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Q3535849 Português
        O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender‑se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

        A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

        Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá‑lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

        No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula‑se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet:<www.redalyc.org>  (com adaptações).
No final do último parágrafo do texto, depreende‑se do trecho “a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País” que essa doença 
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Q3535848 Português
        O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender‑se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

        A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

        Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá‑lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

        No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula‑se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet:<www.redalyc.org>  (com adaptações).
No segundo parágrafo do texto, a sentença “individualizou o fardo da prevenção nas mulheres” remete ao fato de que  
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Q3535847 Português
        O verão de 2015 foi particularmente dramático para a saúde pública no Brasil: o Aedes aegypti, que, há alguns verões, inquietava como transmissor da dengue, passou a se associar a duas outras patologias, então relativamente desconhecidas do público e dos cientistas: zika e chikungunya. Se, inicialmente, esta provocou apreensão pelos graves efeitos decorrentes do ataque às articulações, que podem estender‑se por alguns meses e até anos, aquela, uma virose branda que pode até incidir sem sintomas, logo assumiu a cena por se comprovar implicada em malformações congênitas. Em razão disso, a zika passou a representar ameaça particular a mulheres grávidas, acionando uma série de representações e discursos ligados a papéis de gênero e direitos reprodutivos.

        A calamidade sanitária acompanhou a instabilidade política do País e uma crise econômica que repercutiram na capacidade das agências de saúde pública de responder ao desafio da tríplice epidemia. A declaração de guerra ao mosquito, em um enquadramento beligerante reforçado pela mídia impressa e online, além de enfocar ações paliativas, individualizou o fardo da prevenção nas mulheres, propagando o medo e as incertezas relacionadas à microcefalia.

        Historicamente, o A. aegypti é bastante associado à febre amarela, doença que remete às epidemias urbanas do início do século XX e às campanhas sanitárias de grandes proporções destinadas a exterminá‑lo em diferentes amplitudes geográficas – de bairros, cidades e regiões a nações e continentes.

        No imaginário social mais recente, esse mosquito vincula‑se à dengue, que se estabeleceu no território brasileiro como ameaça permanente a partir de surto ocorrido no Rio de Janeiro, em 1986. Nas últimas décadas do século XX, a dengue irrompeu em epidemias frequentes e de grande intensidade, praticamente reatualizando a máxima que corria entre os cariocas no início do século XX – “ano de mangas, ano de febre amarela” –, a qual antecipava o temor de surto epidêmico em verões cálidos. Se, em razão disso, o A. aegypti passou a ser o “mosquito da dengue” e depois veículo de outras duas doenças, do final de 2016 até meados de 2017, tornou a despontar como ameaça da antiga patologia que o celebrizou, visto que a ocorrência de surtos de febre amarela silvestre em vários pontos do território brasileiro trouxe a possibilidade de ela se reinstalar nas cabeças urbanas do País e reeditar as fatais epidemias da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX.

