Na hipertensão pulmonar, pode ser utilizado sitaxentana, 1 ...
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Tema central: A questão aborda o tratamento farmacológico da hipertensão pulmonar com a sitaxentana, pedindo a faixa de dose adequada para uso oral. Esse tema é relevante, pois a hipertensão pulmonar é uma condição potencialmente grave que exige abordagem terapêutica direcionada e baseada em evidências.
A sitaxentana é um antagonista seletivo do receptor de endotelina tipo A, utilizado no manejo da hipertensão arterial pulmonar (HAP). Ela promove vasodilatação pulmonar e reduz a resistência vascular, melhorando sintomas e potencialmente o prognóstico.
Segundo referências clássicas como Harrison’s Principles of Internal Medicine e protocolos de diretrizes da SBC e UpToDate, a dose recomendada da sitaxentana para adultos é 100 mg a 300 mg, uma vez ao dia, via oral. Portanto, a alternativa D está correta.
Por que as demais opções estão incorretas?
- A) 50 a 200 mg/d: Subestima tanto a faixa terapêutica superior quanto a habitual usada em adultos.
- B) 50 a 150 mg/d: Oferece uma dose insuficiente, especialmente para casos moderados/gravemente sintomáticos, conforme literatura e diretrizes.
- C) 150 a 400 mg/d: Ultrapassa a dose máxima recomendada (300 mg/d), podendo aumentar riscos de efeitos adversos graves, principalmente hepatotoxicidade — um risco conhecido deste fármaco.
- E) 1,5 a 3,0 mg/kg/d: A sitaxentana não é prescrita habitualmente baseada no peso corporal, mas em dose fixa, o que diferencia de certos outros medicamentos vasodilatadores.
Estratégia para provas futuras: Dê atenção ao regime posológico, principalmente quando envolver drogas menos usuais. Valorize o que é rotina em provas: relações dose/dia, forma de prescrição e segurança dos fármacos usados na prática clínica. Cuidado com alternativas que colocam doses superiores ao usual ou ajustadas por peso quando não é a prática padrão!
Resumo: Ao tratar hipertensão pulmonar, a sitaxentana deve ser administrada em dose de 100 a 300 mg/dia por via oral, sempre observando monitorização adequada por possível toxicidade hepática.
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