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Q3946953 Português

Leia o texto abaixo, para responder à questão


TEXTO I


Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância


Impulsionados por políticas de inovação e pela cultura de alto desempenho escolar, eles ganham espaço na China


        Não deu outra, e era esperado que assim fosse. Brinquedos equipados com inteligência artificial (IA) deixaram de ser curiosidade de feira tecnológica para virar hábito de quarto infantil na China. Bichos de pelúcia que “falam”, pingentes que dão voz a personagens e robôs de mesa que jogam xadrez com crianças fazem parte de um catálogo em expansão acelerada. A engrenagem que puxa a onda combina três forças conhecidas do país: o investimento público em inovação (ainda que na marra, com a mão pesada do Estado), uma cultura que trata a educação como escada social desde cedo e o avanço dos modelos locais de linguagem ancorados em algoritmos. O resultado: “companheiros digitais” que prometem ensinar, conversar e até reconhecer emoções — uma evolução evidente em relação Rosie, a funcionária doméstica dos à Jetsons dos anos 1960 e 1970, que supunha um amanhã que agora chegou. A promessa empolga famílias e empresas, mas acende, com igual intensidade, o alerta de educadores.


        Startups exibem números vistosos; segundo projeções do setor, o mercado pode ultrapassar o equivalente a cerca de 75 bilhões de reais até 2030. A multiplicação das opções criou um ecossistema em que o aprendizado e o afeto viraram produto. Um dos campeões de venda é o BubblePal, um pequeno pingente que transforma qualquer pelúcia em interlocutor falante, com 39 vozes diferentes que dão “vida” a personagens da Disney e até heróis chineses. [...]


        No marketing, os autômatos são apresentados como “ferramentas educativas”. Na sala de aula e no quintal, porém, a conta é mais complexa. “Habilidades como empatia, resolução de conflitos e generosidade só podem ser aprendidas na arena complexa das interações humanas”, afirma Daniela Pannuti, diretora da divisão primária da Avenues São Paulo, escola internacional que também mantém um campus em Nova York. A ressalva toca o coração da infância: brincar é processo, não produto. [...] Quando a criança passa a “brincar” com um outro previsível, mesmo que muito sofisticado, há o perigo de treinar o convívio sem contradição, sem espera de vez, sem o gesto de ceder. 


        Do lado de lá do balcão, o fenômeno ilumina uma política industrial cujo adversário, não há dúvida, são os Estados Unidos. O país opera há anos com metas explícitas de liderança tecnológica e digitalização. Brinquedos “inteligentes”, nesse contexto, deixam de ser apenas entretenimento para virar extensão de uma estratégia. “A China entende que a IA é uma ciência e que faz parte do progresso de uma nação. Por isso, esses brinquedos inteligentes são vistos como uma vantagem competitiva no campo da educação”, observa Thomas Law, presidente do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina). A leitura ajuda a explicar por que a adoção é tão veloz: se o objeto promete treinar língua, lógica ou matemática, ele ganha o carimbo de utilidade e acaba entrando no carrinho. O gesto é cultural, mas também pragmático: a família compra o que acredita encurtar o caminho para o desempenho acadêmico.


        Nada disso, no entanto, significa que as máquinas devam ser mantidas do lado de fora da escola ou dos hospitais, onde também atuam, cuidando de idosos. Elas são fundamentais. A tecnologia viabiliza criações que não nasceriam sem câmera, microfone e software. [...] No fim, a questão não é preparar meninos e meninas para o brinquedo de IA de hoje e, sim, para um mundo com IA no futuro; aquele em que a curiosidade, a colaboração, a empatia e o pensamento crítico, as únicas tecnologias realmente exclusivas da espécie humana, conversem com peças de metal e silício. Não abandonemos ao léu os simpáticos robozinhos. 


Fonte: MORAES, Ligia. Robôs no parquinho: brinquedos inteligentes levantam dúvidas sobre efeitos na infância. Veja, 25 out. 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/robos-no-parquinho-brinquedos-inteligentes-levantam-duvidas-sobre-efeitos-na-infancia/. Acesso em: 10 fev. 2026.


Avalie a veracidade das proposições sobre os elementos de conexão da parte introdutória do texto.


I - No 1º parágrafo, em: “era esperado que assim fosse”, o “assim” funciona anafórica e cataforicamente, pois o conteúdo mencionado sobre o alcance obtido pelos brinquedos inteligentes na China é esclarecido posteriormente: tais brinquedos deixam de ser apenas curiosidade tecnológica, tornando-se hábito de quarto infantil.