Internet:<www.redalyc.org>  (com adaptações).
É correto deduzir do segundo parágrafo do texto que a expressão “tríplice epidemia” refere‑se a
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Q3534916 Relações Públicas
Considerando o Regimento Interno, assinale a opção correta, no que diz respeito às comissões especiais permanentes.
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Q3534915 Relações Públicas
As reuniões serão realizadas com o objetivo de aprovar matérias relativas à rotina e aos interesses do CONRERP/2ª Região. Com base nessa informação e à luz do Regimento Interno, assinale a opção correta. 
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Q3534914 Relações Públicas
Em relação à estrutura básica do CONRERP/2ª Região, assinale a opção correta, conforme o Regimento Interno.
Alternativas
Q3534913 Relações Públicas
Acerca do Regimento Interno do CONRERP‑2/SP‑PR, assinale a opção correta.
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Q3534912 Relações Públicas
O profissional de relações públicas, no exercício legal da profissão, pode ser nomeado perito para esclarecer a justiça em matéria de sua competência. Com base nessa informação e considerando o Código de Ética em relação ao tema apresentado, assinale a opção correta.
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Q3534911 Direito Administrativo
Os princípios da Administração Pública encontram‑se previstos expressamente no texto da Constituição Federal de 1988 e, implicitamente, no ordenamento jurídico. Com base nessa informação, assinale a opção correta. 
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Q3534910 Relações Públicas
Considerando o Decreto nº 63.283/1968, que aprova o Regulamento da Profissão de Relações Públicas, assinale a opção correta. 
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Q3534909 Direito Administrativo
O Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas e os Conselhos Regionais gozam de autonomia administrativa e orçamentária para a consecução de suas atividades. Dessa forma, no que se refere à constituição de suas rendas e ao dever de prestar contas, à luz do Decreto‑Lei nº 860/1969, assinale a opção correta.
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Q3534908 Relações Públicas
Considerando os termos do Decreto‑Lei nº 860/1969, que tratam sobre a constituição do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Profissionais de Relações Públicas, assinale a opção correta.
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Q3534907 Direito Administrativo
Em relação ao poder de polícia, assinale a opção correta.
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Q3534906 Gerência de Projetos
Uma das abordagens de gestão de projetos visa à entrega contínua de partes do produto final, utilizando ciclos curtos, priorização de entregas e planejamento mínimo. Esse modelo valoriza a comunicação direta entre envolvidos e reduz o excesso de documentação, sendo especialmente útil em contextos com mudanças frequentes. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta a abordagem descrita. 
Alternativas
Q3534905 Relações Públicas
As tecnologias digitais são, sem dúvida, grandes parceiras dos processos de comunicação das organizações e trouxeram diversos ganhos para a comunicação interna. A partir dessa informação e considerando tais ganhos, assinale a opção que apresenta o ganho que ensina que as tecnologias digitais permitem que ideias possam ser compartilhadas, inspirando os projetos da organização e que, além disso, os profissionais poderão ajudar‑se na resolução de problemas de diversos tipos. 
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Q3534904 Administração Geral
Há diferentes formas de se comunicar quando se trata do público interno, pois cada organização definirá as formas mais adequadas considerando a sua realidade. A comunicação interna de uma organização concretiza‑se, basicamente, de três formas: ação de relacionamento; campanhas de comunicação; e canais de comunicação cotidiana. Com base nessa informação, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3534903 Administração Geral
Para que uma comunicação seja eficiente, é necessário ser bem pensada e planejada, além de estar relacionada ao planejamento estratégico e às metas da organização. Tal processo é chamado de planejamento de comunicação interna e, entre as etapas do processo de planejamento, há aquela em que é o momento certo para se conhecer o contexto da companhia e seu cenário atual. Nessa etapa, é importante restar claro qual é o negócio da organização, qual é seu cenário atual, bem como se há alguma preocupação permeando o público interno da organização. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta essa etapa do planejamento. 
Alternativas
Q3534902 Comunicação Social
É necessário que as organizações estejam atentas não somente ao conteúdo e ao modo como esse conteúdo se estrutura, mas também aos valores expressos nas ações de comunicação. É fundamental, portanto, que tais valores estejam em sintonia com a cultura organizacional. Considerando essa informação, assinale a opção que apresenta o processo de comunicação que visa garantir o alinhamento do público interno de uma organização.  
Alternativas
Q3534901 Administração Geral
Ao tratar sobre a cultura organizacional, é importante entender sobre os ritos ou rituais, os quais fazem parte da forma como a organização transmite e estrutura sua comunicação com seus colaboradores. Existem vários tipos de ritos e, entre eles, há aquele que objetiva dissolver identidades sociais e seu poder, sendo usado, em geral, em cenários de demissão e afastamento de altos dirigentes, bem como para denunciar falhas, incoerências, incompetências e violação de normas. A partir dessas informações, assinale a opção que apresenta o tipo de rito descrito. 
Alternativas
Q3534900 Administração Geral
Cultura organizacional é o padrão compartilhado de crenças, suposições e expectativas dos membros da organização e a maneira de perceber a organização, suas normas, papéis, valores e ambiente. Com base nessa informação, assinale a opção correta. 
Alternativas
Respostas
5981: E
5982: A
5983: C
5984: B
5985: E
5986: A
5987: B
5988: E
5989: D
5990: C
5991: E
5992: A
5993: C
5994: D
5995: D
5996: B
5997: B
5998: C
5999: A
6000: A