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Q3957173 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta aquelas que são acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q3957172 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considerando as relações de sintaxe estabelecidas nas orações a seguir, relacione adequadamente as colunas , considerando os termos destacados:

1. Pronome reflexivo. 2. Conjunção coordenativa. 3. Pronome relativo. 4. Predicado nominal.

( ) O fenômeno é encabeçado pela jovem geração Z. ( ) “(...) referindo-se à propensão humana(...)” ( ) “(...) Nem toda criança agitada(...)” ( ) “(...) uma multidão que antes penava em silêncio,(...)”

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3957171 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as afirmações abaixo sobre os termos da oração e à compreensão textual:

I. O verbo da oração: “A ciência então evoluiu” é intransitivo.
II. (...) “alta dose de desconhecimento e preconceito “ tem a função sintática de complemento verbal do verbo “recaía”.
III. A expressão “As condições de saúde mental” é o sujeito de todo o período onde está localizado.
IV. A expressão “Ao longo de boa parte do século XX” tem a função sintática de adjunto adverbial de lugar.


Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3957170 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Observe o fragmento: “Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico.” Sobre o emprego das vírgulas, nesse trecho, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3957169 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  

Analise as afirmações sobre o texto e marque V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa:


( ) Nesse contexto, o uso da norma padrão expressa formalismo próprio do gênero.

( ) Nota-se inadequação linguística como “diagnósticos “fast-food” no texto.

( ) Os argumentos apresentados conferem credibilidade à exposição do assunto.

( ) No decorrer do texto há muitas opiniões controversas sobre o assunto.



A alternativa correta é: 

Alternativas
Q3957168 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considere a leitura integral do texto e marque a alternativa correta quanto ao gênero textual predominante nele:
Alternativas
Q3957130 Português

Considere a imagem que segue para responder à questão.


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Sobre a frase “Ufa, estou cheio”, considerando a estrutura sintática da oração, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3957129 Português

Considere a imagem que segue para responder à questão.


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Na fala “Você poderia ter dito que está satisfeito, acho mais apropriado”, o trecho grifado expressa: 
Alternativas
Q3957128 Português

Considere a imagem que segue para responder à questão.


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Na tirinha, o efeito de humor é construído principalmente a partir de:
Alternativas
Q3957127 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Na frase “Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva”, o termo grifado é isolado por vírgulas porque: 
Alternativas
Q3957126 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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As palavras “formação, “estruturação” e “financiamento”, retiradas do texto, foram formadas por sufixação, processo que acrescenta um sufixo ao radical para formar uma nova palavra. Considerando o sentido dos sufixos empregados, analise as afirmações a seguir:
I. Os sufixos “-ção” e “-mento” contribuem para a formação de substantivos abstratos, indicando ação, processo ou resultado da ação verbal.
II. Em “formação” e “estruturação”, o sufixo “-ção” indica o processo de formar e estruturar, respectivamente, mantendo relação direta com os verbos de origem.
III. Em financiamento, o sufixo “-mento” expressa ideia de intensidade.
IV. Os sufixos “-ção” e “-mento” têm função exclusivamente flexional, não interferindo no sentido das palavras.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3957125 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Na frase “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente [...]”, os termos grifados são verbos que:
Alternativas
Q3957124 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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Sobre o termo grifado na frase “Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas [...] apenas a ampliação do número de matrículas não basta” (primeiro parágrafo), analise as afirmativas que seguem.
I. A conjunção “mas” estabelece uma relação de oposição/contraste entre a ideia de avanço no acesso e a insuficiência desse avanço para garantir qualidade.
II. O termo “mas” poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por expressões como “portanto” ou “entretanto”.
III. A presença da conjunção “mas” indica uma relação de causa e consequência entre as duas orações.
IV. O uso de “mas” contribui para a construção argumentativa do texto, ao relativizar a informação apresentada anteriormente.
V. A conjunção “mas” tem valor adversativo, pois introduz uma justificativa sobre o assunto.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3957123 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.

Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes

Enquanto cresce o número de estudantes especiais nas escolas, a qualidade do ensino ainda é um desfio a ser vencido, segundo especialista

        Os dados do Censo Escolar de 2023, realizado pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam para um aumento expressivo nas matrículas de estudantes da educação especial, que ultrapassaram 1,7 milhão no último ano. Esse avanço reflete um maior acesso às instituições de ensino, mas, segundo a professora Cristina Pedroso, do curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, apenas a ampliação do número de matrículas não basta. “É preciso garantir que essa educação seja ofertada com qualidade e atenda às necessidades específicas de cada aluno”, destaca.

