Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3952453 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando as informações explícitas e implícitas do texto, qual alternativa identifica corretamente sua ideia principal, levando em conta a organização argumentativa e a progressão temática apresentada?
Alternativas
Q3952452 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando exclusivamente as informações expressamente apresentadas no texto, assinale a alternativa que apresenta conteúdo explicitamente afirmado pelo autor.
Alternativas
Q3952451 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando o conceito de sílaba e as regras de divisão silábica da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta sobre a separação silábica das palavras retiradas do texto:

"A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia."
Alternativas
Q3952450 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando os princípios de clareza e coesão textual, assinale a alternativa que reescreve adequadamente o último período do texto, preservando o sentido original e a articulação lógica das ideias.
Alternativas
Q3952449 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

Considerando que dígrafo ocorre quando duas letras representam um único fonema, assinale a alternativa correta quanto às ocorrências presentes no período "Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir".
Alternativas
Q3952448 Português

Como alcançar relações mais leves com ajustes sutis


Ao reconhecer como certos comportamentos são percebidos, muitas pessoas descobrem que a imagem de autoridade excessiva ou frieza não corresponde ao que desejam transmitir. A combinação de contato visual mais fluido, comunicação direta com empatia e abertura para mostrar um pouco de vulnerabilidade costuma reduzir significativamente a intimidação social no dia a dia.


Esses ajustes não exigem mudanças bruscas de personalidade, apenas atenção contínua ao efeito das próprias atitudes. Quando o ambiente se torna mais acolhedor, colegas, amigos e familiares tendem a se expressar com mais clareza, e características como confiança, independência e altos padrões deixam de ser barreiras e passam a atuar como alicerces para relações mais estáveis e colaborativas.


CARVALHO, Larissa. Comportamentos que fazem você intimidar os outros sem perceber, segundo a psicologia. Correio Braziliense, [s.d.]. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz em-voce-intimidar-os-outros-sem-perceber-segundo-a-psicologia/ . Acesso em: 18 fev. 2026.

No trecho "relações mais estáveis e colaborativas", os adjetivos empregados exercem determinada função sintática e obedecem a regras de concordância nominal. Considerando a definição e o uso do adjetivo na norma-padrão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3952120 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. (2º parágrafo)
A declaração feita na frase acima esclarece a seguinte expressão usada anteriormente no 2º parágrafo:
Alternativas
Q3952119 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
O radical adult- está presente em invenções vocabulares recentes, utilizadas no texto. Dentre elas, aquela formada por processo de composição é:
Alternativas
Q3952118 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos.

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”). 

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional? 

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025.
No texto, o autor aborda um processo social que envolve a relação entre idade e comportamento. No que diz respeito ao tempo cronológico, tal processo pode ser explicado como uma forma de: 
Alternativas
Q3951830 Português
Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

        Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

        Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

        A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

        Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

        Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda‑se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro‑organismos.

        É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet:<drauziovarella.uol.com.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No período “Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções”, a eliminação da vírgula imediatamente após “intra‑auriculares” converteria a oração subordinada adjetiva explicativa em restritiva sem prejuízo à correção gramatical da sentença.

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Q3951828 Português
Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

        Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

        Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

        A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

        Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

        Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda‑se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro‑organismos.

        É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet:<drauziovarella.uol.com.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


No trecho “mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras”, tanto a concordância verbal em “corre” (singular) quanto a concordância nominal em “inseguras” (plural) estão corretas, evidenciando que diferentes núcleos no mesmo período podem reger concordâncias distintas sem comprometer a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q3951827 Português
Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

        Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

        Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

        A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

        Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

        Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda‑se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro‑organismos.

        É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet:<drauziovarella.uol.com.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Em “A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB)”, seria mantida a correção gramatical do trecho caso fosse inserido um acento grave em “a 85 decibéis”, pois há a ideia de direção ou destinação.

Alternativas
Q3951826 Português
Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

        Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

        Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

        A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

        Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

        Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda‑se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro‑organismos.

        É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet:<drauziovarella.uol.com.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.


Se for inserida uma vírgula imediatamente antes do vocábulo “que”, no trecho “É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde”, a frase passaria a sugerir que todos os sinais de alerta, sem exceção, indicam a necessidade da busca por um profissional de saúde.

Alternativas
Q3951825 Português
Uso de fones de ouvido deve ser moderado para evitar danos à audição

        Para muitas pessoas, os fones de ouvido são indispensáveis no transporte público, no trabalho, na academia e até mesmo em momentos de lazer. Porém, o uso frequente ou em volume excessivamente elevado pode causar danos à audição.

        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de um bilhão de jovens adultos corre o risco de sofrer perda auditiva permanente e evitável por conta de práticas de escuta inseguras.

        Segundo Augusto Abrahão, otorrinolaringologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, para preservar a saúde auditiva, a recomendação é seguir a regra do 60/60, ou seja, manter o volume abaixo de 60% da capacidade total do dispositivo e não ultrapassar os 60 minutos seguidos. “Após o uso do fone, nosso ouvido leva de 45 a 60 minutos para se recuperar da exposição sonora. Esse período de descanso é fundamental para reduzir riscos de danos às células auditivas”, explica.

        A questão central, de acordo com o médico, não é o dispositivo em si, mas sim o volume e o tempo de exposição. “O principal e mais grave dano é a Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR). A exposição contínua a volumes superiores a 85 decibéis (dB), valor que é facilmente atingido em smartphones e players de música, lesiona as células ciliadas da orelha interna”, afirma.

