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Q3933633 Raciocínio Lógico

Texto CB2A3


P: "Se Pedro não pede, não recebe."

Assinale a opção em que se apresenta a negação da proposição P, apresentada no texto CB2A3.
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Q3933632 Direito Administrativo
A culpa concorrente da vítima em face da responsabilidade civil do Estado 
Alternativas
Q3933631 Direito Administrativo
A pessoa jurídica de direito privado, com criação autorizada por lei, cujo capital é de titularidade exclusiva de pessoas de direito público e cujo objeto social é a exploração de atividade econômica ou a prestação de serviço público é denominada
Alternativas
Q3933630 Direito Administrativo
Assinale a opção em que é corretamente denominado o serviço público que não é assumido nem executado pelo Estado, seja direta ou indiretamente, mas é por ele autorizado, regulamentado e fiscalizado.
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Q3933629 Direito Administrativo
O ato administrativo unilateral, discricionário e precário, por meio do qual a administração pública faculta ao particular o uso privativo de bem público, ou o desempenho de atividade material, ou a prática de ato que, sem esse consentimento, seria legalmente proibido, é denominado
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Q3933628 Português

Texto CB2A7

 

A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, teve como eixo central a implementação dos objetivos do Acordo de Paris. Sob a presidência brasileira, 195 países aprovaram por consenso o “Pacote de Belém” — 29 decisões que renovaram compromissos em temas como transição justa, financiamento da adaptação, gênero e tecnologia.

O presidente da COP 30, André Corrêa do Lago, ressaltou, em seu discurso de encerramento, que o momento em Belém “não deve ser lembrado como o fim de uma conferência, mas como o início de uma década de mudança”. Em meio a um clima político tenso — com intensos debates sobre o futuro dos combustíveis fósseis e pressões de nações produtoras — ficou evidente que o foco brasileiro foi integrar agendas ambientais, sociais e econômicas. Desde o início, representantes brasileiros destacaram que “a proteção de florestas, oceanos e territórios indígenas não é apenas conservação — é estratégia climática global”, que une justiça social, inclusão de comunidades tradicionais e combate às mudanças climáticas em uma mesma agenda.

Essa ênfase se refletiu em anúncios concretos: no Dia dos Povos Indígenas, o governo do Brasil demarcou dez novas terras indígenas, ampliando áreas protegidas e fortalecendo a mitigação de emissões.

Por outro lado, o impasse negociador levou o presidente da COP a assumir compromissos paralelos, como a promessa de elaborar, nos próximos 12 meses, “dois mapas do caminho”: um para frear e reverter o desmatamento e outro para afastar gradativamente os combustíveis fósseis. Esses temas, embora apoiados por muitos países, não foram incorporados ao texto final por falta de unanimidade. Em suma, a COP 30 selou avanços significativos em implementação — da cooperação internacional à justiça climática — ao mesmo tempo em que assumiu a tarefa de manter a pressão política sobre os pontos pendentes.


Internet: <www.gdd.eco>. (com adaptações).

O segmento "por falta de unanimidade", empregado no penúltimo período do texto CB2A7, classifica-se sintaticamente como
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Q3933627 Português

Texto CB2A7

 

A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, teve como eixo central a implementação dos objetivos do Acordo de Paris. Sob a presidência brasileira, 195 países aprovaram por consenso o “Pacote de Belém” — 29 decisões que renovaram compromissos em temas como transição justa, financiamento da adaptação, gênero e tecnologia.

O presidente da COP 30, André Corrêa do Lago, ressaltou, em seu discurso de encerramento, que o momento em Belém “não deve ser lembrado como o fim de uma conferência, mas como o início de uma década de mudança”. Em meio a um clima político tenso — com intensos debates sobre o futuro dos combustíveis fósseis e pressões de nações produtoras — ficou evidente que o foco brasileiro foi integrar agendas ambientais, sociais e econômicas. Desde o início, representantes brasileiros destacaram que “a proteção de florestas, oceanos e territórios indígenas não é apenas conservação — é estratégia climática global”, que une justiça social, inclusão de comunidades tradicionais e combate às mudanças climáticas em uma mesma agenda.

Essa ênfase se refletiu em anúncios concretos: no Dia dos Povos Indígenas, o governo do Brasil demarcou dez novas terras indígenas, ampliando áreas protegidas e fortalecendo a mitigação de emissões.