II - No final do 1º parágrafo, em: “a promessa empolga famílias e empresas, mas acende ...”, o sintagma “a promessa” constitui um recurso lexical que se utiliza da derivação deverbal para sintetizar o conteúdo precedente, referindo-se ao anseio da funcionária doméstica dos Jetsons.


III - No encadeamento das ideias para formar o texto, um mesmo conteúdo é tomado como referente de elementos de coesão distintos. Assim, no 1º parágrafo, o “assim” consiste em uma pró-forma referencial ou “advérbio pronominal”, enquanto “a onda” é um sintagma nominal, que encapsula ou resume um conteúdo e tem também caráter lexical.


IV - Os elementos de coesão sequencial – “Ainda que” (na frase parentética) e “mas” (na conclusão do primeiro parágrafo) – são de mesma natureza formal e semântica, estabelecendo relação de contraste entre orações coordenadas no texto.


É CORRETO o que se afirma apenas em:


Alternativas
Q3946900 Português

O processo de formação da palavra “infinitas”, retirada do texto, se dá por:

 

Alternativas
Q3946899 Português
No trecho retirado do texto “Tudo começou naquele .......... 2024, quando, __ vésperas de uma enchente que foi devastadora para a cidade onde moro, me afoguei em perdas emocionais particulares”, a conjunção “quando” introduz uma oração:
Alternativas
Q3946898 Português

No trecho “Hoje o medo me dá bom dia”, retirado do texto, a palavra “hoje” classifica-se como:

 

Alternativas
Q3946897 Português
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, os triângulos presentes nas palavras das linhas 01, 23 e 29. 
Alternativas
Q3946896 Português
No trecho “De tanto ele promover ilusões, passamos a ter medo do que é real” (l. 33), a palavra “promover” poderia ser substituída, sem prejuízo significativo de sentido ao trecho em que ocorre, por: 
Alternativas
Q3946895 Português

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 11 e 14.

 

Alternativas
Q3946867 Português

Para responder à questão, leia atentamente o Texto III.


Texto III

Fonte: @abnerdangelo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DMiR3KLOx6b/?img_index=3 Acesso em 8 de nov. de 2025.

As tirinhas do Texto III pertencem ao domínio discursivo da esfera:


Alternativas
Q3946866 Português

Para responder à questão, leia atentamente o Texto III.


Texto III

Fonte: @abnerdangelo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DMiR3KLOx6b/?img_index=3 Acesso em 8 de nov. de 2025.

O humor nas tirinhas é construído principalmente:


Alternativas
Q3946865 Português

Para responder à questão, leia atentamente o Texto III.


Texto III

Fonte: @abnerdangelo. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DMiR3KLOx6b/?img_index=3 Acesso em 8 de nov. de 2025.

Observe as assertivas a seguir sobre o uso do porquê, especialmente em relação ao emprego da acentuação gráfica em palavras presentes no Texto III.

I - A palavra “porquê” é acentuada por atuar como substantivo, formado pela junção da preposição por e do pronome interrogativo que, recebendo acento para diferenciar-se das demais formas.
II - A palavra “porque” será acentuada quando indicar causa ou explicação. 
III - O vocábulo “oração” recebe acento por ser uma oxítona terminada em “ão”, conforme a regra geral de acentuação.
IV - A palavra “vocês” é acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo, o que exige o uso do acento gráfico.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3946864 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


Fonte:https://www.threads.com/@dona.anesia/post/C1YRQNTIqjG/media Acesso em: 10 nov. 2025.


Observe as assertivas a seguir sobre o uso dos tempos e modos verbais presentes na tirinha:


I - O verbo “é” , no trecho “É cinco, quatro, três, dois, um”, encontra-se no presente do indicativo, indicando uma ação que se realiza no momento da fala.


II - O verbo "é" expressa uma certeza, característica típica do modo indicativo.


III - O verbo "é" , se fosse substituído por “fosse”, alteraria o sentido da frase para um tom hipotético, típico do modo subjuntivo.


IV - A fala “Quem é Vivi, vó?” apresenta o verbo "é" no pretérito perfeito do indicativo, expressando uma ação concluída.


É CORRETO o que se afirma em:


Alternativas
Q3946863 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


Fonte:https://www.threads.com/@dona.anesia/post/C1YRQNTIqjG/media Acesso em: 10 nov. 2025.


