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Sobre o manejo da doença, é correto afirmar que
I. Paciente de 38 anos, do sexo masculino, apresenta febre, mialgia e aumento doloroso de linfonodos cervicais há 2 dias. Evoluiu com lesões vesicopustulosas, algumas umbilicadas, envolvendo face, membros e região genital. Refere contato íntimo com parceiro que apresentou lesões semelhantes duas semanas antes.
II. Paciente de 67 anos, do sexo masculino, diabético, refere espessamento progressivo e alteração da coloração das unhas dos pés há 10 meses. Ao exame, observa-se hiperqueratose subungueal e coloração amarelada acometendo o hálux direito, com edema, eritema e calor circunjacente.
III. Paciente de 28 anos, do sexo feminino, apresenta febre alta há quatro dias, tosse, coriza e conjuntivite. Refere retorno de viagem ao México há 10 dias e informa não possuir comprovante de vacinação. Ao exame físico, observam-se manchas esbranquiçadas em mucosa jugal.
IV. Paciente de 19 anos, do sexo masculino, procura atendimento por episódios recorrentes de espirros, prurido nasal, coriza hialina e obstrução nasal, principalmente pela manhã e durante a limpeza da casa. Nega febre, tosse ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico, apresenta mucosa nasal pálida.
Os casos de notificação compulsória são os de números
No exame físico, apresenta SpO2 de 88% em ar ambiente e presença de escara, medindo aproximadamente 1 cm de diâmetro, na região posterior da perna, que o paciente relatou ter aparecido um pouco antes da febre. No exame laboratorial, era digno de nota plaquetopenia. Ao ser questionado, relatava retorno há uma semana de viagem a Tailândia, Vietnã e Camboja, onde ficou durante um mês.
O médico assistente solicita pesquisa de antígeno para SARS-CoV2 e Influenza A/B, pesquisa de NS1 para dengue, e pesquisa para Plasmodium spp em distensão e gota espessa coradas pelo Giemsa, todos com resultado negativo. É solicitado, então, um parecer à equipe de infectologia que formula a hipótese diagnóstica de uma zoonose endêmica do Sudeste Asiático, transmitida por ácaros, que pode complicar com insuficiência respiratória, renal, meningoencefalite ou, raramente, coagulação intravascular disseminada.
O agente causador dessa doença e seu tratamento são, respectivamente:
Ao exame físico, observa-se úlcera única de 2,5 cm de diâmetro, com bordas elevadas e infiltradas, fundo granuloso e limpo, localizada na face anterior da perna direita. Palpam-se linfonodos inguinais discretamente aumentados e indolores no mesmo lado da lesão. O médico assistente realizou diagnóstico clínico-epidemiológico da doença e optou por início de tratamento com administração intralesional de antimoniato de meglumina.
Considerando o quadro acima, o diagnóstico aventado pelo médico assistente é de
Sobre o caso apresentado, é correto afirmar que
Diante do quadro clínico apresentado, a principal hipótese diagnóstica é
A intervenção imediata que deve ser adotada, para o manejo desse quadro, é
A partir da correlação entre esses achados, assinale a afirmação que melhor explica a evolução da doença.
A evolução descrita é compatível com
O reconhecimento dessa suspeita clínica impõe como conduta imediata a
Diante da persistência da atividade da doença, após a suspensão do fármaco desencadeante, a medida terapêutica a ser instituída é a
Considerando os achados clínicos e dermatoscópicos, a principal hipótese diagnóstica é
Nesse caso, é correto afirmar que
A seguinte alteração molecular está mais diretamente associada à predisposição genética para esse quadro:
A principal hipótese diagnóstica e o manejo imediato indicados são, respectivamente,
Os exames laboratoriais revelam fator reumatoide positivo e anticorpo antinuclear (ANA) reagente com padrão pontilhado grosso em altos títulos. A pesquisa de anticorpos específicos demonstra positividade em altos títulos para anti-U1RNP, com resultados negativos para anti-Sm, anti-dsDNA e anti-Ro/SSA.
O quadro clínico e o perfil sorológico estruturam o diagnóstico de
A análise dos indicadores apresentados permite concluir que ocorre
A gravidade desse quadro clínico-patológico exige, como conduta terapêutica inicial,
No décimo dia de internação, iniciou diarreia aquosa, inicialmente com oito evacuações em 24 horas, associada a dor abdominal difusa. Nas 48 horas seguintes, evoluiu com distensão abdominal progressiva, redução importante das evacuações, oligúria e hipotensão.
Ao exame: temperatura 38,1 °C, frequência cardíaca 118 bpm, pressão arterial 82 × 48 mmHg, mucosas secas e abdome distendido, difusamente doloroso, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos muito diminuídos.
Exames laboratoriais mostram: leucócitos: 32.800/mm³, com 89% de neutrófilos; hemoglobina: 11,4 g/dL; creatinina: 2,4 mg/dL, sendo basal 1,2 mg/dL; albumina: 2,2 g/dL; lactato: 4,1 mmol/L; potássio: 3,1 mEq/L.
Pesquisa molecular nas fezes detecta gene toxigênico de Clostridioides difficile, com imunoensaio para toxinas A/B positivo. A tomografia computadorizada do abdome evidencia espessamento difuso da parede colônica e dilatação do cólon transverso de 6,5 cm, sem pneumoperitônio.
Após reposição volêmica inicial, considerando o diagnóstico, a gravidade da apresentação e os mecanismos farmacológicos envolvidos, qual é a conduta antimicrobiana mais adequada neste momento?