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Q4387598 Administração Pública

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

Tendo como referência as premissas conceituais do texto acerca do patrimônio territorial, do branding e da governança local, analise as partes que seguem:


(1ª parte): O patrimônio territorial engloba tanto ativos materiais quanto imateriais, incluindo saberes tradicionais, cultura e o capital social acumulado pela comunidade.

(2ª parte): O sentimento de pertencimento da população local é um elemento indispensável para garantir a legitimidade e a eficácia de uma marca territorial.

(3ª parte): A existência de assimetrias de poder inviabiliza qualquer tentativa de arranjo institucional ou de planejamento participativo no nível local.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4387597 Português

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

Considere o seguinte trecho extraído do segundo parágrafo: Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades... Em relação à estruturação das ideias no texto, a oração introduzida por o que conduz à estabelece com a afirmação anterior uma relacão sintático-semântica de:
Alternativas
Q4387596 Português

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

 A partir da premissa de que Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados, analise as assertivas abaixo, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas: 


( ) Depreende-se da frase que os processos de desenvolvimento territorial não devem aplicar modelos genéricos ou padronizados, haja vista que a dotação de recursos e a identidade histórica variam entre as localidades.


( ) A palavra singularidades pressupõe a existência de homogeneidade entre diferentes territórios, garantindo que soluções adotadas em uma região obtenham exatamente os mesmos resultados em outra.


( ) O vocábulo trajetória remete à dimensão temporal e historica do território, indicando que suas características atuais são frutos de um processo de acumulação e transformação contínua.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4387595 Geografia

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

No primeiro parágrafo, defende-se que a abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise. De acordo com as premissas conceituais do texto, o território é definido como: 
Alternativas
Q4387594 Português

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

Com base nos aspectos conceituais, discursivos e nas inferências autorizadas pelo texto, analise as assertivas que seguem:


I. Segundo o texto, a marca territorial só se consolida quando desvinculada das interações políticas e econômicas locais, garantindo a neutralidade da imagem institucional.

II. Infere-se do texto que a eficácia das estratégias de desenvolvimento territorial está diretamente vinculada à qualidade da governança exercida por atores sociais e institucionais na gestão de seus recursos.

III. O texto autoriza concluir que a criação de uma marca territorial cumpre uma dupla função: fortalecer a competitividade do espaço e impulsionar a promoção do bem-estar social.


Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q4387593 Marketing

Capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial 


A abordagem territorial do desenvolvimento concebe o território e o patrimônio nele constituído como unidades basilares de análise, a partir das quais se compreende a configuração dos territórios e a condução de seus processos de desenvolvimento. O território, compreendido como resultado de um processo histórico e relacional, de múltiplas determinações econômicas, políticas, culturais e naturais, concentra os recursos para o planejamento e a gestão que resultam nas dinâmicas de desenvolvimento. Os processos e dinâmicas de territórios se relacionam, portanto, com a governança exercida por seus atores institucionais e sociais na gestão de seus recursos.


As trajetórias de desenvolvimento de um território são resultado de um processo sócio-histórico, que articula as dimensões produtiva, natural, humana e intelectual, social, cultural e institucional e constituem seus patrimônios territoriais. Cada território apresenta singularidades decorrentes de sua trajetória, dispondo de recursos próprios e diferenciados. Entretanto, tais atributos nem sempre são reconhecidos, mobilizados, ativados e/ou tornados visíveis para a população e para outros públicos estratégicos, o que conduz à não utilização de potencialidades que poderiam ser incorporadas a políticas, projetos e programas voltados ao desenvolvimento.


A construção de uma identidade visual específica para os territórios, materializada na criação e na gestão de uma marca, constitui um instrumento de valorização das estratégias e dos planos de desenvolvimento em andamento, ao evidenciar os elementos distintivos que os caracterizam. Nessa perspectiva, o branding territorial configura-se como estratégia de desenvolvimento, na medida em que influencia diretamente a maneira como o território é percebido por seus diferentes públicos.


O branding aplicado a lugares pode ser entendido como um processo de gestão estratégica do território, ao passo que a marca territorial corresponde à expressão simbólica derivada desse processo, configurando-se como resultado das interações sociais, políticas, econômicas e culturais que estruturam o espaço. Nessa perspectiva, a marca associada a um país, estado ou cidade não se reduz à propaganda ou ao design gráfico, mas constitui um instrumento de gestão estratégica da identidade e da competitividade territorial. Tais abordagens superam a compreensão da marca territorial como mero logotipo ou ação promocional e se aproximam das abordagens críticas do desenvolvimento regional, que concebem o território como uma construção social permeada por relações de poder.


A marca, portanto, assume a função de dispositivo estratégico capaz de mobilizar narrativas identitárias, consolidar valores simbólicos compartilhados e orientar ações concretas voltadas simultaneamente à competitividade territorial e à promoção do bem-estar coletivo. Essa perspectiva converge com uma concepção de desenvolvimento de natureza eminentemente qualitativa, que exige a integração de dimensões cognitivas, simbólicas, culturais, sociais e cívicas para viabilizar trajetórias virtuosas e sustentáveis nos territórios.


Fonte: CARNIELLO, M. F. Proposta de análise da capacidade institucional de municípios e potencial de criação de marca territorial. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, v.22, n. 2, Mai - Ago / 2026 (com adaptações).

Com base na leitura global do texto, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE a tese central defendida pelo autor a respeito da relação entre território e bra nding territorial.
Alternativas
Q4387178 Psicologia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.Na educação inclusiva, o psicólogo escolar prioriza intervenções voltadas ao contexto e às relações escolares, mais do que ao aluno tomado isoladamente.
PORQUE
II.A Psicologia Escolar constituiu-se, historicamente, a partir de práticas de mensuração e de classificação de aptidões individuais.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4387177 Serviço Social
O Sistema Único de Assistência Social organiza a política de assistência social em níveis de proteção com objetivos e unidades próprias. Sobre esse sistema, analise as afirmativas a seguir:
I.A proteção social básica tem caráter preventivo e destina-se a famílias em situação de vulnerabilidade, sendo ofertada pelos Centros de Referência de Assistência Social.
II.A proteção social especial de média complexidade atende famílias cujos vínculos já foram rompidos, ofertando acolhimento institucional de caráter provisório.
III.A gestão da política de assistência social é centralizada na esfera federal, que executa diretamente os serviços socioassistenciais nos municípios.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4387176 Psicologia
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) organizam-se em diferentes modalidades, conforme o público atendido e o porte populacional do município. Associe cada modalidade da Coluna I à sua característica na Coluna II:

Coluna I
1.CAPSi.
2.CAPS ad.
3.CAPS III.
4.CAPS I.        

Coluna II
(__)Atende municípios de maior porte e funciona 24 horas, com acolhimento noturno.
(__)Voltado ao atendimento de pessoas com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas.
(__)Serviço de menor porte, indicado a municípios com população entre vinte mil e setenta mil habitantes.
(__)Destinado ao cuidado de crianças e adolescentes com transtornos mentais.
Assinale a alternativa que apresenta a associação correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4387175 Psicologia
Quanto ao grau de padronização, a entrevista _______ segue um roteiro rígido, com perguntas fixas e na mesma ordem para todos os entrevistados, ao passo que a entrevista _______ combina um roteiro de temas com liberdade para aprofundar as respostas conforme o andamento do diálogo. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem:
Alternativas
Q4387174 Psicologia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.No envelhecimento típico, tende a declinar o desempenho em tarefas que dependem da velocidade de processamento e da memória de trabalho.
PORQUE
II.A inteligência fluida, ligada ao raciocínio em situações novas, é mais sensível aos efeitos do envelhecimento do que a inteligência cristalizada.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4387173 Psicologia
No exercício profissional regulamentado, algumas atividades constituem função privativa do psicólogo, ao passo que outras podem ser compartilhadas com profissionais de áreas afins. Com base no art. 13, §1º, da Lei federal nº 4.119, de 27 de agosto de 1962, assinale a alternativa que apresenta uma dessas funções privativas.
Alternativas
Q4387172 Psicologia
As abordagens teóricas fundamentam diferentes compreensões sobre o psiquismo e a conduta humana. Associe cada abordagem da Coluna I à sua ideia central na Coluna II:

Coluna I
1.Psicanálise.
2.Behaviorismo.
3.Abordagem humanista.
4.Psicologia histórico-cultural.

Coluna II
(__)Explica a conduta como produto do condicionamento e das consequências do ambiente.
(__)Situa a constituição das funções mentais superiores na mediação por signos e na interação social.
(__)Atribui a processos inconscientes e a pulsões a estruturação da vida psíquica.
(__)Enfatiza a tendência à autorrealização e a experiência subjetiva da pessoa.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4387171 Psicologia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.No episódio depressivo, além do humor deprimido, é comum a presença de anedonia, definida como a perda de interesse ou de prazer nas atividades habituais.
PORQUE
II.A anedonia e o humor deprimido são manifestações idênticas, representando o mesmo fenômeno clínico descrito por termos diferentes.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4387170 Psicologia
As estratégias de prevenção e de promoção em saúde mental orientam a organização do cuidado no setor público e diferenciam-se quanto a objetivos e momentos de atuação. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)A prevenção primária busca reduzir a incidência de transtornos mentais, atuando sobre fatores de risco antes do surgimento do adoecimento.
(__)A promoção da saúde mental dirige-se à população em geral e busca fortalecer fatores de proteção e o bem-estar coletivo.
(__)A prevenção terciária tem por objetivo evitar o surgimento de novos casos, sendo aplicada antes da instalação do transtorno.
(__)A prevenção em saúde mental cabe ao setor de saúde, enquanto a educação e a assistência social permanecem à margem dessas ações.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4387169 Psicologia
Entre as qualidades psicométricas de um teste, a _______ refere-se ao grau em que o instrumento mede efetivamente aquilo que se propõe a medir, ao passo que a _______ diz respeito à consistência ou à estabilidade dos resultados obtidos em diferentes aplicações. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem:
Alternativas
Q4387168 Pedagogia
A ampliação do cuidado psicossocial no ambiente escolar levou à previsão legal de profissionais de psicologia e de serviço social nas escolas públicas. Com base na Lei federal nº 13.935, de 11 de dezembro de 2019, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4387167 Psicologia
O adoecimento relacionado ao trabalho ganhou destaque nas políticas de saúde do trabalhador, e a síndrome de burnout é uma de suas expressões mais estudadas. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)Na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), o burnout é caracterizado como fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico no trabalho não gerenciado com sucesso.
(__)O burnout é classificado como transtorno mental específico, aplicável a esferas variadas da vida da pessoa, para além do contexto de trabalho.
(__)Entre as dimensões que caracterizam o burnout estão a exaustão, o distanciamento mental do trabalho e a redução da eficácia profissional.
(__)As ações de prevenção do adoecimento ocupacional voltam-se a intervenções individuais de manejo do estresse, sem contemplar mudanças na organização do trabalho.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4387166 Psicologia
As ações do psicólogo em contextos públicos costumam ser organizadas em projetos com fases sucessivas. Considere as fases do planejamento e da execução de um projeto de intervenção psicológica, apresentadas a seguir fora da ordem de execução:
(1)Execução das ações planejadas junto ao público atendido.
(2)Diagnóstico situacional e levantamento das necessidades da população.
(3)Monitoramento e avaliação dos resultados alcançados pela intervenção.
(4)Definição dos objetivos e das metas a serem alcançados.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta em que essas fases são desenvolvidas:
Alternativas
Q4387165 Psicologia
O Código de Ética Profissional do Psicólogo, aprovado pela Resolução CFP nº 010/2005, orienta a conduta profissional nos diversos contextos de atuação. Sobre esse Código, analise as afirmativas a seguir:
I.Constitui princípio fundamental basear o trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano.
II.É permitido ao psicólogo induzir o usuário a convicções religiosas, políticas ou morais no exercício de suas funções, desde que com finalidade terapêutica.
III.É dever do psicólogo prestar serviços psicológicos de qualidade, fundamentados na ciência psicológica, na ética e na legislação profissional.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
4901: B
4902: B
4903: A
4904: A
4905: C
4906: D
4907: E
4908: D
4909: A
4910: E
4911: A
4912: C
4913: D
4914: A
4915: A
4916: D
4917: D
4918: C
4919: A
4920: A