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Q1162703 Contabilidade Geral

O lucro de uma empresa pode ser contábil ou econômico. O primeiro considera somente os custos explícitos e o segundo, todos os custos de oportunidade.

Considere que uma pessoa desista de um emprego cujo salário era de R$ 20.000,00/ano e decide montar uma fábrica de biscoitos investindo R$ 100.000,00, dinheiro que estava aplicado a 5% a.a. No primeiro ano sua fábrica teve uma receita de $ 20.000,00 e seus custos explícitos foram de R$ 15.000,00.

A esse respeito, é correto afirmar que:

Alternativas
Q1162700 Economia

O quadro atual de deficiência de cobertura em saneamento básico impõe pesados custos ao sistema econômico na forma de horas não trabalhadas, despesa fiscal no sistema de saúde, bem como o próprio custo organizacional do setor público na gestão de um sistema ultrapassado.

Sobre a deficiência de cobertura, é correto afirmar:

Alternativas
Q1162697 Economia

Produto Nacional Bruto (PNB) é a renda total dos residentes permanentes de um país. Difere do Produto Interno Bruto (PIB) por incluir a renda que nossos cidadãos ganham no exterior e por excluir a renda que os estrangeiros ganham aqui.

Com base nesses conceitos, é correto afirmar:

Alternativas
Q1162696 Economia
A taxa de câmbio nominal é a taxa à qual uma pessoa pode trocar a moeda de um país pela de outro. Quando a taxa de câmbio muda de modo que um dólar compre mais moeda estrangeira, essa mudança é chamada de:
Alternativas
Q1162692 Matemática Financeira

Um projeto custa R$ 2.000,00 e produzirá um fluxo líquido de caixa, em perpetuidade, de R$ 3.500,00.

Considerando que o custo de capital é igual a 5% ao ano, é correto afirmar:

Alternativas
Q1162689 Matemática Financeira

Juros podem ser nominais ou reais. A relação entre esses dois conceitos é dada pelo índice de preços.

Se, em um dado ano, a taxa de juros nominal for igual a 10% e o índice de preços, que mede a inflação, for igual a 20%, é correto afirmar que a taxa de juros real:

Alternativas
Q1162688 Direito Financeiro
A partir do que dispõe a lei que estabelece as normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, as siglas LDO e LOA são largamente utilizadas para designar:
Alternativas
Q1162687 Direito Ambiental

Considere as seguintes afirmativas sobre os serviços públicos de abastecimento de água.

I. A responsabilidade dos serviços públicos no que se refere ao controle de qualidade da água não prejudica a vigilância da qualidade da água para consumo por parte da autoridade pública.

II. As normas de regulação do serviço poderão prever prazos para que o usuário se conecte à rede pública, preferencialmente não superior a noventa dias.

III. A instalação hidráulica predial ligada à rede pública de abastecimento de água poderá ser também alimentada por outras fontes, desde que mediante consentimento da autoridade competente.

Segundo a regulamentação da lei que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico, está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) afirmativa(s):

Alternativas
Q1162679 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o local na internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que pode conter textos, gráficos e informações multimídia.
Alternativas
Q1162677 Raciocínio Lógico

Observe o esquema a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Pode-se afirmar que a diferença entre A e B é:

Alternativas
Q1162675 Raciocínio Lógico

Observe os arranjos de cubos a seguir

Imagem associada para resolução da questão

Considere P1 , P2 , P3 e P4 o número de cubos que compõem, respectivamente, os arranjos 1, 2, 3 e 4. Assinale a alternativa em que os quatro arranjos estão corretamente representados por potenciações.

Alternativas
Q1162671 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões.


Afinal, Direitos Humanos são direitos

de bandidos?


