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1. Dandara é acompanhada pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis de uma universidade federal, ela geralmente é atendida pela assistente social e pela pedagoga, além dos atendimentos pontuais com a psicóloga. Dandara solicita à equipe, por meio da psicóloga, um documento que comprove que ela está sendo acompanhada e como esse acompanhamento tem sido realizado.
2. Ana está em psicoterapia, possui diagnóstico de Transtorno do Pânico devidamente avaliado no contexto clínico e solicita um documento que comprove esse diagnóstico. O setor em que ela trabalha solicitou o documento para justificar as faltas que ela teve na última semana em função das crises experimentadas.
3. Guilherme é estudante universitário, sofreu desligamento por baixa frequência no último semestre. Ele está em acompanhamento psicológico há bastante tempo, e suas atuais demandas psicológicas estão impactando sua vida acadêmica. Segundo Guilherme, o coordenador do curso pediu que ele enviasse um documento que descrevesse seu acompanhamento psicológico para ser anexado ao processo de religamento.
4. Pedro precisou faltar a reunião de orientação do projeto de pesquisa que participa para estar em um atendimento com a psicóloga do Setor de Orientação ao Estudante. Segundo ele, precisa de um documento para justificar sua ausência na reunião.
5. O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão de uma universidade federal recebeu uma solicitação judicial que questionava, sob a perspectiva psicológica, as condições que impediriam uma pessoa transexual autista de cursar medicina.
( ) Declaração
( ) Atestado Psicológico
( ) Relatório Psicológico
( ) Parecer Psicológico
( ) Relatório Multiprofissional
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
I. O diagnóstico de um transtorno psiquiátrico é quase sempre baseado preponderantemente nos dados clínicos, e a semiotécnica armada não substitui o essencial do diagnóstico psicopatológico: uma história clínica bem colhida e um exame do estado mental minucioso, ambos interpretados com habilidade.
II. O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos, de modo geral, baseia-se principalmente no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história do transtorno, desde que surgiu até o momento atual da avaliação.
III. De modo geral, não existem sinais ou sintomas psicopatológicos específicos de determinado transtorno mental. Isso quer dizer que, de fato, não há sintomas patognomônicos em psicopatologia.
IV. O diagnóstico psicopatológico repousa sobre a totalidade dos dados clínicos, momentâneos e evolutivos. É essa totalidade clínica que, detectada, avaliada e interpretada com conhecimento (teórico e científico) e habilidade (clínica e intuitiva), conduz ao diagnóstico psicopatológico, de modo geral, baseado em mecanismos etiológicos.
V. O diagnóstico psicopatológico é, em inúmeros casos, apenas possível com a observação do curso do transtorno. Uma das funções do diagnóstico em medicina é prever e prognosticar a evolução e o desfecho da doença. Porém, às vezes, isso se inverte no contexto da psicopatologia. Não é incomum que o prognóstico obrigue o clínico a reformular seu diagnóstico inicial.
A partir das afirmativas apresentadas, é CORRETO dizer que