Por outro lado, o impasse negociador levou o presidente da COP a assumir compromissos paralelos, como a promessa de elaborar, nos próximos 12 meses, “dois mapas do caminho”: um para frear e reverter o desmatamento e outro para afastar gradativamente os combustíveis fósseis. Esses temas, embora apoiados por muitos países, não foram incorporados ao texto final por falta de unanimidade. Em suma, a COP 30 selou avanços significativos em implementação — da cooperação internacional à justiça climática — ao mesmo tempo em que assumiu a tarefa de manter a pressão política sobre os pontos pendentes.


Internet: <www.gdd.eco>. (com adaptações).

Assinale a opção correta em relação a aspectos linguísticos do texto CB2A7.
Alternativas
Q3933626 Português

Texto CB2A7

 

A 30.ª Conferência do Clima da ONU (COP 30), realizada em Belém – PA, em novembro de 2025, teve como eixo central a implementação dos objetivos do Acordo de Paris. Sob a presidência brasileira, 195 países aprovaram por consenso o “Pacote de Belém” — 29 decisões que renovaram compromissos em temas como transição justa, financiamento da adaptação, gênero e tecnologia.

O presidente da COP 30, André Corrêa do Lago, ressaltou, em seu discurso de encerramento, que o momento em Belém “não deve ser lembrado como o fim de uma conferência, mas como o início de uma década de mudança”. Em meio a um clima político tenso — com intensos debates sobre o futuro dos combustíveis fósseis e pressões de nações produtoras — ficou evidente que o foco brasileiro foi integrar agendas ambientais, sociais e econômicas. Desde o início, representantes brasileiros destacaram que “a proteção de florestas, oceanos e territórios indígenas não é apenas conservação — é estratégia climática global”, que une justiça social, inclusão de comunidades tradicionais e combate às mudanças climáticas em uma mesma agenda.

Essa ênfase se refletiu em anúncios concretos: no Dia dos Povos Indígenas, o governo do Brasil demarcou dez novas terras indígenas, ampliando áreas protegidas e fortalecendo a mitigação de emissões.

Por outro lado, o impasse negociador levou o presidente da COP a assumir compromissos paralelos, como a promessa de elaborar, nos próximos 12 meses, “dois mapas do caminho”: um para frear e reverter o desmatamento e outro para afastar gradativamente os combustíveis fósseis. Esses temas, embora apoiados por muitos países, não foram incorporados ao texto final por falta de unanimidade. Em suma, a COP 30 selou avanços significativos em implementação — da cooperação internacional à justiça climática — ao mesmo tempo em que assumiu a tarefa de manter a pressão política sobre os pontos pendentes.


Internet: <www.gdd.eco>. (com adaptações).