A partir da ideia de universalidade dos direitos (todas as pessoas, independentemente de sua condição racial, econômica, social, ou mesmo criminal, são sujeitos aos direitos) trazida pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, mesmo os criminosos, por serem humanos, também têm direitos. Então, nesse sentido, Direitos Humanos são, também, direitos de bandidos. Não haveria nenhuma crítica a essa afirmação, se usada no seu contexto adequado. O problema é quando ela é usada de forma falaciosa, quando busca forjar a ideia de que o movimento de Direitos Humanos apenas se preocupa com o direito dos presos e suspeitos, desprezando os direitos dos demais membros da comunidade.

Essa ideia, absolutamente equivocada, passou a ser difundida, ainda nos anos de chumbo da ditadura militar (1964-85), quando aqueles que defendiam as pessoas ameaçadas, perseguidas ou presas pelos aparelhos repressores do Estado, foram rotulados de ”defensores de bandidos”.

Mesmo com a redemocratização do país, a difusão da ideia continuou, não só para deslegitimar métodos democráticos no combate à criminalidade, como também para garantir uma certa impunidade (afinal as polícias tiveram um papel destacado na violenta repressão política, através de práticas antidemocráticas de investigação, que, em alguns locais, ainda hoje perduram).

Além disso, essa ideia tem amplo apoio da parte conservadora da sociedade, que jamais tolerou a possibilidade de direitos serem estendidos às classes populares ou que qualquer pessoa, independentemente de sua etnia, gênero, condição social ou mesmo condição de suspeito ou condenado, deva ser respeitada como sujeito de direitos.

É óbvio que a defesa da dignidade daqueles que se encontram em conflito com o sistema de justiça criminal não significa ser a favor do crime ou do bandido; aliás a luta contra a impunidade, em todos os níveis, tem sido uma das principais bandeiras históricas dos militantes de Direitos Humanos.

Para além disso, é importante que se diga que o movimento de Direitos Humanos tem uma agenda bem mais ampla, que inclui questões como o racismo, a exclusão social, o trabalho infantil, a educação, o acesso à terra ou à moradia, o direito à saúde, a questão da desigualdade de gênero, etc.

Muita gente não se dá conta, mas quando entende que os idosos e pessoas portadoras de necessidade especiais merecem respeito, está defendendo os Direitos Humanos; ser contra a violência doméstica é ser a favor dos Direitos Humanos; quem luta a favor dos Direitos Humanos defende também a dignidade humana, a cidadania, a paz e a tolerância; se você é contra o racismo e contra a homofobia, saiba que você é um(a) defensor(a) dos Direitos Humanos e propagador(a) de uma cultura transversal de Direitos Humanos, contribuindo de forma decisiva para que aquela ideia que reduz e confunde Direitos Humanos com direitos de bandidos seja cada vez mais uma concepção de um tempo que já passou.

BORBA, Mauro. Disputando (o) Direito. Disponível em: <https://goo.gl/PP54Lf>. Acesso em: 31 out. 2017 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir. “[...] como também para garantir uma certa impunidade [...]”

A palavra destacada é classificada morfologicamente como:

Alternativas
Q1162669 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões.


Afinal, Direitos Humanos são direitos

de bandidos?


A partir da ideia de universalidade dos direitos (todas as pessoas, independentemente de sua condição racial, econômica, social, ou mesmo criminal, são sujeitos aos direitos) trazida pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, mesmo os criminosos, por serem humanos, também têm direitos. Então, nesse sentido, Direitos Humanos são, também, direitos de bandidos. Não haveria nenhuma crítica a essa afirmação, se usada no seu contexto adequado. O problema é quando ela é usada de forma falaciosa, quando busca forjar a ideia de que o movimento de Direitos Humanos apenas se preocupa com o direito dos presos e suspeitos, desprezando os direitos dos demais membros da comunidade.

Essa ideia, absolutamente equivocada, passou a ser difundida, ainda nos anos de chumbo da ditadura militar (1964-85), quando aqueles que defendiam as pessoas ameaçadas, perseguidas ou presas pelos aparelhos repressores do Estado, foram rotulados de ”defensores de bandidos”.