        Essas células são responsáveis por transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos que o cérebro interpreta como som. “Quando essas células são lesionadas, não se regeneram, o que torna a perda auditiva permanente”, completa.

        Entre os sintomas causados pelo uso excessivo, estão zumbidos, chiados e sensação de ouvido tapado. Além dos danos auditivos, o uso incorreto dos fones de ouvido pode causar outros problemas. Os modelos intra‑auriculares, que são inseridos diretamente no canal auditivo, podem provocar irritação e facilitar infecções. Por isso, recomenda‑se limpar os fones regularmente e não compartilhar o dispositivo com outras pessoas para evitar a transmissão de micro‑organismos.

        É preciso observar os sinais de alerta que indicam a necessidade de buscar avaliação de um profissional de saúde, como zumbido persistente, dificuldade para entender conversas, necessidade de aumentar muito o volume de dispositivos eletrônicos, sensação de ouvido tapado e dor ou desconforto após a exposição ao som.

Internet:<drauziovarella.uol.com.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Em razão da presença de recomendações de saúde e da listagem de hábitos a serem evitados, dispostos no último parágrafo, o texto classifica‑se predominantemente como injuntivo, uma vez que o seu propósito principal é prescrever comportamentos ao leitor.

Alternativas
Q3951824 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “é chamada de disfonia”, o termo “disfonia” pode ser substituído por afonia, sem prejuízo ao sentido original, uma vez que ambas as palavras são sinônimas e designam alterações na qualidade vocal.

Alternativas
Q3951823 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Para adequar o trecho “É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons” a um relatório técnico‑científico, a reescrita A laringe é o órgão no qual se localizam as pregas vocais, estruturas musculares cuja vibração, mediante a passagem do fluxo aéreo, resulta na produção sonora preservaria o conteúdo informacional do texto e elevaria o nível de formalidade do texto.

Alternativas
Q3951822 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No período “uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem”, a substituição de “se torna” por a torna preservaria tanto a correção gramatical quanto o sentido original do texto, mantendo a próclise devido à partícula atrativa “que”.

Alternativas
Q3951821 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som”, as vírgulas são obrigatórias por se tratar de um aposto explicativo.

Alternativas
Q3951819 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


Conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, a palavra “fonoterapia” está grafada corretamente, pois o prefixo “fono” termina em vogal, e o segundo elemento (“terapia”) é iniciado por uma consoante. Por outro lado, na palavra “gastroesofágico”, deveria ser inserido um hífen em razão de o prefixo “gastro” terminar com uma vogal diferente da que inicia o segundo elemento (“esofágico”).

Alternativas
Q3951818 Português
Alterações da voz podem sinalizar doenças

        A voz desempenha papel importante em várias áreas da vida humana. Além da comunicação, ela é utilizada para demonstrar emoções, em formas artísticas ou ainda profissionais, como acontece com os professores. Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças. Para promover a conscientização da população sobre o tema, instituiu‑se o Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril.

        O órgão responsável pela voz é a laringe, comumente conhecida como caixa de voz, pois desempenha um papel fundamental na produção de som. É na laringe em que estão localizadas as cordas vocais, que são músculos que vibram quando o ar passa por elas, produzindo sons.

        Rouca, fraca, tensa, cansada, trêmula, fina ou grossa demais: uma voz que se torna diferente do habitual pode ser um indicativo de que algo não vai bem. Qualquer alteração na qualidade vocal – seja na intensidade, no tom ou na qualidade – é chamada de disfonia.

        Lesões orgânicas das pregas vocais, como nódulos ou fendas; doenças inflamatórias, como as laringites agudas e crônicas; causas traumáticas, resultado do uso abusivo ou inadequado da voz, e as irritativas, reflexo do refluxo gastroesofágico; diferentes tipos de câncer de cabeça e pescoço; e doenças neurológicas, como o Parkinson, são algumas das doenças que podem se refletir em um distúrbio vocal moderado ou até em perda total da voz.

        O principal sintoma é a rouquidão, que pode estar presente de forma isolada ou associada a outros sinais de alerta: dor na garganta ao falar ou engolir, perda de peso não intencional, presença de sangue no escarro ou tosse, rouquidão persistente por mais de duas semanas, especialmente se não houver resfriado ou uso abusivo da voz, e dificuldade para engolir ou respirar.

        Os tratamentos variam de acordo com o diagnóstico clínico e com o nível de necessidade de uso da voz, seja na vida social ou na profissional. Os principais são o uso de medicamentos, a fonoterapia e a intervenção cirúrgica.

         Alguns dos inimigos da voz são: privação de sono, alimentos condimentados, leite e derivados, bebidas alcoólicas em excesso, poluição, ambientes ruidosos, mudanças bruscas de temperatura, abuso vocal, refluxo gastroesofágico, uso paliativo de pastilhas e sprays para a garganta, dentre outras medidas caseiras sem confirmação científica.

Internet:<gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “Em todos os casos, o cuidado e a adoção de bons hábitos devem ser constantes, já que alterações podem sinalizar doenças”, caso a expressão “já que” seja substituída por embora, basta haver a troca da forma verbal “podem” por possam para se manter o sentido original do texto e preservar a correção gramatical do período.

Alternativas
Respostas
4881: D
4882: A
4883: B
4884: B
4885: C
4886: D
4887: D
4888: D
4889: C
4890: E
4891: C
4892: E
4893: C
4894: E
4895: E
4896: C
4897: E
4898: C
4899: E
4900: E