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Ana: − Tenho 22 anos, dois a menos do que Bete, e um ano a mais do que Ciça.
Ciça: − Tenho 27 anos, Ana tem 22 anos, e Bete tem 28 anos.
Bete: − Ciça tem 7/8 da minha idade, a mais velha de nós tem 4 anos a mais do que a mais nova; Ciça disse apenas uma mentira.
Sabendo que Ana sempre diz a verdade, é correto afirmar que

Mantido o mesmo padrão descrito por esses termos, o 2015° termo dessa sequência será igual a
Considere a tirinha abaixo.

A alternativa em que a forma verbal faça está empregada no modo imperativo, assim como tome, na fala da personagem no
primeiro quadrinho, está destacada em:
Problemas vs. Mistérios
O linguista Noam Chomsky uma vez sugeriu que a ignorância (ou o desconhecimento que se tem a respeito de um tema qualquer) poderia ser dividida em duas categorias: problemas, ou fatos que estejam dentro da capacidade de raciocínio; e mistérios, que se localizem além dela.
Segundo ele, os problemas abrangem as questões que podem ser compreendidas e respondidas, mesmo que não sejam diretamente solucionadas. Mistérios, por sua vez, têm uma característica particular. Eles são, por definição, incompreensíveis.
De tão abundantes, mistérios são considerados forças naturais. Não se sabe como o outro pensa, o que o levou a chegar a tais conclusões, o que poderia fazê-lo mudar de ideia. Suas vias misteriosas não são questionáveis. Quando não é possível compreendê- las, não há negociação nem forma de mudá-las. E assim se transita pelo mundo sem esforço nem descoberta, resignado a coletar o que é oferecido.
Produtos de entretenimento fortalecem esse comportamento bovino. Jogos oferecidos por redes sociais isolam seus usuários do mundo à sua volta. E, travestidos de redes de integração, reforçam sua opinião e a visão daqueles que, como os líderes espirituais, são “seguidos”. De uma forma dogmática e restrita, não há questionamento nem oposição. Quando não há concordância possível, a única solução que se apresenta é o corte da relação.
Boa parte do desconforto social que se vive atualmente vem dessa visão misteriosa, fechada e dogmática do mundo, para a qual não parece haver saída. Muitos querem abandonar tudo: escola, empregos, cidade, casamento e identidade, sem saber ao certo para onde ir. Não parece haver disposição ou paciência para escutar, ceder, compreender, transformar ou reformar a riqueza que se possui. Entretanto, problemas, por mais desconfortáveis que sejam, costumam trazer uma grande satisfação à medida que são enfrentados, conquistados, ultrapassados.
(Adaptado de: RADFAHRER, Luli. www.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/2015/10/1690546-problemas-vs-misterios.shtml. 06/10/2015)
Problemas vs. Mistérios
O linguista Noam Chomsky uma vez sugeriu que a ignorância (ou o desconhecimento que se tem a respeito de um tema qualquer) poderia ser dividida em duas categorias: problemas, ou fatos que estejam dentro da capacidade de raciocínio; e mistérios, que se localizem além dela.
Segundo ele, os problemas abrangem as questões que podem ser compreendidas e respondidas, mesmo que não sejam diretamente solucionadas. Mistérios, por sua vez, têm uma característica particular. Eles são, por definição, incompreensíveis.
De tão abundantes, mistérios são considerados forças naturais. Não se sabe como o outro pensa, o que o levou a chegar a tais conclusões, o que poderia fazê-lo mudar de ideia. Suas vias misteriosas não são questionáveis. Quando não é possível compreendê- las, não há negociação nem forma de mudá-las. E assim se transita pelo mundo sem esforço nem descoberta, resignado a coletar o que é oferecido.
Produtos de entretenimento fortalecem esse comportamento bovino. Jogos oferecidos por redes sociais isolam seus usuários do mundo à sua volta. E, travestidos de redes de integração, reforçam sua opinião e a visão daqueles que, como os líderes espirituais, são “seguidos”. De uma forma dogmática e restrita, não há questionamento nem oposição. Quando não há concordância possível, a única solução que se apresenta é o corte da relação.
Boa parte do desconforto social que se vive atualmente vem dessa visão misteriosa, fechada e dogmática do mundo, para a qual não parece haver saída. Muitos querem abandonar tudo: escola, empregos, cidade, casamento e identidade, sem saber ao certo para onde ir. Não parece haver disposição ou paciência para escutar, ceder, compreender, transformar ou reformar a riqueza que se possui. Entretanto, problemas, por mais desconfortáveis que sejam, costumam trazer uma grande satisfação à medida que são enfrentados, conquistados, ultrapassados.
