Conforme o Estatuto da Cidade (Lei n.º 10.527/2001), o plano...
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Lei nº 10.257/2001 (Estatuto da Cidade), art. 32, § 2º, I: "§ 2º Poderão ser previstas nas operações urbanas consorciadas, entre outras medidas:
I – a modificação de índices e características de parcelamento, uso e ocupação do solo e subsolo, bem como alterações das normas edilícias, considerado o impacto ambiental delas decorrente;" Esse dispositivo autoriza, no âmbito das operações urbanas consorciadas, a modificação de uso e ocupação do solo, o que dá suporte sistêmico à alternativa C.
IV – integrantes de áreas de especial interesse turístico;" Logo, não é facultativo; é obrigatório.
I – definição da área a ser atingida;" Logo, a área é definida na lei específica que aprova a operação.
- Separe sempre conteúdo do plano diretor de matérias que dependem de lei municipal específica baseada nele.
- No Estatuto da Cidade, confira o veículo normativo exigido para cada instrumento urbanístico antes de validar a alternativa.
- Quando a alternativa trouxer exclusão territorial do plano diretor, confronte com o art. 40, § 2º: o plano deve abranger todo o Município.
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Comentários
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A - Art. 41. O plano diretor é obrigatório para cidades:
IV – integrantes de áreas de especial interesse turístico;
B - Art. 25. O direito de preempção confere ao Poder Público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares.
§ 1 Lei municipal, baseada no plano diretor, delimitará as áreas em que incidirá o direito de preempção e fixará prazo de vigência, não superior a cinco anos, renovável a partir de um ano após o decurso do prazo inicial de vigência
.
C (Gab) - Art. 29. O plano diretor poderá fixar áreas nas quais poderá ser permitida alteração de uso do solo, mediante contrapartida a ser prestada pelo beneficiário. -
D - Art. 32. Lei municipal específica, baseada no plano diretor, poderá delimitar área para aplicação de operações consorciadas.
E - Art. 40. O plano diretor, aprovado por lei municipal, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana.
§ 1 O plano diretor é parte integrante do processo de planejamento municipal, devendo o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e o orçamento anual incorporar as diretrizes e as prioridades nele contidas.
§ 2 O plano diretor deverá englobar o território do Município como um todo. - Não há qualquer exceção.
A - obrigatório
B – poderá delimitar...
C – certa
D – poderá...
E – sem exceção
Que questão, meus amigos...
erro da B: Lei municipal é que delimita as áreas, não o plano diretor.
erro da letra D, mesmo que a B... quem delimita é lei municipal, e não o plano diretor
Erro da E: a Lei não menciona APP
A que pensei que não era, ERA, acabei marcando e acertei
- Direito de preempção = Lei municipal, baseada no plano diretor, delimitará as áreas que incidirá o direito de preempção (art. 25 §1º do Estatuto da Cidade)
- Da outorga onerosa do direito de construir = O plano diretor poderá fixar as áreas nas quais o direito de construir poderá ser exercido (art. 28 do Estatuto da Cidade)
- Das operações urbanas consorciadas = Lei municipal específica, baseada no plano diretor poderá delimitar a área para a aplicação de operações consorciadas (art. 32 do Estatuto da Cidade)
- Da transferência do direito de construir = Lei municipal, baseada no plano diretor poderá autorizar o proprietário de imóvel urbano, privado ou público, a exercer em outro local, ou alienar, mediante escritura pública, o direito de construir previsto no plano diretor ou em legislação urbanística dele decorrente, quando o referido imóvel for considerado necessário (art. 35 do Estatuto da Cidade)
- Estudo de impacto de vizinhança = Lei municipal definirá os empreendimentos e atividades privados ou públicos em área urbana que dependerão de estudo prévio de impacto de vizinhança (EIV) (art. 36 do Estatuto da Cidade)
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