Sobre as regras de pontuação, observe a fala da avó “É 'cinco, quatro, três, dois, um'(...)”. O uso das vírgulas, no contexto do trecho, pode ser justificado:
Alternativas
Q3946862 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


Fonte:https://www.threads.com/@dona.anesia/post/C1YRQNTIqjG/media Acesso em: 10 nov. 2025.


O humor da tirinha nasce de uma ambiguidade no uso da linguagem. A avó diz “VIVIIIIII”, e o neto entende como um nome. Essa ambiguidade é um exemplo de:
Alternativas
Q3946861 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


Fonte:https://www.threads.com/@dona.anesia/post/C1YRQNTIqjG/media Acesso em: 10 nov. 2025.


Ao responder “Ninguém”, a avó revela que sua fala anterior não se referia a uma pessoa. Este efeito de sentido decorre:
Alternativas
Q3946860 Português
Leia o Texto I para responder a questão.


Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar?

Recentemente, o objeto acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria

Internacional| Do R7 06/11/2025 - 02h00 (Atualizado em 06/11/2025 - 02h00)


    Desde que foi avistado no início de julho, o cometa 3I/Atlas tem despertado curiosidade entre astrônomos do mundo todo. Detectado por um telescópio no Chile, o corpo celeste logo se destacou por apresentar características diferentes das de um cometa comum, sugerindo que foi formado em outro sistema estelar.


      Com velocidade e trajetória que indicam que ele não está preso à gravidade do Sol, o 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar já confirmado pela ciência. Enquanto alguns cientistas o consideram um cometa qualquer, outros chamam atenção para seu comportamento único.


    Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas. Isso porque, geralmente, eles se deslocam mais lentamente, movidos pelos gases liberados de suas superfícies geladas.


        Além da aceleração, o cometa surpreendeu ao mudar de cor, passando de um tom avermelhado para um azul intenso. A alteração chamou atenção, já que, normalmente, os cometas ficam com uma coloração vermelha devido à luz solar. Ele também apresentou um aumento repentino de brilho, indicando que grandes quantidades de material estavam sendo ejetadas, possivelmente por conta da vaporização do gelo em sua superfície, causada pelo calor.


        Astrônomos estimam que ele seja cerca de 3 bilhões de anos mais antigo que o Sistema Solar, tornando-o talvez o cometa mais velho já observado. Suas imagens mais recentes foram obtidas pelo espectrógrafo infravermelho do James Webb, que detectou grandes concentrações de dióxido de carbono em sua composição.


        As imagens do telescópio espacial mostraram que o cometa interestelar passou por uma transformação ao longo dos bilhões de anos vagando pela Via Láctea, desenvolvendo uma crosta irradiada de dezenas de metros após ser exposto a tanta radiação cósmica.


        O 3I/Atlas atingiu o periélio, ponto mais próximo do Sol, no dia 29 de outubro. Ele continua em órbita ao redor da estrela, enquanto especialistas esperam que a radiação exponha suas camadas internas. Dessa forma, será possível estudar a composição original do corpo, expandindo o que se sabe sobre cometas.


     Apesar da repercussão sobre as características estranhas do corpo celeste, a Nasa garantiu que ele não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante.


Fonte: Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar? R7 Internacional, 06 nov. 2025. Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/viajante-espacial-por-que-cometa-3iatlas-continua-a-intrigar-06112025/ Acesso em: 10 nov. 2025. 
Considere o trecho do texto I:

“Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas.”

A partir dessa leitura, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3946858 Português
Leia o Texto I para responder a questão.


Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar?

Recentemente, o objeto acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria

Internacional| Do R7 06/11/2025 - 02h00 (Atualizado em 06/11/2025 - 02h00)


    Desde que foi avistado no início de julho, o cometa 3I/Atlas tem despertado curiosidade entre astrônomos do mundo todo. Detectado por um telescópio no Chile, o corpo celeste logo se destacou por apresentar características diferentes das de um cometa comum, sugerindo que foi formado em outro sistema estelar.


      Com velocidade e trajetória que indicam que ele não está preso à gravidade do Sol, o 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar já confirmado pela ciência. Enquanto alguns cientistas o consideram um cometa qualquer, outros chamam atenção para seu comportamento único.


    Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas. Isso porque, geralmente, eles se deslocam mais lentamente, movidos pelos gases liberados de suas superfícies geladas.


