocá-los em prática. Além disso, _______ documentos importantes que deverão ser assinados ainda hoje." 

Alternativas
Q4229497 Português
Com base na interpretação do texto abaixo e nos conceitos de sentido conotativo e denotativo, assinale a alternativa CORRETA:
Durante a cerimônia de formatura, o diretor afirmou: "Os estudantes que hoje recebem seus diplomas estão abrindo as portas para um futuro repleto de possibilidades. Que essa caminhada seja iluminada pela busca constante do conhecimento." 
Alternativas
Q4229496 Português
Considerando as regras da Ortografia Oficial da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4229495 Português
Com base nos conceitos de som e fonema na palavra chuva, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4229494 Português
Considerando as regras da Ortografia Oficial, analise o texto a seguir:
“Em um processo seletivo para estágio, os candidatos deveriam preencher um formulário eletrônico. Durante a análise das inscrições, a comissão observou que alguns participantes cometeram erros de escrita em palavras de uso frequente na norma-padrão da língua portuguesa.”
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas INCORRETA: 
Alternativas
Q4228773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
De acordo com o texto "HEPATITE B", qual percentual de cobertura da vacinação contra hepatite B nas primeiras horas de vida foi alcançado em 2025? 
Alternativas
Q4228771 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Qual órgão foi mencionado como responsável pelo anúncio da conquista brasileira no combate à hepatite B?
Alternativas
Q4228769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Segundo o texto "HEPATITE B", o fortalecimento da atenção primária contribuiu para: 
Alternativas
Q4228488 Português
“O rabisco é de fundamental importância. Rabiscar é pensar com o traço.” (Roger Mello)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem em que se enquadra o enunciado destacado no pensamento acima. 
Alternativas
Q4228486 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está sendo empregada de acordo com as normas da redação oficial. 
Alternativas
Q4228485 Português
Na fala do personagem na charge acima, a expressão “de alegria ou desespero” indica uma circunstancia de:  
                              q_7 ed.png (454×335)
Alternativas
Q4228484 Português
Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada se encontra de acordo com a concordância lógica em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4228483 Português
“Dizem que os escritores são donos das palavras. Não são. As palavras, felizmente, não têm dono.” (Mia Couto)

Assinale a alternativa que apresenta os sujeitos correspondentes as formas verbais destacadas no enunciado acima, na mesma ordem. 
Alternativas
Q4228482 Português
Assinale a alternativa cuja locução destacada tem valor adjetivo. 
Alternativas
Q4228481 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais


      Foi em um dia bastante comum que um jovem estava conversando com seus amigos, já era noite e então um deles se levanta e pede ajuda para encontrar alguém legal no Tinder. Um dos amigos se oferece para ajudar e os dois começam a busca.

     Foram vários minutos de alguns cliques, arrastavam o dedo e decidiam se davam match ou não. Durante a escolha surgiam risadas, críticas e sugestões para decidir se tal pessoa era legal e se valia a pena conhecer.

   Depois de algum tempo eles pararam, e um deles, que estava apenas observando, perguntou o que tem de tão divertido em procurar pessoas por atacado. O outro riu e disse que achava normal, e que nem sempre as pessoas que procurava no Tinder eram pra ter um encontro; algumas vezes era apenas para sair e, quem sabe, iniciar uma amizade. Foi então que esse amigo, mesmo achando estranho, tentou entender como as pessoas estão cada vez mais adeptas às tecnologias e aproveitando a facilidade de aproximação para então desenvolver novos laços, mesmo que correndo riscos.

     No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada. Por meio das telas brilhantes dos dispositivos eletrônicos, uma nova forma de conexão humana foi estabelecida, transcendendo fronteiras geográficas e culturais. No entanto, junto com essa nova era de interação digital, surgem desafios e riscos que devem ser enfrentados e compreendidos. (...)

     As redes sociais oferecem diversas formas de conhecer pessoas, como grupos temáticos, comunidades online, aplicativos de namoro e até mesmo interações casuais em comentários ou mensagens diretas. Essa variedade permite que as pessoas encontrem individuos —com interesses e valores semelhantes. Neste sentido, é um potencial mecanismo —“de pertencimento social e ampliação das redes afetivas. Conclui-se que conhecer pessoas no mundo virtual e estabelecer relacionamentos a partir deste contexto não se caracteriza como uma forma melhor ou pior, segura ou perigosa; é, simplesmente, mais uma forma de se conectar com outras pessoas.


AQUINO, Matheus. Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais. (En)cena. Disponível em .
“No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada.”
A forma verbal destacada no trecho acima está sendo empregada em sentido: 
Alternativas
Q4228480 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais


      Foi em um dia bastante comum que um jovem estava conversando com seus amigos, já era noite e então um deles se levanta e pede ajuda para encontrar alguém legal no Tinder. Um dos amigos se oferece para ajudar e os dois começam a busca.

