Questões de Concurso
Para legislativa
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Paciente do sexo masculino, 30 anos, vítima de acidente automobilístico (trauma contuso). Está hemodinamicamente estável. Apresenta dor no flanco esquerdo e hematúria macroscópica. O exame físico revela equimose no flanco.
O exame de imagem inicial mais indicado para estadiar a lesão renal neste paciente hemodinamicamente estável com suspeita de trauma renal é a
Paciente do sexo feminino, 24 anos, previamente hígida, apresenta disúria (dor ao urinar), polaciúria (aumento da frequência urinária) e urgência miccional há 2 dias. Nega febre, dor lombar ou náuseas. A urinálise mostra piúria e nitrito positivo.
O tratamento antibiótico empírico de primeira linha mais recomendado para esta cistite não complicada é
Paciente do sexo feminino, 35 anos, apresenta dor lombar súbita e intensa, em cólica, que irradia para a região inguinal. Relata náuseas e vômitos. A urinálise mostra hematúria microscópica. A suspeita clínica é de cólica renal por litíase.
O exame de imagem de escolha para confirmar o diagnóstico de litíase urinária e avaliar a presença de obstrução em um paciente com cólica renal aguda é a
Um homem assintomático de 52 anos, negro, com histórico familiar de câncer de próstata (pai diagnosticado aos 60 anos), procura o urologista para iniciar o rastreamento.
As diretrizes atualmente vigentes, indicam que isso seja feito aos
Paciente do sexo masculino, 65 anos, procura atendimento com queixa de jato urinário fraco, hesitação e noctúria (acordar 3 vezes à noite para urinar) há cerca de 6 meses. O escore IPSS (International Prostate Symptom Score) é de 18 (moderado). O toque retal revela próstata aumentada, de consistência fibroelástica, sem nódulos suspeitos. O PSA total é de 2,5, ng/mL.
A conduta inicial mais apropriada para esse paciente, de acordo com as diretrizes baseadas no Campbell-Walsh é
Uma gestante com 33 semanas vai a uma maternidade com quadro de sangramento vaginal de grande volume. Nega dor abdominal ou outras queixas. Relata que ultrassonografia morfológica de 1º trimestre relatou “placenta baixa”. Ao exame físico é identificado tônus uterino normal, sem contrações e o exame especular identifica sangramento saindo pelo orifício cervical. A cardiotocografia está normal.
Dentre as alternativas abaixo, a que melhor descreve a propedêutica adicional adequada é:
Durante o trabalho de parto de uma gestante com 38 semanas é observado o sinal de Bandl-Frommel. No seu histórico, tem diabetes gestacional sem controle adequado.
Esse sinal tem como significado clínico
Uma paciente, com atraso menstrual de 7 semanas, é atendida em uma emergência com quadro de sangramento vaginal volumoso. Ao exame é identificado sangramento de origem uterina, com saída de imagens vesiculares. Realiza dosagem de beta-HCG quantitativo, cujo resultado é 900.000 mUI/mL. Realiza ultrassonografia que evidencia útero preenchido por conteúdo heterogêneo, com vesículas anecóicas. Os ovários estão aumentados de volume com imagens císticas volumosas.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é
Uma paciente encontra-se na 28ª semana de uma gravidez gemelar monocoriônica diamniótica. Uma ultrassonografia evidencia que o feto 1 está com peso estimado no percentil 44, tem normodramnia e o seu Doppler está normal. O feto 2 tem peso estimado no percentil 2, tem normodramnia e o Doppler da artéria umbilical tem padrão cíclico de diástole zero e reversa.
O diagnóstico dessa paciente é
Uma gestante com 17 semanas, ao iniciar o pré-natal, traz exames laboratoriais com resultado positivo para o teste rápido para sífilis e VDRL 1:128. Ela nega histórico prévio de sífilis.
Nesse caso está indicado
Uma gestante com 37 semanas em acompanhamento ambulatorial de pré-eclâmpsia realiza ultrassonografia obstétrica que evidencia feto com peso estimado no percentil 2, Doppler da artéria umbilical com diástole positiva, porém com índice de pulsatilidade acima do percentil 95 e Doppler do ducto venoso normal.
Levando em consideração que o quadro materno está estável, o mais correto a afirmar é
As gestantes com diabetes aumentam as chances de complicações fetais e neonatais.
Estão entre essas complicações:
Gestante internada para indução do parto. Ao exame físico é encontrada lesão ativa de Herpes genital.
Diante dessa situação, a melhor conduta é
Uma gestante com 34 semanas, sem comorbidades, dá entrada em uma maternidade com queixa de cefaleia. Ao ser examinada, é verificada pressão arterial de 170 x 110mmHg. São solicitados exames laboratoriais que evidenciam níveis elevados das enzimas hepáticas e do LDH e contagem de plaquetas de 90.000/mm3 . Em ultrassonografia é evidenciada ausência de líquido amniótico, peso fetal no percentil 1 e o Doppler da artéria umbilical com diástole zero.
Diante desses achados, das condutas abaixo, a correta é:
Paciente envia o material do seu abortamento para análise, sendo identificado cariótipo 69,XXY.
Com esse achado podemos afirmar que
Uma paciente, primigesta, com gestação gemelar de 38 semanas, sem intercorrências durante o pré-natal, procurou a maternidade com contrações uterinas. Ao exame são identificados os dois fetos vivos com boa vitalidade, estando o primeiro feto mais baixo, em apresentação córmica e o segundo mais próximo do fundo uterino em apresentação pélvica. O colo uterino encontra-se com 2 cm de dilatação e a bolsa amniótica está rota.
Das alternativas abaixo, a melhor conduta quanto ao parto é:
Gestante com 36 semanas dá entrada em serviço de emergência com dor abdominal intensa e sangramento vaginal. Ao exame clínico é encontrada hipertonia uterina e o sangramento vem da cavidade uterina. Não há dilatação cervical. São identificados batimentos cardíacos fetais com desacelerações constantes.
Diante desse caso, a conduta mais adequada além da estabilização clínica materna, é