O Brasil enfrenta de maneira evidente um processo de
transição nutricional. Ao mesmo tempo em que a
desnutrição energético-proteica tem apresentado queda em
sua prevalência, o sobrepeso e a obesidade rapidamente se
candidatam ao posto de maior problema nutricional do país.
Neste contexto, estratégias nacionais para lidar com a
obesidade têm sido propostas no âmbito do Sistema Único
de Saúde (SUS) e do Sistema de Segurança Alimentar e
Nutricional (SISAN). As propostas do SUS priorizam
medidas individualizadas e socioambientais, voltadas para
a mudança de práticas alimentares e atividade física. Já o
SISAN, enfatiza a mudança na maneira como os alimentos
são produzidos, supridos e comercializados. Entretanto, tais
estratégias não têm sido totalmente eficazes devido
principalmente: