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Q3505016 Português

O texto a seguir é referência para a questão. 



Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tnc-brasil/coluna/2025/04/.ghtml. Adaptado.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna número 1 do texto. 

Alternativas
Q3504985 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A coesão tem importância significativa na ligação entre as partes de um texto, contribuindo para o entendimento dele. Em relação a mecanismos de coesão no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3504984 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A palavra por que pode ser usada em várias situações comunicativas e sua grafia se altera conforme a situação, a exemplo de E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão e Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Sobre usos dessa palavra no exemplo dado em cada parênteses, marque V para os verdadeiros e F para os falsos.

( ) Os candidatos não foram eleitos porque não tinham boas propostas de governo. → Expressa sentido de causa, podendo ser substituído por pois e visto que.
( ) O candidato afirmou que já percebeu o motivo por que não conseguiu se reeleger.→ Constitui elemento de ligação entre duas orações, estabelecendo relação com um termo antecedente.
( ) Aquele candidato não se elegeu por quê? → Tem caráter interrogativo, indicando ênfase em uma pergunta que é fruto de indignação, não se diferenciando a grafia se no início ou final da frase.
( ) Esses candidatos não sabem o porquê de não terem sido eleitos. → Indica sentido de explicação, podendo ser substituído por já que e pelo que.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504983 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
Os sinais de pontuação, ao serem usados adequadamente, promovem a clareza e a compreensão do texto, além de conferirem coesão e coerência. Sobre sinais de pontuação empregados no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3504982 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
Ao longo do texto, o autor estabelece interação com o leitor, tomando-o diretamente como interlocutor. Qual trecho NÃO apresenta essa característica?
Alternativas
Q3504981 Português
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.


Expressões desaparecem. Para onde foram?


    Cartear marra é uma delas. Usadíssima nos anos 60, não vejo ninguém mais carteando marra. Quantas vezes nós, adolescentes, nos bailinhos, ao vermos alguém de outra cidade querendo dançar com as nossas meninas, chegávamos perto: não vem cartear marra aqui, não. Cartear marra era querer ser metido a gostoso.

    Hoje, décadas depois, vou ao dicionário. Cartear significa também chutar. E marra, coragem. Portanto a expressão estava correta: fingir coragem. E, cá entre nós, naquele tempo todo mundo carteava marra.

    Outra genial: par de besta. Tipo assim: o cara veio com par de besta pra cima de mim e eu saí na porrada. E eu nunca entendia porque o sujeito com um par de besta (o animal, claro), significava que era todo valentão. O que é que a besta tinha a ver com valentia?

    Mas hoje, descobri. O primeiro significado da palavra besta é uma arma, uma espécie de arco para atirar setas. Portanto, o cara que vinha com par de besta, vinha armado, vinha para agredir, para ofender.

    Por outro lado, e ainda mais bestial, o interessante é que o sujeito metido a besta era o metido a gostoso, a bonitão, a conquistador. Aqui, no caso, nunca entendi o porquê da besta. Se você for metido a besta, me explique.

[...] 

    Naquela época não tinha pêr-répis, a não ser se você fosse gilete. A gente saía para encher o picuá dos outros e, qualquer problema, noves fora zero. 

    Mas o que mais me irritava, na adolescência, era a minha irmã mais velha achar que eu era inocente. Já tinha uns doze anos e ela dizia que eu era inocente. E olha que eu já era culpadíssimo!

    Me desculpe cartear tanta marra…


(PRATA, Mário. Estadão, 11/02/2004. Disponível em: www.mensagenscomamor.com. Acesso em 10/10/2024.)
A respeito do texto, analise as afirmativas.

I. O autor dá ênfase à origem e ao desaparecimento de expressões da língua e desconsidera o significado delas.
II. Há no texto referência a expressões que deixaram de ser utilizadas pelo usuário da língua, o que caracteriza a variedade linguística denominada histórica.
III. A linguagem usada no texto apresenta-se informal, com marcas de oralidade, a exemplo de pra, porrada, cara, tipo assim.
IV. A primeira frase apresenta-se deslocada, sem qualquer relação de sentido com o título do texto.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3504980 Português

Instrução: Leia com atenção a charge e responda à questão.


Q4_5.png (309×344)


(Disponível em: https://www.culturamix.com. Acesso em: 15/10/24.)

Sobre os dois verbos empregados na frase, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O verbo dar está usado no imperativo negativo, classificado como verbo irregular.
( ) O verbo ser é um verbo de ligação, classificado como anômalo em função das alterações profundas que sofre em seu radical.
( ) Ambos os verbos estão na primeira pessoa do singular, pois fazem parte da fala do animal retratado na charge.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504979 Português

Instrução: Leia com atenção a charge e responda à questão.


Q4_5.png (309×344)


(Disponível em: https://www.culturamix.com. Acesso em: 15/10/24.)

Sobre a charge, analise as afirmativas.

I. A imagem do animal nada acrescenta ao entendimento da charge, visto que o escrito está bastante claro.
II. O trecho Tudo eu. Tudo eu! conota certa tristeza e queixa do animal em face dos usos a ele destinados.
III. A frase “Não dê pérolas aos porcos.” tem uso comum unicamente nos ambientes religiosos.
IV. Sem a figura do animal, o leitor teria de fazer inferência sobre quem seria o eu a partir da última palavra do escrito.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3504978 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
Sobre palavras encontradas no tópico Discordar com classe, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3504977 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
A coluna da esquerda apresenta efeitos de sentido próprios das orações subordinadas e a da direita, trechos do texto em que se encontram esses sentidos. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1. Condição
2. Tempo
3. Concessão

( ) Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor.
( ) Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.
( ) Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa.
( ) Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3504976 Português
Instrução: Leia o texto e responda à questão.


Muito além das regras de etiqueta, a forma como você interage com os outros demonstra se você é, de fato, uma pessoa elegante


Quando nos comunicamos, nosso comportamento causa um impacto imediato em quem está ao redor. A forma como escolhemos nos expressar pode criar uma impressão duradoura, positiva ou negativa. Por isso, é fundamental estar atento a como nossas palavras e ações afetam aqueles com quem interagimos. Ser elegante ao se comunicar vai contribuir para causar uma boa impressão nas relações sociais e profissionais. E isso não depende somente de seguir regras de etiqueta. Muitas vezes confundimos elegância com formalidade excessiva ou apenas com a utilização de palavras de cortesia. Ser elegante na comunicação é muito mais que isso. Confira abaixo algumas orientações:


Palavras mágicas


Na infância, somos ensinados (ou deveríamos ser!) que existem “palavras mágicas” que nunca podemos esquecer e que são essenciais para termos boas maneiras. São as expressões básicas como “por favor”, “bom dia”, “boa tarde”, “desculpe” e “com licença”, sem as quais não podemos falar em comunicação elegante. Estas simples expressões de cortesia demonstram respeito pelos outros e são o primeiro passo para estabelecer uma comunicação harmoniosa.


[...]


Saber escutar


A elegância na comunicação também se reflete na habilidade de ouvir. Não interromper o outro e prestar atenção ao que está sendo dito são sinais claros de respeito. Escutar ativamente, sem a intenção de monopolizar a conversa, demonstra interesse pelo ponto de vista alheio e ajuda a criar um diálogo mais equilibrado e cordial.


Discordar com classe


Saber discordar com classe é uma habilidade crucial. Ao enfrentamos opiniões divergentes, é importante expressar nossas próprias perspectivas de maneira construtiva e respeitosa. Isso envolve reconhecer o ponto de vista do outro, mesmo não concordando com ele, e evitar ataques pessoais ou comentários depreciativos. E já parou para pensar na chatice que seria conversar somente com quem pensa igual a você em tudo?


Sem intimidade com quem não é íntimo


Tratar alguém com a mesma intimidade que você reserva para sua família e seus amigos mais próximos pode ser inadequado, especialmente quando não há uma relação de proximidade estabelecida. Já trouxemos aqui na coluna uma lista do que devemos evitar para não deixar uma má impressão. Vale relembrar: nada de chamar alguém de ‘amor’, ‘linda/o’, ‘fofa/o’, ‘flor’ ou por apelidos, se você não tem intimidade.


Linguagem corporal e vocabulário adequado


A postura e o olhar fazem parte da linguagem corporal e desempenham um papel relevante na elegância da nossa interação. Manter contato visual, ou seja, olhar nos olhos da pessoa com quem estamos conversando, demonstra atenção e respeito. Além disso, usar um vocabulário que o outro entenda facilita a clareza e a compreensão mútua. Usar palavras difíceis para ‘impressionar’ pode ter o efeito contrário: afastar e não prender a atenção.


[...]


(COLLARES, L. Disponível em: www.primeirapágina.com.br. Acesso em: 20/08/24. Adaptado.)
Sobre esse texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Exige o cumprimento das regras expressas pela autora.
( ) Intenciona dar orientações para o leitor ou incitá-lo a realizar uma determinada ação.
( ) A linguagem é clara, objetiva e denotativa.
( ) É instrucional, organizado em tópicos para melhor transmitir as informações.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3502924 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.

No trecho “captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas” (primeiro período do último parágrafo), a flexão da forma verbal “ajuda” na terceira pessoa do singular justifica-se por sua concordância com a expressão “efeito estufa”, à qual o vocábulo “que” se refere. 

Alternativas
Q3502923 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.

Os sinais de travessão no terceiro período do penúltimo parágrafo poderiam ser substituídos, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto, por sinais de parênteses. 

Alternativas
Q3502919 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Considerando a estruturação linguística do texto CG2A1, julgue o item subsecutivo.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “é feita” (primeiro período do penúltimo parágrafo) fosse substituída por são feitos

Alternativas
Q3502918 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Acerca dos mecanismos de coesão do texto CG2A1, julgue o próximo item. 

Seriam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o vocábulo “Quando” (primeiro período do segundo parágrafo) fosse substituído por Se.

Alternativas
Q3502916 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Acerca dos mecanismos de coesão do texto CG2A1, julgue o próximo item. 

No segundo período do penúltimo parágrafo, a omissão da forma verbal “forem” prejudicaria as relações de coesão estabelecidas no período e, consequentemente, a coerência textual. 

Alternativas
Q3502915 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Acerca dos mecanismos de coesão do texto CG2A1, julgue o próximo item. 

A expressão “a ponto de” (segundo período do segundo parágrafo) introduz oração que denota circunstância de proporcionalidade. 

Alternativas
Q3502914 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Acerca dos mecanismos de coesão do texto CG2A1, julgue o próximo item. 

No penúltimo período do último parágrafo, a expressão “Dessa forma” estabelece relação com os modos de beneficiamento do meio ambiente mencionados no período anterior, podendo ser substituída, sem prejuízo da coerência do texto, por Assim como.

Alternativas
Q3502912 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Com base nas ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 

No texto, a caracterização das “soluções baseadas na natureza” como um “conceito guarda-chuva” baseia-se na ideia de proteção oferecida por essas soluções, implícita no termo “guarda-chuva”. 

Alternativas
Q3502911 Português

Texto CG2A1

        O termo “soluções baseadas na natureza” foi cunhado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A ideia é ele ser um conceito guarda-chuva: um único termo que consegue abranger uma grande gama de estratégias, técnicas, ações e atividades que envolvem a natureza para resolver problemas sociais, econômicos e ambientais do mundo atual.

        Quando falamos especificamente de acesso à água, as florestas aparecem como uma das principais soluções baseadas na natureza para dar segurança aos nossos sistemas de abastecimento. Elas podem trazer benefícios para a sociedade ao mesmo tempo que se apresentam como investimentos economicamente viáveis, a ponto de uma série de pesquisas começar a abordar a vegetação nativa como uma forma de infraestrutura — a infraestrutura natural. Chamamos de “Infraestrutura natural” investimentos e intervenções em conservação, manejo e restauração da vegetação nativa e de florestas. Essas ações não substituem investimentos em infraestrutura convencional, mas se complementam, aumentando os benefícios e gerando maior resiliência onde são implantadas.

        Atualmente, a maior parte dos investimentos em infraestruturas para o abastecimento de água das cidades é feita em infraestruturas convencionais, como reservatórios, represas e estações de tratamento. Essas obras podem ganhar muito se forem planejadas em sintonia com a infraestrutura natural. Em uma paisagem degradada, ou com solo que sofre processos severos de erosão, uma grande carga de sedimentos — terra e sujeira, por exemplo — acaba indo para os rios e reservatórios, o que aumenta os custos de dragagem e acarreta maior uso de produtos químicos no tratamento da água, além de diminuir a vida útil dos reservatórios. Com a restauração de florestas em paisagens degradadas e em áreas prioritárias para o abastecimento de água, como no entorno de reservatórios, as árvores evitam que grande parte dos sedimentos chegue aos cursos d’água, funcionando como barreiras naturais e gerando economia no uso de produtos químicos e nos custos de energia das estações de tratamento.

        Isso sem contar os benefícios mais amplos, como recuperação do solo, captura de gases de efeito estufa, que ajuda a mitigar as mudanças climáticas, formação de corredores ecológicos para espécies ameaçadas e aumento da resiliência a impactos de eventos climáticos extremos, como secas ou inundações. Dessa forma, a infraestrutura natural é um investimento inteligente do ponto de vista socioeconômico, que traz retornos no longo prazo e produz bons resultados para toda a sociedade. As empresas de saneamento no país todo só têm a ganhar ao investir na restauração florestal.

V. Tornello; L. Caccia; M. Oliveira; Bruno Calixto. Florestas para água: uma solução baseada na natureza para enfrentar crises hídricas. Internet: (com adaptações). 

Com base nas ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 

De acordo com o texto, o investimento em infraestrutura natural é economicamente vantajoso por atenuar os gastos com a infraestrutura convencional de abastecimento de água. 

Alternativas
Respostas
12201: B
12202: B
12203: D
12204: A
12205: C
12206: B
12207: B
12208: C
12209: A
12210: D
12211: D
12212: E
12213: C
12214: C
12215: C
12216: E
12217: E
12218: E
12219: E
12220: C