(Adaptado de: RADFAHRER, Luli. www.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/2015/10/1690546-problemas-vs-misterios.shtml. 06/10/2015)
Problemas vs. Mistérios
O linguista Noam Chomsky uma vez sugeriu que a ignorância (ou o desconhecimento que se tem a respeito de um tema qualquer) poderia ser dividida em duas categorias: problemas, ou fatos que estejam dentro da capacidade de raciocínio; e mistérios, que se localizem além dela.
Segundo ele, os problemas abrangem as questões que podem ser compreendidas e respondidas, mesmo que não sejam diretamente solucionadas. Mistérios, por sua vez, têm uma característica particular. Eles são, por definição, incompreensíveis.
De tão abundantes, mistérios são considerados forças naturais. Não se sabe como o outro pensa, o que o levou a chegar a tais conclusões, o que poderia fazê-lo mudar de ideia. Suas vias misteriosas não são questionáveis. Quando não é possível compreendê- las, não há negociação nem forma de mudá-las. E assim se transita pelo mundo sem esforço nem descoberta, resignado a coletar o que é oferecido.
Produtos de entretenimento fortalecem esse comportamento bovino. Jogos oferecidos por redes sociais isolam seus usuários do mundo à sua volta. E, travestidos de redes de integração, reforçam sua opinião e a visão daqueles que, como os líderes espirituais, são “seguidos”. De uma forma dogmática e restrita, não há questionamento nem oposição. Quando não há concordância possível, a única solução que se apresenta é o corte da relação.
Boa parte do desconforto social que se vive atualmente vem dessa visão misteriosa, fechada e dogmática do mundo, para a qual não parece haver saída. Muitos querem abandonar tudo: escola, empregos, cidade, casamento e identidade, sem saber ao certo para onde ir. Não parece haver disposição ou paciência para escutar, ceder, compreender, transformar ou reformar a riqueza que se possui. Entretanto, problemas, por mais desconfortáveis que sejam, costumam trazer uma grande satisfação à medida que são enfrentados, conquistados, ultrapassados.
(Adaptado de: RADFAHRER, Luli. www.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/2015/10/1690546-problemas-vs-misterios.shtml. 06/10/2015)
Problemas vs. Mistérios
O linguista Noam Chomsky uma vez sugeriu que a ignorância (ou o desconhecimento que se tem a respeito de um tema qualquer) poderia ser dividida em duas categorias: problemas, ou fatos que estejam dentro da capacidade de raciocínio; e mistérios, que se localizem além dela.
Segundo ele, os problemas abrangem as questões que podem ser compreendidas e respondidas, mesmo que não sejam diretamente solucionadas. Mistérios, por sua vez, têm uma característica particular. Eles são, por definição, incompreensíveis.
De tão abundantes, mistérios são considerados forças naturais. Não se sabe como o outro pensa, o que o levou a chegar a tais conclusões, o que poderia fazê-lo mudar de ideia. Suas vias misteriosas não são questionáveis. Quando não é possível compreendê- las, não há negociação nem forma de mudá-las. E assim se transita pelo mundo sem esforço nem descoberta, resignado a coletar o que é oferecido.
Produtos de entretenimento fortalecem esse comportamento bovino. Jogos oferecidos por redes sociais isolam seus usuários do mundo à sua volta. E, travestidos de redes de integração, reforçam sua opinião e a visão daqueles que, como os líderes espirituais, são “seguidos”. De uma forma dogmática e restrita, não há questionamento nem oposição. Quando não há concordância possível, a única solução que se apresenta é o corte da relação.
Boa parte do desconforto social que se vive atualmente vem dessa visão misteriosa, fechada e dogmática do mundo, para a qual não parece haver saída. Muitos querem abandonar tudo: escola, empregos, cidade, casamento e identidade, sem saber ao certo para onde ir. Não parece haver disposição ou paciência para escutar, ceder, compreender, transformar ou reformar a riqueza que se possui. Entretanto, problemas, por mais desconfortáveis que sejam, costumam trazer uma grande satisfação à medida que são enfrentados, conquistados, ultrapassados.
(Adaptado de: RADFAHRER, Luli. www.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/2015/10/1690546-problemas-vs-misterios.shtml. 06/10/2015)