        Além da aceleração, o cometa surpreendeu ao mudar de cor, passando de um tom avermelhado para um azul intenso. A alteração chamou atenção, já que, normalmente, os cometas ficam com uma coloração vermelha devido à luz solar. Ele também apresentou um aumento repentino de brilho, indicando que grandes quantidades de material estavam sendo ejetadas, possivelmente por conta da vaporização do gelo em sua superfície, causada pelo calor.


        Astrônomos estimam que ele seja cerca de 3 bilhões de anos mais antigo que o Sistema Solar, tornando-o talvez o cometa mais velho já observado. Suas imagens mais recentes foram obtidas pelo espectrógrafo infravermelho do James Webb, que detectou grandes concentrações de dióxido de carbono em sua composição.


        As imagens do telescópio espacial mostraram que o cometa interestelar passou por uma transformação ao longo dos bilhões de anos vagando pela Via Láctea, desenvolvendo uma crosta irradiada de dezenas de metros após ser exposto a tanta radiação cósmica.


        O 3I/Atlas atingiu o periélio, ponto mais próximo do Sol, no dia 29 de outubro. Ele continua em órbita ao redor da estrela, enquanto especialistas esperam que a radiação exponha suas camadas internas. Dessa forma, será possível estudar a composição original do corpo, expandindo o que se sabe sobre cometas.


     Apesar da repercussão sobre as características estranhas do corpo celeste, a Nasa garantiu que ele não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante.


Fonte: Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar? R7 Internacional, 06 nov. 2025. Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/viajante-espacial-por-que-cometa-3iatlas-continua-a-intrigar-06112025/ Acesso em: 10 nov. 2025. 

Analise as assertivas que seguem, com base no fragmento do Texto I:


“Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria.”


I - A palavra "que" é um pronome relativo.


II - A palavra "que" introduz uma oração subordinada adjetiva restritiva.


III - O termo "que" é classificado como conjunção integrante.


IV - O pronome "ele" funciona como complemento do verbo “acelerou”.


V - O pronome "ele" exerce a função sintática de sujeito da oração subordinada.


É CORRETO o que se afirma apenas em:


Alternativas
Q3946857 Português
Leia o Texto I para responder a questão.


Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar?

Recentemente, o objeto acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria

Internacional| Do R7 06/11/2025 - 02h00 (Atualizado em 06/11/2025 - 02h00)


    Desde que foi avistado no início de julho, o cometa 3I/Atlas tem despertado curiosidade entre astrônomos do mundo todo. Detectado por um telescópio no Chile, o corpo celeste logo se destacou por apresentar características diferentes das de um cometa comum, sugerindo que foi formado em outro sistema estelar.


      Com velocidade e trajetória que indicam que ele não está preso à gravidade do Sol, o 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar já confirmado pela ciência. Enquanto alguns cientistas o consideram um cometa qualquer, outros chamam atenção para seu comportamento único.


    Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas. Isso porque, geralmente, eles se deslocam mais lentamente, movidos pelos gases liberados de suas superfícies geladas.


        Além da aceleração, o cometa surpreendeu ao mudar de cor, passando de um tom avermelhado para um azul intenso. A alteração chamou atenção, já que, normalmente, os cometas ficam com uma coloração vermelha devido à luz solar. Ele também apresentou um aumento repentino de brilho, indicando que grandes quantidades de material estavam sendo ejetadas, possivelmente por conta da vaporização do gelo em sua superfície, causada pelo calor.


        Astrônomos estimam que ele seja cerca de 3 bilhões de anos mais antigo que o Sistema Solar, tornando-o talvez o cometa mais velho já observado. Suas imagens mais recentes foram obtidas pelo espectrógrafo infravermelho do James Webb, que detectou grandes concentrações de dióxido de carbono em sua composição.


        As imagens do telescópio espacial mostraram que o cometa interestelar passou por uma transformação ao longo dos bilhões de anos vagando pela Via Láctea, desenvolvendo uma crosta irradiada de dezenas de metros após ser exposto a tanta radiação cósmica.


        O 3I/Atlas atingiu o periélio, ponto mais próximo do Sol, no dia 29 de outubro. Ele continua em órbita ao redor da estrela, enquanto especialistas esperam que a radiação exponha suas camadas internas. Dessa forma, será possível estudar a composição original do corpo, expandindo o que se sabe sobre cometas.