        A educação inclusiva, como explica Cristina, é um compromisso global firmado a partir da Conferência Mundial de Educação para Todos em 1990, na Tailândia, e tem avançado no Brasil com políticas que buscam assegurar acesso, permanência e qualidade nos processos escolares para todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. No entanto, os desafios ainda são grandes, especialmente na formação docente e na estruturação das escolas.

        Desde a década de 1990, o Brasil tem acumulado avanços e retrocessos no campo da educação inclusiva. “A formação de professores, a oferta de recursos humanos, materiais e tecnológicos e o financiamento adequado são questões ainda insuficientemente resolvidas”, afirma. Segundo ela, as escolas enfrentam dificuldades para se reorganizarem física, pedagógica e filosoficamente para atender às demandas inclusivas. “As crianças encontram contextos despreparados, e os professores lidam com falta de recursos e formação insuficiente”, aponta.

        A professora ressalta que a formação inicial nos cursos de Pedagogia apresenta lacunas significativas. “Hoje o currículo contempla apenas uma ou duas disciplinas relacionadas à educação especial e Libras, o que é muito pouco. Essa formação genérica não considera as especificidades dos estudantes e das escolas. Além disso, a extinção de habilitações específicas na área, em 2006, agravou o problema.”

        Apesar disso, algumas iniciativas têm se destacado. Cristina cita práticas colaborativas desenvolvidas em alguns municípios, que promovem formação continuada e articulação entre professores regulares e especialistas em educação especial. “Essas práticas têm o potencial de transformar a qualidade do ensino, mas ainda são exceção no cenário nacional”, comenta.

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O texto “Educação inclusiva no Brasil tem avanços lentos e desafios persistentes” é uma reportagem que discute um problema atual relacionado à educação inclusiva no Brasil. Considerando as características de estilo e de composição do texto, bem como o seu conteúdo, analise as afirmações a seguir:
I. A reportagem aprofunda o tema ao apresentar dados do Censo Escolar de 2023, contextualizando o aumento das matrículas na educação especial e problematizando a distância entre acesso e qualidade do ensino.
II. O texto utiliza linguagem clara e objetiva, articulando informações factuais com falas de uma especialista da área.
III. A reportagem assume caráter opinativo ao defender explicitamente uma posição pessoal do redator, sem recorrer a dados oficiais ou à voz de especialistas.
IV. A construção do texto baseia-se em fontes diversas, o que contribui para o aprofundamento da discussão sobre educação inclusiva.
V. O texto apresenta exclusivamente dados numéricos, dispensando análises qualitativas sobre formação docente e estrutura das escolas.
Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3957063 Português
Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?




CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando os mecanismos de pontuação empregados no trecho "O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil", especialmente o uso do ponto de interrogação, da vírgula e do travessão, identifique a interpretação que melhor corresponde às funções sintáticas e discursivas desses sinais no contexto argumentativo apresentado, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3957062 Português
Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?




CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando a regência do verbo "prever" no enunciado apresentado, analise o comportamento sintático do verbo e o valor da oração que o complementa, levando em conta sua transitividade e sua relação com o conteúdo semântico expresso, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3957061 Português
Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?




CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando a tipologia e o gênero textual que caracterizam o texto apresentado, analise a forma de organização discursiva, a finalidade comunicativa predominante e os recursos linguísticos mobilizados pelo autor na construção do sentido, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3957059 Português
Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?




CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Com base no funcionamento sintático e semântico do período "Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa", analise a estrutura da oração, a relação entre seus termos e o valor atribuído ao predicado em torno da expressão "é algo estranho", considerando o comportamento verbal e nominal do enunciado, e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3956964 Português
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Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?



CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando a regência do verbo "prever" no enunciado apresentado, analise o comportamento sintático do verbo e o valor da oração que o complementa, levando em conta sua transitividade e sua relação com o conteúdo semântico expresso, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3956963 Português
Não sou igual a você


Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.

Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.

O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.

Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?



CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
Considerando os mecanismos de pontuação empregados no trecho "O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil", especialmente o uso do ponto de interrogação, da vírgula e do travessão, identifique a interpretação que melhor corresponde às funções sintáticas e discursivas desses sinais no contexto argumentativo apresentado, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
13981: A
13982: D
13983: C
13984: C
13985: B
13986: A
13987: C
13988: B
13989: C
13990: A
13991: B
13992: D
13993: A
13994: A
13995: D
13996: C
13997: C
13998: A
13999: C
14000: B