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Considere que um usuário A calculou o hash de uma mensagem e enviou, separadamente, a mensagem e o hash, para um usuário B. O usuário B calculou o hash da mensagem recebida e o comparou com o enviado pelo usuário A. Ao verificar que os hashes eram iguais, concluiu que a mensagem não foi alterada na transferência. Se o algoritmo SHA-1 foi utilizado pelo usuário A, o hash gerado por ele foi de
Após analisar e concluir que realmente se tratava de um ataque DDoS, um Especialista em Tecnologia da Informação, conhecendo o objetivo deste tipo de ataque, recomendou algumas ações e técnicas para auxiliar a reduzir os danos causados, conforme listados abaixo.
I. Tentar reduzir o volume de tráfego por meio do uso de rate-limiting e ACLs em equipamentos de rede.
II. Usar recursos para distribuir o tráfego do ataque entre diferentes servidores por meio de técnicas como GSLB e Anycast.
III. Ativar serviços de Sink Hole (null-routing) para descartar o tráfego destinado ao alvo do ataque e serviços Black Hole (clean-pipe ou traffic-scrubbing) para tentar filtrar o tráfego malicioso.
IV. Criptografar todo o conteúdo armazenado e em trânsito na rede interna da organização para evitar que seja lido se interceptado.
São ações e técnicas corretas para mitigar os danos causados por ataques DDoS o que consta APENAS em
TLS é um protocolo de segurança desenvolvido para oferecer suporte ao transporte confiável de pacotes através, por exemplo, do TCP. Vale-se de dois protocolos, descritos abaixo.
I. Responsável por estabelecer a conexão e negociar os parâmetros da comunicação segura que serão usados como: métodos de compressão, tamanho do hash, algoritmos de criptografia (DES, RC4 etc.) e de integridade (MD5, SHA etc.).
II. Responsável pela aplicação dos parâmetros de segurança negociados. Faz a fragmentação, compactação, criptografia e aplica função de integridade antes do envio das mensagens vindas das camadas superiores.
Os protocolos I e II são, respectivamente,
Considere a planilha hipotética abaixo, criada no Microsoft Excel 2016, em português, que mostra o controle de valores pagos em uma praça de pedágio por onde circulam veículos de passeio e veículos comerciais com 2, 3 ou 4 eixos. A célula A2 contém o valor 8,8, que se refere ao valor da tarifa de pedágio para veículos de passeio e para veículos comerciais, por eixo.

Na célula D5 foi digitada uma fórmula que resultou no valor 8,8. Essa fórmula foi copiada arrastando-se a alça de preenchimento
da célula D5 para baixo, até na célula D12, resultando nos valores mostrados no intervalo. A fórmula digitada foi
[Diante da foto de uma cena violenta]
Pra que, meu Deus, uma foto dessas na primeira página do jornal? Posso falar, porque tenho vivido em jornal a vida toda: jornalista tem essa inclinação para o que é negativo. Há quem diga que é um traço mórbido.
Se notícia é o inusitado, o que sai da banalidade e escapa ao lixo do cotidiano, então por que essa foto na primeira página? Essa violência será assim tão insólita? Imagino que o leitor já esqueceu a foto de ontem e o impacto que ela nos causou. Esquecer é um mecanismo confortável. E essencial. É o que nos permite continuar vivendo na santa paz de nossa consciência. Eu, por exemplo, quando dei com a foto, logo pensei com os meus botões: deve ser coisa de muito longe. Biafra, por exemplo. Você se lembra de Biafra?
Nada a ver comigo. E decidi fugir da legenda.
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.336/337)
[Diante da foto de uma cena violenta]
Pra que, meu Deus, uma foto dessas na primeira página do jornal? Posso falar, porque tenho vivido em jornal a vida toda: jornalista tem essa inclinação para o que é negativo. Há quem diga que é um traço mórbido.
Se notícia é o inusitado, o que sai da banalidade e escapa ao lixo do cotidiano, então por que essa foto na primeira página? Essa violência será assim tão insólita? Imagino que o leitor já esqueceu a foto de ontem e o impacto que ela nos causou. Esquecer é um mecanismo confortável. E essencial. É o que nos permite continuar vivendo na santa paz de nossa consciência. Eu, por exemplo, quando dei com a foto, logo pensei com os meus botões: deve ser coisa de muito longe. Biafra, por exemplo. Você se lembra de Biafra?
Nada a ver comigo. E decidi fugir da legenda.
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.336/337)
[Diante da foto de uma cena violenta]
Pra que, meu Deus, uma foto dessas na primeira página do jornal? Posso falar, porque tenho vivido em jornal a vida toda: jornalista tem essa inclinação para o que é negativo. Há quem diga que é um traço mórbido.
Se notícia é o inusitado, o que sai da banalidade e escapa ao lixo do cotidiano, então por que essa foto na primeira página? Essa violência será assim tão insólita? Imagino que o leitor já esqueceu a foto de ontem e o impacto que ela nos causou. Esquecer é um mecanismo confortável. E essencial. É o que nos permite continuar vivendo na santa paz de nossa consciência. Eu, por exemplo, quando dei com a foto, logo pensei com os meus botões: deve ser coisa de muito longe. Biafra, por exemplo. Você se lembra de Biafra?
Nada a ver comigo. E decidi fugir da legenda.
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.336/337)
[Diante da foto de uma cena violenta]
Pra que, meu Deus, uma foto dessas na primeira página do jornal? Posso falar, porque tenho vivido em jornal a vida toda: jornalista tem essa inclinação para o que é negativo. Há quem diga que é um traço mórbido.
Se notícia é o inusitado, o que sai da banalidade e escapa ao lixo do cotidiano, então por que essa foto na primeira página? Essa violência será assim tão insólita? Imagino que o leitor já esqueceu a foto de ontem e o impacto que ela nos causou. Esquecer é um mecanismo confortável. E essencial. É o que nos permite continuar vivendo na santa paz de nossa consciência. Eu, por exemplo, quando dei com a foto, logo pensei com os meus botões: deve ser coisa de muito longe. Biafra, por exemplo. Você se lembra de Biafra?
Nada a ver comigo. E decidi fugir da legenda.
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p.336/337)