     Apesar da repercussão sobre as características estranhas do corpo celeste, a Nasa garantiu que ele não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante.


Fonte: Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar? R7 Internacional, 06 nov. 2025. Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/viajante-espacial-por-que-cometa-3iatlas-continua-a-intrigar-06112025/ Acesso em: 10 nov. 2025. 
No período retirado do Texto I: “Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria.”, a oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3946855 Português
Leia o Texto I para responder a questão.


Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar?

Recentemente, o objeto acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria

Internacional| Do R7 06/11/2025 - 02h00 (Atualizado em 06/11/2025 - 02h00)


    Desde que foi avistado no início de julho, o cometa 3I/Atlas tem despertado curiosidade entre astrônomos do mundo todo. Detectado por um telescópio no Chile, o corpo celeste logo se destacou por apresentar características diferentes das de um cometa comum, sugerindo que foi formado em outro sistema estelar.


      Com velocidade e trajetória que indicam que ele não está preso à gravidade do Sol, o 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar já confirmado pela ciência. Enquanto alguns cientistas o consideram um cometa qualquer, outros chamam atenção para seu comportamento único.


    Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas. Isso porque, geralmente, eles se deslocam mais lentamente, movidos pelos gases liberados de suas superfícies geladas.


        Além da aceleração, o cometa surpreendeu ao mudar de cor, passando de um tom avermelhado para um azul intenso. A alteração chamou atenção, já que, normalmente, os cometas ficam com uma coloração vermelha devido à luz solar. Ele também apresentou um aumento repentino de brilho, indicando que grandes quantidades de material estavam sendo ejetadas, possivelmente por conta da vaporização do gelo em sua superfície, causada pelo calor.


        Astrônomos estimam que ele seja cerca de 3 bilhões de anos mais antigo que o Sistema Solar, tornando-o talvez o cometa mais velho já observado. Suas imagens mais recentes foram obtidas pelo espectrógrafo infravermelho do James Webb, que detectou grandes concentrações de dióxido de carbono em sua composição.


        As imagens do telescópio espacial mostraram que o cometa interestelar passou por uma transformação ao longo dos bilhões de anos vagando pela Via Láctea, desenvolvendo uma crosta irradiada de dezenas de metros após ser exposto a tanta radiação cósmica.


        O 3I/Atlas atingiu o periélio, ponto mais próximo do Sol, no dia 29 de outubro. Ele continua em órbita ao redor da estrela, enquanto especialistas esperam que a radiação exponha suas camadas internas. Dessa forma, será possível estudar a composição original do corpo, expandindo o que se sabe sobre cometas.


     Apesar da repercussão sobre as características estranhas do corpo celeste, a Nasa garantiu que ele não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante.


Fonte: Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar? R7 Internacional, 06 nov. 2025. Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/viajante-espacial-por-que-cometa-3iatlas-continua-a-intrigar-06112025/ Acesso em: 10 nov. 2025. 

Com base na leitura doTexto I, é CORRETO afirmar que a linguagem empregada:



Alternativas
Q3946854 Português
Leia o Texto I para responder a questão.


Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar?

Recentemente, o objeto acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria

Internacional| Do R7 06/11/2025 - 02h00 (Atualizado em 06/11/2025 - 02h00)


    Desde que foi avistado no início de julho, o cometa 3I/Atlas tem despertado curiosidade entre astrônomos do mundo todo. Detectado por um telescópio no Chile, o corpo celeste logo se destacou por apresentar características diferentes das de um cometa comum, sugerindo que foi formado em outro sistema estelar.


      Com velocidade e trajetória que indicam que ele não está preso à gravidade do Sol, o 3I/Atlas é apenas o terceiro objeto interestelar já confirmado pela ciência. Enquanto alguns cientistas o consideram um cometa qualquer, outros chamam atenção para seu comportamento único.


    Novos debates surgiram após a aproximação do cometa com o Sol no final de outubro. Instrumentos de observação detectaram que ele acelerou de maneira inesperada, movendo-se mais rápido do que a gravidade permitiria. Essa anomalia fez muitos cientistas reavaliarem o comportamento de cometas. Isso porque, geralmente, eles se deslocam mais lentamente, movidos pelos gases liberados de suas superfícies geladas.