Mesmo com a redemocratização do país, a difusão da ideia continuou, não só para deslegitimar métodos democráticos no combate à criminalidade, como também para garantir uma certa impunidade (afinal as polícias tiveram um papel destacado na violenta repressão política, através de práticas antidemocráticas de investigação, que, em alguns locais, ainda hoje perduram).

Além disso, essa ideia tem amplo apoio da parte conservadora da sociedade, que jamais tolerou a possibilidade de direitos serem estendidos às classes populares ou que qualquer pessoa, independentemente de sua etnia, gênero, condição social ou mesmo condição de suspeito ou condenado, deva ser respeitada como sujeito de direitos.

É óbvio que a defesa da dignidade daqueles que se encontram em conflito com o sistema de justiça criminal não significa ser a favor do crime ou do bandido; aliás a luta contra a impunidade, em todos os níveis, tem sido uma das principais bandeiras históricas dos militantes de Direitos Humanos.

Para além disso, é importante que se diga que o movimento de Direitos Humanos tem uma agenda bem mais ampla, que inclui questões como o racismo, a exclusão social, o trabalho infantil, a educação, o acesso à terra ou à moradia, o direito à saúde, a questão da desigualdade de gênero, etc.

Muita gente não se dá conta, mas quando entende que os idosos e pessoas portadoras de necessidade especiais merecem respeito, está defendendo os Direitos Humanos; ser contra a violência doméstica é ser a favor dos Direitos Humanos; quem luta a favor dos Direitos Humanos defende também a dignidade humana, a cidadania, a paz e a tolerância; se você é contra o racismo e contra a homofobia, saiba que você é um(a) defensor(a) dos Direitos Humanos e propagador(a) de uma cultura transversal de Direitos Humanos, contribuindo de forma decisiva para que aquela ideia que reduz e confunde Direitos Humanos com direitos de bandidos seja cada vez mais uma concepção de um tempo que já passou.

BORBA, Mauro. Disputando (o) Direito. Disponível em: <https://goo.gl/PP54Lf>. Acesso em: 31 out. 2017 (Adaptação).

Releia os trechos a seguir. “[...] não só para deslegitimar métodos democráticos no combate à criminalidade [...]”

“[...] que jamais tolerou a possibilidade de direitos serem estendidos às classes populares [...]”

“[...] que inclui questões como o racismo, a exclusão social, o trabalho infantil, a educação, o acesso à terra ou à moradia, o direito à saúde, a questão da desigualdade de gênero, etc.”

Em relação aos acentos indicativos de crase nesses trechos, analise as afirmativas a seguir.

I. Há acentos regidos por nomes.

II. Todos os acentos são obrigatórios, isto é, nenhum é facultativo.

III. Há acentos regidos por verbos.

Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1162665 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões.


Afinal, Direitos Humanos são direitos

de bandidos?


A partir da ideia de universalidade dos direitos (todas as pessoas, independentemente de sua condição racial, econômica, social, ou mesmo criminal, são sujeitos aos direitos) trazida pela Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, mesmo os criminosos, por serem humanos, também têm direitos. Então, nesse sentido, Direitos Humanos são, também, direitos de bandidos. Não haveria nenhuma crítica a essa afirmação, se usada no seu contexto adequado. O problema é quando ela é usada de forma falaciosa, quando busca forjar a ideia de que o movimento de Direitos Humanos apenas se preocupa com o direito dos presos e suspeitos, desprezando os direitos dos demais membros da comunidade.

Essa ideia, absolutamente equivocada, passou a ser difundida, ainda nos anos de chumbo da ditadura militar (1964-85), quando aqueles que defendiam as pessoas ameaçadas, perseguidas ou presas pelos aparelhos repressores do Estado, foram rotulados de ”defensores de bandidos”.

