Durante pico de demanda no pronto atendimento, a segurança ...
Gabarito comentado
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Tema central: Segurança do paciente no transporte intra-hospitalar em situações de alta demanda. Envolve: identificação correta, comunicação efetiva, prevenção de quedas/lesões, confidencialidade, registro rastreável e controle de infecção.
Gabarito: D
Por que a alternativa D está correta? Reúne os pilares do transporte seguro:
• Checagem ativa de identificação e destino: uso de pelo menos dois identificadores (nome completo e data de nascimento/nº de registro) e confirmação do setor/leito de destino. Reduz trocas de pacientes (OMS, PNSP – Protocolo de Identificação do Paciente; Joint Commission NPSG).
• Roteirização compartilhada com a enfermagem: coordena priorização por gravidade, disponibilidade do setor e evita “perdas” no fluxo. Alinha comunicação (Protocolo de Comunicação Efetiva, uso de SBAR/I-PASS).
• Condução com grades elevadas e cinto: prevenção de quedas e traumas durante deslocamento e manobras.
• Relato de ocorrências + registro: passagem de informações estruturada na chegada e anotação no prontuário garantem rastreabilidade e continuidade do cuidado.
• Devolução da maca higienizada: reduz risco de IRAS e mantém o fluxo (ANVISA – limpeza e desinfecção de superfícies).
Análise das alternativas incorretas
A) Atalhos sem comunicação, grades baixas, “chegada silenciosa” e anotação mínima aumentam risco de queda, falhas de handoff e de identificação; contrariam OMS/JCI e PNSP.
B) Rotas improvisadas, aceitar pedidos paralelos e priorizar “demandas ocasionais” quebram a coordenação do fluxo e a segurança. Relatório indiferenciado impede rastreabilidade individual.
C) Delegar conferência de pulseira a acompanhante é vedado: a equipe deve identificar. Deslocamento sem pausas ignora reavaliações em intercorrências. Comunicação oral na porta, sem registro formal e sem confirmação do receptor, é handoff inadequado.
E) Conversas clínicas em elevadores violam sigilo (ética/LGPD). Consentimento “no caminho” é inadequado (não assegura informação/voluntariedade). Aviso só ao final impede preparo do setor e atrasa atendimento.
Estratégia de prova: procure termos-chave como checagem ativa, comunicação/roteirização conjunta, barreiras físicas (grades/cinto), registro estruturado e higienização do equipamento. Desconfie de “atalhos”, improviso e ausência de registro.
Referências essenciais: OMS – Soluções para Segurança do Paciente (Identificação correta; Handover); Joint Commission – National Patient Safety Goals; Ministério da Saúde (PNSP – Protocolos de Identificação do Paciente e Comunicação Efetiva); ANVISA – Limpeza e desinfecção de superfícies.
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