     Foram vários minutos de alguns cliques, arrastavam o dedo e decidiam se davam match ou não. Durante a escolha surgiam risadas, críticas e sugestões para decidir se tal pessoa era legal e se valia a pena conhecer.

   Depois de algum tempo eles pararam, e um deles, que estava apenas observando, perguntou o que tem de tão divertido em procurar pessoas por atacado. O outro riu e disse que achava normal, e que nem sempre as pessoas que procurava no Tinder eram pra ter um encontro; algumas vezes era apenas para sair e, quem sabe, iniciar uma amizade. Foi então que esse amigo, mesmo achando estranho, tentou entender como as pessoas estão cada vez mais adeptas às tecnologias e aproveitando a facilidade de aproximação para então desenvolver novos laços, mesmo que correndo riscos.

     No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada. Por meio das telas brilhantes dos dispositivos eletrônicos, uma nova forma de conexão humana foi estabelecida, transcendendo fronteiras geográficas e culturais. No entanto, junto com essa nova era de interação digital, surgem desafios e riscos que devem ser enfrentados e compreendidos. (...)

     As redes sociais oferecem diversas formas de conhecer pessoas, como grupos temáticos, comunidades online, aplicativos de namoro e até mesmo interações casuais em comentários ou mensagens diretas. Essa variedade permite que as pessoas encontrem individuos —com interesses e valores semelhantes. Neste sentido, é um potencial mecanismo —“de pertencimento social e ampliação das redes afetivas. Conclui-se que conhecer pessoas no mundo virtual e estabelecer relacionamentos a partir deste contexto não se caracteriza como uma forma melhor ou pior, segura ou perigosa; é, simplesmente, mais uma forma de se conectar com outras pessoas.


AQUINO, Matheus. Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais. (En)cena. Disponível em .
A palavra destacada em “as pessoas estão cada vez mais adeptas as tecnologias” é antônima de: 
Alternativas
Q4228479 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais


      Foi em um dia bastante comum que um jovem estava conversando com seus amigos, já era noite e então um deles se levanta e pede ajuda para encontrar alguém legal no Tinder. Um dos amigos se oferece para ajudar e os dois começam a busca.

     Foram vários minutos de alguns cliques, arrastavam o dedo e decidiam se davam match ou não. Durante a escolha surgiam risadas, críticas e sugestões para decidir se tal pessoa era legal e se valia a pena conhecer.

   Depois de algum tempo eles pararam, e um deles, que estava apenas observando, perguntou o que tem de tão divertido em procurar pessoas por atacado. O outro riu e disse que achava normal, e que nem sempre as pessoas que procurava no Tinder eram pra ter um encontro; algumas vezes era apenas para sair e, quem sabe, iniciar uma amizade. Foi então que esse amigo, mesmo achando estranho, tentou entender como as pessoas estão cada vez mais adeptas às tecnologias e aproveitando a facilidade de aproximação para então desenvolver novos laços, mesmo que correndo riscos.

     No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada. Por meio das telas brilhantes dos dispositivos eletrônicos, uma nova forma de conexão humana foi estabelecida, transcendendo fronteiras geográficas e culturais. No entanto, junto com essa nova era de interação digital, surgem desafios e riscos que devem ser enfrentados e compreendidos. (...)

     As redes sociais oferecem diversas formas de conhecer pessoas, como grupos temáticos, comunidades online, aplicativos de namoro e até mesmo interações casuais em comentários ou mensagens diretas. Essa variedade permite que as pessoas encontrem individuos —com interesses e valores semelhantes. Neste sentido, é um potencial mecanismo —“de pertencimento social e ampliação das redes afetivas. Conclui-se que conhecer pessoas no mundo virtual e estabelecer relacionamentos a partir deste contexto não se caracteriza como uma forma melhor ou pior, segura ou perigosa; é, simplesmente, mais uma forma de se conectar com outras pessoas.


AQUINO, Matheus. Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais. (En)cena. Disponível em .
O autor do texto “Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais” defende a ideia geral de que esse tipo de relacionamento:  
Alternativas
Q4228277 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

No quinto parágrafo do texto CG1A1, o vocábulo “provimento” veicula o mesmo sentido de
Alternativas
Q4228276 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita apresentada para o trecho “que reserva às pessoas negras 20% das vagas” (quinto parágrafo) preserva a correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1.
Alternativas
Q4228275 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

No trecho “os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%” (terceiro parágrafo do texto CG1A1), a vírgula empregada após “mulheres brancas”
Alternativas
Respostas
1501: C
1502: A
1503: B
1504: B
1505: D
1506: E
1507: A
1508: D
1509: D
1510: B
1511: C
1512: C
1513: B
1514: A
1515: E
1516: D
1517: A
1518: B
1519: D
1520: C