Mesmo com a redemocratização do país, a difusão da ideia continuou, não só para deslegitimar métodos democráticos no combate à criminalidade, como também para garantir uma certa impunidade (afinal as polícias tiveram um papel destacado na violenta repressão política, através de práticas antidemocráticas de investigação, que, em alguns locais, ainda hoje perduram).

Além disso, essa ideia tem amplo apoio da parte conservadora da sociedade, que jamais tolerou a possibilidade de direitos serem estendidos às classes populares ou que qualquer pessoa, independentemente de sua etnia, gênero, condição social ou mesmo condição de suspeito ou condenado, deva ser respeitada como sujeito de direitos.

É óbvio que a defesa da dignidade daqueles que se encontram em conflito com o sistema de justiça criminal não significa ser a favor do crime ou do bandido; aliás a luta contra a impunidade, em todos os níveis, tem sido uma das principais bandeiras históricas dos militantes de Direitos Humanos.

Para além disso, é importante que se diga que o movimento de Direitos Humanos tem uma agenda bem mais ampla, que inclui questões como o racismo, a exclusão social, o trabalho infantil, a educação, o acesso à terra ou à moradia, o direito à saúde, a questão da desigualdade de gênero, etc.

Muita gente não se dá conta, mas quando entende que os idosos e pessoas portadoras de necessidade especiais merecem respeito, está defendendo os Direitos Humanos; ser contra a violência doméstica é ser a favor dos Direitos Humanos; quem luta a favor dos Direitos Humanos defende também a dignidade humana, a cidadania, a paz e a tolerância; se você é contra o racismo e contra a homofobia, saiba que você é um(a) defensor(a) dos Direitos Humanos e propagador(a) de uma cultura transversal de Direitos Humanos, contribuindo de forma decisiva para que aquela ideia que reduz e confunde Direitos Humanos com direitos de bandidos seja cada vez mais uma concepção de um tempo que já passou.

BORBA, Mauro. Disputando (o) Direito. Disponível em: <https://goo.gl/PP54Lf>. Acesso em: 31 out. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.

I. A defesa da paz é uma política dos Direitos Humanos.

II. Os bandidos merecem os Direitos Humanos como qualquer outro cidadão não bandido.

III. Há quem não admita Direitos Humanos para cidadãos não bandidos.

De acordo com o texto, pode-se afirmar que estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1023255 Legislação Estadual
De acordo com a Lei Estadual nº 7.835/1992, a caducidade e a encampação são causas de
Alternativas
Q1023254 Legislação Estadual
De acordo com a Lei Estadual nº 7.835/1992, a permissão de serviços públicos
Alternativas
Q1023253 Legislação Estadual
De acordo com a Lei Estadual nº 7.835/1992, a prorrogação do contrato de concessão é
Alternativas
Q1023252 Legislação Estadual
O processo administrativo para apuração de ato ofensivo às normas da Lei Estadual nº 10.294/1999, compreende
Alternativas
Q1023251 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com a Portaria ARTESP nº 03/2015, especificamente no que tange às especificações técnicas dos veículos destinados ao serviço de transporte coletivo intermunicipal no Estado de São Paulo, a instalação de poltrona no centro do corredor da última fileira, é
Alternativas
Q1023250 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com a Portaria ARTESP nº 03/2015, no que concerne às especificações técnicas dos veículos destinados ao Serviço Convencional, considere:
I. Veículo destinado ao transporte coletivo rodoviário de passageiros com capacidade de transporte acima de 15 lugares. II. Pode estar equipado com sistema de climatização. III. Equipado com gabinete sanitário, exceto em viagens com distâncias inferiores a 150 km, bem como para o Regime de Fretamento.
Está correto o que consta APENAS em
Alternativas
Respostas
3181: D
3182: A
3183: A
3184: B
3185: A
3186: C
3187: A
3188: B
3189: B
3190: A
3191: C
3192: B
3193: A
3194: D
3195: A
3196: B
3197: E
3198: B
3199: A
3200: D