        Além da aceleração, o cometa surpreendeu ao mudar de cor, passando de um tom avermelhado para um azul intenso. A alteração chamou atenção, já que, normalmente, os cometas ficam com uma coloração vermelha devido à luz solar. Ele também apresentou um aumento repentino de brilho, indicando que grandes quantidades de material estavam sendo ejetadas, possivelmente por conta da vaporização do gelo em sua superfície, causada pelo calor.


        Astrônomos estimam que ele seja cerca de 3 bilhões de anos mais antigo que o Sistema Solar, tornando-o talvez o cometa mais velho já observado. Suas imagens mais recentes foram obtidas pelo espectrógrafo infravermelho do James Webb, que detectou grandes concentrações de dióxido de carbono em sua composição.


        As imagens do telescópio espacial mostraram que o cometa interestelar passou por uma transformação ao longo dos bilhões de anos vagando pela Via Láctea, desenvolvendo uma crosta irradiada de dezenas de metros após ser exposto a tanta radiação cósmica.


        O 3I/Atlas atingiu o periélio, ponto mais próximo do Sol, no dia 29 de outubro. Ele continua em órbita ao redor da estrela, enquanto especialistas esperam que a radiação exponha suas camadas internas. Dessa forma, será possível estudar a composição original do corpo, expandindo o que se sabe sobre cometas.


     Apesar da repercussão sobre as características estranhas do corpo celeste, a Nasa garantiu que ele não representa nenhuma ameaça para a Terra e permanecerá distante.


Fonte: Viajante espacial: por que cometa 3I/Atlas continua a intrigar? R7 Internacional, 06 nov. 2025. Disponível em: https://noticias.r7.com/internacional/viajante-espacial-por-que-cometa-3iatlas-continua-a-intrigar-06112025/ Acesso em: 10 nov. 2025. 

Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que o texto visa:


Alternativas
Q3946185 Português
O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil.

O Caminho de Peabiru, que durante séculos ligou povos e territórios na América do Sul, tem hoje sua herança "disputada" em municípios e Estados brasileiros.

Nos últimos dez anos, governos locais no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo têm buscado exaltar a possível passagem desta rota indígena ancestral por seus territórios.

No Estado catarinense, a reivindicação dessa herança virou polêmica que envolve dois municípios, empresários, pesquisadores e comunidades indígenas.

Mas a história da rota vem de muito antes da consolidação do que é hoje o Brasil e da chegada dos europeus ao continente americano.

O Caminho de Peabiru estende-se por 3,5 mil a 4 mil quilômetros em linha reta, ligando regiões costeiras do atual Brasil às margens do antigo sistema inca de estradas — chegando ao que hoje são Paraguai, Bolívia e Peru.

Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos.

Em comparação, a Grand Trunk Road, rota de 2,4 mil quilômetros que atravessa Bangladesh, Índia, Paquistão e Afeganistão, é considerada a via de movimento contínuo mais antiga do mundo, utilizada há cerca de 2,5 mil anos.

Para os guaranis, o Peabiru está ligado à sagrada Terra sem Males (Yvy Márey), um lugar de perfeição e abundância.

Já um mito indígena-europeu considera que a rota teria sido usada por Sumé, uma divindade branca que teria chegado do oceano, para seguir rumo ao oeste.

As funções da rota eram muitas, desde a migração à troca e comércio de itens.

Hoje, pesquisadores, autoridades e comunidades indígenas protagonizam debates sobre a presença ou ausência de evidências da passagem dessa rota sobre determinados lugares e são atravessados por interesses pela exploração turística, cultural e comercial do Peabiru.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qlk75k4no
"Alguns trechos do caminho já eram percorridos há mais de 10 mil anos, segundo arqueólogos." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__) O vocábulo 'arqueólogos' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'séculos' e 'polêmica'.
(__) O monossílabo 'há' recebe acento por ser tônico e terminado em 'a'. Essa regra também se aplica às palavras oxítonas, já que as terminadas em 'a' também recebem acento.
(__) O vocábulo 'têm' recebe acento pela mesma regra que acentua a forma verbal 'vem' quando flexionada na 3ª pessoa do plural.
(__) O vocábulo 'Peabiru' está grafado incorretamente sem acento, pois, quando a vogal 'u' é tônica, deve ser acentuada, como ocorre em 'baú'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
12521: E
12522: D
12523: E
12524: C
12525: D
12526: E
12527: B
12528: D
12529: C
12530: A
12531: E
12532: B
12533: B
12534: E
12535: A
12536: C
12537: E
12538: D
12539: A
12540: E