Infere-se da leitura do texto CB2A7 que 
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Q3933625 Português
    A Amazônia é a maior floresta tropical úmida do mundo e abrange uma vasta área na América do Sul; sua preservação é essencial para a manutenção da biodiversidade e a estabilidade climática.
WWF Brasil. Amazônia. Internet: <wwf.org.br>.
De acordo com os sentidos expressos no texto precedente, o trecho "para a manutenção da biodiversidade e a estabilidade climática" poderia ser corretamente reescrito como
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Q3933624 Português
Texto CB2A1-II
Respeitar a cultura do outro deve ser uma constante na vida de todos os que vivem na cidade e na aldeia, pois compreende-se que identidade não se perde com a saída do indivíduo de seu lugar (aldeia), ele é e será sempre o mesmo com ou sem aldeia, vivendo na cidade, comendo com garfo e faca, vestindo terno e gravata, porque seu ser é carregado de memórias e representações identitárias. E não existe uma cara de "índio", um estereótipo, existe o "indivíduo" que carrega a responsabilidade em sua afirmação de ser quem é.
Márcia Wayna Kambeba. O lugar do saber. São Leopoldo: Casa Leiria, 2020, p. 63 (com adaptações).
No que concerne ao emprego dos sinais de pontuação no texto CB2A1-II, julgue os itens a seguir.
I Estaria mantida a correção gramatical do primeiro período do texto caso se inserisse vírgula imediatamente após o segmento "compreende-se que", visto que ele introduz uma explicação.
II No primeiro período, a vírgula após "(aldeia)" poderia ser substituída, sem prejuízo sintático ou semântico, pelo sinal de ponto e vírgula.
III Na sequência "vivendo na cidade, comendo com garfo e faca, vestindo terno e gravata" (primeiro período), as vírgulas separam orações coordenadas entre si.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3933623 Português
Texto CB2A1-II
Respeitar a cultura do outro deve ser uma constante na vida de todos os que vivem na cidade e na aldeia, pois compreende-se que identidade não se perde com a saída do indivíduo de seu lugar (aldeia), ele é e será sempre o mesmo com ou sem aldeia, vivendo na cidade, comendo com garfo e faca, vestindo terno e gravata, porque seu ser é carregado de memórias e representações identitárias. E não existe uma cara de "índio", um estereótipo, existe o "indivíduo" que carrega a responsabilidade em sua afirmação de ser quem é.
Márcia Wayna Kambeba. O lugar do saber. São Leopoldo: Casa Leiria, 2020, p. 63 (com adaptações).
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do primeiro período do texto CB2A1-II: "Respeitar a cultura do outro deve ser uma constante na vida de todos os que vivem na cidade e na aldeia". Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto. 
Alternativas
Q3933622 Português
Texto CB2A1-I
    É claro que a gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma metalinguagem técnica e de uma análise formal o centro do trabalho com a língua. Também não se deve reduzir a língua à ortografia e às regras gramaticais. E nesse sentido, temos a ver com uma correta identificação do que seja a gramática. O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar os artigos e os pronomes para não confundir seu ouvinte; deve seguir a concordância verbo-nominal naquilo que for necessário à boa comunicação; e assim por diante. Mas ele não precisa justificar com algum argumento por que faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua, ponto.
Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 57.
Considerando as relações de subordinação estabelecidas no texto CB2A1-I, tanto entre orações quanto entre termos de orações, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3933621 Português
Texto CB2A1-I
    É claro que a gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma metalinguagem técnica e de uma análise formal o centro do trabalho com a língua. Também não se deve reduzir a língua à ortografia e às regras gramaticais. E nesse sentido, temos a ver com uma correta identificação do que seja a gramática. O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar os artigos e os pronomes para não confundir seu ouvinte; deve seguir a concordância verbo-nominal naquilo que for necessário à boa comunicação; e assim por diante. Mas ele não precisa justificar com algum argumento por que faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua, ponto.
Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 57.
No que diz respeito aos mecanismos de coesão empregados no texto CB2A1-I, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3933620 Português
Texto CB2A1-I
    É claro que a gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma metalinguagem técnica e de uma análise formal o centro do trabalho com a língua. Também não se deve reduzir a língua à ortografia e às regras gramaticais. E nesse sentido, temos a ver com uma correta identificação do que seja a gramática. O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar os artigos e os pronomes para não confundir seu ouvinte; deve seguir a concordância verbo-nominal naquilo que for necessário à boa comunicação; e assim por diante. Mas ele não precisa justificar com algum argumento por que faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua, ponto.
Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 57.
O texto CB2A1-I caracteriza-se como 
Alternativas
Q3933619 Português
Texto CB2A1-I
    É claro que a gramática tem uma função sociocognitiva relevante, desde que entendida como uma ferramenta que permite uma melhor atuação comunicativa. O problema é fazer de uma metalinguagem técnica e de uma análise formal o centro do trabalho com a língua. Também não se deve reduzir a língua à ortografia e às regras gramaticais. E nesse sentido, temos a ver com uma correta identificação do que seja a gramática. O falante deve saber flexionar os verbos e usar os tempos e os modos verbais para obter os efeitos desejados; deve saber usar os artigos e os pronomes para não confundir seu ouvinte; deve seguir a concordância verbo-nominal naquilo que for necessário à boa comunicação; e assim por diante. Mas ele não precisa justificar com algum argumento por que faz isso ou aquilo nessas escolhas. O falante de uma língua deve fazer-se entender e não explicar o que está fazendo com a língua, ponto.
Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 57.
De acordo com o texto CB2A1-I, a gramática deve ser compreendida, sobretudo, como
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Q3925590 Geografia

O mapa e o texto a seguir referem-se a um bioma brasileiro.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.opresente.com.br/brasil/ibge-lanca-mapa-com-biomas-brasileiros/. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado


O bioma ocupa uma área de 176,5 mil Km2 . É caracterizado por clima chuvoso, sem período seco, com médias de 18 o C, mas com temperaturas negativas no inverno, que influenciam a vegetação. Esse bioma faz limite com o Bioma Mata Atlântica e é formado por quatro conjuntos principais de vegetação de campos, compostas por ervas e arbustos. Em toda a área de abrangência desse bioma, a atividade humana propiciou uma uniformização da cobertura vegetal que de um modo geral é usada como pastagem natural ou ocupada com atividades agrícolas principalmente o cultivo de arroz, além da pecuária.


Disponível em: https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_ambientais/estudos_ambientais/biomas/documentos/Sintese_Descricao_Biomas. pdf. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.


Tomando-se por base as informações do texto e o mapa, esse bioma brasileiro situa-se no domínio do tipo climático  

Alternativas
Q3925589 Geografia

O texto a seguir discorre sobre a Amazônia.


A Amazônia nunca foi homogênea, submetida a um rápido processo de destruição/construção, também se fragmenta em unidades sub-regionais constituídas por novas sociedades locais. Uma dessas unidades sub-regionais tem como núcleo o sul do Pará, situada estrategicamente no contato entre os centros dinâmicos do Centro-Sul e a bacia de mão de obra do Nordeste, tendo sido a primeira área a ser povoada na expansão recente da fronteira, cujo eixo de penetração foi a rodovia Belém-Brasília. A economia sub-regional se baseia na produção de madeira e arroz, criação de bovinos, além de contar com grandes projetos minerais.


BECKER, B. Amazônia. São Paulo: Ática, 1990. p.100-101. Adaptado.


Com base no texto, verifica-se que a unidade sub-regional mencionada é a

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Q3925588 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei nº 9.394/1996, ao tratar da Organização da Educação Nacional, explicita no art. 13 um conjunto de incumbências atribuídas aos docentes, que ultrapassam a dimensão estritamente instrucional do ensino. Considerando-se o art. 13 da LDB e as atribuições docente, a concepção legal do papel do professor na organização escolar e no processo educativo
Alternativas
Q3925587 Geografia

Considere os textos a seguir.


Texto 1


Em outras palavras, diríamos que a geografia é o campo de estudos que interpreta as razões pelas quais as coisas diversas estão situadas em posições diferentes ou porque as situações espaciais diversas podem explicar qualidades diferentes de objetos, coisas, pessoas e fenômenos. Trata-se de uma forma de construir questões, ou seja, a curiosidade de saber em que medida o sistema de localização pode ser um elemento explicativo.


GOMES, Paulo Cesar da Costa. Quadros geográficos: Uma forma de ver, uma forma de pensar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 20, 2017.


Texto 2  


Para fazer a leitura do mundo em que vivem, com base nas aprendizagens em Geografia, os alunos precisam ser estimulados a pensar espacialmente, desenvolvendo o raciocínio geográfico. O pensamento espacial está associado ao desenvolvimento intelectual que integra conhecimentos não somente da Geografia, mas também de outras áreas.


BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018. p. 359. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec. gov.br/ . Acesso em: 11 out. 2025.



O Geógrafo Paulo César Gomes sugere que devemos entender a Geografia para além do campo disciplinar, isto é, desenvolver uma forma de ver e pensar geograficamente. A Base Nacional Comum Curricular – BNCC reforça a ideia de que o raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade.


Dentre os princípios do raciocínio geográfico na Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a posição particular de um objeto geográfico na superfície terrestre, definida por um sistema de coordenadas geográficas ou expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais, é definida como

Alternativas
Q3925586 Geografia

Considere o mapa a seguir.


GEOGRAFIA DO FLUXO DE MERCADORIAS ATRAVÉS DO CANAL DO PANAMÁ, 2023


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bibnum.sciencespo.fr/files/original/f2d7d68b65670c9f2d3221abbdc7eb2ed62656 ea.jpg. Acesso em: 6 jan. 2026. Adaptado


Considerando-se o mapa, o Canal do Panamá para o comércio mundial e o interesse geopolítico, em uma perspectiva histórica e atual,

Alternativas
Respostas
14881: C
14882: A
14883: E
14884: D
14885: E
14886: B
14887: D
14888: D
14889: D
14890: D
14891: D
14892: E
14893: E
14894: B
14895: D
14896: C
14897: C
14898: B
14899: E
14900: E